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Bancos pagarão 10 bilhões a poupadores

Após 30 anos de disputa na Justiça, foram acertadas ontem as bases de um acordo financeiro para a reposição de supostas perdas de poupadores com os planos econômicos das décadas de 1980 e 1990. O acerto foi feito entre a Advocacia Geral da União (AGU), a Frente Brasileira dos Poupadores (Febrapo) e a Federação Brasileira de Bancos (Febraban).

O valor inicial das ações é superior a R$ 10 bilhões, montante que está provisionado pelas instituições financeiras, sendo R$ 4,6 bilhões apenas no Banco do Brasil.

A minuta do acordo será apresentada na segunda-feira à AGU para ser submetida ao Supremo Tribunal Federal (STF). No documento, deverão constar Continue lendo

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Tratamento diferenciado no “caixa”

Radar do ConsumidorO conselho Monetário Nacional (CMN) baixou nova resolução normativa (4.479) que altera e esclarece a redação da  Resolução n.º 3.694/2009 que regulamentava o atendimento dos caixas bancários.

Segundo a chefe do Departamento de Regulação do Sistema Financeiro do Banco Central, Sílvia Marques, a principal alteração foi na redação sanando dúvida de aplicação em relação a norma que já existia.

Agora, com a nova resolução, não há dúvida de que não poderá haver tratamento diferenciado entre clientes e não clientes quando do seu atendimento pelo caixa bancário.

Algumas exceções continuam valendo, como o recebimento de boleto vencido, o qual deverá, como antes, ser pago no banco do boleto, bem como a não obrigação da aceitação de pagamento em cheque, como antes também já ocorria, uma vez que a agência recebedora não tem como verificar a autenticidade da assinatura e a existência de saldo bancário.

No mais, com a nova resolução do CMN, clientes e não clientes bancários tem melhor assegurado tratamento igualitário nos caixas bancários de pagar boletos não vencidos de quaisquer bandeiras bancárias.

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Cheque especial de 300% endivida ainda mais o consumidor

Vejam o absurdo com que nos deparamos neste momento de crise econômica resultante do desgoverno federal.

O cheque especial bateu na casa de 300% ao ano (!!!) dificultando o acesso saudável do consumidor-correntista bancário ao crédito.

Assim, em outras palavras, a política estabelecida pelo desgoverno federal, sob a batuta do Banco Central, está a determinar que os consumidores, endividados em virtude da política econômica maléfica criada pelo governo federal, a qual consistiu em fazer estes crerem – falsamente – se encontrarem em situação de ascenssão social mediante obtenção de crédito fácil endividador, sejam agora submetidos a escorchantes e descabidos juros anuais de 300%, como modo de lhes impedir acesso a meios financeiros para, ao menos, amenizar os impactos danosos que referido endividamento está a causar às suas finanças domésticas.

Indisfarçavelmente, o mesmo governo federal que promoveu políticas econômicas que endividaram excessivamente os consumidores, agora está, literalmente, a lhes “amar as mãos”, de modo a criar “barreira financeira” que lhes impede acessar os meios necessários para amenizar as suas falências econômicas, ocasionadas pelo próprio governo federal.

Quem sai ganhando com esta situação são somente os bancos (que nunca ganharam tanto “na história deste país” como na era PT). Ou seja, os bancos ganharam na época das “vacas gordas”, efetuando frenéticos empréstimos bancários aos consumidores-correntistas e ganharam muitíssissississimo (!!), e estarão ganhando ainda mais, agora, com a miséria financeira dos consumidores. Os bancos são mais ou menos como as funerárias que sempre ganham quando alguém morre.

Uma vergonha nacional deslavada.

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Abertura e fechamento de contas bancárias pela internet

O Conselho Monetário Nacional (CMN) editou nova regulamentação que possibilita aos consumidores abrirem e fecharem contas correntes e de poupança por meio remoto (internet), sem a necessidade da presença física do cliente bancário na respectiva agência.

A utilização destas funcionalidades, pelos bancos, fica condicionada a que as instituições criem mecanismos que garantam segurança, confidencialidade, autenticidade e integridade das informações e documentos eletrônicos exigidos.

A idéia é boa, mas os custos certamente não serão baixos para que as medidas estruturais necessárias sejam adotadas e como se sabe os bancos não dão ponta sem nó. Não assumem qualquer ônus sem repassar os respectivos custos aos clientes.

Portanto, amigos consumidores, tenham certo que nós é que pagaremos esta conta.

 

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Porque os bancos elevam os juros

RADARCertamente todos já viram muitas reportagens ou mesmo viram nos seus extratos bancários sobre a elevação estratosférica dos juros bancários.

Somente o cartão de crédito chegou a 430% ao ano. Um verdadeiro absurdo.

Dentre outros motivos, como, por exemplo, inibir a utilização de crédito, os bancos vem elevando os juros bancários a fim de “fazer caixa” (provisões bancárias) para se resguardarem do aumento do risco de levarem calotes, uma vez que o aumento da crise amplia, muito, o nível de inadimplência.

Em outras palavras, é uma maneira de retirar do “lombo” do próprio cidadão a correia para se protegerem financeiramente da elevação do risco da inadimplência.

“Nunca na história deste país” os bancos e instituições financeiras nadaram tanto de braçada como na era PT/Lula/Dilma.

Veja mais aqui.

 

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Greve nos bancos: o consumidor deve ficar atento

Com greve em andamento nos bancos os consumidores devem ficar atentos ao pagamento de faturas, boletos bancários e outros tipos de cobrança.

Segundo o Instituto de Defesa do Consumidor embora a greve não afaste a obrigação do consumidor de pagar as obrigações, a empresa credora tem que oferecer outras formas e locais para que os pagamentos sejam efetuados.

Para não ser cobrado de encargos (juros e multa) e ter o nome enviado a serviços de proteção ao crédito, a recomendação do Procon-SP é que o consumidor entre em contato com a empresa e peça opções de formas e locais para pagamento, como internet, a sede da empresa, casas lotéricas, código de barras para pagamento em caixas eletrônicos, dentre outros. Continue lendo

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Justiça condena banco por emissão de boleto falso

Segundo decisão da 1º Vara Cível de Osasco, o Banco Bradesco S.A. deve efetuar o pagamento de indenização pela emissão de boleto falso.

A empresa autora da ação efetuou a impressão e o pagamento de dois boletos emitidos pela empresa Arcelor Mittal Brasil S.A. Mas em razão da falsificação dos códigos de barras, os valores foram direcionados à conta de terceiro causando um prejuízo de R$ 8.443,51. Continue lendo

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Vídeo: HSBC | Garantias dos clientes na venda da instituição

Entrevista ao PARANÁ NO AR (RIC TV – Curitiba) concedida pelo presidente da Associação de Defesa do Consumidor (ADECON), João Luiz Agner Regiani, com o objetivo de abordar sobre os direitos e garantias dos clientes do HSBC no caso da anunciada venda da referida instituição bancária.

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Bradesco é banco com mais reclamações em abril, diz BC

Bradesco foi o banco no país com maior índice de reclamações em abril, informou o Banco Central nesta sexta-feira.

No mês, o BC computou o índice de reclamações consideradas procedentes contra o Bradesco. Pela metodologia, o número de casos é dividido pelo número de clientes e multiplicado por 1 milhão. No caso do banco com sede na Cidade de Deus (SP), o índice foi de 11,9.

A maior parte dos casos, 511, diz respeito à restrição do banco para portabilidade de operações de crédito consignado por recusa injustificada.

Representantes do Bradesco não foram encontrados de imediato para comentar o assunto.
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HSBC, Caixa Econômica Federal, Santander e Banco do Brasil, nesta ordem, completaram o ranking das cinco instituições financeiras com maiores índices de queixas. — Exame.com

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