Beto Richa



Richa fala do viés político da sua prisão

No primeiro horário eleitoral depois dos acontecimentos da semana passada, Beto Richa reafirmou a candidatura e tratou dos assuntos espinhosos para sua eleição: “O que aconteceu comigo, com a minha mulher Fernanda e meu irmão José Richa Filho, constitui, como reconheceu o próprio Supremo Tribunal Federal, um ato de violência cujo viés político é muito claro. Queriam atingir a minha candidatura ao Senado. Queriam liquidar a minha trajetória política. Queriam me destruir moralmente há muito tempo. Fomos presos sem nem sermos ouvidos. Fui vítima do estado policial que alguns querem implantar no Paraná”. O candidato também disse que compreende a “desconfiança dos eleitores” e que vai provar sua inocência na Justiça.

“Primeiro eles querem nos humilhar para depois nos destruir. Invadiram a minha casa. Aterrorizaram a minha mulher. Invadiram a casa da minha mãe de 78 anos”.

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Justiça Eleitoral mantém programa eleitoral de Richa

A juíza eleitoral Graciane Lemos, a pedido do PSDB, determinou a exibição dos programas eleitorais do candidato ao Senado, Beto Richa, pelos próximos dias.

“Determinar o credenciamento das pessoas informadas no protocolo nº 46.778/2018 – 19/09/2018 às 13h44min como responsáveis pela entrega das mídias do programa de Beto Richa, bem como para que ao decorrer a metade do tempo do arquivo de mídia entregue pela Coligação “Paraná Decide” nos programas em bloco, seja transmitido o programa do candidato representante pelo período dos próximos 4 (quatro) dias, contando-se hoje o primeiro, cabendo às pessoas habilitadas entrar em contato com o pool deste tribunal e com as emissoras de TV e rádio para o cumprimento desta decisão”, diz o despacho da juíza..

“Determinar a imediata citação da coligação representada para que, querendo, ofereça resposta no prazo de 2 (dois) dias, anotando-se, desde logo, que esta decisão poderá ser revista com a resposta dada pela Coligação representada, antes de transcorridos os 4 (quatro) dias referidos no item anterior, ficando os representantes já cientes da possibilidade de reapreciação desta decisão”.

“Determinar que as emissoras de rádio e TV que tiverem acesso à presente decisão cumpram o disposto no item 1, sob pena de multa no valor de R$ 10.000,00 por programa eleitoral não veiculado, mediante a exibição da presente decisão pelos responsáveis pela entrega das mídias do candidato ora representante. Intime-se”, completa a decisão da juíza Graciane Lemos.

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Prisão de Richa teve fundo político, diz ministro do STF

O Blog do Rigon informa que em sua decisão pela soltura de Beto Richa e de todos os outros 11 presos na Operação Rádio Patrulha por determinação do juiz Fernando Fischer, o ministro Gilmar Mendes destacou que “há indicativos de que tal prisão tem fundo político”.

Para ele, a investigação foi “destituída de qualquer fundamento” e “impacta substancialmente o resultado do pleito e influencia a opinião pública”, uma vez que o ex-governador é candidato ao Senado.

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Segundo o ministro do Supremo Tribunal Federal, “os fatos que deram ensejo à prisão ocorreram durante os anos de 2010 a, no máximo, 2013, ou seja, há longínquos 5 anos da data da expedição da ordem de prisão, o que afasta a contemporaneidade dos fatos e a demonstração da atuação da organização criminosa nos dias atuais. Além disso, a ausência de fatos recentes evidencia que o risco de que o requerente e os demais investigados possam atrapalhar as investigações é meramente retórico, genérico e conjectural”.

Entre os advogados que ingressaram com a arguição de descumprimento de preceito fundamental 444 está o criminalista Juliano José Breda, ex-presidente da OAB Paraná, que no ano passado derrubou, no STF, a condução coercitiva de investigados pela Polícia Federal, ao tratar do ocorrido com o ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva.

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Confira a íntegra da decisão de Gilmar Mendes aqui.

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STF: defesa pede soltura de Richa por descumprimento de preceito fundamental

Catarina Scortecci, via Gazeta do Povo

“A defesa do ex-governador do Paraná Beto Richa (PSDB) pediu a revogação de sua prisão ao ministro Gilmar Mendes do Supremo Tribunal Federal (STF). Richa e sua esposa, Fernanda Richa, estão presos temporariamente em Curitiba desde terça-feira (11), no âmbito da Operação Rádio Patrulha, deflagrada pelo Grupo de Atuação Especial de Combate ao Crime Organizado (Gaeco), braço do Ministério Público do Estado do Paraná (MP-PR).”

“O pedido da defesa ocorre dentro da Arguição de Descumprimento de Preceito Fundamental 444 (ADPF 444), na qual o STF proibiu as chamadas conduções coercitivas. A defesa do tucano alega que a prisão de Richa foi decretada para burlar o veto à condução coercitiva.

Na petição, que tem quase 90 páginas, o advogado José Roberto Figueiredo Santoro alega que os fundamentos da prisão “se mostram absolutamente inidôneos e fora das hipóteses previstas na legislação aplicável”.”

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Beto se afasta e Cida assume o governo

Momento em que ao lado da vice-governadora Cida Borghetti o governador Beto Richa anunciava à equipe de governo que se afastará do cargo

Ontem, conforme foi amplamente divulgado pela imprensa, o governador Beto Richa anunciou que se afastará do governo para disputar o Senado enquanto a vice-governadora Cida Borghetti assumirá o governo do estado para completar os 9 meses restantes de mandato e assim também disputar o governo do estado.

Beto Richa demonstrou muita tranquilidade e segurança ao ser indagado pela imprensa sobre a perda do foro privilegiado, alegando com objetividade que nada há a temer uma vez que nenhuma das acusações que lhes foram feitas são verdadeiras ou tem qualquer rastro de prova efetiva. No bom português quis transmitir que, “quem não deve não teme”.

A vice Cida Borghetti, resgistrou publicamente sua temperança ao falar à imprensa sobre como será o seu governo, dizendo que acima de tudo será um governo de continuidade e de manutenção das políticas positivas do governo Richa.

A renúncia efetiva do governador Beto Richa ocorrerá no dia 6/4, quando este retornará de viagem ao exterior, e até lá a governadora Cida Borghetti dará formato definitivo à sua equipe de governo.

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Richa entrega casas para 144 famílias de Paranavaí

O governador Beto Richa irá nesta quarta-feira (10) a Paranavaí, Noroeste do Paraná, para entrega de moradia a 144 famílias do município.

As casas são do Residencial Santa Maria, construído em parceria pelo Governo do Estado, Governo Federal e município. A inauguração acontece às 10h30, no próprio residencial.

Enquanto a oposição esbraveja, Beto Richa vai dando a nota no desenvolvimento social do estado.

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PARANÁ: maior programa habitacional dos estados do país

“As famílias atendidas têm renda anual de até R$ 15 mil e pagarão R$ 1.140 de financiamento, o equivalente a 4% do valor do imóvel, em quatro prestações anuais de R$ 285. O restante é subsidiado com recursos do Programa Nacional de Habitação Rural.”

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Não bastasse os índices da economia e das contas públicas do Paraná que são invejáveis a muitos outros estados, tem um número socialmente muito importante e histórico que o governo Beto Richa atingiu no seu mandato, o de número 13 mil.

Até parece um trocadilho com o número do partido político dos seus algozes da APP/PT, mas não é.

Desde 2011, cerca de 13 mil casas rurais foram entregues em todas as regiões do Estado. O volume fez com que o Paraná se tornasse um exemplo na gestão da política habitacional rural em todo o país.

Sem dúvida, é o maior programa habitacional rural de toda a história do Paraná e dentre os demais estados do país.

A oposição do “quanto pior melhor” vai à loucura, especialmente o socialista-comunista-bolivariano Requião, que supostamente tendo governado pelos pobres por 3 vezes o estado, não atingiu sequer a construção de 4 mil unidades habitacionais. Uma lástima se tratando de alguém que se auto-intitula politico socialista.

Os “esquerdosos” são assim mesmo. Roncam grosso – como diria o gaúcho -, mas apresentam resultados mais finos que “assobio de papudo”.

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Informaçōes que enlouquecem os adversários de Richa

PARA OS ADEPTOS DO “QUANTO PIOR MELHOR” ESTAS INFORMAÇÕES SÃO ENLOUCEDOURAS. ELES SÃO CONSTANTEMENTE FLAGRADOS EM MENTIRAS ENSANDECIDAS NA TENTATIVA DE DESQUALIFICAR O MELHOR GOVERNO ESTADUAL QUE HÁ NO PAÍS NA ATUALIDADE. SÓ NOS RESTA SORRIR.

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O governador Beto Richa aumentou em R$ 2,23 bilhões o volume de recursos repassados aos 399 municípios paranaenses em 2017 na comparação com 2016. Até o fim de dezembro, as transferências alcançam R$ 11,86 bilhões ante R$ 9,63 bilhões de 2016, crescimento de 23%.

“Neste ano, ampliamos a capacidade de investimento do Estado e formalizamos parcerias quase que semanalmente com as prefeituras, atendendo praticamente todos os municípios com recursos para obras e ações para melhoria da qualidade de vida da população. Conseguimos destinar este volume de recursos graças ao ajuste fiscal iniciado há dois anos”, disse Richa.

 
O maior montante, de R$ 500 milhões, foi transferido para infraestrutura urbana, que abrange investimentos e manutenção nos municípios. Os recursos foram usados em obras de pavimentação e recape, calçamento, postos de saúde e praças, além de aquisição de equipamentos. O incremento na área foi de 366%.

A saúde também recebeu atenção especial, com repasses de R$ 457 milhões, 88% mais que em 2016. Os valores foram transferidos como forma de auxílio aos fundos municipais e foram empregados na atenção básica à saúde, além de assistência hospitalar e ambulatorial, suporte profilático e terapêutico e vigilância epidemiológica. Continue lendo

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A vida depois do ajuste fiscal

Há uma dificuldade enorme para a oposição admitir o sucesso do plano de ajuste fiscal no Paraná, o primeiro feito no Brasil e que provocou reações sociais contra o governo, mas que salvou o Paraná da crise aguda que assola o resto do país.

Um exemplo claro: enquanto o Paraná já pagou três salários em menos de 30 dias (novembro, 13º e dezembro) que representaram R$ 5,1 bilhões, cerca de 1,5 milhão de servidores de cinco estados não receberão nesta quinta-feira (20) o 13º salário ou terão de recorrer a empréstimos bancários para não ficarem sem o dinheiro no final de ano.

Estão nesta situação ao menos Rio de Janeiro, Minas Gerais, Rio Grande do Sul, Rio Grande do Norte e Sergipe. Outros três estados – Acre, Ceará e Tocantins – e mais o Distrito Federal também poderão atrasar o pagamento do benefício ou do salário de dezembro.

O maior contingente de servidores nessa situação está no governo de Fernando Pimentel (PT) em Minas Gerais, com 600 mil pessoas – 400 mil da ativa e 200 mil inativos e pensionistas. Elas deverão saber nesta quarta-feira (20) o escalonamento do 13º, segundo a Secretaria do Planejamento. Até agora, está garantido o pagamento das forças de segurança, parcelado em duas vezes e de funcionários da rede de hospitais (Fabio Campana).

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