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Frango será julgado

O frango brasileiro é competitivo no mercado internacional por que encontra no País alimento em abundância (milho e soja, principalmente), vive nas melhores condições fitossanitárias e é abatido e processado em frigoríficos que estão entre os mais modernos do mundo. Episódios sanitários adversos são apenas pontos fora da curva, que não refletem as boas práticas predominantes em toda a cadeia produtiva.
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Com esses argumentos, embasados em planilhas e estudos técnicos, uma comitiva vai tentar demonstrar no próximo dia 25, em audiência do Ministério do Comércio da China, que não há base sustentável para manutenção de tarifas antidumping contra a ave produzida no Brasil. A sobretaxa provisória foi adotada no dia 9 de junho e afeta 29 empresas que exportam frango para o país asiático. Os depósitos adicionais variam entre 18,8% e 38,4% do total das compras. (Gazeta do Povo)

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Chineses violam resolução da ONU e vendem petróleo para CN

O Ministério das Relações Exteriores da Coreia do Sul acusou a China de transferir petróleo para navios norte-coreanos em águas internacionais, o que viola sanções da ONU.

Segundo a imprensa sul-coreana, satélites americanos detectaram diversos momentos em que navios chineses fizeram transferências para embarcações de Pyongyang.

A última resolução do Conselho de Segurança da ONU, resultante da insistência dos norte-coreanos em testes nucleares ilegais, busca proibir cerca de 90% das exportações de petróleo refinado para a ditadura de Kim Jong-un. (O Antagonista)

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“Black friday” subvertida no Brasil

“No Brasil infelizmente temos o mau hábito de pegar modelos bons e que dão certo em países mais sérios do que o nosso, para subvertê-los em modelos de oportunismo, enganação e de rapinagem ao consumidor.” 

 

Há anos atrás, quando os brasileiros viram invadir o país a coqueluche americana denominada “Black Friday”, havia um estado de “ansia coletiva” que afetava as pessoas nos dias que precediam ao período (em novembro) em que estas “promoções” eram aguardadas.

Anos depois, esfolado pela sanha de parte do comércio em lucrar enganando o consumidor, este mesmo consumidor, calejado, já não demonstra tanta “alegria” ao se avizinhar a época da “Black Friday”.

A “quebra do encanto” do consumidor por ela é simples de ser explicado. O consumidor cansou de ser enganado!

Quem não se recorda da máxima que se tornou conhecida em época de “Black Friday”? “Tudo pela metade do dobro”.

Então, foi justamente a percepção do consumidor de que nem tudo o que parece promoção se trata realmente de promoção na “Black Friday”, é que fez com que ele perdesse o encanto pela campanha promocional e passasse a vê-la com muita desconfiança. Ou seja, para o consumidor “até que se prove o contrário a denominada promoção coletiva não se trata de promoção”.

No Brasil infelizmente temos o mau hábito de pegar modelos bons e que dão certo em países mais sérios do que o nosso, para subvertê-los em modelos de oportunismo, enganação e rapinagem do consumidor.

Infelizmente são coisas de uma cultura que não leva a sério a conduta ética e moral em sociedade. Exemplos disso? As defesas que a parte ativista – de esquerda – da sociedade brasileira faz da chamada “arte moderna”, que nada mais é do que a desconstrução de valores artísticos milenares, e a “política do esculacho” que algumas minorias fazem em relação a conduta moral das pessoas e das famílias, em relação a religiosidade e aos aspectos de conduta moral que deveriam nortear a vida em sociedade.

Um país assim tem tudo para dar errado.

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Poderá ser menor em 2018

Preço ruim, seca, chuvas mal distribuídas e atraso no plantio, podem se constituir num “pacote” desfavorável à produção agrícola no ano que vem.

Após ter atingido uma produção de mais de 240 milhões de toneladas de grãos em 2017, estimativas do IBGE em outubro apontam que para 2018 a produção poderá se limitar a 218 milhões de toneladas. Uma redução de mais de 8% na produção total da safra de grãos.

Se consolidada, esta previsão afetará razoavelmente a balança comercial brasileira.

Veja aqui.

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Brasil, campeão em isolamento comercial internacional

Comércio internacional: Brasil é o 69° país mais aberto do mundo, entre 75 pesquisados (foto/Thinkstock)

Além de toda a insegurança política, o Brasil continua a jogar contra seus empresários quando o assunto é abertura comercial

No discurso que fez quando assumiu a presidência, Michel Temer disse que uma de suas prioridades era “estabelecer bases sólidas” para que a política externa voltasse a representar “os valores e interesses permanentes no nosso país”. “A recuperação do prestígio do país e da confiança em seu futuro serão tarefas iniciais e decisivas para o fortalecimento da inserção internacional da nossa economia”, disse.

Mais de um ano depois – e com o presidente quase fora do poder – o país andou milímetros na “inserção internacional da nossa economia”. Além de toda a insegurança trazida por sucessivas crises políticas, o Brasil continua a jogar contra seus empresários quando o assunto é abertura comercial.

De acordo com o Open Market Index, o ranking da abertura de mercado da Câmara de Comércio Internacional (ICC, na sigla em inglês), publicado na última semana, o Brasil é o 69° país mais aberto do mundo, entre 75 pesquisados.

No ranking, está pior do que a Argentina, que fica em 68ª com todos os problemas conhecidos, Quênia, Uganda, China e Índia e ocupa a última posição entre os países-membro do G20 – o grupo de 19 maiores economias do mundo mais a União Europeia. Nas seis posições que ficam abaixo do Brasil estão Bangladesh, Nigéria, Paquistão, Etiópia, Sudão e Venezuela, em último.

“O Brasil perdeu uma janela de oportunidade, que aconteceu antes da Continue lendo

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BRDE estimula movelaria do Paraná

Reunião com os dirigentes da Expoara/Movelpar

Ontem (17) o diretor de operações do Banco Regional de Desenvolvimento do Extremo Sul (BRDE), João Luiz Agner Regiani, esteve em Arapongas (PR) reunido com o presidente da Expoara/Movelpar Wanderley Vaz de Lima (centro) e o seu gerente geral Tiago Lucchese (esq.), para analisarmos os resultados dos negócios realizados na Feira Movelpar, uma das maiores feiras moveleiras do Brasil e que neste ano foi realizada na cidade de Arapongas nesta semana, entre os dias 13 a 16/03.

Foram mais de R$ 40 milhões em negócios realizados na feira, com a percepção dos industriários de melhoria no cenário econômico moveleiro. O BRDE e a Expoara estão se aproximando para fomentar ainda mais o desenvolvimento das indústrias do setor com o objetivo de gerar mais emprego e renda para os paranaenses da regiäo norte central do estado.

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Vendas no varejo desabam

NA COMPARAÇÃO MENSAL, VAREJO REGISTROU 2ª ALTA SEGUIDA EM NOVEMBRO (FOTO: EBC)

As vendas do varejo registraram queda de 7,8% em novembro de 2015 em relação ao mesmo mês do ano passado (taxa anualizada). Essa é a oitava queda consecutiva e o maior recuo nesta mesma base de comparação desde os -11,3% de março de 2003.

Os dados foram divulgados nesta quarta-feira, 13, pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE) e indicam que, nesta base de comparação, a receita nominal permanece positiva em 1,3%.

Já em relação a outubro, o comércio brasileiro mostrou sua segunda alta seguida, de 1,5%, depois de registrar resultados seguidamente negativos durante o ano de 2015, que acumula baixa de 4% no volume de vendas.

Entre todos os segmentos do comércio, os hipermercados, supermercados, produtos alimentícios, bebidas e fumo, cujas vendas caíram 5,7%, exerceram a principal pressão negativa sobre o índice geral na comparação anual. — Diário do Poder.

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Comércio puxa crédito em novembro e inadimplência cai

CRÉDITOO crescimento do crédito registrou aceleração em novembro por causa da intensificação das atividades comerciais de final de ano, segundo avaliação do Banco Central. Para o BC, as taxas de juro mantiveram a tendência de elevação no mês passado, mas de forma moderada, enquanto a inadimplência atingiu o menor nível da série histórica, iniciada em março de 2011.

Inadimplência

As operações com atrasos superiores a noventa dias atingiram o menor patamar da série, ao situar-se em 3,1%, após reduções de 0,1 ponto porcentual nos segmentos de pessoas jurídicas e físicas, que alcançaram 1,9% e 4,5%, respectivamente.

Nas operações com recursos livres e com direcionados, a taxa situou-se em 4,8% e 1%, na ordem.

A inadimplência ficou estável nos públicos em relação a outubro, em 1,9%. Nos privados nacionais, caiu de 4,5% para 4,4%. Nos estrangeiros, se manteve em 4,3% em novembro. As provisões ficaram estáveis nos públicos e nacionais privados, em 3,7% e 6,7%, respectivamente. Já nos estrangeiros, caíram de 6,1% para 6,0% (Estadão).

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