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2,95%: inflação baixa em 2017

A explicação da inflação baixa de 2017 (2,95%) é uma supersafra agrícola que fez os preços dos alimentos caírem, somado à redução nas vendas em geral face a queda do poder de compra da população. Mas economistas alertam que esse cenário não deve se repetir em 2018.

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10 maus hábitos financeiros para eliminar em 2018

O período de festas de fim de ano é marcado por, além das comidas e encontros familiares, revisão de realizações passadas e listas de resoluções para o ano que se inicia. Mas não basta deixar os tópicos no papel. Para ter mais realizações, menos dívidas e uma vida financeira mais organizada e tranquila em 2018, é importante eliminar alguns hábitos que tendem a levar ao descontrole, endividamento e inadimplência.

Reinaldo Domingos, doutor e mestre em educação financeira e presidente da Abefin (Associação Brasileira de Educadores Financeiros) fez uma lista com 10 maus hábitos financeiros que você deve eliminar em 2018 para organizar suas finanças e separar uma parte da renda para investimentos. Veja:

1. Falta de planejamento – As pessoas não sabem para onde vai seu dinheiro, não possuem controle. As pessoas não se dão conta que o descontrole financeiro não acontece nos Continue lendo

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Percepção econômica negativa afeta confiança do consumidor

Radar do Consumidor

“O pessimismo com a economia é responsável pelo autal refreamento do ciclo produtivo, resultante da diminuição das vendas no varejo, a exemplo do que aconteceu com a queda nas vendas natalinas na nossa região”

A piora na percepção do brasileiro sobre a economia foi a principal razão para a queda de 6,7% na confiança do consumidor em janeiro ante dezembro, segundo a Fundação Getulio Vargas (FGV) .

O indicador que mede o grau de satisfação com a situação econômica atual puxou a queda de 8,6% do Índice de Situação Atual (ISA) no período. — Com informações de Exame.com.

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A tecnologia pensando nas necessidades do consumidor

TECNOLOGIAA conectividade e a mobilidade oferecem um mar de oportunidades para as empresas. Mas, para se diferenciar, o segredo está em como transformar as tecnologias em um negócio pensado para as necessidades do consumidor, afirma Lucas Pestalozzi, diretor comercial da consultoria TNS Brasil.

As necessidades podem aparecer como um novo modo de usar ou de oferecer algo já existente e também a partir da criação de coisas que nem o consumidor sabe ainda que precisa.

“Quando os tablets chegaram, por exemplo, os víamos como um produto que tomaria o espaço do celular ou do computador. O que percebemos hoje é que 70% das pessoas que compram um tablet não deixam de usar nem o computador, tampouco o telefone”, lembra o consultor. “Ele se tornou um novo meio.”

Pestalozzi aponta para um futuro de tecnologias e mídias convergentes, de “integração de aplicativos com a vida”. “Até o carro tem multimídia, muito embora ainda não tenha avançado tanto. Com a TV ocorre o mesmo. É cada vez mais uma combinação de muitas coisas que hoje estão separadas”, explica.

“Para as empresas, o segredo é como pegar essas tecnologias e transformá-las num negócio acertando a necessidade do consumidor. É preciso pensar no tamanho das oportunidades que estão à frente”, reforça. Pestalozzi participou do Fórum Conectividade e Mobilidade da Amcham-São Paulo no dia 25/10 e concedeu a seguinte entrevista ao site da Amcham.

Veja aqui.

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Consumidor brasileiro está mais multicanal

Um estudo da Nielsen mostra que o consumidor brasileiro está cada vez mais multicanal, ou seja, realiza suas compras em mais de um ponto de venda.

Segundo a pesquisa, 97% dos consumidores compram em mais de um canal. Já 55% compram em três canais diferentes e 16% em mais de quatro locais. Ainda, 30% dos consumidores mudam de loja caso não achem o que procuram.

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CNI aponta confiança do consumidor em baixa

A confiança do consumidor está baixa e não mostrou recuperação em setembro, aponta pesquisa divulgada pela Confederação Nacional da Indústria (CNI) nesta segunda-feira. O Índice Nacional de Expectativa do Consumidor (INEC) caiu 0,2% em setembro, mantendo-se praticamente no mesmo patamar apurado no mês anterior. Mas em comparação ao mesmo mês de 2012, a confiança do consumidor caiu 2,7%.

A entidade avalia que a confiança – que leva os consumidores às lojas – está baixa há quatro meses e que influencia nessa percepção principalmente a preocupação com a inflação e com o desemprego nos próximos seis meses, que cresceu este mês.

O índice de expectativa de inflação piorou 5,9% em setembro na comparação com agosto. No mesmo período, o índice de expectativa de desemprego Continue lendo

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Otimismo: confiança do consumidor sobe em setembro

O Índice de Confiança do Consumidor (ICC) da Fundação Getúlio Vargas subiu 1% em setembro na comparação com agosto, atingindo o maior nível desde fevereiro, informou a FGV nesta terça-feira (24).

As expectativas em relação aos meses seguintes mantiveram-se praticamente estáveis: o Índice de Expectativas (IE) variou 0,4%, para 110,8 pontos.

De acordo com a FGV, nos últimos dois meses, a evolução favorável do ICC é motivada pela recuperação das avaliações dos consumidores em relação à economia no momento atual.

A sondagem é feita com base numa amostra com cerca de 2.000 domicílios em sete das principais capitais brasileiras. A coleta de dados para a edição de setembro de 2013 foi realizada entre os dias 30 de agosto a 19 de setembro.

G1

 

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