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Famílias voltam a hábitos pré-crise

A notícia não podia ser melhor para comerçarmos a semana.

Os indicadores econômicos e de consumo  apontam no sentido de que os consumidores voltaram a consumir produtos maos caros, que compunham a cesta de alimentos antes do início da crise econômica há aproximadamente 3 anos atrás.

Indicadores positivos desta natureza vem confirmando as afirmações vindas de analistas econômicos que dão conta de que a economia está se recuperando.

Alvíssaras!!

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10 maus hábitos financeiros para eliminar em 2018

O período de festas de fim de ano é marcado por, além das comidas e encontros familiares, revisão de realizações passadas e listas de resoluções para o ano que se inicia. Mas não basta deixar os tópicos no papel. Para ter mais realizações, menos dívidas e uma vida financeira mais organizada e tranquila em 2018, é importante eliminar alguns hábitos que tendem a levar ao descontrole, endividamento e inadimplência.

Reinaldo Domingos, doutor e mestre em educação financeira e presidente da Abefin (Associação Brasileira de Educadores Financeiros) fez uma lista com 10 maus hábitos financeiros que você deve eliminar em 2018 para organizar suas finanças e separar uma parte da renda para investimentos. Veja:

1. Falta de planejamento – As pessoas não sabem para onde vai seu dinheiro, não possuem controle. As pessoas não se dão conta que o descontrole financeiro não acontece nos Continue lendo

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Família paranaense acima da média nacional

Mais um detalhe da pesquisa sobre consumo das famílias, apurada pela Confederação Nacional do Comércio e divulgada pela Fecomércio-PR nesta segunda-feira, 23, mostra que o Paraná se tornou um estado diferenciado no Brasil. A renda atual das famílias paranaenses está com 155,6 pontos nesta pesquisa e é quase o dobro da média nacional, de 87 pontos, em uma escala de zero a 200.

Apesar da intenção do consumo das famílias ter caído, uma tendência nacional dado o cenário macroeconômico e político instável, no Paraná o indicador ainda é superior ao índice nacional. “A renda das famílias é fruto do trabalho. E no Paraná o nível de emprego tem se mantido superior à média nacional”, avalia o presidente da Fomento Paraná, Juraci Barbosa.

“Isso reflete os esforços do governo do Paraná que não são poucos. O ajuste fiscal reforça o caixa dos municípios, permite manter obras e investimentos em infraestrutura no estado e cumprir compromissos com fornecedores. Temos um bom programa de atração de empresas. E nessa hora, até o reajuste e o pagamento em dia de salários de servidores públicos ajuda a manter o fôlego da economia, gerando empregos e assegurando renda”, completa Juraci Barbosa.

Fonte: Blog Fábio Campana

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Confiança do consumidor recua 8,8% em fevereiro

Trata-se do recuo mais intenso e o menor nível para o dado em toda a série histórica

O índice de Confiança do Comércio (Icom) caiu 8,8% em fevereiro ante janeiro, na série com ajuste sazonal, informou a Fundação Getulio Vargas (FGV), nesta quinta-feira. Diante desta quarta queda consecutiva, o Icom atingiu 97,9 pontos no período. Trata-se do recuo mais intenso e o menor nível para o dado em toda a série histórica, iniciada em março de 2010. Com o resultado, o índice ainda migrou para a zona considerada “desfavorável” à atividade, abaixo dos 100 pontos. A média histórica do índice é de 125,2 pontos.

“A confiança recuou de forma intensa e disseminada entre os segmentos do comércio em fevereiro. O resultado retrata um setor insatisfeito com os níveis atuais de demanda e pessimista em relação às perspectivas de vendas e lucratividade nos próximos meses”, avaliou o superintendente adjunto de Ciclos Econômicos da FGV, Aloisio Campelo, em nota. Continue lendo

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A tecnologia pensando nas necessidades do consumidor

TECNOLOGIAA conectividade e a mobilidade oferecem um mar de oportunidades para as empresas. Mas, para se diferenciar, o segredo está em como transformar as tecnologias em um negócio pensado para as necessidades do consumidor, afirma Lucas Pestalozzi, diretor comercial da consultoria TNS Brasil.

As necessidades podem aparecer como um novo modo de usar ou de oferecer algo já existente e também a partir da criação de coisas que nem o consumidor sabe ainda que precisa.

“Quando os tablets chegaram, por exemplo, os víamos como um produto que tomaria o espaço do celular ou do computador. O que percebemos hoje é que 70% das pessoas que compram um tablet não deixam de usar nem o computador, tampouco o telefone”, lembra o consultor. “Ele se tornou um novo meio.”

Pestalozzi aponta para um futuro de tecnologias e mídias convergentes, de “integração de aplicativos com a vida”. “Até o carro tem multimídia, muito embora ainda não tenha avançado tanto. Com a TV ocorre o mesmo. É cada vez mais uma combinação de muitas coisas que hoje estão separadas”, explica.

“Para as empresas, o segredo é como pegar essas tecnologias e transformá-las num negócio acertando a necessidade do consumidor. É preciso pensar no tamanho das oportunidades que estão à frente”, reforça. Pestalozzi participou do Fórum Conectividade e Mobilidade da Amcham-São Paulo no dia 25/10 e concedeu a seguinte entrevista ao site da Amcham.

Veja aqui.

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Consumidor conectado desafia o varejo

Como as novas tecnologias estão fazendo com que o comércio tenha de se reinventar para atender a um cliente que usa a web para tudo – especialmente no sul

De acordo com estatísticas atuais, nada menos que 63 milhões de brasileiros costumam fazer compras utilizando a internet. Apenas esse dado já seria o suficiente para alertar as empresas, mas o encontro Reinvenção do Varejo, evento promovido pela SAP para discutir as tendências de inovação para o segmento varejista nesta quarta-feira (10), em São Paulo, mostrou cinco potenciais preocupações para os líderes dessas companhias. Continue lendo

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O consumo está de mudança para o interior

Nos próximos anos quase metade da nova renda disponível no Brasil estará longe das capitais e regiões metropolitanas.

O crescimento do interior vai obrigar que as grandes redes cada vez mais estejam presentes num número maior de cidades para atingir os consumidores com sobra de renda.

Veja mais aqui.

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Consumidor paranaense corta previsão de gastos

RADARO consumidor paranaense reduziu sua intenção de consumo em abril, de acordo com um levantamento realizado pela Confederação Nacional do Comércio de Bens, Serviços e Turismo (CNC) e pela Federação do Comércio de Bens, Serviços e Turismo do Paraná (Fecomércio PR). O indicador teve uma queda de 9,4 pontos em relação ao mesmo mês de 2013. Em relação ao mês de março, não houve grandes mudanças, pois a intenção de consumo passou de 139,2 pontos para 140,5 no mês passado. Em janeiro, o índice era de 151,4 pontos.

Em entrevista ao site da Fecomércio PR, o presidente da Federação, Darci Piana, atribuiu a queda ao fraco crescimento da economia brasileira e à alta nas taxas de juros. “O fantasma da inflação voltou a afetar os ânimos dos brasileiros, que acabam freando seus gastos, especialmente em bens de maior valor”, avalia (Gazeta do Povo).

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Consumidor foge das dívidas no Natal

RADARDepois da farra do consumo e da explosão do crédito e da inadimplência, a principal marca do Natal deste ano é a maturidade do consumidor.

O brasileiro pretende até gastar mais com uma quantidade maior de presentes, quase 30% em relação ao ano passado, mas vai dar preferência ao pagamento à vista e em dinheiro. Se optar pelo financiamento, a intenção é usar os prazos mais curtos.

Essas são as principais conclusões de uma pesquisa nacional sobre a intenção de consumo do Natal da Confederação Nacional de Dirigentes Lojistas (CNDL) e do Serviço de Proteção ao Crédito (SPC Brasil), executada pela empresa Expertise, ligada à Universidade Federal de Minas Gerais (UFMG).

A enquete consultou 651 pessoas na última semana de outubro em 26 capitais e no Distrito Federal (Estadão).

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