Corrupção



Lula: a doação da banqueira militante. Me engane que eu gosto.

Muita gente ainda não entendeu o ato de “filantropia” realizado pela banqueira Roberta Luchsinger, a herdeira da família fundadora do banco Credit Suisse, a qual fez doação no valor de R$ 500 mil para Lula.

Ela é ex-cônjuge do delegado aposentado da Polícia Federal, Protégenes Queiroz, que foi deputado federal e agora mora na Suíça. Roberta pretende ser candidata a deputada estadual pelo PCdoB do Rio de Janeiro.

Fácil de entender. A moça além de militante esquerdista, sabe muito bem que os bancos comerciais/tradicionais nunca exploraram tanto o povo e ganharam tanto como na “era Lula” (veja aqui)

Eles querem ajudar na continuação da farra dando sobrevida e ajudando a eleger Lula.

Os militantes petistas e da esquerda anacrônica do país replicam nas redes sociais discursos ensaiados de ódio ao sistema financeiro e rentista, mas adoram que seus lideres mamem nas tetas gordas do sistema financeiro tradicional/comercial.

Me engane que eu gosto.

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Mensalão volta a se aproximar de Lula

O escândalo do mensalão veio à tona em junho de 2005. O julgamento dos réus começou em 2012 no Supremo Tribunal Federal. A antiga cúpula do PT foi presa. Nomes importantes do partido, como o ex-ministro da Casa Civil José Dirceu, cumpriram penas na cadeia.

O caso que envolvia compra de apoio parlamentar durante o governo Luiz Inácio Lula da Silva chegou próximo do ex-presidente, mas nunca o atingiu diretamente. Agora, cinco anos depois do julgamento e com Lula já condenado em primeira instância na Lava Jato, um escândalo de proporções muito maiores, o mensalão volta a se aproximar do principal líder petista.

Veja mais aqui.

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A corrupção da bolivariana do PT

A presidente do PT, Gleisi Hoffmann, é fisgada pela PF por corrupção passiva qualificada e lavagem de dinheiro, radicaliza o discurso e torna-se a voz mais vigorosa no partido em defesa do regime ditatorial de Nicolás Maduro.

Ilimar Franco, IstoÉ

A senadora Gleisi Hoffmann não é apenas a representante legal do Partido dos Trabalhadores — enquanto presidente da legenda da estrela rubra. Gleisi é hoje o retrato mais bem acabado do fosso profundo em que se embrenhou a sigla. Como irmãos siameses, ambos podem ser facilmente confundidos. Cordeiro só na epiderme de porcelana, Gleisi é como o PT dos últimos tempos: posa de tolerante, mas nunca apresentou-se tão autoritária. Finge-se de democrata, mas não hesita em franquear apoio a ditaduras — como a instaurada por Nicolás Maduro, na Venezuela. Alega ser vítima de perseguição política, mas é quem melhor encarna o papel de algoz de parcela dos brasileiros. Arvora-se paladina da ética, mas é constantemente flagrada com as mãos sujas da corrupção.

É a tal cegueira mental de que falava José Saramago: consiste em estar no mundo e não ver o mundo, ou só ver dele o que for suscetível de servir aos seus interesses. Na última semana, a Polícia Federal concluiu um contundente relatório em que imputa a Gleisi os crimes de corrupção passiva qualificada e lavagem de dinheiro. O relatório congrega laudos técnicos, registros de telefonemas, planilhas e trechos de delações de executivos da Odebrecht e de sócios de uma agência de publicidade da qual a petista se valeu para receber propina.

A partir dos documentos é possível traçar o caminho do dinheiro até Gleisi Hoffmann. Continue lendo

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No PT que a PF o diga

Depois vão dizer que é mania de perseguição, mas vamos combinar uma coisa, o PT está “bem” de presidente.

Enquanto o governo Richa é criticado pelos petistas mesmo tendo dado início às investigações da operação “Quadro Negro”, que desmontou esquema de corrupção estruturado por agentes do estado, e o PSDB Nacional afastou sumariamente o seu presidente (Aécio) por acusação de envolvimento em alegado recebimento de propina, no PT é bem diferente. Os acusados de corrupção são protegidos e prestigiados com cargo de presidência do partido.

A Polícia Federal que o diga (aqui).

E não tenham dúvida que Gleisi continuará “eticamente” na presidência do PT a fim de se utilizar da militância partidária em seu benefício.

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Bendine: a prisão do braço direito de Dilma

O ex-presidente do Banco do Brasil e da Petrobras Aldemir Bendine foi preso na 42ª fase da Operação Lava Jato, deflagrada pela Polícia Federal (PF) nesta quinta-feira (27) no Distrito Federal, Pernambuco, Rio de Janeiro e São Paulo. Suspeito de receber R$ 3 milhões da Odebrecht, Bendine foi preso na casa da filha, em Sorocaba (SP). A ação foi batizada de Cobra.

A PF prendeu outras duas pessoas, que são suspeitas de operar a propina da empreiteira para Bendine: os irmãos André Gustavo Vieira da Silva e Antônio Carlos Vieira da Silva Júnior, sócios em uma agência de publicidade, a Arcos Propaganda. Eles foram presos no Recife.

O Ministério Público Federal (MPF) afirma que, quando comandava o Banco do Brasil, Bendine pediu R$ 17 milhões à Odebrecht para rolar uma dívida da empresa com a instituição, mas não recebeu o valor. Na véspera de assumir a Petrobras, pediu mais R$ 3 milhões para não prejudicar os contratos da estatal com a empreiteira. O valor foi pago em 2015.

Naquele ano, Bendine era braço direito da então presidente Dilma Rousseff. E havia deixado o banco com a missão de acabar com a corrupção na petroleira, alvo da Lava Jato. Mas, segundo delatores da Odebrecht, ele já cobrava propina no Banco do Brasil e continuou cobrando na Petrobras (G1).

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A carne é fraca

No país da corrupção tem muita gente de “carne fraca”.

A operação de mesmo nome que eclodiu hoje mais uma vez deixa o brasileiro honeste e trabalhador boquiaberto. É corrupção para todo lado.

Mais uma quadrilha organizada que se apossou de cargos públicos para, literalmente, roubar e extorquir. Pior, este novo escândalo, num dos principais ramos da atividade econômica do país (carnes), pode, mais uma vez, trazer consequências gravíssimas para o cidadão de bem que trabalha de sol a sol.

Durma-se com um barulho destes.

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