Corrupção



Palocci exprime o que é ser “petralha”

A delaçāo de Antônio Palocci, que teve a sua sigilosidade levantada ontem, é nitroglicerina pura e o fato que melhor define o sentido da expressão “petralha”.

Não adianta os adeptos do lulismo criticarem Sérgio Moro pela liberação do sigilo da delação de Palocci, pois o Juiz tão somente se viu obrigado a fazê-lo em razão do indeferimento de um pedido da defesa de Lula para que outro processo fosse suspenso. Como este processo está com prazo para alegações finais pela defesa de Lula, o Juiz teve que juntar a delação de Palocci nos respectivos autos – quebrando o sigilo – a fim de que a defesa de Lula pudesse exercer amplamente o seu direito ao contraditório (defesa). Portanto, petistas e esquerdopatas, reclamem com o Zanin, advogado de Lula.

Mais, informa o O Antagonista que Palocci a  fim de comprovar a sua delação fez juntar na sua delação 800 páginas, isso mesmo 800 páginas de PROVAS.

Depois da delação de Palocci o termo petralha se constitui, definitivamente, na melhor definição de Lula, Dilma e sua corja.

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Bolsonaro ri à toa: Cirão envolvido na delação

Depois da denúncia crime formalizada pelo Ministério Público contra Haddad (PT) por improbidade admistrativa com base em fato da época em que era prefeito de São Paulo, agora foi a vez de Ciro Gomes e seus irmãos Lúcio e Cid Gomes se enrolarem com a Justiça.

Executivos da Galvão Engenharia relataram que Lúcio Gomes, irmão de Ciro Gomes, recebeu R$ 1,1 milhão em dinheiro vivo e captou R$ 5,5 milhões via doações eleitorais oficiais para o PSB “em troca da liberação de pagamentos de obras no governo do Ceará durante a gestão de Cid Gomes, outro irmão do presidenciável”. Cirto Gomes também teria, em tese, participado da armação.

A oposição de Bolsonaro, que volta e meia quer lhe colocar o dedo na cara com discursos moralistas, cada vez mais se enrrola com o seu passado próximo.

Deu ruim para o “Coroné calça curta”.  

Bolsonaro, único presidenciável que não tem nenhuma denúncia de corrupção contra si, ri à toa.

A notícia é do O Antangonista. Veja mais aqui.

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TSE julgando o inelegível

No Brasil o inegável precisa ser provado. Por isso, neste momento, o Tribunal Superior Eleitoral (TSE) se encontra debruçado no julgamento de impugnações à candidatura à presidência do inelegível Lula.

A regra (lei) é clara, como diria o ex-árbitro de futebol Arnaldo Coelho, a reconhecer a inelegibilidade  de quem se encontra condenado em Segunda Instância por improbidade administrativa, como é o caso de Lula.

No entanto, como para a esquerda anacrônica do Brasil tudo é relativo desde que seja em seu favor, a lei federal que estabelece a inelegibilidade de todos os ímprobos condenados em Segunda Instância não pode ser aplicada somente em relação a Lula.

Assim, a regra jurídica prevista em lei que vale para todos os mortais, na cabeça dos esquerdólogos valeria menos para o “imortal” e “deus” Lula, líder maior do xiitismo da esquerda anacrônica do Brasil.

Espera-se, no entanto, que o TSE não comungue deste “raciocínio” insano.

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A greve que se transformou em mico

A greve de fome dos militantes da seita xiita do PT , daqueles que são mais capazes de se ajoelhar perante Lula do que perante Deus, deu n’água.

Os inexperientes praticantes do jejum se viram batidos, não pela fome, pois dizem os observadores daquela cruzada em defesa do criminosos que os tais grevistas famélicos se alimentavam escondidos, enganando – como sempre fazem – a platéia dos seguidores cegos e surdos do Lulopetismo, mas pela indiferença da opinião pública em relação ao suposto sacrifício.

Ainda não aprenderam que o povo anda bem cansado das estratégias de vitimização da esquerda anacrônica.

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A fé na esquerda e o erro da intelligentsia brasileira

Faz parte da natureza do socialismo aparelhar o Estado, e o modelo econômico socialista premia a riqueza da elite do partido enquanto desestimula a prosperidade geral

Por Bruno Garschagen

Os professores Pedro Cavalcanti Ferreira e Renato Fragelli, da FGV, escreveram um artigo para o jornal Valor Econômico, na semana passada, cuja tese era a seguinte: “o atraso secular brasileiro e sua péssima distribuição de renda são consequências do modelo de desenvolvimento aqui adotado, que ignorou educação e protegeu o mercado local”. Não só. O modelo político e econômico desenvolvido no Brasil não é a origem de todo o problema, mas a manifestação de algo anterior, ou seja, da nossa cultura social e política de dependência e servidão e de terceirização de responsabilidades. É, aliás, o tema central do meu livro Pare de Acreditar no Governo – Por que os brasileiros não confiam nos políticos e amam o Estado”.

O principal equívoco do artigo, porém, é de imaginação moral ao demonstrar a visão positiva dos dois professores (e de grande parte da intelligentsia brasileira) em relação à esquerda.

Ferreira e Fragelli encerram o artigo manifestando uma incompreensível surpresa pelo fato de 13 anos de governo do PT (que eles erroneamente chamam de “13 anos de governos de esquerda”, desconsiderando os dois mandatos de FHC) não terem conduzido o país a mudanças estruturais. E que a explicação para isso seriam “as alianças políticas com grupos conservadores e fisiológicos, a farra patrimonialista revelada pelo petrolão e outros escândalos, e a utilização dos bancos públicos e fundos de pensão para pesadas transferências de renda para o grande capital”.

Esclarecer é preciso: o que os dois professores disseram foi que o PT não fez o que seria esperado de um partido de esquerda somente porque se aliou a “grupos conservadores e fisiológicos”. Se não houvesse aliança, então, os governos petistas de Luiz Inácio Lula da Silva e de Dilma Rousseff teriam cumprido o programa de desenvolvimento. Em suma: a responsabilidade não é, segundo Ferreira e Fragelli, exclusivamente do PT.

Isto me lembra um artigo de 2006 de Olavo de Carvalho, “A fraude do populismo continental”. Olavo mostrava, dez anos atrás, de que forma intelectuais de esquerda como Jorge Castañeda preferiam debitar os problemas da América Latina já sob governos socialistas à influência dos populistas da região em vez de admitir os equívocos do socialismo.

Este é o problema dos professores Ferreira e Fragelli e daqueles que desconhecem a ideologia e o método de atuação dos socialistas. Ao depositar qualquer tipo de fé na pureza do discurso de partidos como o PT, os dois professores ignoram que faz parte da natureza do socialismo aparelhar o Estado e que o modelo econômico socialista premia a riqueza da elite do partido enquanto desestimula a prosperidade geral.

Os 13 anos de governos petistas preservaram o modelo político e econômico que são a causa do “atraso secular brasileiro e de sua péssima distribuição de renda” porque manter a sociedade dependente do governo equivale a mantê-la refém do partido. E a explicação para as decisões equivocadas tomadas por técnicos que integraram os dois governos petistas (e os anteriores: FHC, Collor, Sarney) são em parte ignorância e em parte rejeição a soluções políticas e econômicas que conduzem à prosperidade e que são, por isso, divergentes da formação acadêmica que tiveram ou da ideologia que professam.

De uma maneira ou de outra, desgraçadamente, somos nós, brasileiros, que pagamos a conta. E que sofremos as consequências negativas das políticas econômicas dos sucessivos governos presidencialistas que assolam o Brasil desde o golpe militar de 1889.

Não se iludam: só haverá política econômica adequada se houver, antes, ideias políticas e econômicas adequadas sob um regime e sistema de governos adequados. O presidencialismo brasileiro e o sistema político (incluindo o eleitoral) são cadáveres insepultos que mais apodrecem à medida que se movem. E nós somos os miasmas à espera de uma impossível ressurreição.

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Haddad, vice de Lula vira réu

Haddad vira réu em ação que apura prejuízo de R$ 5,2 milhões na ciclovia

Candidato a vice na chapa do PT à Presidência da República, o ex-prefeito Fernando Haddad virou réu em ação de improbidade administrativa na qual o Ministério Público de São Paulo pede a condenação do petista pelo suposto prejuízo de R$ 5,2 milhões aos cofres da Prefeitura com a construção de uma ciclovia pela sua gestão na capital (2013-2016).

A ação foi movida em fevereiro de 2016 pelos promotores Marcelo Milani e Nelson Sampaio e recebida no último domingo pelo juiz Kenichi Koyama, da 11ª Vara da Fazenda Pública de São Paulo. Além de Haddad, também viraram réus os ex-secretários Jilmar Tatto (Transportes), candidato do PT ao Senado, e Ricardo Teixeira (Subprefeituras), um ex-assessor de Teixeira e a empresa Jofege Pavimentação e Construção, contratada para executar a obra.

Segundo a denúncia do MP paulista, a construção de um trecho de 12,4 km da ciclovia Ceagesp-Ibirapuera pelo valor de R$ 54,78 milhões foi feita sem a devida licitação, sem projeto executivo e com preço superfaturado. (Fonte: O Dia)

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A brincadeira dos petistas durou pouco

Depois do tumulto e alvoroço desnecessário causado pela decisão liminar de soltura de Lula determinada pelo ex-petista e Desembargador do TRF4 Rogério Favreto, o Desembargador membro da 8a. Turma do referido Tribunal Pedro Gebran Neto acabou de cassar a decisão de soltura de Lula.

A brincadeira dos petistas envolvidos no caso durou pouco.

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Desembargador que mandou soltar Lula foi filiado ao PT

O amanhecer deste domingo está sendo quente nos noticiários quanto a informação de que Desembargador do TRF4, em regime de plantão e de modo isolado (monocraticamente), emitiu decisão em Habeas Corpus mandando soltar Lula atendentedo HC impetrado por políticos petistas (clique aqui).

Na evolução das informações o jornalista da Globo News Gerson Camarotti acabou de informar ao vivo na tevê que o Desembargador Rogério Favreto, que deferiu a liminar de soltura de Lula, foi filiado ao PT por aproximadamente 20 anos e, portanto, alinhado ao partido político (PT) ao qual estão vinculados os políticos peticionários do Habeas Corpus em menção.

A Globo News também acabou de informar que o Juiz Sérgio Moro emitiu nota pública neste momento informando que não determinará de imediato a soltura de Lula porque, ao seu ver, o desembargador Favreto não tem competência para sobrepor decisão de soltura sobre a decisão de prisão de Lular determinada pela 8a. Turma do TRF4 que conformou a condenação de Lula em Segunda Instância e informou que vai submeter o caso para análise do presidente da referida referida turma.

Pelo visto a estratégia golpista dos petistas envolvidos no caso não vai  prosperar.

Aguardemos os desdobramentos do caso no decorrer das próximas horas.

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