Crédito



Bancos pagarão 10 bilhões a poupadores

Após 30 anos de disputa na Justiça, foram acertadas ontem as bases de um acordo financeiro para a reposição de supostas perdas de poupadores com os planos econômicos das décadas de 1980 e 1990. O acerto foi feito entre a Advocacia Geral da União (AGU), a Frente Brasileira dos Poupadores (Febrapo) e a Federação Brasileira de Bancos (Febraban).

O valor inicial das ações é superior a R$ 10 bilhões, montante que está provisionado pelas instituições financeiras, sendo R$ 4,6 bilhões apenas no Banco do Brasil.

A minuta do acordo será apresentada na segunda-feira à AGU para ser submetida ao Supremo Tribunal Federal (STF). No documento, deverão constar Continue lendo

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TCU quer devoluções rápidas ao Tesouro

A informação que se tem é a de que o Ministério Público de Contas, junto ao Tribunal de Contas da União (TCU) deve encaminhar parecer no processo que trata da devolução de recursos de bancos federais ao Tesouro Nacional (TN), pelo qual o MP-TCU se posicionará pela devolução integral e imediata ao TN do dinheiro que estes bancos receberam da União por meio de emissão de títulos públicos.

O pano de fundo de toda esta questão é a necessidade da União retomar recursos financeiros necessários ao reequilíbrio das suas contas públicas, a quais vem apresentando rombos bilionários ocasionados pelos desequilíbrios financeiros herdados do governo Dilma.

Neste contexto, o Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico Social (BNDES) é a instituição financeira pública mais visada na devolução de valores ao TN, de um total de R$ 500 bilhões de aportes recebidos da União. No entanto, bancos públicos como o Banco do Brasil, Caixa Econômica Federal, Banco da Amazônia e o Banco do Nordeste, também estão na “alça de mira” para efetuarem devoluções à União.

No caso específico do BNDES o MP-TCU quer que a instituição nacional de desenvolvimento econômico devolva de imediato à União todo o valor que não estiver cedido em empréstimos financeiros.

Em resumo, se vislumbra no curto prazo que se acentuará a dificuldade do setor produtivo acessar o crédito provindo diretamente de fontes internas (nacionais) voltado ao fomento econômico do país, como é o caso do crédito ofertado pelo BNDES.

Por tais razões, as instituições financeiras de fomento repassadoras de fundos do BNDES, como é o caso do Banco Regional de Desenvolvimento do Extremo Sul (BRDE), Fomento Paraná, Desenvolve São Paulo, dentre outras instituições de fomento voltadas ao desenvolvimento e financiamento do setor produtivo nas regiões onde atuam, terão que ser cada vez mais criativas na busca direta por fundos internacionais e na captação de recursos financeiros por meio da estruturação de fundos de investimentos, a fim de continuarem “irrigando” os investimentos no setor produtivo nacional, sob pena ocorrerem reflexos prejudiciais à rápida retomada econômica de que tanto o país precisa.

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Governador Sartori confirmou acordo firmado entre o BRDE e a FINEP

Serão mais R$ 200 milhões a serem investidos pelo BRDE na região Sul em inovação e tecnologia.

(Foto: Luiz Chaves/Palácio Piratini)

Estive presente como diretor de operações do BRDE ao ato em que a Finep e o BRDE ajustaram interação institucional para desenvolver instrumentos de financiamento à inovação na Região Sul, em reunião realizada nesta sexta-feira (10), em Porto Alegre.

O governador do Rio Grande do Sul José Ivo Sartori chancelou o memorando de entendimento ass Nado pelo presidente do BRDE, Odacir Klein, o presidente da Finep, Marcos Cintra e o vice-presidente, Ronaldo Souza Camargo, para a renovação do convênio operacional.

Entre os desdobramentos, está a possibilidade de elevar os limites de crédito para o BRDE aplicar através do Programa Inovacred. Serão mais R$ 200 milhões a serem investidos pelo BRDE na região Sul em inovação e tecnologia.

(Foto: Luiz Chaves/Palácio Piratini)

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Inclusão financeira das micro e pequenas empresas

 

Diretor de Operações do BRDE João Regiani participou de painel no Congresso Empresarial Paranaense 2017 da FACIAP

Nesta semana entre os dias 19 e 21 foi realizado em Foz do Iguaçu, Paraná, o “Congresso Empresarial Paranaense 2017” organizado pela Confederação das Associações Comerciais do Brasil (CACB) e pela Federação das Associações Comerciais do Paraná (FACIAP).

No evento participei, representando o Banco Regional de Desenvolvimento do Extremo Sul (BRDE),  de painel de discussão voltado a abordar o tema “História da Inclusão Financeira da Micro e Pequena Empresa no Paraná”. Participaram conjuntamente do painel representantes do Sebrae, Sicoob, Banco do Brasil, Fomento Paraná e Bancoob.

O congresso reuniu representantes das associações comerciais de todas as regiões do estado e do Brasil,  e houve oportunidade para falarmos sobre as ações que o BRDE vem executando a fim de cada vez mais realizar a inclusão financeira das micro e pequenas empresas (MPEs) mediante a utilização de estratégias criativas e específicas, como por exemplo,  a formação de fundos financeiros para tal finalidade e captação de recursos financeiros internacionais.

Foram demonstrados, ainda, o números e índices de desempenho do BRDE em relação aos diversos portes financeiros do seguimento econômico do Paraná e que receberam investimentos do banco, com enfoque especial nas MPEs da região Sul e do Paraná, bem como abordamos sobre as políticas de fomento financeiro que o governo Beto Richa vem desenvolvendo para o estímulo econômico do estado.

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Recursos internacionais para financiamentos no Paraná

Entrevista concedida à rádio CBN de Maringá neste sábado (14/10) pelo Diretor de Operações do Banco Regional de Desenvolvimento do Extremo Sul (BRDE), João Luiz Agner Regiani, na qual foram abordados diversos assuntos relativos ao banco, tais como: captações de recursos internacionais, parceria financeira com a Agência Francesa de Desenvolvimento (AFD), desempenho do banco, economia do Paraná e da região Sul, dentre outros temas correlatos.

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Equilíbrio financeiro: Paraná é o único estado que pode emprestar no exterior

A repórter Marta Watanabe, no Valor Econômico desta segunda-feira, 9, aponta que o Paraná em 2017, é o único estado que obteve aval da União, através da Secretaria de Tesouro Nacional, para empréstimo externo, num período em que o Tesouro Nacional vem restringindo a prestação de garantias aos entes federados. A operação com agente do exterior aprovada ao Paraná, contratada com o BID (Banco Interamericano de Desenvolvimento), foi de US$ 67,2 milhões para o fortalecimento da segurança pública através do programa Paraná Seguro.

Outras operações externas foram liberadas, mas beneficiando municípios, em valores modestos; significando que o governo federal “fechou a torneira” num período de forte restrição fiscal, para o saneamento das contas públicas. Sob essa nova diretriz, a STN só libera avais para Estados classificados com ratings “A” e “B”. O Paraná, situado na classificação “B”, “fez a lição de casa” e aspira subir para o nível “A”.

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*** Nota do Blog – Esta é mais uma das provas da excelente gestão financeira que o governado Beto Richa vem desenvolvendo no estado. Por aí dá para entender o desespero dos seus adversários em atacá-lo constantemente.

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Investimentos e desenvolvimento econômico

Entrevista que concedi no dia 29/09 (sexta) como Diretor de Operações do Banco Regional de Desenvolvimento do Extremo Sul (BRDE) ao jornalista Luiz Ribeiro para o programa ECONOMIA EM DEBATE, da TV Sinal (Assembléia Legislativa do Paraná), e na qual  foram abordados os seguintes temas importantes e técnicos: 1) – tratamento tributário diferenciado às instituições de desenvolvimento, 2) – criação de fundos de investimentos para o fomento econômico, 3) – fundo de desenvolvimento para a região Sul (FDS), e, 4) – captação de recursos internacionais para diversificação de `founding` e investimentos na região Sul do Brasil.

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Investimentos sem risco e com rendimentos altos ficaram no passado

Os tempos em que era possível investir sem riscos e conseguir retornos de 15% ao ano ficaram para trás. Com a queda consistente da taxa básica de juros, a Selic, os investimentos em renda fixa (aqueles com rendimento pré-acordado) rendem menos neste ano e proporcionam ganhos próximos aos da poupança, a opção mais conservadora do mercado.
A Selic, que estava acima de 14% ao ano até o fim de 2016, sofreu cortes progressivos na medida em que a inflação baixou e está hoje em 9,25%. Nos últimos 12 meses encerrados em junho, o índice geral de preços ficou em 3%.
A taxa básica de juros é uma referência para investimentos no Tesouro Direto e fundos de renda fixa. Ela também influencia o comportamento do CDI, taxa de referência para os fundos DI e para os investimentos nos CDBs, os títulos de dívida emitidos pelos bancos.
“Foi-se a época em que se conseguia 15% [ao ano] de rendimento sem risco, acabou. Isso só volta se a economia piorar muito [e os juros tornarem a subir]”, diz o economista Alexandre Cabral. (G1).

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Crédito às empresas dá sinais de retomada

O mercado de crédito deu um primeiro sinal de reação no fim do primeiro semestre de 2017, depois de meses de firme contração. Os dados de junho, compilados pelo Banco Central (BC), apontaram aumento no estoque de empréstimos e financiamentos, firme crescimento nas concessões e queda nas taxas de juros e na inadimplência. “Esperamos um segundo semestre melhor que o primeiro e tivemos, em junho, uma informação favorável”, diz o chefe adjunto do Departamento Econômico do Banco Central (BC), Fernando Rocha.

No ano e em 12 meses, no entanto, a situação ainda é de retração do mercado, de 0,9% e 1,6%, respectivamente, e mesmo para atingir a magra projeção de crescimento nominal de 1% feita pelo Banco Central (BC), uma expressiva melhora será necessária. Dificilmente o mercado terá crescimento real, ou seja, acima da inflação em 2017, completando o terceiro ano de retração.


O destaque no mês ficou no crédito à pessoa jurídica, que apresentou a primeira variação positiva desde janeiro de 2016, um alta de 0,3% sobre maio, e um salto de 14,6% nas concessões (fonte: Valor).

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Qualificando a conversa: e o custo do crédito, hein!?

Não imaginava que se utilizar da liberdade de expressão para falar do que se pensa (‘post’ anterior) enfurecesse tanto os defensores da esquerda anacrônica.

Às vezes tenho recaídas em discutir um pouco sobre conjuntura política, o que confesso, não é o viés principal do blog, mas quando o faço vocês não imaginam a quantidade de comentários enfurecidos e impublicáveis que recebo. É o patrulhamento ideológico que a esquerda se acostumou a fazer, mas que em razão da disseminação das mídias sociais – como acentuei na postagem anterior – não conseguem mais dar conta de fazer com qualidade e eficiência. Como eu disse anteriormente, eles perderam o ‘monopólio da verdade’,

Em razão da última postagem minha até um conhecido blogueiro alinhado com pensamentos ultrapassados da esquerda anacrônica do país se aventurou a me fazer críticas, me chamando a atenção dizendo, pretensiosamente, como eu devia me portar. Tenha a santa paciência.

Assim como tal blogueiro não publica minhas opiniões no seu blog quando as faço, não vou dar azo a publicar as suas lições morais neste espaço. Simples assim.

Por que o custo do crédito ao consumidor está caro

Considerando que o assunto não merece mais do que as linhas escritas acima, vamos qualificar a discussão enfocando um dos assuntos que efetivamente interessa ao leitor: a difícil queda no custo do crédito ao consumidor.

Apesar da queda da taxa Selic e do horizonte de diminuição no índice da inflação, a conjuntura econômica é de persistência na manutenção do ‘spread’ bancário, que nada mais é do que a diferença entre o que custa a captação de capitais pelos bancos no mercado e o quanto este cobra para emprestá-los ao consumidor.

A dúvida que surge é a seguinte: se a taxa básica de juros (Selic) está caindo é porque a perspectiva de inflação está projetada para baixo da meta, então porque, mesmo com a percepção de melhora na economia, o custo do crédito ao consumidor continua elevado?

A resposta se encontra na resistência à diminuição do ‘spread’ pelos bancos, o qual leva em conta o histórico no nível de inadimplências e o fato de que no país atualmente se encontram desempregados quase 13 milhões de trabalhadores, o que indica, mesmo com a gradual melhora na economia, a persistência de elevados índices de inadimplência no país.

Traduzindo em miúdos: até que a curva do desemprego vire para baixo e o ‘spread’ bancário, que atualmente está em torno 23,3 porcento segundo o Banco Central, sofra reduções, o custo do crédito ao consumidor continuará elevado.

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