Crédito



Recursos internacionais para financiamentos no Paraná

Entrevista concedida à rádio CBN de Maringá neste sábado (14/10) pelo Diretor de Operações do Banco Regional de Desenvolvimento do Extremo Sul (BRDE), João Luiz Agner Regiani, na qual foram abordados diversos assuntos relativos ao banco, tais como: captações de recursos internacionais, parceria financeira com a Agência Francesa de Desenvolvimento (AFD), desempenho do banco, economia do Paraná e da região Sul, dentre outros temas correlatos.

Comente aqui


Equilíbrio financeiro: Paraná é o único estado que pode emprestar no exterior

A repórter Marta Watanabe, no Valor Econômico desta segunda-feira, 9, aponta que o Paraná em 2017, é o único estado que obteve aval da União, através da Secretaria de Tesouro Nacional, para empréstimo externo, num período em que o Tesouro Nacional vem restringindo a prestação de garantias aos entes federados. A operação com agente do exterior aprovada ao Paraná, contratada com o BID (Banco Interamericano de Desenvolvimento), foi de US$ 67,2 milhões para o fortalecimento da segurança pública através do programa Paraná Seguro.

Outras operações externas foram liberadas, mas beneficiando municípios, em valores modestos; significando que o governo federal “fechou a torneira” num período de forte restrição fiscal, para o saneamento das contas públicas. Sob essa nova diretriz, a STN só libera avais para Estados classificados com ratings “A” e “B”. O Paraná, situado na classificação “B”, “fez a lição de casa” e aspira subir para o nível “A”.

——————-

*** Nota do Blog – Esta é mais uma das provas da excelente gestão financeira que o governado Beto Richa vem desenvolvendo no estado. Por aí dá para entender o desespero dos seus adversários em atacá-lo constantemente.

3 Comentários


Investimentos e desenvolvimento econômico

Entrevista que concedi no dia 29/09 (sexta) como Diretor de Operações do Banco Regional de Desenvolvimento do Extremo Sul (BRDE) ao jornalista Luiz Ribeiro para o programa ECONOMIA EM DEBATE, da TV Sinal (Assembléia Legislativa do Paraná), e na qual  foram abordados os seguintes temas importantes e técnicos: 1) – tratamento tributário diferenciado às instituições de desenvolvimento, 2) – criação de fundos de investimentos para o fomento econômico, 3) – fundo de desenvolvimento para a região Sul (FDS), e, 4) – captação de recursos internacionais para diversificação de `founding` e investimentos na região Sul do Brasil.

4 Comentários


Investimentos sem risco e com rendimentos altos ficaram no passado

Os tempos em que era possível investir sem riscos e conseguir retornos de 15% ao ano ficaram para trás. Com a queda consistente da taxa básica de juros, a Selic, os investimentos em renda fixa (aqueles com rendimento pré-acordado) rendem menos neste ano e proporcionam ganhos próximos aos da poupança, a opção mais conservadora do mercado.
A Selic, que estava acima de 14% ao ano até o fim de 2016, sofreu cortes progressivos na medida em que a inflação baixou e está hoje em 9,25%. Nos últimos 12 meses encerrados em junho, o índice geral de preços ficou em 3%.
A taxa básica de juros é uma referência para investimentos no Tesouro Direto e fundos de renda fixa. Ela também influencia o comportamento do CDI, taxa de referência para os fundos DI e para os investimentos nos CDBs, os títulos de dívida emitidos pelos bancos.
“Foi-se a época em que se conseguia 15% [ao ano] de rendimento sem risco, acabou. Isso só volta se a economia piorar muito [e os juros tornarem a subir]”, diz o economista Alexandre Cabral. (G1).

2 Comentários


Crédito às empresas dá sinais de retomada

O mercado de crédito deu um primeiro sinal de reação no fim do primeiro semestre de 2017, depois de meses de firme contração. Os dados de junho, compilados pelo Banco Central (BC), apontaram aumento no estoque de empréstimos e financiamentos, firme crescimento nas concessões e queda nas taxas de juros e na inadimplência. “Esperamos um segundo semestre melhor que o primeiro e tivemos, em junho, uma informação favorável”, diz o chefe adjunto do Departamento Econômico do Banco Central (BC), Fernando Rocha.

No ano e em 12 meses, no entanto, a situação ainda é de retração do mercado, de 0,9% e 1,6%, respectivamente, e mesmo para atingir a magra projeção de crescimento nominal de 1% feita pelo Banco Central (BC), uma expressiva melhora será necessária. Dificilmente o mercado terá crescimento real, ou seja, acima da inflação em 2017, completando o terceiro ano de retração.


O destaque no mês ficou no crédito à pessoa jurídica, que apresentou a primeira variação positiva desde janeiro de 2016, um alta de 0,3% sobre maio, e um salto de 14,6% nas concessões (fonte: Valor).

Comente aqui


Qualificando a conversa: e o custo do crédito, hein!?

Não imaginava que se utilizar da liberdade de expressão para falar do que se pensa (‘post’ anterior) enfurecesse tanto os defensores da esquerda anacrônica.

Às vezes tenho recaídas em discutir um pouco sobre conjuntura política, o que confesso, não é o viés principal do blog, mas quando o faço vocês não imaginam a quantidade de comentários enfurecidos e impublicáveis que recebo. É o patrulhamento ideológico que a esquerda se acostumou a fazer, mas que em razão da disseminação das mídias sociais – como acentuei na postagem anterior – não conseguem mais dar conta de fazer com qualidade e eficiência. Como eu disse anteriormente, eles perderam o ‘monopólio da verdade’,

Em razão da última postagem minha até um conhecido blogueiro alinhado com pensamentos ultrapassados da esquerda anacrônica do país se aventurou a me fazer críticas, me chamando a atenção dizendo, pretensiosamente, como eu devia me portar. Tenha a santa paciência.

Assim como tal blogueiro não publica minhas opiniões no seu blog quando as faço, não vou dar azo a publicar as suas lições morais neste espaço. Simples assim.

Por que o custo do crédito ao consumidor está caro

Considerando que o assunto não merece mais do que as linhas escritas acima, vamos qualificar a discussão enfocando um dos assuntos que efetivamente interessa ao leitor: a difícil queda no custo do crédito ao consumidor.

Apesar da queda da taxa Selic e do horizonte de diminuição no índice da inflação, a conjuntura econômica é de persistência na manutenção do ‘spread’ bancário, que nada mais é do que a diferença entre o que custa a captação de capitais pelos bancos no mercado e o quanto este cobra para emprestá-los ao consumidor.

A dúvida que surge é a seguinte: se a taxa básica de juros (Selic) está caindo é porque a perspectiva de inflação está projetada para baixo da meta, então porque, mesmo com a percepção de melhora na economia, o custo do crédito ao consumidor continua elevado?

A resposta se encontra na resistência à diminuição do ‘spread’ pelos bancos, o qual leva em conta o histórico no nível de inadimplências e o fato de que no país atualmente se encontram desempregados quase 13 milhões de trabalhadores, o que indica, mesmo com a gradual melhora na economia, a persistência de elevados índices de inadimplência no país.

Traduzindo em miúdos: até que a curva do desemprego vire para baixo e o ‘spread’ bancário, que atualmente está em torno 23,3 porcento segundo o Banco Central, sofra reduções, o custo do crédito ao consumidor continuará elevado.

4 Comentários


Cheque especial de 300% endivida ainda mais o consumidor

Vejam o absurdo com que nos deparamos neste momento de crise econômica resultante do desgoverno federal.

O cheque especial bateu na casa de 300% ao ano (!!!) dificultando o acesso saudável do consumidor-correntista bancário ao crédito.

Assim, em outras palavras, a política estabelecida pelo desgoverno federal, sob a batuta do Banco Central, está a determinar que os consumidores, endividados em virtude da política econômica maléfica criada pelo governo federal, a qual consistiu em fazer estes crerem – falsamente – se encontrarem em situação de ascenssão social mediante obtenção de crédito fácil endividador, sejam agora submetidos a escorchantes e descabidos juros anuais de 300%, como modo de lhes impedir acesso a meios financeiros para, ao menos, amenizar os impactos danosos que referido endividamento está a causar às suas finanças domésticas.

Indisfarçavelmente, o mesmo governo federal que promoveu políticas econômicas que endividaram excessivamente os consumidores, agora está, literalmente, a lhes “amar as mãos”, de modo a criar “barreira financeira” que lhes impede acessar os meios necessários para amenizar as suas falências econômicas, ocasionadas pelo próprio governo federal.

Quem sai ganhando com esta situação são somente os bancos (que nunca ganharam tanto “na história deste país” como na era PT). Ou seja, os bancos ganharam na época das “vacas gordas”, efetuando frenéticos empréstimos bancários aos consumidores-correntistas e ganharam muitíssissississimo (!!), e estarão ganhando ainda mais, agora, com a miséria financeira dos consumidores. Os bancos são mais ou menos como as funerárias que sempre ganham quando alguém morre.

Uma vergonha nacional deslavada.

Comente aqui


Cuidado do consumidor na tomada de crédito

Jovem fazendo contas

Consumidores: aumentou o número dos que têm planos de financiar um imóvel, de 33% para 43%

A maioria dos consumidores brasileiros está cautelosa com operações que podem resultar em endividamento, revela pesquisa divulgada hoje (14) pela Associação Nacional das Instituições de Crédito, Financiamento e Investimento (Acrefi), feita em conjunto com a TNS Brasil, empresa global de pesquisa de mercado.

O levantamento, o quinto do gênero, reúne informações coletadas em entrevistas com mil pessoas com idade entre 18 e 65 anos, de todas as regiões do país, no período de 18 a 22 de março.

Mais da metade dos entrevistados, 52%, são mulheres e 48%, homens. Na sondagem, 82% das pessoas ouvidas disseram que não pretendem tomar crédito e 18% que têm intenção de contrair algum tipo de financiamento. Continue lendo

Comente aqui


Consumidores, fujam do crédito!

Radar do ConsumidorSe há uma orientação que eu posso dar aos amigos do blog neste momento é a de – literalmente – fugir de tudo que represente acesso ao crédito, como: utilização do limite do cheque especial, cartão de crédito, empréstimos pessoais, dentre outros.

A não ser que seja para casos de vida ou morte do tipo, saúde, alimentação e demais necessidades básicas da vida que não possam ser prorrogadas.

Os juros estão nas alturas, podendo chegar, no caso dos cartões de crédito em mais de 400% ao ano e no caso dos limites dos cheques especiais em mais de 200% ao ano.

Aliando a isso, não podemos esquecer que em torno de 65% dos consumidores já se encontram endividados ou inadimples, o que agrava ainda mais a situação, tornando ainda mais desaconselhável a ampliação do endividamento.

Este endividamento é resultado da facilitação de acesso ao crédito proporcionado pela política econômica promovida pelo governo federal, o qual se utilizou maldosamente deste (endividamento) para atribuir sucesso a política econômica do governo e dar a sensação de que as classes sociais mais baixas estavam a acessar bens da vida que “nunca antes na história deste país” haviam conseguido.

Ou seja, o “golpe” (palavra da moda) se constituiu no fato do governo federal se auto promover “com o pescoço” do próprio consumidor, endividando-o além do limite a fim de lhe dar sensação artificial de ascensão social.

Agora, fazer o que? O jeito, mesmo, é corrermos o quanto pudermos do crédito.

Fica a dica.

Comente aqui


Endividamento por desconto em folha é um crime!

CONSUMIDOR PREOCUPADOVi uma notícia muito preocupante num dos telejornais nacionais da manhã de hoje.

A matéria trouxe um panorama caótico do endividamento do cidadão brasileiro, e especialmente dos idosos, ocasionado pelos empréstimos consignados (com descontos em folha de pagamento). É um verdadeiro crime o que está acontecendo nestes casos, e pior, sob os olhos e permissividade do governo federal, que é quem regula as relações financeiras no país e devia adotar políticas públicas para que estas situações fossem evitadas.

Que os bancos nunca lucraram tanto “na história deste país” nos últimos anos já não é mais segredo para ninguém, agora o que não se esperava é que o governo federal viesse a se tornar tão subserviente ao sistema financeiro a ponto de nada fazer para co-responsabilizá-lo pelos endividamentos ocasionados aos trabalhadores pelo modelo de consignação em pagamento permitido. Continue lendo

Comente aqui