Crise

 

“Herança maldita” do PT no BNDES

Editorial Gazeta do Povo

Tesouro Nacional será chamado a cobrir calotes de pelo menos três países, consequência do uso político e irresponsável do BNDES durante o governo petista.

Em época de aperto fiscal urgente, o Tesouro Nacional – ou, em outras palavras, o contribuinte brasileiro – está sendo chamado a pagar pela irresponsabilidade de governos anteriores no manejo de empréstimos do Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social (BNDES). O primeiro aporte já foi feito, ainda em dezembro de 2017: foram R$ 124 milhões, para compensar um calote de US$ 22,4 milhões do governo de Moçambique. E, segundo o jornal Folha de S.Paulo, o rombo não deve parar por aí no caso do país africano, e o Tesouro pode acabar obrigado a repassar cerca de R$ 1,5 bilhão, já que as dívidas moçambicanas com fornecedores brasileiros chega a meio bilhão de dólares.

O Tesouro entra na equação graças ao Fundo de Garantia à Exportação, que é obrigado a cobrir os calotes de governos estrangeiros quando não honram compromissos com empresas brasileiras que assinam os contratos para atuar no exterior. Segundo o BNDES, esse tipo de garantia é oferecido por praticamente todos os países industrializados, como maneira de proteger suas empresas de riscos políticos nos países com os quais essas companhias fazem negócios. O problema não é, portanto, a existência em si da garantia, mas as Continue lendo

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Informaçōes que enlouquecem os adversários de Richa

PARA OS ADEPTOS DO “QUANTO PIOR MELHOR” ESTAS INFORMAÇÕES SÃO ENLOUCEDOURAS. ELES SÃO CONSTANTEMENTE FLAGRADOS EM MENTIRAS ENSANDECIDAS NA TENTATIVA DE DESQUALIFICAR O MELHOR GOVERNO ESTADUAL QUE HÁ NO PAÍS NA ATUALIDADE. SÓ NOS RESTA SORRIR.

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O governador Beto Richa aumentou em R$ 2,23 bilhões o volume de recursos repassados aos 399 municípios paranaenses em 2017 na comparação com 2016. Até o fim de dezembro, as transferências alcançam R$ 11,86 bilhões ante R$ 9,63 bilhões de 2016, crescimento de 23%.

“Neste ano, ampliamos a capacidade de investimento do Estado e formalizamos parcerias quase que semanalmente com as prefeituras, atendendo praticamente todos os municípios com recursos para obras e ações para melhoria da qualidade de vida da população. Conseguimos destinar este volume de recursos graças ao ajuste fiscal iniciado há dois anos”, disse Richa.

 
O maior montante, de R$ 500 milhões, foi transferido para infraestrutura urbana, que abrange investimentos e manutenção nos municípios. Os recursos foram usados em obras de pavimentação e recape, calçamento, postos de saúde e praças, além de aquisição de equipamentos. O incremento na área foi de 366%.

A saúde também recebeu atenção especial, com repasses de R$ 457 milhões, 88% mais que em 2016. Os valores foram transferidos como forma de auxílio aos fundos municipais e foram empregados na atenção básica à saúde, além de assistência hospitalar e ambulatorial, suporte profilático e terapêutico e vigilância epidemiológica. Continue lendo

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Chocante

Imagem do centro de Caracas. Foto: New York Times

Na Venezuela mais de 1,5 milhão de pessoas que há 3 anos atrás podiam pagar pelo seu próprio alimento, hoje reviram o lixo na busca do que comer.

Resultado de políticas autoritárias de controle da mídia, de cooptação do parlamento e do Poder Judiciário e de políticas sociais populistas que serviram de iscas para angariam apoio popular mas que se desvaneceu num autoritarismo doentio de Hugo Chaves e Maduro.

Semelhanças políticas do que a esquerda anacrônica do Brasil pretende realizar por aqui, mas que não se realizará pela força e fé do povo brasileiro.

 

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Mais um estado afundado na crise

Depois do Rio Grande do Sul, Minas Gerais e Rio de Janeiro, agora o Rio Grande do Norte (RN) entra de vez em colapso financeiro.

Polícias civil e militar paradas e sem condições de atuarem nas ruas e muitos outros serviços públicos estão simplesmente paralisados no RN.

Crises estaduais que refletem muitas das vezes incompetências de governos e governadores na gestão pública, e gastos elevadíssimos com vencimentos e direitos que foram criados no decorrer do tempo aos servidores dos serviços públicos.

Comparativamente com países como Portugal, França e Estados Unidos, o Brasil gasta proporcionalmente o dobro do que estes países gastam com servidores públicos, em média comprometendo mais de 70% dos orçamentos dos estados, da união e dos municípios com vencimentos dos quadros de servidores.

Se o Estado brasileiro não for repensado de modo a lhe diminuir o tamanho e, principalmente, as benesses concedidas para algumas “elites” do serviço público, as crises nas contas públicas serão constantes no país. Pensar de modo diferente é nadar contra a maré.

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O Estado máximo da esquerda é um cabidão de empregos

O ESTADO MÁXIMO DA ESQUERDA É UM CABIDÃO DE EMPREGOS. CAMPO FÉRTIL PARA A PROLIFERAÇÃO DA CORRUPÇÃO.

Ao ”incharem” o Estado (estado máximo) e os quadros de servidores públicos dos países que governam, os governos de esquerda não conseguem desenvolver, e comumente quebram, as suas economias, uma vez que é impossível obter os benefícios econômicos que advém da redução da carga tributária em economias excessivamente comprometidas com os gastos públicos e que dependem cada vez mais de arrecadação.

Em outras palavras, quanto maior o estado, menor a probabilidade de contenção tributária e de crescimento econômico, coisas que os esquerdopatas não tem alcance suficiente de raciocínio para entender. Por isso não vale a pena discutir estes aspecto com eles. Eles querem aprender a genuína Economia.

Assim, o modelo de estado sempre defendido pelos governos de esquerda, especialmente por aqueles de matiz comunista, está destinado ao caos econômico.

No vídeo acima, Tim Groseclose, professor de Ciências Políticas e Economia, nos apresenta de maneira simples um conceito muito importante na Economia: a Curva de Laffer. Ele nos explica a real relação entre taxas tributárias e arrecadação, e como altas taxas tributárias podem causar o efeito inverso ao que se espera, ou seja, podem sufocar a economia e diminuir a receita ao invés de aumentá-la.

Sabem porque o esquedólogos são esquerdopatas? Porque eles não entendem nada de economia e enxergam no agigantamento do Estado oportunidade para manter a hegemonia política e seu projeto de poder às custas do dinheiro dos outros (cofres públicos).

 

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Natal da ostentação?

Interessante matéria de hoje do jornal “O Diário”, pg. A4, revela o valor total que custará o “Natal luminoso” em Maringá neste ano e que será desembolsado pelos cofres públicos do município. Nada menos que R$ 4,2 milhões.

Acredito que quase a totalidade da população não tinha conhecimento deste valor, mas já era possível se verificar nas redes sociais muitos questionamentos sobre o assunto partindo de pessoas que já conseguiam dimensionar que se tratava de um valor milionário.

Me recordo que em anos anteriores houve muitas críticas à gestão Pupim por gastos públicos então considerados excessivos, como, por exemplo, gastos com a realização do Natal e mesmo com a pretendida compra de veículo oficial pelo então prefeito que, depois, acabou não se concretizando.

Das discussões que vi nas redes sociais sobre o tema me surgiram várias indagações, dentre as quais relaciono aqui somente as duas mais importantes:

  1. -Teria a atual gestão se esquecido que grande parte da população maringaense não concorda com gastos públicos desta magnitude em ações desta natureza, por mais elevados que sejam os motivos que levam à celebração do Natal?
  2. Considerando a vultosidade do valor milionário no gasto público envolvido (R$ 4,2 milhões), porque o comprometimento do erário público, neste nível, não foi ampla e antecedentemente discutido de forma pública participativa com a população de Maringá, diante do inegável interesse público de contenção de gastos nesta época de crise nacional porque passam os municípios do país?

Não se trata de se criticar a beleza incontestável das luzes no Natal em Maringá, mas de se indagar e, acima de tudo, de se refletir sobre o tema, como inúmeros cidadãos maringaenses estão fazendo nas redes sociais.

 

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Atacarejo cresce em meio a crise

Com consumidores cortando gastos, atacarejo foi o setor varejista que mais cresceu no ano, diz pesquisa

Dados fazem parte de uma pesquisa feita pelo CIP e Serasa; na ponta negativa, o segmento de materiais de construção teve o pior desempenho.


O atacarejo foi o segmento do varejo que mais cresceu em 2016, seguido pelo setor de ótica e pelas farmácias. Os dados fazem parte de uma pesquisa feito pelo Centro de Inteligência Padrão (CIP) em parceira com o Serasa com as 350 maiores empresas do setor.

Enquanto isso, os segmentos de materiais de construção, vestuário e lojas de departamento tiveram os piores desempenhos – sendo que o primeiro foi o único que teve queda nas receitas.

Veja no gráfico abaixo o desempenho por setor:

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Crise econômica gera shoppings fantasmas

Lojas fechadas do Shopping Bosque dos Ipes, em Campo Grande

Fotografia: O Estadão

Matéria de hoje de O Estadão, de autoria da jornalista Marcia de Chiara, apurou que 45% dos espaços destinados às lojas em shoppings novos se encontram ociosos.

Ainda, segundo estatísticas levantadas pelas federações de industria e comércio do país, em torno de 6 mil empregos formais são fechados por dia.

Falando nisso, quem ainda se atreve a acreditar que a crise não existe?

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