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Quadro Negro: se esfarela a delação do picareta

A delação premiada do picareta proprietário da empreiteira Valor (Eduardo Lopes), realizada na operação Quadro Negro na tentativa de enredar no lamaçal o governador Beto Richa, tendo aquele afirmado que a maior parte dos desvios das construções de escolas públicas estaduais se prestaram a financiar a campanha eleitoral de Richa ao governo em 2014, começou a se esfarelar, a virar pó.

Informa Fábio Campana no seu blog que a sequência das investigações está a comprovar que os valores desviados pelo esquema criminoso investigado foi incorporado ao patrimônio de Eduardo e de terceiros laranjas utilizados por ele  para acobertar o objeto do crime praticado.

Como já falei aqui no blog anteriormente, já foi aberta a contagem regressiva para a prisão do pseudo empresário que mentiu descaradamente para se livrar momentaneamente da prisão.

Novas frustrações se avizinham aos esquerdopatas e oposicionistas de plantão que teimam na tentativa de igualar o governador Beto Richa aos seus meliantes de estimação.

Veja mais:

– A leviandade dos acusadores de Richa;

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A leviandade dos acusadores de Richa

As viúvas das vultosas verbas que antigamente eram direcionadas à imprensa e que corriam como rios de dinheiro na época do governo Requião, bem como  as viúvas solitárias do ex-governo do PT/Dilma não cessam na tentativa de desestabilizar o governo Richa.

Se dão ao “luxo”, inclusive, de se utilizar de linguagem bélica (de guerra) contra o governo Richa, o qual vem servindo de exemplo de rigidez fiscal e administrativa para todos os demais estados do país (vejam o título de bélico de uma das matérias >> aqui).

Pretendem tomar o poder no estado a todo custo e no grito, como se acostumaram a fazer invadindo propriedades privadas, tribunas do Senado, de câmaras municipais ou mesmo manipulando informações, lançando mão de jogos de palavras. Não querem deixar governar quem foi eleito para tanto e o vem fazendo com extrema competência. Isto os incomoda muito.

Mas vamos aos fatos e às suas verdades.

A chamada Operação Quadro Negro, que investiga quadrilha de desvio de recursos públicos na Secretaria de Educação do estado, nos últimos dias vem fornecendo lenha para os detratores do governo Richa, os quais vem se utilizando deste “combustível” na tentativa sórdida de criarem um ambiente político artificial para que em 2018 retornem à cena político do estado personagens políticos que representam anacronismo político e social.

A partir da delação premiada do responsável pela Construtora Valor, Eduardo Lopes de Souza, a Rede Globo (nacional), a RPC e a Gazeta do Povo voltaram a fustigar o governo Richa trazendo novamente à tona referida operação, mediante matérias jornalísticas recheadas de narrativas embasadas, na sua maior parte do tempo, na versão do bandido (delator) e, em letras miudinhas e nos minutos finais das massivas reportagens, nas breves respostas do governo atingido pelas inverdades constantes de referida delação.

Bom que se reitere aqui que referida operação investigativa somente surgiu porque o próprio governo do estado ao tomar conhecimento das irregularidade que vinham ocorrendo nas medições e pagamentos de construções de escolas públicas, afastou imediatamente da função pública todos os agentes públicos envolvidos, bem como comunicou de ofício ao Ministério Público estadual os fatos, requerendo desde então a abertura de procedimento visando a caracterização e punição dos participantes do esquema, fazendo cessar imediatamente os devios de dinheiro público.

Ou seja, Richa fez extamente o que manda a lei: “não deixar roubar e buscar a responsabilização dos envolvidos” no esquema.

E é justamente neste contexto que surge, agora, a delação premiada vinda exatamente do empreiteiro que teve o seu “esquema” desbaratado e denunciado pelo governo Richa.

Uma delação premiada leviana e desacompanhada de quaisquer provas que visa, primeiramente, a tentativa de reduzir a pena do bandido delator e, em segundo lugar, que tem por objetivo se vingar politicamente de quem o descobriu e denunciou formalmente, no caso o governador Beto Richa.

Tanto o teor da delação de Eduardo Lopes de Souza é LEVIANA e DESPROVIDA DE PROVAS na parte em que tenta fazer acreditar sobre a participação direta do governador no esquema, que a própria Gazeta do Povo, em reportagem de hoje constante do seu sítio eletrônico, se viu obrigada a ressalvar que “Por enquanto, não apareceram provas das afirmações que Souza fez.” (vejam a íntegra da matéria aqui).

No entanto, muitos abutres políticos de plantão, alguns ainda que se autointitulam “jornalistas”, mas que na verdade são verdadeiros militantes políticos da esquerda anacrônica rançosa, vêm fazendo todo o esforço para nivelar o governador Beto Richa ao baixo nível da esquadrilha política representada por Lula, Zé Dirceu, Vaccari, Genuíno e demais meliantes políticos que compõe o quadro político da esquerda podre da nação e aos quais estão alinhados.

Para esta gente autointitulada de “jornalista” e que vem detratando o governo Richa sem quaisquer provas materiais em mãos, o “quanto pior é melhor”, fazendo parte das suas sujas estratégias colocar todos no mesmo saco da corrupção, uma fez que os seus “líderes” já o estão nele ensacados.

A verdade é bem simples de ser compreendida: quem defende a volta de Lula em 2018 não medirá esforços, daqui para frente e até as próximas eleições, na tentativa de assassinar as reputações daqueles que representam a libertação do estado como refém do funcionalismo público que suga a maior parte dos recursos públicos, que representem competência e rigidez administrativa e, especialmente, daqueles que buscam o aperfeiçoamento e reforma do estado visando elevar o Brasil ao desejável nível de competitividade internacional e de modernização da máquina pública.

Acreditar nesta imprensa marrom equivale, em muitas da vezes (como é o caso) em dar crédito ao bandido e em quem representa o atraso e imoralidade na administração pública. Simples assim.

Ótima semana de trabalho a todos. Toquemos o barco.

 

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