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Nova lei trabalhista: notícias ruins para os arautos da desgraça

NOVA LEI TRABALHISTA JÁ COMEÇA A PRODUZIR EFEITOS POSITIVOS NA EMPREGABILIDADE. EMPREGOS QUE NÃO SERIAM GERADOS PELA LEI ANTIGA JÁ COMEÇAM A SURGIR.

O Magazine Luiza foi uma das primeiras redes a aderir à modalidade de contratação de trabalhadores intermitentes. Foram 1.750 contratações divididas entre as 830 lojas e os centros de distribuição.

 
O trabalhador contratado em regime intermitente tem registro em carteira, direito a 13º salário e férias proporcionais. A remuneração é por hora e o valor não pode ser inferior ao recebido por hora pelo contratado em regime permanente que exerça a mesma função. Ele deve ser convocado três dias antes para o trabalho e pode recusar a convocação ao menos quatro vezes, avisando o empregador, já que ele pode ter outros contratos intermitentes (Fábio Campana)

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Mercado de trabalho: profissões em ascensão

 Emerson Weslei Dias, fala sobre as carreiras que vão estar em alta neste ano e a necessidade de desenvolvimento profissional


O ano de 2016 foi turbulento no País e no mercado de trabalho não foi diferente. Muitos profissionais perderam seus empregos ao longo dos últimos dois anos e continuam em busca de recolocação. Para ajudar quem está em busca de uma nova oportunidade no mercado de trabalho e pensa até em iniciar uma nova profissão, o Brasil Econômico entrevistou o consultor de carreiras, Emerson Weslei Dias, para saber quais profissões estarão em alta em 2017 e quais as previsões do mercado de trabalho no Brasil.  Continue lendo

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Reforma trabalhista poderá gerar 1,5 milhão de empregos

Um estudo assinado por três economistas do Banco Itaú estima que a reforma trabalhista, que entrará em vigor em novembro, será capaz de elevar a renda média do brasileiro ao longo dos próximos anos e reduzir o desemprego.

A estimativa é que o PIB per capita poderá ter um crescimento adicional de 3,2% em quatro anos, ou 0,8% ao ano por causa da maior flexibilidade do mercado de trabalho. Além disso, as novas regras devem ter efeito sobre a geração de empregos, com a potencial criação de 1,5 milhão de postos de trabalho.

Os economistas Fernando Gonçalves, Luka Barbosa e André Matcin usaram como ponto de partida o Índice de Competitividade do Banco Mundial, no qual o Brasil ocupa a 81ª colocação entre 138 países. Eles estimaram que a reforma teria um impacto positivo no recorte do índice que mede a competitividade do mercado de trabalho, o que elevaria o índice total do Brasil de 4,06 para 4,09, passando para a 78 ª colocação no ranking geral.

Embora pareça pequeno, o impacto econômico dessa evolução poderá ser de até 3,2% no PIB per capita, segundo os economistas. Essa estimativa foi feita a partir da regressão dos dados de todos os países no ranking do Banco Mundial.

O maior crescimento do PIB do que seria possível sem a reforma teria um impacto na geração de postos de trabalho: o desemprego cairia até 1,4 ponto percentual após as mudanças na lei. Continue lendo

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651 mil vagas a menos.

O mercado de trabalho brasileiro registrou em agosto deste ano o fechamento de 33.953 vagas com carteira assinada. No mesmo mês de 2015, foi contabilizada demissão líquida de 86.543. Em julho, as demissões somaram 91.032.

Os dados são do Cadastro Geral de Empregados e Desempregados (Caged) e estão sem ajuste — não consideram as informações entregues pelas empresas fora do prazo. — Exame.

PS – No acumulado do ano são 651 mil vagas de trabalho a menos. Neste cenário é de se perguntar: que políticas públicas poderiam ser adotadas pelos municípios para amenizar a catástrofe atual do desemprego? Ações locais apoiadas pelos municípios seriam muito bem-vindas.

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Consumidor não confia na economia e segura gastos

A confiança do consumidor  brasileiro voltou caiu em setembro pelo quinto mês seguido, ao recuar 5,3 por cento na comparação com o mês anterior, atingindo o menor nível histórico pela terceira vez seguida.

Isso se deve nitidamente à falta de confiança do consumidor brasileiro na reação da economia do país, provavelmente pela percepção de insegurança política que estamos vivenciando.

Resultado disso é a diminuição dos gastos do consumidor em relação a todos os itens do orçamento familiar, desacelerando, assim, a produção (setor produtivo)(veja aqui) e ocasionando os altos índices de demissões que tem se verificado nos últimos meses no comércio, indústria e na área de serviços.

Oremos.

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Desemprego: a maior taxa para o segundo trimestre desde 2012

A taxa de desemprego subiu no segundo trimestre deste ano e chegou a 8,3%, segundo dados divulgados nesta terça-feira (25) pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE). É maior taxa da série histórica, que teve inicio em 2012. No primeiro trimestre deste ano, o índice foi de 7,9%. Já no segundo trimestre de 2014, a taxa foi de 6,8%.

De acordo com o IBGE, a população desocupada, de 8,4 milhões de pessoas, subiu 5,3% frente ao primeiro trimestre e, ante o 2º trimestre de 2014, o avanço foi de 23,5% (G1).

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