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A corrupção da bolivariana do PT

A presidente do PT, Gleisi Hoffmann, é fisgada pela PF por corrupção passiva qualificada e lavagem de dinheiro, radicaliza o discurso e torna-se a voz mais vigorosa no partido em defesa do regime ditatorial de Nicolás Maduro.

Ilimar Franco, IstoÉ

A senadora Gleisi Hoffmann não é apenas a representante legal do Partido dos Trabalhadores — enquanto presidente da legenda da estrela rubra. Gleisi é hoje o retrato mais bem acabado do fosso profundo em que se embrenhou a sigla. Como irmãos siameses, ambos podem ser facilmente confundidos. Cordeiro só na epiderme de porcelana, Gleisi é como o PT dos últimos tempos: posa de tolerante, mas nunca apresentou-se tão autoritária. Finge-se de democrata, mas não hesita em franquear apoio a ditaduras — como a instaurada por Nicolás Maduro, na Venezuela. Alega ser vítima de perseguição política, mas é quem melhor encarna o papel de algoz de parcela dos brasileiros. Arvora-se paladina da ética, mas é constantemente flagrada com as mãos sujas da corrupção.

É a tal cegueira mental de que falava José Saramago: consiste em estar no mundo e não ver o mundo, ou só ver dele o que for suscetível de servir aos seus interesses. Na última semana, a Polícia Federal concluiu um contundente relatório em que imputa a Gleisi os crimes de corrupção passiva qualificada e lavagem de dinheiro. O relatório congrega laudos técnicos, registros de telefonemas, planilhas e trechos de delações de executivos da Odebrecht e de sócios de uma agência de publicidade da qual a petista se valeu para receber propina.

A partir dos documentos é possível traçar o caminho do dinheiro até Gleisi Hoffmann. Continue lendo

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Contradições no caso Temer. A falência do sistema político

Ontem vivenciamos mais uma página manchada da história política do País.

Deputados que enxergaram motivos para impedir Dilma, não “enxergaram” motivos suficientes para acolher a denúncia e autorizar o processamento de Temer pelo STF.

Por outro lado, não menos contraditório – diria até mais contraditório ainda – deputados do PT e da esquerda anacrônica, que fizeram acrobacias mirabolantes para defenderem as imoralidades do governo Dilma no processo parlamentar de impeachment desta, ontem se travestiram de arautos casuais e seletivos da moralidade para discursarem e votarem defendendo o processamento do Presidente.

São contradições que demonstram claramente a falência do sistema político nacional, bem como que o nosso Congresso Nacional nada mais é do que um balcão de “negócios”.

Enquanto as ideologias, partidarismos e a corrupção se sobrepuserem aos interesses da Nação não teremos futuro. Simples assim.

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Bendine: a prisão do braço direito de Dilma

O ex-presidente do Banco do Brasil e da Petrobras Aldemir Bendine foi preso na 42ª fase da Operação Lava Jato, deflagrada pela Polícia Federal (PF) nesta quinta-feira (27) no Distrito Federal, Pernambuco, Rio de Janeiro e São Paulo. Suspeito de receber R$ 3 milhões da Odebrecht, Bendine foi preso na casa da filha, em Sorocaba (SP). A ação foi batizada de Cobra.

A PF prendeu outras duas pessoas, que são suspeitas de operar a propina da empreiteira para Bendine: os irmãos André Gustavo Vieira da Silva e Antônio Carlos Vieira da Silva Júnior, sócios em uma agência de publicidade, a Arcos Propaganda. Eles foram presos no Recife.

O Ministério Público Federal (MPF) afirma que, quando comandava o Banco do Brasil, Bendine pediu R$ 17 milhões à Odebrecht para rolar uma dívida da empresa com a instituição, mas não recebeu o valor. Na véspera de assumir a Petrobras, pediu mais R$ 3 milhões para não prejudicar os contratos da estatal com a empreiteira. O valor foi pago em 2015.

Naquele ano, Bendine era braço direito da então presidente Dilma Rousseff. E havia deixado o banco com a missão de acabar com a corrupção na petroleira, alvo da Lava Jato. Mas, segundo delatores da Odebrecht, ele já cobrava propina no Banco do Brasil e continuou cobrando na Petrobras (G1).

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Orçamento trilionário e o silêncio `revolucionário`

E Dilma aprovou a peça orçamentária sem vetos. Dando aval para que quase 1 bilhão de reais seja destinado aos partidos políticos, alisando o caminho para que a CPMF seja criada e arranque em torno de mais 10 bilhões do bolso do contribuinte, com cortes financeiros das já sacrificadas áreas sociais (saúde, segurança, educação, etc) e, de quebra, não determinou nenhum corte na gastança pública (cargos comissionados – que este governo federal fez chegar a aproximadamente a 350 mil CCs, Ministérios, gastos milionários com cartões corporativos), dentre outros sacrilégios orçamentários contrários aos interesses do contribuinte, do cidadão brasileiro.

Desta vez o orçamento da União prevê gastos que chegam aos estratosféricos 3 triliões de reais, o triplo do orçamento do último ano do mandado de Lula, que foi de 1,3 trilião.

Enquanto isso os movimentos sociais, os “black brócolis” estudantis e os autodenominados `revolucionários` anti Moro, anti lava jato e anti tudo que atinja o governo que “deu o golpe” no eleitor brasileiro, ficam todos quietinhos, amoitadinhos,  sem esboçar nenhum `piu`.

Como diaria Boechat, “toca o barco”.

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