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Investimentos: qual será a próxima Bitcoin?

O designer baiano Gabriel Mattos Vaz, de 31 anos, nunca havia investido até junho de 2017. Naquele momento, porém, a valorização da Bitcoin chamou sua atenção. Durante o primeiro semestre, a moeda virtual havia se valorizado 160,9%. Vaz decidiu, então, apostar algum dinheiro no negócio. Não se arrependeu. Desde seu aporte, a Bitcoin valorizou-se mais 560%. No acumulado de 2017, até o dia 20 de dezembro, a alta é de 1.609%. Isso o incentivou a fazer algo que começa a se tornar uma febre no mercado de criptomoedas: procurar descobrir qual será a próxima Bitcoin. “Hoje, eu vislumbro um retorno mais alongado quando invisto”, diz ele. “Compro as moedas que acredito terem o maior potencial de valorização nos próximos meses.” (Isto É Dinheiro)

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Investimentos sem risco e com rendimentos altos ficaram no passado

Os tempos em que era possível investir sem riscos e conseguir retornos de 15% ao ano ficaram para trás. Com a queda consistente da taxa básica de juros, a Selic, os investimentos em renda fixa (aqueles com rendimento pré-acordado) rendem menos neste ano e proporcionam ganhos próximos aos da poupança, a opção mais conservadora do mercado.
A Selic, que estava acima de 14% ao ano até o fim de 2016, sofreu cortes progressivos na medida em que a inflação baixou e está hoje em 9,25%. Nos últimos 12 meses encerrados em junho, o índice geral de preços ficou em 3%.
A taxa básica de juros é uma referência para investimentos no Tesouro Direto e fundos de renda fixa. Ela também influencia o comportamento do CDI, taxa de referência para os fundos DI e para os investimentos nos CDBs, os títulos de dívida emitidos pelos bancos.
“Foi-se a época em que se conseguia 15% [ao ano] de rendimento sem risco, acabou. Isso só volta se a economia piorar muito [e os juros tornarem a subir]”, diz o economista Alexandre Cabral. (G1).

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Posso emprestar dinheiro para outra pessoa?

Empreendedor assina acordoEXAME.COM

Dúvida do internauta: Eu pretendo emprestar 100 mil reais em espécie para outra pessoa física, com atualização monetária pelo Índice Geral de Preços ao Mercado (IGP-M), juros remuneratórios de 12% ao ano e imóvel como garantia.

Há alguma ilegalidade nessa transação entre pessoas físicas? Como formalizar esse acordo? Quais as precauções que devo tomar no caso de eventual execução judicial da dívida e da garantia?

Resposta de Ronaldo Gotlib*

O empréstimo entre pessoas físicas não é proibido por lei, exceto quando há cobrança de juros abusivos, o que não é o caso.

Você deve elaborar um contrato onde deverão constar todas as condições do negócio, inclusive as garantias legais.

Mas a maior de todas as precauções é buscar assessoria jurídica para concluir este pacto com o objetivo de minimizar os riscos que, ressalto, são inerentes a qualquer negócio.

*** Complementando as orientações de Gotlib, eu ainda recomendaria que o empréstimo fosse devidamente declarado na Declaração Anual de Renda perante o Receita Federal, a fim de que a transação seja oficializada perante este e não seja futuramente equiparada com a prática de usura (agiotagem).

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