Economia



O Estado máximo da esquerda é um cabidão de empregos

O ESTADO MÁXIMO DA ESQUERDA É UM CABIDÃO DE EMPREGOS. CAMPO FÉRTIL PARA A PROLIFERAÇÃO DA CORRUPÇÃO.

Ao ”incharem” o Estado (estado máximo) e os quadros de servidores públicos dos países que governam, os governos de esquerda não conseguem desenvolver, e comumente quebram, as suas economias, uma vez que é impossível obter os benefícios econômicos que advém da redução da carga tributária em economias excessivamente comprometidas com os gastos públicos e que dependem cada vez mais de arrecadação.

Em outras palavras, quanto maior o estado, menor a probabilidade de contenção tributária e de crescimento econômico, coisas que os esquerdopatas não tem alcance suficiente de raciocínio para entender. Por isso não vale a pena discutir estes aspecto com eles. Eles querem aprender a genuína Economia.

Assim, o modelo de estado sempre defendido pelos governos de esquerda, especialmente por aqueles de matiz comunista, está destinado ao caos econômico.

No vídeo acima, Tim Groseclose, professor de Ciências Políticas e Economia, nos apresenta de maneira simples um conceito muito importante na Economia: a Curva de Laffer. Ele nos explica a real relação entre taxas tributárias e arrecadação, e como altas taxas tributárias podem causar o efeito inverso ao que se espera, ou seja, podem sufocar a economia e diminuir a receita ao invés de aumentá-la.

Sabem porque o esquedólogos são esquerdopatas? Porque eles não entendem nada de economia e enxergam no agigantamento do Estado oportunidade para manter a hegemonia política e seu projeto de poder às custas do dinheiro dos outros (cofres públicos).

 

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Natal da ostentação?

Interessante matéria de hoje do jornal “O Diário”, pg. A4, revela o valor total que custará o “Natal luminoso” em Maringá neste ano e que será desembolsado pelos cofres públicos do município. Nada menos que R$ 4,2 milhões.

Acredito que quase a totalidade da população não tinha conhecimento deste valor, mas já era possível se verificar nas redes sociais muitos questionamentos sobre o assunto partindo de pessoas que já conseguiam dimensionar que se tratava de um valor milionário.

Me recordo que em anos anteriores houve muitas críticas à gestão Pupim por gastos públicos então considerados excessivos, como, por exemplo, gastos com a realização do Natal e mesmo com a pretendida compra de veículo oficial pelo então prefeito que, depois, acabou não se concretizando.

Das discussões que vi nas redes sociais sobre o tema me surgiram várias indagações, dentre as quais relaciono aqui somente as duas mais importantes:

  1. -Teria a atual gestão se esquecido que grande parte da população maringaense não concorda com gastos públicos desta magnitude em ações desta natureza, por mais elevados que sejam os motivos que levam à celebração do Natal?
  2. Considerando a vultosidade do valor milionário no gasto público envolvido (R$ 4,2 milhões), porque o comprometimento do erário público, neste nível, não foi ampla e antecedentemente discutido de forma pública participativa com a população de Maringá, diante do inegável interesse público de contenção de gastos nesta época de crise nacional porque passam os municípios do país?

Não se trata de se criticar a beleza incontestável das luzes no Natal em Maringá, mas de se indagar e, acima de tudo, de se refletir sobre o tema, como inúmeros cidadãos maringaenses estão fazendo nas redes sociais.

 

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As viúvas do poder petista no desespero

Chega a ser cômico, mas digno de muita pena, nos depararmos com o desespero das viúvas do poder petista plantando notícias falsas ao anteverem que o estado do Paraná obterá empréstimo junto ao BID para investimentos em infraestrutura, em razão do equilíbrio das suas contas públicas, promovido de modo muito competente pelo governador Beto Richa.

Agora, sem qualquer fonte informativa, estão alardeando que o presidente Temer estaria a condicionar a concessão de aval da União ao empréstimo do Paraná junto ao BID, ao apoio do governador Beto Richa à reforma da previdência.

Factóide criado tipicamente por quem conta com o desconhecimento da população sobre como funcionam os avais soberanos concedidos pela União aos estados para a obtenção de empréstimos internacionais.

Estes avais, para serem concedidos, são avaliados por equipe técnica colegiada da SEAIN e do COFIEX, composta por servidores de carreira da União, que avaliam TECNICAMENTE as condições de equilíbrio financeiro do estado solicitante.

O Presidente da República não tem ingerência nenhuma sobre o parecer técnico favorável à concessão de avais soberanos da União aaos seus estados.

Alem do que, já se sabe com muita antecedência que o estado do Paraná reúne as condições técnicas e econômicas suficiente para a obtenção do referido aval. Na verdade é o único estado atualmente habilitado pela União a captar fundos internacionais para investimentos com aval da União, justamente em razão da saúde financeira do estado promovida pelo governo Richa, o resto é intriga da oposição e chô-rô-rô das viúvas do PT e do Requião.

 

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Bem menos do que em outros

Segundo dados consolidados do IBGE o Paraná apresenta índice de desempego de 8,4%. Bem menos do que a média nacional que ultrapassa a 12%.

A conjuntura econômica no Paraná converge de um modo diferente do que em outros estados. A confiança na economia local e nas condições de desenvolvimento dos negócios, somado a uma política de governo que valoriza a competência na gestão pública, tem se constituído em fatorei determinantes para uma maior oferta de vagas de empregos e na retomada mais rápida da economia local frente à crise.

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Ação milionária questiona conduta de gestora financeira

No mercado financeiro existem regulações que podem colocar na berlinda gestores financeiros que prestam serviços como administradores de investimentos. Vejam este caso específico.

Circula nos noticiosos do meio financeiro, dentre eles no Valor Econômico, o caso envolvendo a administradora de investivmentos BTG Pactual e a sua cliente, empresa varejista Leader, da empresária Ester Panarello, de Gioânia (GO). As informações dão conta de que esta empresa se voltou contra o BTG em uma ação milionária de R$ 47 milhões, que tem como fundamento a acusação de que o banco e outras empresas, como gestoras de seus investimentos, teriam violado, em tese, deveres de diligência e lealdade com o cliente, de conflito de interesses e conluio para obter vantagens indevidas.

A questão relacionada a responsabilidade civil, especialmente na prestação de serviços de gestão financeira, é muito delicada e sujeita a questionamentos que em não raras vezes resultam em ações judiciais reparatórias vultosas.

Eis aí um filão de mercado interessante a ser estudado com especialidade pelos nosso colegas advogados. Fica a dica.

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TCU quer devoluções rápidas ao Tesouro

A informação que se tem é a de que o Ministério Público de Contas, junto ao Tribunal de Contas da União (TCU) deve encaminhar parecer no processo que trata da devolução de recursos de bancos federais ao Tesouro Nacional (TN), pelo qual o MP-TCU se posicionará pela devolução integral e imediata ao TN do dinheiro que estes bancos receberam da União por meio de emissão de títulos públicos.

O pano de fundo de toda esta questão é a necessidade da União retomar recursos financeiros necessários ao reequilíbrio das suas contas públicas, a quais vem apresentando rombos bilionários ocasionados pelos desequilíbrios financeiros herdados do governo Dilma.

Neste contexto, o Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico Social (BNDES) é a instituição financeira pública mais visada na devolução de valores ao TN, de um total de R$ 500 bilhões de aportes recebidos da União. No entanto, bancos públicos como o Banco do Brasil, Caixa Econômica Federal, Banco da Amazônia e o Banco do Nordeste, também estão na “alça de mira” para efetuarem devoluções à União.

No caso específico do BNDES o MP-TCU quer que a instituição nacional de desenvolvimento econômico devolva de imediato à União todo o valor que não estiver cedido em empréstimos financeiros.

Em resumo, se vislumbra no curto prazo que se acentuará a dificuldade do setor produtivo acessar o crédito provindo diretamente de fontes internas (nacionais) voltado ao fomento econômico do país, como é o caso do crédito ofertado pelo BNDES.

Por tais razões, as instituições financeiras de fomento repassadoras de fundos do BNDES, como é o caso do Banco Regional de Desenvolvimento do Extremo Sul (BRDE), Fomento Paraná, Desenvolve São Paulo, dentre outras instituições de fomento voltadas ao desenvolvimento e financiamento do setor produtivo nas regiões onde atuam, terão que ser cada vez mais criativas na busca direta por fundos internacionais e na captação de recursos financeiros por meio da estruturação de fundos de investimentos, a fim de continuarem “irrigando” os investimentos no setor produtivo nacional, sob pena ocorrerem reflexos prejudiciais à rápida retomada econômica de que tanto o país precisa.

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Recursos internacionais para financiamentos no Paraná

Entrevista concedida à rádio CBN de Maringá neste sábado (14/10) pelo Diretor de Operações do Banco Regional de Desenvolvimento do Extremo Sul (BRDE), João Luiz Agner Regiani, na qual foram abordados diversos assuntos relativos ao banco, tais como: captações de recursos internacionais, parceria financeira com a Agência Francesa de Desenvolvimento (AFD), desempenho do banco, economia do Paraná e da região Sul, dentre outros temas correlatos.

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Investimentos e desenvolvimento econômico

Entrevista que concedi no dia 29/09 (sexta) como Diretor de Operações do Banco Regional de Desenvolvimento do Extremo Sul (BRDE) ao jornalista Luiz Ribeiro para o programa ECONOMIA EM DEBATE, da TV Sinal (Assembléia Legislativa do Paraná), e na qual  foram abordados os seguintes temas importantes e técnicos: 1) – tratamento tributário diferenciado às instituições de desenvolvimento, 2) – criação de fundos de investimentos para o fomento econômico, 3) – fundo de desenvolvimento para a região Sul (FDS), e, 4) – captação de recursos internacionais para diversificação de `founding` e investimentos na região Sul do Brasil.

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Na TV Sinal

Nesta manhã estive na TV Sinal, da Assembléia Legislativa do Paraná, para ser entrevistado por Luiz Ribeiro no programa Economia em Debate, a fim de falarmos sobre o modelo do sistema de fomento econômico existente no Brasil, tratamento tributário dado pela União às instituições de fomento/desenvolvimento do país e sobre a necessidade da criação de fundos financeiros de investimento visando ampliar a atuação do BRDE na região Sul do Brasil.

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Comunidade escolar comemora investimentos recebidos

As escolas da rede estadual de ensino do Paraná passam este ano por uma transformação. Reformas em salas de aula, quadras esportivas, banheiros, serviços de pintura, reparos nas redes elétrica e hidráulica, calçamento, troca de telhados e forros, entre outros serviços. As melhorias são executadas com recursos do Escola 1000, programa do Governo do Estado que investe R$ 100 milhões em mil escolas – cada uma recebeu R$ 100 mil para intervenções definidas por diretores, professores, funcionários, alunos e pais.


O Instituto Paranaense de Desenvolvimento Educacional (Fundepar), já autorizou projetos enviados por 368 unidades atendidas pelo Escola 1000. As obras começaram em 170 escolas e 78 terão os contratos e ordens de serviço assinados ainda nesta semana em diferentes regiões do Estado. Nas demais 120 escolas, outras etapas estão na fase final – como a avaliação técnica das prioridades definidas pela comunidade escolar e análise de documentos – e serão as próximas a terem as reformas liberadas.


Os trabalhos começaram em todo o Paraná no início deste ano e parte já foi concluída. “Nas escolas que estão com obras já é possível Continue lendo

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