Economia



O que o Brasil precisa

“País precisa de reformas, equilíbrio fiscal e ambiente favorável para os negócios”, diz Eduardo Guardia

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IstoÉ Dinheiro

O ministro da Fazenda, Eduardo Guardia, elencou três pontos cruciais para a recuperação econômica do Brasil após a maior crise da história do País, em discurso realizado durante o evento As Melhores da Dinheiro 2018, realizada na quinta-feira (13), em São Paulo.

Guardia iniciou sua fala citando a necessidade do equilíbrio macroeconômico para a criação de um ambiente favorável para os negócios. Ressaltou que a junção dos fatores taxa de juros baixas com inflação é essencial para o crescimento econômico do Brasil. Além disso, frisou a importância da Reforma da Previdência como principal mecanismo para o equilíbrio das contas públicas.

“O atual sistema é desigual e insustentável do ponto de vista financeiro. Não resolveremos a questão dos gastos públicos se não atacarmos a questão fiscal”, disse o ministro.

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Infraestrutura e o batuque populista

Uma reportagem interessante da Gazeta do Povo de ontem (10/6), intitulada “Ferrovias abandonadas no Brasil ligaria São Paulo a Nova Iorque. E com sobra”, assinada por Filipe Albuquerque, informa que aproximadamente 8,6 mil quilômetros de ferrovias no país estão inutilizadas por vários motivos e que mais de 6 mil quilômetros necessitaria de reformas e adequações para voltarem a operar.

É muita coisa para um país de dimensões continentais como o Brasil e que necessita urgentemente de infraestrutura moderna e adequada para escoar a sua gigantesca safra agrícola, somada à sua produção indústrial.

Sem dúvida o problema da infraestrutura no país tem se constituído num dos seus gargalos para o desenvolvimento. Um país com a dimensão continental do Brasil e com atributos naturais e ‘know how’ que o elevam a categoria de um dos maiores produtores de grãos do mundo, não pode se dar ao “luxo” de ser tão pouco estratégico quando o tema se refere a infraestrutura.

Portos antiquados, malha rodoviária em forma de “peneiras” e transporte e armazenagem de grãos relegados a assuntos de somemos importância do que futebol ou carnaval, são ingredientes que somados podem implodir qualquer economia do planeta.

Não adianta os pretensos políticos fazerem batuque populista sobre programas de inclusão social, enquanto o maior e verdadeiro  programa de inclusão social do país, que é a geração de riquezas, emprego e renda vindos do setor produtivo da nação, continua sendo tratado com amadorismo.

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Financiamento | Entendendo melhor o funcionamento do BRDE

Entrevista que concedi à Rede Massa de Maringá, para o programa Cidade Entrevista do dia 7/4/2018 (sábado) dirigido pelo jornalista Gelson Negrão. Falamos sobre os diversos aspectos que envolvem o Banco Regional de Desenvolvimento do Extremo Sul (BRDE), seus fundos financeiros, acesso aos financiamentos, desempenho da instituição e investimentos na crise econômica.

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Famílias voltam a hábitos pré-crise

A notícia não podia ser melhor para comerçarmos a semana.

Os indicadores econômicos e de consumo  apontam no sentido de que os consumidores voltaram a consumir produtos maos caros, que compunham a cesta de alimentos antes do início da crise econômica há aproximadamente 3 anos atrás.

Indicadores positivos desta natureza vem confirmando as afirmações vindas de analistas econômicos que dão conta de que a economia está se recuperando.

Alvíssaras!!

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BRDE e AFD assinam contrato de €50 milhōes

Na foto da esquerda para a direita, Odacir Klein (diretor financeiro do BRDE), João Luiz Agner Regiani (diretor de operações do BRDE), Michel Miraillet (Embaixador da França) e Neuto de Conto (vice-presidente do BRDE).

Carolina Hickmann, do Jornal do Comércio de Porto Alegre

Um contrato de crédito no valor de € 50 milhões para financiar projetos de impacto positivo sobre o meio ambiente e o clima foi firmado entre o BRDE e a Agência Francesa de Desenvolvimento (AFD), nesta quinta-feira, no Palácio Piratini.

Através da medida, os dois bancos de desenvolvimento empenham-se para mobilizar financiamentos com o intuito de combate às mudanças climáticas, especialmente aos ligados ao programa BRDE PCS (Produção e Consumo Sustentáveis).

Na ocasião, o embaixador francês, Michel Miraillet, lembrou que o destino dessa verba é de interesse mútuo dos dois países, segundo acordo firmado na Conferência das Nações Unidas sobre as Mudanças Climáticas (COP-21), em 2015. Os dois bancos de fomento identificarão projetos de grande potencial de impacto e as condições de financiamento adaptadas ao contexto do País. Continue lendo

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BRDE e AFD assinam hoje contrato de 50 milhões de euros

O Banco Regional de Desenvolvimento do Extremo Sul (BRDE) e a Agence Française de Développement (Agência Francesa de Desenvolvimento) – AFD assinam, nesta quinta-feira (1°/3), contrato de crédito no valor de € 50 milhões para financiar projetos de impacto positivo sobre o meio ambiente e o clima.

O evento ocorrerá às 17 horas, no Palácio Piratini, em Porto Alegre, com a presença do governador do Rio Grande do Sul, José Ivo Sartori, do embaixador da França, Michel Miraillet, e diretores das duas instituições.

Da diretoria do BRDE, estarão presentes o diretor-presidente em exercício Neuto Fausto De Conto; o diretor financeiro Odacir Klein; o diretor de Planejamento Luiz Corrêa Noronha, que liderou as negociações com a AFD em todas as suas etapas; e o diretor de Operações João Luiz Regiani. A AFD será representada por seu diretor para o Brasil e Argentina, Philippe Orliange, e pelo executivo responsável pela área de projetos, Baptiste Charzat.

Força para o PROGRAMA BRDE PCS

A parceria BRDE-AFD apoiará o Programa BRDE PCS – Produção e Consumo Sustentáveis, que abrange cinco eixos prioritários: energias limpas e renováveis; gestão de resíduos e reciclagem; uso racional e eficiente da água; agronegócio sustentável e cidades sustentáveis. Nos próximos três anos, o BRDE e a AFD identificarão projetos de grande potencial de impacto e as condições de financiamento adaptadas ao contexto brasileiro.

Cooperação técnica

Os dois bancos desenvolverão, juntos, uma cooperação técnica centrada no monitoramento dos impactos dos projetos financiados, na consolidação da política social e ambiental do BRDE e no apoio ao desenvolvimento de seu portfólio de projetos verdes. Esse programa de cooperação será apoiado por um montante adicional de até € 800 mil, pelo Fundo de Expertise e Intercâmbio de Experiências (FEXTE) da AFD (recurso não reembolsável)(Ascom/BRDE)

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BNDES adia devolução de 30 bi ao Tesouro

O presidente do Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social (BNDES), Paulo Rabello de Castro, retirou da pauta da reunião da diretoria do banco, realizada na segunda-feira, a discussão sobre o início da devolução de mais um lote de recursos que deve ao Tesouro. (Valor Econômico)

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Crescimento econômico abrange grande parte dos setores

A indústria brasileira – que em 2017 voltou a crescer depois de três anos de queda – está vendo a recuperação se disseminar. O crescimento da produção industrial, no ano passado, foi além do setor automotivo, principal responsável pela retomada da indústria. Segundo estudo do Instituto de Estudos para o Desenvolvimento Industrial (Iedi), com base em dados do IBGE, 58 dos 93 segmentos – 62% do total – apresentaram resultados positivos.

O movimento foi maior no quarto trimestre, quando 66 ramos avançaram em ritmo superior ao registrado no mesmo período de 2016. A disseminação do crescimento tem relação com o encadeamento entre setores, alavancado especialmente pelo setor automotivo (com informações do Estadão).

Veja mais.

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Rio de Janeiro na guilhotina

Em um começo de ano marcado por graves problemas na área da segurança pública e temporais que causaram quatro mortes, que evidenciam os efeitos da falta de investimentos nessas áreas, o Estado do Rio ainda terá que enfrentar um contingenciamento de R$ 9,81 bilhões em despesas. Isso ocorre em face do déficit orçamentário de aproximadamente R$ 10 bilhões previsto para este ano. (Valor Econômico).

** Nota – E ainda tem gente no Paraná que tem o disparate de criticar os cuidados que o governador Beto Richa vem tomando para manter as contas do estado em ordem. Ainda bem que não estamos no Rio de Janeiro.

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