Economia



BNDES prepara ‘maior planejamento estratégico da história do banco’, diz novo diretor

Carlos da Costa (esquerda), diretor de Planejamento e Pesquisa e Carlos Thadeu de Freitas, das áreas de crédito, financeira e internacional (Foto: Daniel Silveira/G1)

O Banco Nacional de Desenvolvimento Social (BNDES) prepara um novo plano estratégico e, para isso, contará com a atuação de consultores externos com experiência internacional. O anúncio foi feito nesta sexta-feira (11) durante coletiva de imprensa para apresentação de dois novos diretores do banco.

Segundo Carlos da Costa, que assumiu a diretoria de Planejamento e Pesquisa do banco, trata-se do “maior planejamento estratégico da história” do BNDES. O plano contará com metas de médio e longo prazo – a primeira até 2023 e a segunda até 2030.
“Estamos fazendo uma rediscussão profunda do que deve ser um Continue lendo

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Atacarejo cresce em meio a crise

Com consumidores cortando gastos, atacarejo foi o setor varejista que mais cresceu no ano, diz pesquisa

Dados fazem parte de uma pesquisa feita pelo CIP e Serasa; na ponta negativa, o segmento de materiais de construção teve o pior desempenho.


O atacarejo foi o segmento do varejo que mais cresceu em 2016, seguido pelo setor de ótica e pelas farmácias. Os dados fazem parte de uma pesquisa feito pelo Centro de Inteligência Padrão (CIP) em parceira com o Serasa com as 350 maiores empresas do setor.

Enquanto isso, os segmentos de materiais de construção, vestuário e lojas de departamento tiveram os piores desempenhos – sendo que o primeiro foi o único que teve queda nas receitas.

Veja no gráfico abaixo o desempenho por setor:

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Crédito às empresas dá sinais de retomada

O mercado de crédito deu um primeiro sinal de reação no fim do primeiro semestre de 2017, depois de meses de firme contração. Os dados de junho, compilados pelo Banco Central (BC), apontaram aumento no estoque de empréstimos e financiamentos, firme crescimento nas concessões e queda nas taxas de juros e na inadimplência. “Esperamos um segundo semestre melhor que o primeiro e tivemos, em junho, uma informação favorável”, diz o chefe adjunto do Departamento Econômico do Banco Central (BC), Fernando Rocha.

No ano e em 12 meses, no entanto, a situação ainda é de retração do mercado, de 0,9% e 1,6%, respectivamente, e mesmo para atingir a magra projeção de crescimento nominal de 1% feita pelo Banco Central (BC), uma expressiva melhora será necessária. Dificilmente o mercado terá crescimento real, ou seja, acima da inflação em 2017, completando o terceiro ano de retração.


O destaque no mês ficou no crédito à pessoa jurídica, que apresentou a primeira variação positiva desde janeiro de 2016, um alta de 0,3% sobre maio, e um salto de 14,6% nas concessões (fonte: Valor).

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Falando na CBN de Maringá

Hoje fui entrevistado pelo Professor Gilson Aguiar na RADIO CBN DE MARINGÁ (95,5 FM).

Foi uma entrevista reflexiva sobre o momento econômico atual do país e do Paraná em que abordamos, dentre outros aspectos, sobre a vontade da classe empreendedora do Brasil de descolar a economia da área política, bem como sobre as políticas públicas realizadas no Paraná pelo governador Beto Richa utilizando-se do BRDE como ferramenta de desenvolvimento para o estado.

Acessem o link da entrevista aqui.

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A ‘herança maldita’ e a sua origem


Depois de exercer o poder por 13 anos à fio Lula e Dilma, leia-se PT e partidos representantes da esquerda anacrônica do país (PSOL, PCdoB, etc), deixaram verdadeira ‘herança maldita‘ à nação, que está a produzir e ainda produzirá maiores resultados doloridos para os brasileiros, em forma de ajustes duros nas contas publicas, aumentos de tributos e cortes no orçamento público que se traduzirão na diminuição de serviços públicos essenciais à população.

No transcorrer destes 13 anos, o PT e Lula criaram políticas milagrosas e populistas para a população pobre com o fim de estabelecer um projeto de longevidade no poder e, assim, poderem acessar os cofres públicos por muito e muito tempo em conluio com comparsas de diversas matizes políticas.

Para isso, o PT liderado por Lula criou um ambiente econômico artificial se utilizando do Banco Central e do sistema financeiro nacional, manipulando a meta de inflação, concedendo crédito fácil e irresponsável às classes “C” e “D”, influenciando no aumento do consumo desregrado e no endividamento de mais de 65% da população, enfim, gerando bolhas imobiliárias, financeiras e de consumo que não tinham outro destino a não ser mais cedo ou tarde explodirem, como de fato aconteceu logo após a reeleição de Dilma em 2014.

Neste contexto de utilização do sistema financeiro para o seu projeto de poder, Lula se utilizou em excesso do BNDES, concedendo financiamentos suspeitos à ditaduras alinhadas ao Foro de São Paulo (ordem comunista e que reúne o que há de pior na política latinoamericana) que hoje se sabe,  por meio da “abençoada” Lava Jato, terem irrigado o caixa de campanha do PT e de partidos alinhados e cooptados, bem como irrigando o bolso de diversos de seus líderes, e ainda concedendo – por meio do BNDES – financiamentos bilionários a empresários dispostos a pagarem propina como contrapartida pelos “benefícios” financeiros recebidos.

Na verdade Lula e o PT promoveram o maior processo de manipulação financeira de massa e de cooptação corruptiva que se tem notícia mundialmente.

Tão logo Dilma se reelegeu a mentira petista já não tinha mais como ser escondida e, assim, vieram à tona sucessivas notícias de rombos bilionários nas contas públicas, até então sonegados para não causar prejuízos eleitorais ao PT na disputa presidencial, bem como a população tomou conhecimento do artifício contábil utilizado no período eleitoral presidencial pelo PT para dar ares de equilíbrio às já desequilibradas contas federais, qual seja: as denominadas ‘pedaladas fiscais’ que consistiam na tomada, pela União, de recursos junto a bancos públicos para maquiar as contas públicas dando a impressão de saúde financeira a estas e, desse modo, ficar encoberto, no período eleitoral presidencial, os ‘deficits’ bilionários então já existentes.

Depois veio o ‘impeachment’ e o governo Temer, também herdado de acordos políticos e de projeto de poder pactuados entre o PT e o PMDB, cujo governo atualmente se encontra cambaleante em virtude da vinda ao conhecimento público das relações perigosas e nada republicanas de Temer com a JBS.

Do breve histórico acima reelembrado se torna evidente concluir o que agora Lula e o seu exército de zumbis mentais fazem questão de esconder: que as consequências políticas, sociais, pelos desequilíbrios das contas públicas, restrição aos serviços públicos e pela elevação de tributos anunciada nesta semana e que ainda estão por vir, nada mais são do que a ‘herança maldita‘ deixada pelo PT depois de 13 anos de poder.

A cantilena dos petistas sobre a obtenção de conquistas sociais com Lula no poder não consegue esconder, para quem tem memória e olhos pra enxergar, os fins corruptivos e de manutenção do poder para os quais estas “causas sociais” foram utilizadas e, especialmente, que os efeitos danosos hoje sofridos pela população em forma de desemprego, aumento de tributos, corte de serviços públicos, redução de programas sociais, dentre outros, são ‘heranças malditas’ deixadas por Lula e Dilma depois de 13 anots de má versação do dinheiro e interesse público.

Quem defende a volta de Lula tem memória muito curta (mais curta do que coice de porco) ou é mal intencionado.

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Reforma tributária “em brevíssimo tempo”?

Com a reforma trabalhista sancionada na semana passada, o presidente Michel Temer prometeu uma reforma tributária em “brevíssimo tempo”, apesar de ter dito que a enviaria há três meses ao Congresso. Em vídeo, o peemedebista disse apenas que os últimos dias foram “desafiadores”, mas com resultados “excelentes”. Na semana passada, a Comissão de Constituição e Justiça (CCJ) votou contra a denúncia por corrupção passiva contra Temer. (O Globo)

**Nota do blog – A reforma trabalhista, da economia e do sistema tributário e político do país são pilares para a sustentação e reingresso do país de modo competitivo no cenário do mercado internacional. As reformas não podem parar. Oremos muito, pois somente assim, com desenvolvimento econômico, é que será possível a geração de emprego, renda e, portanto, verdadeira e sustentável inclusão social no país. 

 

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Brasil, campeão em isolamento comercial internacional

Comércio internacional: Brasil é o 69° país mais aberto do mundo, entre 75 pesquisados (foto/Thinkstock)

Além de toda a insegurança política, o Brasil continua a jogar contra seus empresários quando o assunto é abertura comercial

No discurso que fez quando assumiu a presidência, Michel Temer disse que uma de suas prioridades era “estabelecer bases sólidas” para que a política externa voltasse a representar “os valores e interesses permanentes no nosso país”. “A recuperação do prestígio do país e da confiança em seu futuro serão tarefas iniciais e decisivas para o fortalecimento da inserção internacional da nossa economia”, disse.

Mais de um ano depois – e com o presidente quase fora do poder – o país andou milímetros na “inserção internacional da nossa economia”. Além de toda a insegurança trazida por sucessivas crises políticas, o Brasil continua a jogar contra seus empresários quando o assunto é abertura comercial.

De acordo com o Open Market Index, o ranking da abertura de mercado da Câmara de Comércio Internacional (ICC, na sigla em inglês), publicado na última semana, o Brasil é o 69° país mais aberto do mundo, entre 75 pesquisados.

No ranking, está pior do que a Argentina, que fica em 68ª com todos os problemas conhecidos, Quênia, Uganda, China e Índia e ocupa a última posição entre os países-membro do G20 – o grupo de 19 maiores economias do mundo mais a União Europeia. Nas seis posições que ficam abaixo do Brasil estão Bangladesh, Nigéria, Paquistão, Etiópia, Sudão e Venezuela, em último.

“O Brasil perdeu uma janela de oportunidade, que aconteceu antes da Continue lendo

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Contra tudo e contra todos …

O Brasil empreendedor e dos trabalhadores não quer esperar decisões políticas, na maioria das vezes tardias, para vencer a crise e voltar a crescer.

Os últimos números da economia mostram que mesmo “contra tudo e contra todos” (os políticos) o Brasil empreendedor vem transmitindo a mensagem de que ele, por si, fará as mudanças necessárias para retormarmos o crescimento.

É um grande tapa de luvas no rosto da classe que, ao invés de ajudar, atrapalha o país, dado por aqueles que não querem mais depender de posições partidárias ou do sindicalismo para mudar as suas vidas cotidianas.

Que assim seja, parafraseando John Kennedy: “não pergunte o que o País pode fazer por você, mas, sim, o que você pode fazer pelo seu País”.

Talvez este seja um legado extremamente relevante que os últimos anos de caos e frustrações políticas, acusados por aqueles que prometeram lutar pelos pobres, mas faltaram com a verdade e os traíram, deixarão para as futuras gerações: a convicção de que o povo, com seu suor, empreendedorismo e trabalho, é quem deve construir a sua nação. (BRDE).

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O PT quebrou o Brasil. O preço quem paga?

O PT quebrou o Brasil e o preço quem paga somos todos nós.

O Estadão aposta que Michel Temer ainda pode recolher os cacos.

Leia um trecho de seu editorial:

“O governo terá de podar R$ 300 bilhões das despesas obrigatórias, até 2030, para evitar o rompimento do limite de gastos, mesmo com a aprovação da reforma da Previdência. Esse é o cenário central de um novo relatório da IFI, órgão de assessoria do Senado. No melhor cenário será preciso um corte de R$ 100 bilhões. No pior, de R$ 500 bilhões.

A mensagem é tão clara quanto inquietante: a aprovação de um projeto razoável de mudança previdenciária será insuficiente para garantir a eficácia do teto de gastos criado em 2016 por emenda à Constituição. Especialistas poderão discutir detalhes e pressupostos desses cálculos, mas nenhuma pessoa responsável e razoavelmente informada poderá menosprezar o alerta lançado por uma equipe respeitada.

O conserto das finanças públicas, devastadas pela mistura de incompetência e irresponsabilidade na gestão petista, ainda vai tomar muito tempo e será mais complicado, provavelmente, do que hoje supõe a maior parte das pessoas. Além disso, hoje o desafio é maior do que há pouco tempo.

Enquanto a crise política se prolonga, aumenta a insegurança quanto ao desempenho da economia, decisões são adiadas, tempo é desperdiçado e cresce o risco de entraves ao programa de arrumação das contas governamentais. Conflitos em Brasília podem até paralisar ações importantes para a recuperação do País, mas nenhuma palavra mágica imobilizará o relógio e imporá uma pausa às necessidades do País (…).

Pode-se esquecer esses problemas enquanto se cuida de interesses partidários. Mas os problemas continuarão existindo e, quanto mais negligenciados, tanto mais graves se tornarão. Pior para o País.” (O Antagonista)

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Paraná: maior crescimento no setor de serviços do País

Governador Beto Richa recebendo o prêmio concedido pelo `The Economist` que elegeu o Paraná como o 2º estado mais atrativo para investimentos no País

O setor de serviços do Paraná registrou crescimento de 2,4% em abril desse ano em relação a março, já com ajuste sazonal, mostra a Pesquisa Mensal de Serviços (PMS) divulgada nesta quarta-feira (14) pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE).

Foi o melhor resultado do País, à frente do Rio Grande do Sul (2,2%), e São Paulo (2%). O crescimento dos serviços do Paraná em abril foi mais que o dobro do registrado pelo Brasil, de 1%, na mesma base de comparação.

No acumulado de janeiro a abril, o volume de serviços no Paraná cresceu 1,5% em relação ao primeiro quadrimestre de 2016, enquanto em todo o Brasil houve queda de 4,9% na mesma comparação. (AEN)

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**NOTA DO BLOG – Estes números, neste momento de crise econômica nacional, comprovam o que venho afirmando com base na análise da economia do nosso estado: a economia do estado do Paraná vai melhor do que a de outros em razão do ajuste fiscal realizado pelo governador Beto Richa, dos estímulos a investimentos que este vem realizando e da ótima qualidade de gestão da equipe de governo, inclusive reconhecido por organismos nacionais e internacionais especializados em economia e gestão pública, o que tem oportunizado maior segurança da classe empreendedora em investir no estado e vem resultando em maior reação na retomada econômica do Paraná em meio a crise econômica nacional.

Mais prova disso?

Em setembro/2016 o Paraná recebeu o prêmio `Destaque Internacional de Competitividade dos Estados`, concedido pelo grupo britânico `The Economist`, como segundo colocado no ranking nacional de competitividade dos estados em relação à atração de investimentos, ficando somente atrás de São Paulo.

Instrumentos de governo para o desenvolvimento econômico do estado, como a FOMENTO PARANÁ e o BANCO REGIONAL DE DESENVOLVIMENTO DO EXTREMO SUL (BRDE), instituições estaduais que se ocupam de investimentos visando estimular a nossa economia local também têm se constituído em grandes aliados para que a retomada econômica no Paraná e na região Sul do País se dê de modo mais rápido e amplo.

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