Economia



Recursos internacionais para financiamentos no Paraná

Entrevista concedida à rádio CBN de Maringá neste sábado (14/10) pelo Diretor de Operações do Banco Regional de Desenvolvimento do Extremo Sul (BRDE), João Luiz Agner Regiani, na qual foram abordados diversos assuntos relativos ao banco, tais como: captações de recursos internacionais, parceria financeira com a Agência Francesa de Desenvolvimento (AFD), desempenho do banco, economia do Paraná e da região Sul, dentre outros temas correlatos.

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Investimentos e desenvolvimento econômico

Entrevista que concedi no dia 29/09 (sexta) como Diretor de Operações do Banco Regional de Desenvolvimento do Extremo Sul (BRDE) ao jornalista Luiz Ribeiro para o programa ECONOMIA EM DEBATE, da TV Sinal (Assembléia Legislativa do Paraná), e na qual  foram abordados os seguintes temas importantes e técnicos: 1) – tratamento tributário diferenciado às instituições de desenvolvimento, 2) – criação de fundos de investimentos para o fomento econômico, 3) – fundo de desenvolvimento para a região Sul (FDS), e, 4) – captação de recursos internacionais para diversificação de `founding` e investimentos na região Sul do Brasil.

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Na TV Sinal

Nesta manhã estive na TV Sinal, da Assembléia Legislativa do Paraná, para ser entrevistado por Luiz Ribeiro no programa Economia em Debate, a fim de falarmos sobre o modelo do sistema de fomento econômico existente no Brasil, tratamento tributário dado pela União às instituições de fomento/desenvolvimento do país e sobre a necessidade da criação de fundos financeiros de investimento visando ampliar a atuação do BRDE na região Sul do Brasil.

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Comunidade escolar comemora investimentos recebidos

As escolas da rede estadual de ensino do Paraná passam este ano por uma transformação. Reformas em salas de aula, quadras esportivas, banheiros, serviços de pintura, reparos nas redes elétrica e hidráulica, calçamento, troca de telhados e forros, entre outros serviços. As melhorias são executadas com recursos do Escola 1000, programa do Governo do Estado que investe R$ 100 milhões em mil escolas – cada uma recebeu R$ 100 mil para intervenções definidas por diretores, professores, funcionários, alunos e pais.


O Instituto Paranaense de Desenvolvimento Educacional (Fundepar), já autorizou projetos enviados por 368 unidades atendidas pelo Escola 1000. As obras começaram em 170 escolas e 78 terão os contratos e ordens de serviço assinados ainda nesta semana em diferentes regiões do Estado. Nas demais 120 escolas, outras etapas estão na fase final – como a avaliação técnica das prioridades definidas pela comunidade escolar e análise de documentos – e serão as próximas a terem as reformas liberadas.


Os trabalhos começaram em todo o Paraná no início deste ano e parte já foi concluída. “Nas escolas que estão com obras já é possível Continue lendo

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BRDE firma com a AFD intenção de captar 50 milhões de euros

Evento realizado hoje na sede do BRDE em Curitiba reuniu diversas autoridades e a imprensa do estado

A Agência Francesa de Desenvolvimento (AFD) e o Banco Regional de Desenvolvimento do Extremo Sul (BRDE) assinaram nesta quinta-feira (14), em Curitiba, memorando de entendimentos, cumprindo uma das etapas do acordo de cooperação financeira entre as duas instituições. O BRDE está captando 50 milhões de euros na AFD, que serão investidos em projetos voltados à produção e consumo sustentáveis.

O diretor do BRDE João Luiz Agner Regiani assinou o Memorando de Intenções com a AFD representando a área operacional do banco

A assinatura foi na Agência Paraná, com a presença do diretor-geral da Agência, Rémy Rioux; do presidente do BRDE, Odacir Klein; do vice-presidente e diretor-administrativo do Banco, Orlando Pessuti; dos diretores João Luiz Agner Regiani, Luiz Corrêa Noronha e Renato de Mello Vianna. Participaram também os conselheiros do Banco, Ogier Buchi e Valmor Weiss; o secretário do Codesul, Antonio Carlos Bettega; secretários estaduais e representantes do setor produtivo do Estado.

O diretor Regiani do BRDE com Remi Rioux, presidente da AFD na Aliança Francesa de Curitiba após o evento de assinatura do memorando

Rémy Rioux disse ser uma honra para a Agência Francesa de Desenvolvimento ser a primeira instituição internacional a fechar uma parceria com o BRDE e destacou a importância econômica da Região Sul nas relações da França com o Brasil.

O diretor anunciou que até o final do ano será assinada a liberação dos 50 milhões de euros ao BRDE. “Nesta relação, a Agência também poderá conduzir o BRDE aos fundos europeus de desenvolvimento, especialmente os fundos verdes”, acrescentou.

“Estou convencido de que só com a colaboração entre os bancos de desenvolvimento seremos capazes de enfrentar grandes desafios mundiais, como a questão das mudanças climáticas”, destacou Rioux. Ele veio ao Brasil para comemorar os 10 anos de atuação da AFD no país. “Além da comemoração, vamos também fazer uma reflexão sobre a atuação da Agência nos próximos 10 anos”.

“Esse momento poderia ser apenas para assinatura de um memorando. Mas estamos assinando um memorando com intenções e consequências, lembrando que teremos até o fim do ano a liberação do financiamento solicitado”, destacou o presidente do BRDE, Odacir Klein. “Damos início a uma longa e proveitosa relação com a AFD, instituição que reconhece a importância do BRDE”, acrescentou.

O diretor de Planejamento do BRDE, Luiz Corrêa Noronha, destacou a importância dos valores captados na AFD, que serão destinados a projetos sustentáveis. “São cinco grandes eixos de investimentos: água, agronegócio sustentável, tratamento de dejetos, cidades-sustentáveis e energias renováveis”, anunciou o diretor. “Hoje o BRDE trabalha com a visão do desenvolvimento com sustentabilidade”, afirmou Odacir Klein.

“Com os valores captados na Agência, o BRDE dá um importante passo para ampliar suas fontes de recursos, garantindo novos investimentos nos setores produtivos do Paraná, Santa Catarina e Rio Grande do Sul”, disse o diretor de Operações do BRDE, João Luiz Regiani.

A contratação definitiva  com a AFD – em breve – viabilizará ao BRDE ampliar financiamentos de projetos de Produção e Consumo Sustentáveis (PCS)

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BRDE e governo do Paraná apostam no desenvolvimento regional

No último dia 06 (quarta-feira passada) foi apresentado ao governador Beto Richa, no Palácio do Iguaçú, pela diretoria da Jaguafrangos, o projeto de implantação/construção de nova unidade da empresa para abate e processamento de aves em Ivaiporã, região do Vale do Ivaí. Um projeto que após implantado gerará mais de 3.000 empregos diretos e indiretos e oportunizará a criação de aproximadamente 150 criatórios interligados em um raio de abrangência de aproximadamente 100 kilômetros, numa das regiões consideradas de Índice de Desenvolvimento Humano (IDH) “depressivo” (abaixo da média) no estado do Paraná.

Os diretores do Banco Regional de Desenvolvimento do Extremo Sul (BRDE) João Luiz Agner Regiani e Orlando Pessuti, gerentes e assessores do BRDE acompanharam a apresentação e colocaram a instituição financeira à disposição do governo do estado para realizar estudos e análises técnicas visando liderar a estruturação financeira de linha para o financiamento e viabilização do novo empreendimento.

O novo frigorífico em Ivaiporã terá capacidade, ao final da implantação da unidade, para processar 420 mil aves por dia, gerar 3 mil empregos e faturar R$ 1,8 milhão anualmente. O BRDE deverá participar da implantação das duas primeiras fases do projeto, um investimento total de R$ 145 milhões. O investimento deverá contar também com recursos repassados pela Fomento Paraná e BNDES.

“Vamos somar esforços para garantir a viabilidade desse importante projeto para Ivaiporã, que vai mudar a realidade não só do município, mas de toda a região, que precisa de novas indústrias e novos postos de trabalho, ainda mais nesse momento de crise nacional”, disse o governador. “Daremos toda atenção para fomentar o empreendimento”, afirmou o governador Beto Richa.

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“Estamos aqui para levar adiante esse projeto de desenvolvimento perene da região do Vale do Ivaí”, afirmou o diretor de operações do BRDE, João Regiani. “Hoje, os financiamentos a produtores associados da Jaguafrangos no BRDE somam R$ 38 milhões, investimento que movimenta a economia regional, gerando empregos, renda e receita aos municípios”, acrescentou Regiani.

O diretor Regiani fez ainda referência sobre a importância do financiamento público de empreendimentos de abrangência regional em regiões economicamente “depressivas” pelo Sistema Parananense de Fomento (SPE) – composto pelo BRDE e Fomento Paraná -, criado no ano de 2015 por iniciativa do governador Beto Richa, como meio para o desenvolvimento econômico e social duradouro destas regiões.

O vice-presidente e diretor administrativo do banco, Orlando Pessuti, fez um relato histórico da luta dos municípios do Vale do Ivaí para consolidar a avicultura de corte na região. “Esse projeto grandioso da Jaguafrangos implanta definitivamente a avicultura na região”, afirmou Pessuti. “E o BRDE está à disposição para liderar a operação que viabilizará o frigorífico e mudará o perfil econômico da região central do nosso Estado”, arrematou Pessuti.

Projetos que visam o desenvolvimento econômico e regional do estado são as melhores “apostas” para este momento de crise econômica nacional persistente, e neste sentido o Sistema Paranaese de Fomento (BRDE e Fomento Paraná) se constitui como excelente ferramenta para viabilizá-los financeiramente, gerando melhor ambiente econômico no estado e mais emprego e renda à população paranaense e de toda a região Sul do país.

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BNDES: risco para o fomento econômico em 2018

A devolução antecipada de cerca de R$ 100 bilhões dos empréstimos de longo prazo feito pelo Tesouro Nacional entre 2009 e 2014 ameaça o crescimento dos desembolsos do Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social (BNDES) em 2018. Segundo o diretor da Área Financeira e Internacional, Carlos Thadeu de Freitas Gomes, com os sinais de crescimento maior que o esperado, pode haver alta na demanda por empréstimos, mas o fluxo de caixa do banco de fomento não comportaria uma alta nos desembolsos junto da devolução bilionária.

Como revelou à Agência Estado, a equipe econômica pedirá cerca de R$ 100 bilhões ao BNDES. Freitas confirmou que o banco negocia a devolução, mas os valores não estão definidos, como o ministro da Fazenda, Henrique Meirelles disse na quarta-feira. A definição do montante dependerá da análise do fluxo de caixa do BNDES. “Temos de sentar com o Tesouro e ver como eu posso atender ao desejo de abater a dívida bruta e, ao mesmo tempo, ter condições de emprestar para o País continuar crescendo”, afirmou Freitas.

A equação envolve, de um lado, a expectativa de que a recuperação econômica seja acompanhada de mais pedidos de financiamento. Ano passado, o BNDES liberou R$ 88,257 bilhões para empréstimos já aprovados, menor nível anual desde 2001, em valores atualizados pela inflação. No acumulado de janeiro a julho, os desembolsos somaram R$ 40,372 bilhões, queda real de 20% na comparação com igual período de 2016.

“O investimento está muito fraco ainda, mas há o chamado efeito mola. Quando começar a melhorar de novo, o investimento vai superar fortemente o consumo das famílias”, disse Freitas, completando que, atualmente, só o BNDES oferece crédito de longo prazo: “Com a economia voltando a crescer, vai ter uma demanda maior pelo longo e o banco vai ter de atender”.

De outro lado, o funding do BNDES está pressionado pelos déficits do Fundo de Amparo ao Trabalhador (FAT), fonte constitucional do banco, e pela decisão do governo de liberar saques das contas antigas do PIS/Pasep (Isto É Dinheiro).

BRDE

O Banco Regional de Desenvolvimento do Extremo Sul (BRDE) é o maior repassador das linhas de financiamento do BNDES na região Sul do País. Eventual desidratação financeira do banco de fomento nacional poderá afetar a atuação do BRDE na região.

Há a urgente necessidade de que os governados dos estado Sul (PR, SC e RS) e as bancadas políticas federais (Deputados Federais e Senadores) se mobilizem conjuntamente a fim de se evitar a afetação operacional do BNDES com as sucessivas e bilionárias retiradas/retomadas de valores da instituição pela União, o que se continuar ocorrendo do modo prenunciado trará prejuízos significativos ao fomento econômico de todas as regiões do país, e especialmente da região Sul.

 

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Pequenas e médias

Uma economia que ensaia reação após um biênio de recessão, os primeiros sinais de estabilização nas estatísticas de desemprego e um cenário de juros e inflação em queda que trazem fôlego ao consumo e impactam positivamente nas vendas da indústria e do comércio.

Ainda que em ritmo aquém do esperado, a melhora do ambiente econômico refletiu no interesse maior das pequenas e médias empresas por crédito. Mesmo que as carteiras do segmento tenham encolhido no primeiro semestre, os principais bancos do país já notam uma retomada dos desembolsos de linhas como capital de giro e antecipação de recebíveis (Valor Econômico).

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Consumo puxa PIB

O aumento do consumo das famílias brasileiras depois de 2 (dois) anos de retração elevaram o PIB (Produto Interno Bruto) nacional em 0,2% no segundo trimestre deste ano.

A diminuição dos juros e da inflação vem contribuindo para a tênue reação da economia nacional.

Oremos para que “novidades” políticas negativas não voltem a abalar o cenário econômico, afinal a classe empreendedora e trabalhadora do país, que são os que mais querem o bem da nação, não merecem tudo o que tem acontecido no país.

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Inadimplência das grandes

Historicamente com risco muito baixo, o crédito às grandes empresas virou uma dor de cabeça para os bancos desde o agravamento da crise. O índice de inadimplência no segmento, que era de apenas 0,38% no fim de 2014, quase triplicou e encerrou o ano passado em 1,09%, de acordo com dados do Banco Central. Incluindo as dívidas que tiveram de passar por algum tipo de reestruturação, o índice sobe para 1,53%.

Como o risco de calote antes da crise era baixo, os empréstimos concedidos antes da crise também contavam com margens menores. “O retorno obtido com a carteira de grandes empresas, que já era apertado, foi corroído com a alta da inadimplência”, diz uma fonte.

O problema pode ser medido pelo número de pedidos de recuperação judicial, que atingiu quase 4 mil desde 2015, de acordo com dados da Serasa Experian. Desse total, 16% vieram de companhias de maior porte. Entre elas, gigantes como a operadora de telefonia Oi e a incorporadora imobiliária PDG Realty. (Valor Econômico)

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