Endividamento



Inadimplência das grandes

Historicamente com risco muito baixo, o crédito às grandes empresas virou uma dor de cabeça para os bancos desde o agravamento da crise. O índice de inadimplência no segmento, que era de apenas 0,38% no fim de 2014, quase triplicou e encerrou o ano passado em 1,09%, de acordo com dados do Banco Central. Incluindo as dívidas que tiveram de passar por algum tipo de reestruturação, o índice sobe para 1,53%.

Como o risco de calote antes da crise era baixo, os empréstimos concedidos antes da crise também contavam com margens menores. “O retorno obtido com a carteira de grandes empresas, que já era apertado, foi corroído com a alta da inadimplência”, diz uma fonte.

O problema pode ser medido pelo número de pedidos de recuperação judicial, que atingiu quase 4 mil desde 2015, de acordo com dados da Serasa Experian. Desse total, 16% vieram de companhias de maior porte. Entre elas, gigantes como a operadora de telefonia Oi e a incorporadora imobiliária PDG Realty. (Valor Econômico)

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Cheque especial de 300% endivida ainda mais o consumidor

Vejam o absurdo com que nos deparamos neste momento de crise econômica resultante do desgoverno federal.

O cheque especial bateu na casa de 300% ao ano (!!!) dificultando o acesso saudável do consumidor-correntista bancário ao crédito.

Assim, em outras palavras, a política estabelecida pelo desgoverno federal, sob a batuta do Banco Central, está a determinar que os consumidores, endividados em virtude da política econômica maléfica criada pelo governo federal, a qual consistiu em fazer estes crerem – falsamente – se encontrarem em situação de ascenssão social mediante obtenção de crédito fácil endividador, sejam agora submetidos a escorchantes e descabidos juros anuais de 300%, como modo de lhes impedir acesso a meios financeiros para, ao menos, amenizar os impactos danosos que referido endividamento está a causar às suas finanças domésticas.

Indisfarçavelmente, o mesmo governo federal que promoveu políticas econômicas que endividaram excessivamente os consumidores, agora está, literalmente, a lhes “amar as mãos”, de modo a criar “barreira financeira” que lhes impede acessar os meios necessários para amenizar as suas falências econômicas, ocasionadas pelo próprio governo federal.

Quem sai ganhando com esta situação são somente os bancos (que nunca ganharam tanto “na história deste país” como na era PT). Ou seja, os bancos ganharam na época das “vacas gordas”, efetuando frenéticos empréstimos bancários aos consumidores-correntistas e ganharam muitíssissississimo (!!), e estarão ganhando ainda mais, agora, com a miséria financeira dos consumidores. Os bancos são mais ou menos como as funerárias que sempre ganham quando alguém morre.

Uma vergonha nacional deslavada.

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Pitaco da semana: inadimplência e planejamento financeiro

Radar do ConsumidorNo mês de março se constatou a marca histórica de 60 milhões de brasileiros em situação de inadimplência, com R$ 256 bilhões de dívidas em atraso.

É uma marca assustadora do endividamento do brasileiro.

Significa que 41% da população com mais de 18 anos não vem conseguindo pagar as suas contas em dia. Disto resulta no acréscimo de juros e multas nas dívidas, bem como em inclusão do nome do consumidor em cadastros restritivos de crédito (p.ex: SCPC, Serasa, etc).

DICA

Portanto, o consumidor brasileiro, diante da conjuntura atual de crise econômica, deve tomar cuidado redobrado com o  planejamento dos seus gastos domésticos, evitando compras por impulso e desnecessárias. Mesmo o consumo de itens necessários deve ser objeto de maior pesquisa de preços e análise quanto a durabilidade de eventuais parcelamentos nos pagamentos.

É hora do consumidor raciocinar e planejar muito antes de assumir novos compromissos financeiros que sacrifiquem ainda mais o seu orçamento familiar.

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Porque os bancos elevam os juros

RADARCertamente todos já viram muitas reportagens ou mesmo viram nos seus extratos bancários sobre a elevação estratosférica dos juros bancários.

Somente o cartão de crédito chegou a 430% ao ano. Um verdadeiro absurdo.

Dentre outros motivos, como, por exemplo, inibir a utilização de crédito, os bancos vem elevando os juros bancários a fim de “fazer caixa” (provisões bancárias) para se resguardarem do aumento do risco de levarem calotes, uma vez que o aumento da crise amplia, muito, o nível de inadimplência.

Em outras palavras, é uma maneira de retirar do “lombo” do próprio cidadão a correia para se protegerem financeiramente da elevação do risco da inadimplência.

“Nunca na história deste país” os bancos e instituições financeiras nadaram tanto de braçada como na era PT/Lula/Dilma.

Veja mais aqui.

 

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Crédito X endividamento

Radar do Consumidor“Não há mais espaço para a adoção de políticas econômicas e de crédito irresponsáveis que se prestem a colocar os pescoços dos consumidores ainda mais na guilhotina, para, em contrapartida, dar fôlego a um governo que perdeu credibilidade e que na verdade já terminou”

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Dentre as supostas “estratégias” apresentadas pelo governo Dilma para aquecer a economia, mais uma vez é trazida à baila a disponibilização/facilitação do crédito ao consumidor, mediante a disponibilização de aproximadamente R$ 83 bilhões para tal finalidade.

É mais do mesmo que já vinha sendo feito pelo governo federal nos últimos anos e que se constituiu na razão do endividamento excessivo das famílias brasileiras, cujo endividamento atualmente bate na casa de 65% das famílias brasileiras. Um recorde sem precedentes jamais visto “na história deste país”.

O falacioso discurso de prosperidade das classes menos abastadas do país, desmentido pela verdade econômica descoberta pelos cidadãos após as últimas eleições presidenciais,  se sustentava, acima de tudo, numa linha de gestão econômica realizada pelo governo federal e que primou por uma política de oferecimento facilitado do crédito ao consumidor, fazendo com que a economia se aquecesse e crescesse artificialmente, com um “pequeno” e fatal detalhe, mediante o endividamento excessivo dos consumidores e suas famílias.

Resultado disso: criou-se então uma espécie de “bolha consumista” que, agora, se encontra exaurida, explodindo, com o maciço endividamento dos consumidores brasileiros, fazendo os níveis de inadimplência atingirem índices elevadíssimos e, via de consequência, repercutindo na inscrição dos seus nomes nos diversos cadastros restritivos ao crédito (SCPC, Serasa, etc).

Por isso, grande parte dos consumidores brasileiros se encontram excluídos do mercado de consumo, e não será lhes oferecendo mais crédito que a situação econômica se resolverá ou amenizará. A “bolha consumista” já explodiu.

Em outras e poucas palavras é possível assim resumir: não há mais espaço para o maior endividamento do consumidor brasileiro e, especialmente, não há mais espaço para a adoção – pelo governo federal – de políticas econômicas e de crédito irresponsáveis que se prestem a colocar os pescoços dos consumidores ainda mais  na guilhotina, para, em contrapartida, dar fôlego ao um governo que perdeu credibilidade e que na verdade já terminou.

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Endividamento por desconto em folha é um crime!

CONSUMIDOR PREOCUPADOVi uma notícia muito preocupante num dos telejornais nacionais da manhã de hoje.

A matéria trouxe um panorama caótico do endividamento do cidadão brasileiro, e especialmente dos idosos, ocasionado pelos empréstimos consignados (com descontos em folha de pagamento). É um verdadeiro crime o que está acontecendo nestes casos, e pior, sob os olhos e permissividade do governo federal, que é quem regula as relações financeiras no país e devia adotar políticas públicas para que estas situações fossem evitadas.

Que os bancos nunca lucraram tanto “na história deste país” nos últimos anos já não é mais segredo para ninguém, agora o que não se esperava é que o governo federal viesse a se tornar tão subserviente ao sistema financeiro a ponto de nada fazer para co-responsabilizá-lo pelos endividamentos ocasionados aos trabalhadores pelo modelo de consignação em pagamento permitido. Continue lendo

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Gasolina, gás, água e luz vão subir

ECONOMISTAS PREVEEM ANO DIFÍCIL

A previsão dos especialistas é de que 2016 será um ano economicamente muito difícil

O ano de 2015 vai ficar marcado para os brasileiros como um dos períodos recentes em que houve maior elevação de impostos e tarifas, além de reajustes de preço da gasolina, no gás, no pão, nas mensalidades escolares e de outros serviços. Com tudo isso, aliado a inflação de 10,8% e a projeção de um 2016 pessimista, segundo economistas, os paraibanos devem se preparar para continuidade do aperto financeiro.

A preparação para um 2016 de elevação de preços começou ainda em dezembro de 2015. No dia 14, os Correios elevaram em 8,89% as tarifas de entrega de cartas e telegramas, deixando as postagens das cartas comerciais e não-comerciais R$ 0,10.

O gás de cozinha deve ficar até Continue lendo

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Começando 2016 com as contas no azul

A voz uniforme entre os especialistas financeiros diz que um dos segredos para as famílias começarem o ano seguinte com as contas mais equilibradas está em não exagerar nos gastos de final de ano.

É muito comum nos finais de ano, com o recebimento do 13º salário e as festividades do Natal e reveillon, as pessoas se sentirem mais estimuladas/encorajadas a gastarem mais, até o que não podem. Este é justamente um dos motivos que levam o consumidor a começar o ano novo com as contas no vermelho.

Quer começar 2016 com as contas no azul?

Simples, pise no freio agora nos gastos e compre somente o necessário ou até um pouco menos do que isso. Você não se arrependerá depois.

O ano novo pode começar melhor ou pior financeiramente de acordo com o que você fizer agora, só depende de você.

Captou a idéia?

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Como o consumidor obter êxito ao renegociar dívidas?

RADAR-DO-CONSUMIDOR - Blog222“Feirão Limpa Nome”, “Renegociando Suas Dívidas”, “Feira de Renegociações de Dívidas”, dentre outros nomes surgem nesta época do ano como antídotos milagrosos para o consumidor endividado, todos com o objetivo de “liberá-lo” para contrair novas dívidas na época das compras natalinas.

Mas atenção consumidor, muito cuidado!

O que parece ser uma ótima oportunidade para o consumidor se ver novamente incluso no mercado de consumo, podendo retornar às compras parceladas, pode se transformar numa armadilha muito danosa às suas economias domésticas.

É que as renegociações realizadas nestes eventos e a retirada do nome do consumidor endividado dos cadastros restritivos de crédito (Serasa, SCPC, etc), em regra, geram neste a sensação de “liberdade” para assumir novas dívidas, que uma vez acumuladas com os parcelamentos renegociados (repactuados) nos eventos de renegociações de dívidas, se tornam verdadeira “bola de neve” que pode agravar ainda mais a situação de endividamento do consumidor.

É mais ou menos o mesmo efeito de tentar apagar a fogueira jogando gasolina.

O consumidor não pode cair nesta tentação, ou seja, limpar o nome nas renegociações de dívidas não devem ser interpretado pelo consumidor como “ter direito” a novos endividamentos, especialmente aqueles de médio e longo prazo, em razão de resultarem, na maioria das vezes, no agravamento da situação de endividamento do consumidor e de seu núcleo familiar.

Enfim, a “limpeza do nome” do consumidor nestes eventos de recuperação financeira, deve ser interpretada por este como uma boa oportunidade à realização de um saudável replanejamento das economias domésticas, acompanhado da não obtenção de novos créditos ou financiamentos e a readequação dos gastos gerais da família com a sua realidade econômica.

Portanto, nada de renegociar dívidas para cair no mesmo buraco logo à frente.

Fica a dica.

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