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As heranças malditas da era Lula/Dilma

Dias atrás escrevi aqui no blog sobre a dívida bilionária (62 bilhões) deixada pelo (des)governo Dilma junto ao setor elétrico do país e que agora terá que ser paga por nós, os consumidores-contribuintes (veja aqui).

Coincidentemente hoje (28) o Estadão publicou um editorial interessante (aqui), muito bom para ser lido por quem quer entender melhor como funcionava o governo populista do PT, que ainda alguns teimam em defender, cujo editorial daquele qualificado jornal confirma integralmente as análises que fiz na postagem veiculada há dias atrás aqui no blog.

No referido editorial o Estadão informa textualmente o seguinte: ““O fato de não ter sido pago naquela época imputou hoje valor considerável para o consumidor, que não teve gestão na decisão de pagar ou não”, disse Reive Barros, diretor do órgão regulador. A Aneel estima um aumento entre 1,13% e 11,45%, com um impacto médio de 7,17% na conta de luz.”

O editorial afirma também: “A cobrança da indenização na conta de luz durará pelos próximos oito anos. Até 2025 o consumidor lembrará todo mês da manobra eleitoreira de Dilma Rousseff na conta de luz.”

Ou seja, nós pobres mortais teremos que pagar até 2025 a conta pela irresponsabilidade da presidentA Dilma junto ao setor elétrico do país.

Políticas de incentivos fiscais que permitiram isenções fiscais a muitos grandes apoiadores de campanha do PT também foram “patrocinadas” com propinas para que respectivas Medidas Provisórias fossem editadas por Lula e Dilma, e também fizeram parte do aparato utilizado pelo PT para  estufar o bolso dos seus aliados e mantê-los no poder.

Mas fiquem tranquilos, pois os seguidores e defensores do anacronismo político e moral representado pelo governo petista se utilizarão, como já vêm fazendo com a maior “cara de pau”, dos efeitos retardados e nocivos das políticas populistas utilizadas por Lula e Dilma para se manterem no poder, a fim de atacarem os governos que se seguirem no poder e que a bem da verdade herdaram várias “bombas relógios” que estourarão mais adiante.

Estes “caras duras” contam com a memória curta da população, mas cabe a nós relembrarmos constantemente de onde se originaram os pepinos que ainda estão por estourar.

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Dilma faz consumidor pagar conta de R$ 62 bi

A política populista consistente em interferir nas estatais a fim de controlar preços visando colher benefícios eleitorais sempre acaba resultando em desequilíbrios futuros, tanto em relação aos preços dos serviços, que depois precisam ser repostos mandando-se a conta para o consumidor-contribuinte, como na precarização na prestação dos respectivos serviços, que são diretamente afetados pela artificialização dos preços, resultando da desestruturação de investimentos no setor manipulado.

Quem não se recorda do estardalhaço feito pela presidente Dilma ao adotar política heterodoxa no setor elétrico, a partir de 2012, anunciando reducão de preços da energia elétrica ao consumidor? Tudo feito com o escarrado objetivo de se reeleger em 2015, como de fato acabou acontecendo.

Foi uma dentre tantas outras estratégias adotadas pelo lulopetismo para se manter no poder.

No entanto, eis que agora a Agência Nacional de Energia Elétrica (ANATEL) anunciou a conta que terá que ser paga pelos consumidores-contribuintes em razão da adoção daquela política dirigista e eleitoreira levada a efeito por Dilma e seus malfeitores: R$ 62 bilhões que terão que sair dos bolsos dos consumidores, cujo valor será agora necessário para repor investimentos e ampliações de estruturas na área de energia, que tiveram que ser artificialmente bancados pelo Tesouso Nacional por conta da falta dos devidos e oportunos reajustes nas tarifas de energia ao consumidor.

Ou seja, enquanto a suposta competentA presidentA pousava de exímia gestora pública para os holofotes da nação, criava-se a conta bilionária que agora terá que ser paga por todos nós.

Num país sério este tipo de conduta resultaria em pena de prisão. Cadeia, no linguajar popular.

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Energia elétrica: bandeira vermelha em janeiro/2016

A Agência Nacional de Energia Elétrica (Aneel) relembra que a bandeira tarifária válida para este mês de janeiro de 2016 continuará sendo de cor vermelha. A bandeira vermelha implica um acréscimo de R$ 4,50 para cada 100 quilowatts-hora (kWh) de energia consumidos em todos os Estados do País, exceto Amapá e Roraima, que ainda não estão conectados ao SIN (Sistema Interligado Nacional).

O consumidor está pagando mais caro pela energia desde o início do ano passado. A bandeira vermelha representa a existência de condições mais adversas para a geração elétrica no País. Há ainda a bandeira amarela, quando a cobrança adicional é de R$ 2,50 para cada 100 quilowatts-hora (kWh) consumidos, e a verde, sem custo adicional para o consumidor. Desde janeiro, contudo, foi mantida a cor vermelha.

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Como produzir energia elétrica em casa

Você sabia que é possível gerar sua própria energia elétrica em casa, gastando muito pouco e utilizando apenas o vento com o motor propulsor da sua usina de energia? Sim, é possível. Na minha opinião uma das formas mais bonitas e poéticas de geração de energia renovável é a Energia Eólica Caseira.

Pesquisas mostraram recentemente que o potencial energético extraído dos ventos é enorme, e como se trata de uma energia onde não há resíduos, seu incentivo para que seja feita até em casa é sempre bem-vindo.

E como uma usina de energia não chega para suprir as necessidades da sua casa, que tal construir uma?gerador eólico caseiro feito com helice pvc

O projeto é americano e chama-se Chispito ou “Faísca” já  foi testado e funciona muito bem. O Chispito foi um dos projetos que incentivaram muitas pessoas e que também deram sua contribuição e mostraram que também conseguiram construí-lo.

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Consumidor deixa de pagar energia elétrica com inversor fotovoltaico

energia eletricaO eletrotécnico Alírio Macedo, instalou em sua casa na cidade de Chapadão do Sul (MS), um sistema de geração de energia elétrica que beneficia o meio ambiente e ainda zera sua conta de energia elétrica. O sistema faz a captação, geração e armazenagem de energia solar e a transforma em energia elétrica.

A energia gerada durante o dia é inserida na rede de energia, através de placas fotovoltaicas e o excedente gera um bônus, que Alírio pode consumir em até três anos. Um aparelho do sistema On-Gride (gerador de eletricidade que tem como combustível a energia solar) faz a inversão e Continue lendo

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Taxa de Iluminação: Defesa do Consumidor aprova proibição de dupla cobrança

A Comissão de Defesa do Consumidor da Câmara dos Deputados em Brasília aprovou projeto do deputado Vitor Valim que altera o Código Tributário Nacional (Lei 5.172/66) para proibir a cobrança cumulativa de taxa de iluminação pública do condomínio e do morador (PLP 125/15).

A proposta recebeu parecer favorável do deputado Aureo. Para o relator, a duplicidade de cobrança é abusiva e vai contra os princípios do Código de Defesa do Consumidor (Lei 8.078/90).

Tramitação

O projeto ainda será analisado nas comissões de Finanças e Tributação; e de Constituição e Justiça e de Cidadania, antes de seguir para votação do Plenário.

*** Esperamos que este projeto se torne lei o mais breve possível a fim de ser corrigida esta injustiça que afeta o consumidor há anos. Estaremos acompanhando e havendo novidades comunicaremos aqui no blog.

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Curitiba terá carros elétricos compartilhados

 | Aniele Nascimento/Aniele Nascimento

A previsão é de que em um primeiro momento 80 carros, com capacidade para quatro pessoas, sejam colocados à disposição da sociedade

Curitiba deve ter um sistema de compartilhamento de carros elétricos a partir de 2016. Nesta terça-feira (15), a prefeitura da capital lançou um edital para receber projetos e estudos técnicos nacionais ou internacionais que visem implantar o sistema na cidade. A previsão é de que o contrato com a empresa vencedora do processo licitatório seja assinado em 2016 e, no mais tardar, que os carros estejam disponíveis para uso público em 2017.

A partir da publicação do edital, haverá o prazo de 90 dias para a apresentação dos projetos e 45 dias para a avaliação. A gestora do processo, a vice-prefeita Mirian Gonçalves, informa que a previsão é de que em um primeiro momento 80 carros, com capacidade para quatro pessoas, sejam colocados à disposição da sociedade.

Ela explica que para usar o sistema, os usuários devem se cadastrar em um sistema e receberão um cartão. O pagamento pelo uso do carro poderá ser efetuado mensalmente ou por cada utilização. “Ainda não temos o preço, mas tem que ser algo razoável para que a população utilize”, afirma.

Por meio de um aplicativo de smartphone, os usuários poderão saber onde estarão alocados os eletropostos. “O cidadão pega o carro lá, usa e devolve em qualquer eletroposto. Onde for mais fácil para ele”, afirma Mirian. A localização de cada eletroposto está sendo estudada pela prefeitura. A ideia é de que gradativamente o número de carros elétricos seja ampliado. — Gazeta do Povo

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Energia elétrica: fundo que beneficia o consumidor

ENERGIA ELÉTRICAA Agência Nacional de Energia Elétrica (Aneel) vai tentar derrubar, na Justiça, uma liminar que livrou as empresas filiadas à Associação Brasileira dos Grandes Consumidores Industriais de Energia e de Consumidores Livres (Abrace) de pagar tarifas para o fundo setorial Conta de Desenvolvimento Energético (CDE), que banca, entre outros programas, o fornecimento de energia a famílias de baixa renda e da zona rural. Sem esse dinheiro, essa despesa terá que ser rateada entre os consumidores residenciais.

O valor pode chegar a R$ 800 milhões em 2015, e  R$ 1,6 bilhão em 2016, o que pode representar um aumento nas contas de luz, segundo projeção da agência.

Segundo a assessoria de imprensa da Aneel, a agência pretende continuar recorrendo para derrubar a liminar, o que já foi feito em duas instâncias. Para a Aneel, a cobrança é legítima e foi feita de acordo com a lei.

A CDE é uma espécie de fundo usado para promover a competitividade da energia gerada a partir de usinas, que fazem uso de fontes alternativas, como as matrizes eólica, pequenas centrais hidrelétricas e de biomassa. — Com informações da Agência Brasil.

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Energia elétrica: bandeira vermelha será mantida em agosto

Pelo oitavo mês seguido, o bolso do consumidor não vai ter trégua em relação ao preço da energia elétrica. Apesar da melhora no regime das chuvas e da diminuição da demanda prevista de consumo de eletricidade no Brasil, o diretor-geral da ANEEL (Agência Nacional de Energia Elétrica), Romeu Rufino, afirmou na última terça-feira, dia 28, que a bandeira tarifária de agosto deve continuar vermelha.

Rufino explica que, embora exista uma melhora no cenário de chuvas de julho e haja a tendência de reduzir a demanda de consumo até o fim do ano, as térmicas continuarão ligadas, por enquanto.

O sistema de bandeiras tarifárias foi implementado em janeiro e, desde então, se manteve com a bandeira vermelha. Ela aparece nos meses em que o preço da energia no curto prazo é mais alto, e o consumidor paga R$ 5,50 a mais para cada 100 kWh consumidos.

Segundo dados divulgados pela Aneel, nos primeiros três meses de 2015, os brasileiros já pagaram R$ 2,4 bilhões a mais nas contas de energia por conta da cobrança da bandeira.

Fonte: Estadão

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Copel é eleita pelos consumidores melhor distribuidora do Brasil

A Copel foi eleita a melhor distribuidora de energia do Brasil na Pesquisa Abradee 2015, feita pela Associação Brasileira das Distribuidoras de Energia Elétrica. O prêmio foi entregue nesta quarta-feira (15), em Brasília. É a quarta vez em cinco anos que a Copel ganha o Prêmio Abradee na avaliação dos clientes.

“A Copel tem feito investimento recorde a cada ano para oferecer o melhor serviço do Brasil aos paranaenses. Parabéns ao nosso Estado e à Copel, a melhor distribuidora do País, orgulho de todos os paranaenses”, disse o governador Beto Richa. Continue lendo

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