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COHAPAR: nova legislação permite transferência de financiamentos

Mudança na legislação permite transferência de financiamento imobiliário em casas da Cohapar

Estimativa da empresa é de que 40% dos imóveis financiados sejam ocupados por famílias que não possuem qualquer vínculo com a empresa, que efetuaram a compra diretamente com os mutuários originais. Objetivo é facilitar a regularização dos imóveis em nome daqueles que possuem a posse de fato das casas.

Pessoas que compraram casas da Cohapar ainda em período de financiamento de mutuários da empresa poderão regularizar a situação e registrá-las em seus nomes. A mudança foi propiciada pela Lei Estadual 19.365 e pode beneficiar cerca de 10 mil famílias em todas as regiões do Paraná. O prazo de adesão vai até o final de 2019.

A mudança na legislação foi feita para resolver um problema crescente, que atualmente representa cerca de 40% do total de imóveis com financiamento ativo da companhia. A situação mais comum é a de pessoas que adquirem casas populares não quitadas sem qualquer contrato ou com contratos sem registro formal, os chamados “contratos de gaveta”, o que gera riscos tanto para o comprador quanto o vendedor.

Os interessados em regularizar a situação precisam atender a alguns critérios. Entre eles, os principais incluem não possuir outros imóveis e não ocupar residências cujos contratos originais de financiamento foram assinados há menos de dois anos.

Quem quiser aderir à iniciativa deve ligar para o telefone 0800 645 0055 de segunda à sexta-feira, entre as 8h30 e 12h e 13h30 e 18h. Também é possível procurar o escritório regional da Cohapar mais próximo da sua residência. A lista completa está disponível no site www.cohapar.pr.gov.br, na aba “Escritórios regionais”.

IMÓVEIS ABANDONADOS IRÃO A LEILÃO – Outro benefício propiciado pela nova legislação diz respeito à possibilidade de realização de um leilão público de casas financiadas pela companhia em situação de abandono. A aquisição de unidades ociosas é uma demanda antiga da população que compõe os cadastros da Cohapar e passou a ser feita de forma mais rápida e fácil.

A lista dos imóveis disponíveis para comercialização pode ser vista acessando o site www.cohapar.pr.gov.br. Basta selecionar a aba “Cidadão” e clicar em “Venda pública de imóveis”.

Para a companhia, as alterações ajudam a sanar um passivo relativo à carteira de crédito com a redução da taxa de inadimplência. Com o estímulo à regularização dos contratos, o efeito esperado é de que uma significante parcela do público alvo se interesse pela retomada do financiamento e quite o imóvel. A receita gerada, somada aos recursos arrecadados via leilão público, será reinvestida no desenvolvimento de novos projetos habitacionais.

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BNDES terá R$ 20,4 bilhões para a safra 2018/19

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O Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social (BNDES) apoiará com R$ 20,4 bilhões os investimentos para a safra 2018/2019. O valor representa 50% do crédito direcionado para investimentos do setor. Adicionalmente, o BNDES disponibilizará R$ 100 milhões para financiamento de custeio.

O Plano Agrícola e Pecuário 2018/2019, com recursos totais de R$ 194,3 bilhões, foi anunciado no dia 7 de junho. Os recursos poderão ser acessados pelos agricultores entre julho deste ano e junho de 2019. No BNDES, programas agropecuários serão operados com taxas de 5,25% a 7,5% ao ano, dependendo da finalidade do financiamento.  São enquadrados como investimentos financiáveis a construção de armazéns com capacidade de até 6 mil toneladas nas propriedades dos pequenos e médios produtores rurais, a recuperação de reserva legal e de áreas de preservação permanente no âmbito do Programa ABC (Agricultura de Baixo Carbono), a aquisição de matrizes e reprodutores com registro genealógico e aumento do limite de renda para enquadramento dos produtores no Programa Nacional de Apoio ao Médio Produtor Rural (Pronamp). O BNDES também participará do Plano Safra da Agricultura Familiar 2018/2019 com R$ 3,3 bilhões. Os recursos são voltados para investimento e custeio. (Fonte: Revista Amanhã).

BRDE é o grande financiador agropecuário no Sul do Brasil

O Banco Regional de Desenvolvimento do Extremo Sul (BRDE) é uma das instituições financiadoras que mais repassa as linhas do Plano Safra para a região do país. A instituição tem se caracterizado por ser uma das que mais estimula com os seus financiamentos o setor cooperativista e o agronegócio nos três estados da região Sul.

O produtor rural que tiver interesse em buscar financiamento para a subsidiar financeiramente as suas atividades produtivas na safra 2018/19 poderá agendar atendimento de um técnico do BRDE para a busca de informações por meio do telefone (41) 3219-8000.

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FINEP libera R$ 1,2 bilhão para financiar projetos de inovação

O diretor de operações do Banco Regional de Desenvolvimento do Extremo Sul (BRDE), João Luiz Agner Regiani, representou a diretoria da instituição hoje em Brasília, no Ministério de Ciência, Tecnologia, Inovações e Comunicações (MCTIC), em evento que contou com a presença do Ministro Gilberto Kassab, membros da ABDE e da FINEP no qual ocorreu a assinatura do termo de disponibilização de recursos para o  financiamento de projetos de inovação por meio das Instituições Financeiras de Desenvolvimento (IFDs).

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Os bancos regionais de desenvolvimento terão novos limites de crédito e condições mais flexíveis na operação com recursos repassados pela Financiadora de Estudos e Projetos (Finep), entidade vinculada ao Ministério da Ciência, Tecnologia, Inovações e Comunicações (MCTIC) . O instrumento Novos Limites Operacionais para as Instituições Financeiras de Desenvolvimento, lançado nesta quarta-feira (4), vai destinar R$ 1,2 bilhão às entidades parceiras da Finep que financiam a inovação em todos os estados do país.

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Os recursos do novo instrumento para as instituições financeiras estarão disponíveis ainda este ano, tanto na forma de operações descentralizadas quanto em emissão de cartas de fianças para bancos de desenvolvimento e agências de fomento. Entre as novidades previstas estão novos critérios para controle dos limites, revisão semestral do crédito a partir das publicações de demonstrativos financeiros das instituições e divulgação periódica do limite individual de cada banco.V

As mudanças têm como objetivo fortalecer e ampliar o relacionamento da Finep com as entidades financeiras que atuam em todo o Brasil. O volume de recursos da nova estratégia supera todo o valor já liberado pelo programa Inovacred, linha de financiamento da Finep operada pelos bancos regionais para as micro, pequenas e média empresas. O programa já contratou 446 projetos em um total de R$ 853 milhões. Outros programas de financiamento da agência também deverão ser impulsionados com a medida. (Fonte: Ascom/MCTIC)

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BRDE financiará “Muralha Digital” de Curitiba

Diretor de Operações do BRDE João Regiani assinando o Termo de Intenções com a prefeitura de Curitiba

O BRDE participará do projeto Curitiba Cidade Inteligente e Segura – Muralha Digital, da Prefeitura de Curitiba, financiando a aquisição e atualização de câmeras de segurança e radares. O protocolo de intenções para dar início ao processo de concessão de crédito foi assinado pelas duas instituições nesta segunda-feira (2), no Salão Brasil da prefeitura, pelo prefeito Rafael Greca e o diretor-presidente do BRDE, Orlando Pessuti.

O projeto Muralha Digital prevê a ampliação da estrutura de videomonitoramento nas principais entradas de Curitiba e pontos com grande concentração e passagem de pessoas, com a integração entre câmeras e radares. Está prevista a atualização das 950 câmeras em funcionamento e a compra de outras 600, com reconhecimento facial e leitura de placas.

O presidente do BRDE, Orlando Pessuti, destacou a importância da integração entre as forças e poderes. “Essa parceria e esse entendimento são fundamentais para pensar Curitiba do ponto de vista metropolitano”, afirmou.

Assinaram também o protocolo de intenções o diretor de Operações do BRDE, João Luiz Regiani, e o secretário municipal da Defesa Social e Trânsito, Guilherme Rangel. (Fonte: www.brde.com.br).

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EXPOINGÁ 2018: BRDE liberou R$ 40 milhões em financiamentos

O Banco Regional de Desenvolvimento do Extremo Sul, BRDE, liberou neste sábado 40 milhões de reais em financiamentos para cooperativas, produtores rurais e empresas do Noroeste do Paraná e região do Vale do Ivaí.

Os contratos foram assinados na Expoingá 2018, com a presença da governadora Cida Borghetti, do diretor-presidente do Banco, Orlando Pessuti, e dos diretores João Luiz Regiani, de Operações, e Luiz Noronha, de Planejamento, do deputado federal Ricardo Barros e demais autoridades presentes.

Negócios

O BRDE participa da 46ª Exposição Feira Agropecuária, Industrial e Comercial de Maringá – Expoingá 2018 com a oferta de linhas de financiamento para projetos de todos os setores da economia. O banco tem estande próprio na feira com equipe especializada para atendimento de parceiros e futuros clientes.

O BRDE poderá fechar negócios na Expoingá para apoio também de projetos inovadores dos setores de energia e sustentabilidade, como geração de energia e eficiência energética, uso racional e eficiente da água, gestão de resíduos e reciclagem, além das linhas destinadas a cadeia do agronegócio, pesquisa e desenvolvimento de novos produtos e serviços.

Imagens do evento:

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Menos teoria, mais ação: BRDE entrega 43,5 milhões para a produção

O diretor de operações do BRDE João Luiz Agner Regiani (centro) representou a instituição e o estado do Paraná na liberação dos financiamentos

O Banco Regional de Desenvolvimento do Extremo Sul (BRDE), instituição que pertence ao estado do Paraná, assinou contratos no valor de R$ 43,5 milhões com produtores rurais e empresas de Londrina e região. A liberação dos recursos ocorreu nesta quarta-feira (11) durante a Expolondrina 2018, na sede da Sociedade Rural do Paraná.

Os contratos foram assinados com avicultores, a empresa Granjeiro, de Rolândia, cooperativas de crédito, a Cooperativa Integrada, de Londrina, e empresas dos setores do comércio, serviços e indústria. São recursos destinados à construção de unidades produtivas, aquisição de equipamentos, modernização, armazenagem e implantação de aviários.

O diretor de Operações do BRDE, João Luiz Regiani, aproveitou a ocasião para anunciar que, a partir de maio próximo, o Banco passará a operar o Fundo de Defesa da Economia Cafeeira, com um aporte inicial de R$ 50 milhões. “É a busca do BRDE por novas fontes de recursos, mantendo a missão do Banco de fomentar a economia e gerar emprego e renda”, disse Regiani.

“A liberação desses recursos reflete a trajetória do BRDE como banco de fomento à economia e indutor da geração de emprego e renda e a busca por novas fontes de recursos para ampliar ainda mais os seus serviços”, afirmou o diretor. Regiani lembrou a primeira parceria com a Agência Francesa de Desenvolvimento (AFD), o primeiro contrato internacional do BRDE. Continue lendo

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Enquanto isso….

…. na EXPOLONDRINA o tempo está aberto e ensolarado.

Hoje pela manhã teve julgamento da raça Nelore.

O Banco Regional de Desenvolvimento do Extremo Sul (BRDE) está com estande na EXPOLONDRINA com a sua equipe atendendo a todos os empreendedores urbanos e rurais da região que forem até a feira e tenham interesse em conhecer melhor sobre as linhas de financiamentos disponíveis.

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BRDE e AFD assinam hoje contrato de 50 milhões de euros

O Banco Regional de Desenvolvimento do Extremo Sul (BRDE) e a Agence Française de Développement (Agência Francesa de Desenvolvimento) – AFD assinam, nesta quinta-feira (1°/3), contrato de crédito no valor de € 50 milhões para financiar projetos de impacto positivo sobre o meio ambiente e o clima.

O evento ocorrerá às 17 horas, no Palácio Piratini, em Porto Alegre, com a presença do governador do Rio Grande do Sul, José Ivo Sartori, do embaixador da França, Michel Miraillet, e diretores das duas instituições.

Da diretoria do BRDE, estarão presentes o diretor-presidente em exercício Neuto Fausto De Conto; o diretor financeiro Odacir Klein; o diretor de Planejamento Luiz Corrêa Noronha, que liderou as negociações com a AFD em todas as suas etapas; e o diretor de Operações João Luiz Regiani. A AFD será representada por seu diretor para o Brasil e Argentina, Philippe Orliange, e pelo executivo responsável pela área de projetos, Baptiste Charzat.

Força para o PROGRAMA BRDE PCS

A parceria BRDE-AFD apoiará o Programa BRDE PCS – Produção e Consumo Sustentáveis, que abrange cinco eixos prioritários: energias limpas e renováveis; gestão de resíduos e reciclagem; uso racional e eficiente da água; agronegócio sustentável e cidades sustentáveis. Nos próximos três anos, o BRDE e a AFD identificarão projetos de grande potencial de impacto e as condições de financiamento adaptadas ao contexto brasileiro.

Cooperação técnica

Os dois bancos desenvolverão, juntos, uma cooperação técnica centrada no monitoramento dos impactos dos projetos financiados, na consolidação da política social e ambiental do BRDE e no apoio ao desenvolvimento de seu portfólio de projetos verdes. Esse programa de cooperação será apoiado por um montante adicional de até € 800 mil, pelo Fundo de Expertise e Intercâmbio de Experiências (FEXTE) da AFD (recurso não reembolsável)(Ascom/BRDE)

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FINEP lança edital de patrocínio a projetos

A FINEP (órgão federal voltado ao financiamento da inovação tecnológica) acaba de lançar um edital de seleção de projetos para patrocínio, com o valor total de R$ 2,7 milhões. Podem ser apoiados eventos, publicações do sistema de Ciência, Tecnologia e Inovação (C,T&I), assim como eventos e publicações culturais, aderentes à elegibilidade, restrições e demais regras explícitas na chamada. O Formulário para Apresentação de Propostas (FAP) está disponível desde o dia 22/12/2017, até 25/1/12018.

Serão destinados aos projetos de eventos de C,T&I um montante de R$ 1,2 milhão; para os eventos culturais, o valor liberado é de R$ 1,5 milhão. O edital não estipula valor mínimo e máximo para os patrocínios. Entretanto, só serão patrocinados os projetos que vigorarem de 15/5/2018 a 30/11/2018.

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TCU quer devoluções rápidas ao Tesouro

A informação que se tem é a de que o Ministério Público de Contas, junto ao Tribunal de Contas da União (TCU) deve encaminhar parecer no processo que trata da devolução de recursos de bancos federais ao Tesouro Nacional (TN), pelo qual o MP-TCU se posicionará pela devolução integral e imediata ao TN do dinheiro que estes bancos receberam da União por meio de emissão de títulos públicos.

O pano de fundo de toda esta questão é a necessidade da União retomar recursos financeiros necessários ao reequilíbrio das suas contas públicas, a quais vem apresentando rombos bilionários ocasionados pelos desequilíbrios financeiros herdados do governo Dilma.

Neste contexto, o Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico Social (BNDES) é a instituição financeira pública mais visada na devolução de valores ao TN, de um total de R$ 500 bilhões de aportes recebidos da União. No entanto, bancos públicos como o Banco do Brasil, Caixa Econômica Federal, Banco da Amazônia e o Banco do Nordeste, também estão na “alça de mira” para efetuarem devoluções à União.

No caso específico do BNDES o MP-TCU quer que a instituição nacional de desenvolvimento econômico devolva de imediato à União todo o valor que não estiver cedido em empréstimos financeiros.

Em resumo, se vislumbra no curto prazo que se acentuará a dificuldade do setor produtivo acessar o crédito provindo diretamente de fontes internas (nacionais) voltado ao fomento econômico do país, como é o caso do crédito ofertado pelo BNDES.

Por tais razões, as instituições financeiras de fomento repassadoras de fundos do BNDES, como é o caso do Banco Regional de Desenvolvimento do Extremo Sul (BRDE), Fomento Paraná, Desenvolve São Paulo, dentre outras instituições de fomento voltadas ao desenvolvimento e financiamento do setor produtivo nas regiões onde atuam, terão que ser cada vez mais criativas na busca direta por fundos internacionais e na captação de recursos financeiros por meio da estruturação de fundos de investimentos, a fim de continuarem “irrigando” os investimentos no setor produtivo nacional, sob pena ocorrerem reflexos prejudiciais à rápida retomada econômica de que tanto o país precisa.

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