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BRDE firma com a AFD intenção de captar 50 milhões de euros

Evento realizado hoje na sede do BRDE em Curitiba reuniu diversas autoridades e a imprensa do estado

A Agência Francesa de Desenvolvimento (AFD) e o Banco Regional de Desenvolvimento do Extremo Sul (BRDE) assinaram nesta quinta-feira (14), em Curitiba, memorando de entendimentos, cumprindo uma das etapas do acordo de cooperação financeira entre as duas instituições. O BRDE está captando 50 milhões de euros na AFD, que serão investidos em projetos voltados à produção e consumo sustentáveis.

O diretor do BRDE João Luiz Agner Regiani assinou o Memorando de Intenções com a AFD representando a área operacional do banco

A assinatura foi na Agência Paraná, com a presença do diretor-geral da Agência, Rémy Rioux; do presidente do BRDE, Odacir Klein; do vice-presidente e diretor-administrativo do Banco, Orlando Pessuti; dos diretores João Luiz Agner Regiani, Luiz Corrêa Noronha e Renato de Mello Vianna. Participaram também os conselheiros do Banco, Ogier Buchi e Valmor Weiss; o secretário do Codesul, Antonio Carlos Bettega; secretários estaduais e representantes do setor produtivo do Estado.

O diretor Regiani do BRDE com Remi Rioux, presidente da AFD na Aliança Francesa de Curitiba após o evento de assinatura do memorando

Rémy Rioux disse ser uma honra para a Agência Francesa de Desenvolvimento ser a primeira instituição internacional a fechar uma parceria com o BRDE e destacou a importância econômica da Região Sul nas relações da França com o Brasil.

O diretor anunciou que até o final do ano será assinada a liberação dos 50 milhões de euros ao BRDE. “Nesta relação, a Agência também poderá conduzir o BRDE aos fundos europeus de desenvolvimento, especialmente os fundos verdes”, acrescentou.

“Estou convencido de que só com a colaboração entre os bancos de desenvolvimento seremos capazes de enfrentar grandes desafios mundiais, como a questão das mudanças climáticas”, destacou Rioux. Ele veio ao Brasil para comemorar os 10 anos de atuação da AFD no país. “Além da comemoração, vamos também fazer uma reflexão sobre a atuação da Agência nos próximos 10 anos”.

“Esse momento poderia ser apenas para assinatura de um memorando. Mas estamos assinando um memorando com intenções e consequências, lembrando que teremos até o fim do ano a liberação do financiamento solicitado”, destacou o presidente do BRDE, Odacir Klein. “Damos início a uma longa e proveitosa relação com a AFD, instituição que reconhece a importância do BRDE”, acrescentou.

O diretor de Planejamento do BRDE, Luiz Corrêa Noronha, destacou a importância dos valores captados na AFD, que serão destinados a projetos sustentáveis. “São cinco grandes eixos de investimentos: água, agronegócio sustentável, tratamento de dejetos, cidades-sustentáveis e energias renováveis”, anunciou o diretor. “Hoje o BRDE trabalha com a visão do desenvolvimento com sustentabilidade”, afirmou Odacir Klein.

“Com os valores captados na Agência, o BRDE dá um importante passo para ampliar suas fontes de recursos, garantindo novos investimentos nos setores produtivos do Paraná, Santa Catarina e Rio Grande do Sul”, disse o diretor de Operações do BRDE, João Luiz Regiani.

A contratação definitiva  com a AFD – em breve – viabilizará ao BRDE ampliar financiamentos de projetos de Produção e Consumo Sustentáveis (PCS)

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BRDE e governo do Paraná apostam no desenvolvimento regional

No último dia 06 (quarta-feira passada) foi apresentado ao governador Beto Richa, no Palácio do Iguaçú, pela diretoria da Jaguafrangos, o projeto de implantação/construção de nova unidade da empresa para abate e processamento de aves em Ivaiporã, região do Vale do Ivaí. Um projeto que após implantado gerará mais de 3.000 empregos diretos e indiretos e oportunizará a criação de aproximadamente 150 criatórios interligados em um raio de abrangência de aproximadamente 100 kilômetros, numa das regiões consideradas de Índice de Desenvolvimento Humano (IDH) “depressivo” (abaixo da média) no estado do Paraná.

Os diretores do Banco Regional de Desenvolvimento do Extremo Sul (BRDE) João Luiz Agner Regiani e Orlando Pessuti, gerentes e assessores do BRDE acompanharam a apresentação e colocaram a instituição financeira à disposição do governo do estado para realizar estudos e análises técnicas visando liderar a estruturação financeira de linha para o financiamento e viabilização do novo empreendimento.

O novo frigorífico em Ivaiporã terá capacidade, ao final da implantação da unidade, para processar 420 mil aves por dia, gerar 3 mil empregos e faturar R$ 1,8 milhão anualmente. O BRDE deverá participar da implantação das duas primeiras fases do projeto, um investimento total de R$ 145 milhões. O investimento deverá contar também com recursos repassados pela Fomento Paraná e BNDES.

“Vamos somar esforços para garantir a viabilidade desse importante projeto para Ivaiporã, que vai mudar a realidade não só do município, mas de toda a região, que precisa de novas indústrias e novos postos de trabalho, ainda mais nesse momento de crise nacional”, disse o governador. “Daremos toda atenção para fomentar o empreendimento”, afirmou o governador Beto Richa.

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“Estamos aqui para levar adiante esse projeto de desenvolvimento perene da região do Vale do Ivaí”, afirmou o diretor de operações do BRDE, João Regiani. “Hoje, os financiamentos a produtores associados da Jaguafrangos no BRDE somam R$ 38 milhões, investimento que movimenta a economia regional, gerando empregos, renda e receita aos municípios”, acrescentou Regiani.

O diretor Regiani fez ainda referência sobre a importância do financiamento público de empreendimentos de abrangência regional em regiões economicamente “depressivas” pelo Sistema Parananense de Fomento (SPE) – composto pelo BRDE e Fomento Paraná -, criado no ano de 2015 por iniciativa do governador Beto Richa, como meio para o desenvolvimento econômico e social duradouro destas regiões.

O vice-presidente e diretor administrativo do banco, Orlando Pessuti, fez um relato histórico da luta dos municípios do Vale do Ivaí para consolidar a avicultura de corte na região. “Esse projeto grandioso da Jaguafrangos implanta definitivamente a avicultura na região”, afirmou Pessuti. “E o BRDE está à disposição para liderar a operação que viabilizará o frigorífico e mudará o perfil econômico da região central do nosso Estado”, arrematou Pessuti.

Projetos que visam o desenvolvimento econômico e regional do estado são as melhores “apostas” para este momento de crise econômica nacional persistente, e neste sentido o Sistema Paranaese de Fomento (BRDE e Fomento Paraná) se constitui como excelente ferramenta para viabilizá-los financeiramente, gerando melhor ambiente econômico no estado e mais emprego e renda à população paranaense e de toda a região Sul do país.

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BNDES prepara ‘maior planejamento estratégico da história do banco’, diz novo diretor

Carlos da Costa (esquerda), diretor de Planejamento e Pesquisa e Carlos Thadeu de Freitas, das áreas de crédito, financeira e internacional (Foto: Daniel Silveira/G1)

O Banco Nacional de Desenvolvimento Social (BNDES) prepara um novo plano estratégico e, para isso, contará com a atuação de consultores externos com experiência internacional. O anúncio foi feito nesta sexta-feira (11) durante coletiva de imprensa para apresentação de dois novos diretores do banco.

Segundo Carlos da Costa, que assumiu a diretoria de Planejamento e Pesquisa do banco, trata-se do “maior planejamento estratégico da história” do BNDES. O plano contará com metas de médio e longo prazo – a primeira até 2023 e a segunda até 2030.
“Estamos fazendo uma rediscussão profunda do que deve ser um Continue lendo

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“Linhas do BNDES não ficarão caras”, diz Mansueto

A mudança na taxa de juros que baliza os empréstimos do Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social (BNDES) não vai encarecer o crédito aos tomadores de financiamento na instituição, disse nesta terça-feira, 8, o secretário de Acompanhamento Econômico do Ministério da Fazenda, Mansueto Almeida. Nos cálculos da equipe econômica, se a nova Taxa de Longo Prazo (TLP) já estivesse em vigor, ela estaria hoje em torno de 8% ao ano, apenas um ponto porcentual acima da atual Taxa de Juros de Longo Prazo (TJLP), que está em 7% ao ano.

“As linhas do BNDES não ficarão caras com TLP. Hoje não tem praticamente nenhuma linha do BNDES que seja TJLP pura, o banco já empresta acima da TJLP. Não haverá Continue lendo

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BRDE financia os empreendedores da região Sul

Em entrevista concedida ao Paraná Portal o Diretor de Operações do Banco Regional de Desenvolvimento da Região Sul (BRDE), João Luiz Agner Regiani, falou sobre as diversas áreas atendidas pela instituição financeira de desenvolvimento, com especial ênfase ao financiamento do agronegócio, indústria, comércio, área de serviços, inovação e projetos socioambientais.

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Financiamentos de até 1,5 mi com FGTS vale a partir de hoje

Começa a valer a partir de hoje (20) a nova regra que permite o financiamento pelo Sistema Financeiro de Habitação (SFH) de imóveis de até R$ 1,5 milhão.

Outra alteração importante diz respeito a possibilidade de utilização de valores do FGTS do mutuário para o pagamento de imóveis deste valor, algo até então vedado e que a partir de agora contribuirá para a redução dos custos efetivos dos financiamentos imobiliários.

Segundo especialistas do setor as medidas não terão  impacto suficiente para alterar os preços no mercado imobiliário, mas contribuirão ao menos para uma melhora parcial no otimismo do seguimento.

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Caixa Econômica suspende financiamentos da casa própria

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A linha de financiamentos da Caixa Econômica Federal (CEF) denominada “Pró-Cotista”, utilizada em 85% dos financiamentos da casa própria, foi suspensa esta semana – sem previsão de retorno – por falta de recursos federais.

A suspensão pegou de surpresa solicitantes que estavam com toda a papelada em andamento, cujo próximo passo era apenas assinar o contrato de financiamento.

Esta linha mais popular de financiamento da casa própria foi suspensa em fevereiro passado e voltou a ser ofertada no mês de março após receber um aporte financeiro de 8,2 bilhões de reais. Só que agora o “leite” secou novamente, assim como tem acontecido ou está na eminência de acontecer com diversos programas sociais do governo federal (aqui).

Os reflexos da desastrosa política econômica estabelecida pela afastada Dilma ainda serão sentidos por muito tempo, e quem arcará com o custo social por estes efeitos danosos será a população, como sempre.

Volto a observar, como já o fiz em matérias anteriores aqui no blog, precisa o presidente Temer acabar ou reduzir os programas sociais do governo federal, como foi exaustivamente afirmado pela presidente afastada que aquele faria?

Não. O governo afastado se encarregou de deixar como herança um prejuízo bilionário nos programas sociais federais, com reduções que superam a 40 bilhões de reais.

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Empréstimo consignado: confira as dicas

creditoconsiguinadoDe acordo com a Associação Nacional das Instituições de Crédito, Financiamento e Investimentos (Acrefi), o consumidor o brasileiro tem preferido usar o crédito consignado no lugar de outras modalidades de crédito como, por exemplo, os financiamentos para vendas de veículos e o de cartões. Desde dezembro de 2011, o consignado subiu 36,8%.

Vantagens como menos burocracia na hora da contratação, mais comodidade para pagar as parcelas e juros mais baixos (próximos a 1%) são alguns atrativos que podem levar o consumidor  a optar por esse segmento.  Entretanto, é preciso ter cuidado para  não se endividar. Sendo assim, reunimos algumas dicas para quem pretende fazer um empréstimo consignado: Continue lendo

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Juros do empréstimo pessoal e cheque especial são reajustados

Radar do ConsumidorMédia dos juros do cheque especial subiu 0,2 ponto percentual chegando a 8,95% ao mês

A média dos juros do cheque especial subiu 0,2 ponto percentual em relação a abril, chegando a 8,95% ao mês em maio, segundo pesquisa divulgada pelo Procon de São Paulo.

O Santander, que aumentou os juros em 0,14 ponto percentual, tem a maior taxa para o cheque especial (10,89%). O HSBC reajustou de 10,55% para 10,57%. A Caixa, de 5,39% para 6,33%. O Bradesco passou de 9,44% para 9,48%. Banco do Brasil e Itaú mantiveram as taxas.

Para o empréstimo pessoal, a taxa média subiu de 5,46% em abril para 5,54% em maio. O Itaú subiu de 6,1% para 6,12%. O HSBC, de 5,87% para 5,89%. O Bradesco de 6,41% para 6,43%. Os demais mantiveram inalterados os juros.

Apesar de não ter reajustado a taxa, o Santander cobra os maiores juros para o empréstimo pessoal, 6,49% ao mês. A Caixa, que cobra o menor valor no cheque especial, mantém a posição no empréstimo pessoal (3,75% ao mês) (Portal do Consumidor).

*** Fiquem de olho nos aumentos dos juros bancários.

Orienta-se ao consumidor verificar como ficaram os juros na sua instituição bancária/financeira  após os aumentos ocorridos agora, sem se esquecer de verificar como ficaram em outras instituições bancárias, haja vista que entrou em vigor no início deste mês (05/05) as novas regras para portabilidade de crédito e, assim, o consumidor verificando que outra instituição financeira está a oferecer juros menores e, portanto, mais atrativos do que a instituição financeira do seu financiamento, poderá requerer a portabilidade do seu empréstimo pessoal para uma outra instituição financeira. Fica a dica.

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Portabilidade de crédito com recursos do FGTS em vigor

RADAR DO CONSUMIDORAs novas regras para portabilidade de crédito imobiliário com recursos do Fundo de Garantia do Tempo de Serviço (FGTS) começam a valer ontem (5). Conforme a norma, o cliente pode transferir o saldo devedor do imóvel para outro banco que ofereça juros mais baixos. Após escolher o melhor plano, o novo banco pagará a dívida original, e o contrato passará a valer. A modalidade está disponível em todos os bancos, além da Caixa Econômica Federal.

De acordo com a Circular 650, da Caixa, operadora do FGTS, publicada no dia 22 de abril, o valor e o prazo da operação não podem ser superiores ao saldo devedor e ao prazo remanescente da operação de crédito. Outra regra é que o sistema de amortização da operação de crédito objeto da portabilidade não pode ser alterado.

Se houver divergência entre as informações enviadas pelos bancos, a Caixa poderá rejeitar a transferência da dívida ou solicitar a complementação de informações. De acordo com a circular, os motivos que podem implicar negativa da transferência da dívida são o não recebimento de informações dos bancos envolvidos e o fornecimento de dados cadastrais e financeiros inconsistentes. O custo operacional acordado entre as instituições financeiras para fazer a portabilidade não poderá ser cobrado ou repassado ao devedor (Agência Brasil).

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