inadimplência



Quase 30% dos inadimplentes não sabem quanto devem

Hoje em dia, aqui no Brasil, quase 30% dos inadimplentes não sabem quanto estão devendo. 5% deles não têm idéia nem para quem estão devendo e não pagando ou, como se diz, estão que nem a Grécia, em situação de “default”, na moratória, precisando de renegociação, ou seja, deram calote.

“É um número muito expressivo, que, para nossa leitura, falta educação financeira”.

A pesquisa é do Instituto Geoc, que cuida do que acontece com as empresas de crédito, de um lado, e de cobrança, do outro, muita gente precisando prestar mais atenção na hora de fornecer crédito para o cidadão comprar, por exemplo, um carro novo. Na hora da venda, é tudo maravilha, longas prestações, juros baixos e tal. Acontece que elas precisam fazer o seguinte, alerta o presidente do Instituto Geoc, Jefferson Frauches Viana: Continue lendo

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Inadimplência do consumidor cresce 10,9%

Homem mostra que está com o bolso vazioOs sucessivos aumentos das taxas de juros nos últimos 12 meses e o enfraquecimento do mercado de trabalho, especialmente na indústria, são fatores que dificultam o pagamento das contas e explicam o aumento de 10,9% da inadimplência do consumidor em novembro, na comparação com o mesmo mês de 2013.

O Indicador Serasa Experian de Inadimplência do Consumidor, divulgado nesta terça-feira, 9, apontou ainda uma alta de 5,6% no acumulado de janeiro a novembro de 2014, ante igual período de 2013.

Por outro lado, o levantamento revelou uma queda de 1,2% da inadimplência na comparação com outubro. Continue lendo

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Previsão 2015: inflação alta e crescimento pífio

Inflação em alta e baixo crescimento: estas são as previsões para 2015

Economistas preveem inflação alta

Ciclo de alta dos juros demorará de seis a nove meses para ter impacto sobre preços

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O ano de 2015 será de inflação ainda alta e crescimento baixo, estimaram economistas nesta quinta-feira (4). Eles ressaltam que o novo ciclo de alta de juros adotado pelo Comitê de Política Monetária (Copom) do Banco Central (BC) demorará de seis a nove meses para ter impacto sobre os preços. Já a atividade econômica tende a arrefecer com o aperto monetário. Na quarta-feira (3), o Copom elevou em 0,5 ponto percentual a Selic, taxa básica de juros, que chegou a 11,75% ao ano.

Para os economistas, um cenário mais positivo só começará a se desenhar em 2016. O aperto fiscal sinalizado pelo futuro ministro da Fazenda, Joaquim Levy, que substituirá Guido Mantega no próximo ano, também contribuirá para a economia menos aquecida. Apesar das perspectivas, os analistas consideram os ajustes acertados e preveem novas altas da Selic até o primeiro trimestre do ano que vem. Continue lendo

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Inadimplência do consumidor subiu 11,0% em julho

O indicador de inadimplência do consumidor da Serasa Experian avançou 11,0% em julho, na comparação com o mesmo mês do ano passado. Em relação a junho, a alta foi de 4,0%. No acumulado dos sete primeiros meses do ano, a inadimplência entre os consumidores cresceu 0,6%, ante o mesmo período de 2013.

O cenário econômico é apontado como motivo para o aumento moderado do atraso nos pagamentos, segundo economistas da Serasa Experian, que destacam “juros altos, inflação em termos anuais próxima do teto superior da banda (6,5%) e enfraquecimento do mercado de trabalho (Exame.com)

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Inadimplência do consumidor indica trajetória de alta

O avanço da inadimplência do consumidor no Brasil manteve seu ritmo em maio, subindo 2,4% ante abril, a mesma taxa registrada na comparação entre abril e março, mostraram dados da Serasa Experian divulgados nesta terça-feira. Na comparação com maio do ano passado, a inadimplência cresceu 0,3%.

Segundo economistas da Serasa Experian, as consecutivas altas da inadimplência na comparação mensal – em sete dos últimos oito meses – e a primeira alta na base anual desde junho de 2013 sugerem que a inadimplência começa a traçar uma trajetória de elevação. Continue lendo

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Consumidor será protegido do endividamento

RADARProjeto de Lei que tramita no Senado traz normas que tentam proteger o consumidor pessoa física do superendividamento, com informações, por exemplo, do total que vai pagar em uma compra

Está em tramitação no Senado Federal um projeto de lei (PLS 283/12) que dispõe sobre a prevenção do superendividamento e descreve normas para a concessão de crédito ao consumidor. Dentre os principais pontos da matéria está a elaboração de mecanismos para proteger a pessoa física do endividamento, visando à garantia de um dinheiro mínimo que o indivíduo possa contar a cada mês.

A matéria prevê, por exemplo, que, nos casos de fornecimento de crédito e na venda a prazo, deve-se informar ao cidadão o Continue lendo

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Como renegociar suas dívidas

Radar do ConsumidorDados do Boa Vista SCPC (Serviço Central de Proteção ao Crédito) mostram que, nos últimos 12 meses, a inadimplência aumentou no País. A maior alta, de 7,9%, ocorreu na região Nordeste, seguida pelo Norte, com 6,7%.

De acordo com o Instituto Nacional de Defesa do Consumidor do Sistema Financeiro (Andif), que recebe por dia mais de 150 consultas de pessoas com contas em atraso, o mal uso do cartão de crédito continua sendo o principal vilão dos devedores brasileiros (60%), seguido pelo cheque especial (30%) e pelo financiamento de imóveis e bens de consumo (10%).

“A inadimplência não desaparece sozinha”, diz Fernando Cosenza, diretor de marketing, inovação e sustentabilidade da Boa Vista SCPC. “É preciso procurar o credor o quanto antes para negociar.” A Andif, porém, defende que entrar na Justiça é o caminho mais rápido para sanar problemas com instituições financeiras. “Mais de 80% das pessoas que entram com uma ação têm suas dívidas reduzidas em cerca de 70%”, diz Donizéte Piton, advogado e presidente da instituição. Confira a seguir como renegociar suas dívidas.

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Fonte: Isto É

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Proteção aos consumidores endividados poderá virar lei

DUVIDAA preocupação com o superendividamento dos brasileiros pode levar à criação de uma lei de proteção ao consumidor. O Projeto de Lei do Senado 283/12, que disciplina a oferta de crédito ao consumidor e previne o superendividamento, pode ser votado no plenário da Casa ainda este mês. O projeto faz parte da reforma do Código de Defesa do Consumidor, que também inclui proposta que regulamenta as compras pela internet.

O projeto prevê a garantia do crédito responsável, a educação financeira e a prevenção e tratamento das situações de superendividamento. Estabelece ainda o conceito do “mínimo existencial” de renda, que deve ser garantido por meio de revisão e repactuação de dívidas. De acordo com o projeto, a soma das parcelas reservadas para pagamento de dívidas não poderá ser superior a 30% da remuneração mensal líquida e, assim, será preservado o “mínimo existencial”.

O projeto também prevê que, a pedido do consumidor, o juiz poderá instaurar processo de repactuação de dívidas, com realização de audiência conciliatória. Nessa audiência, o consumidor apresentará uma proposta de plano de pagamento, com prazo máximo de cinco anos, sempre preservando o mínimo existencial (Procon-SP).

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Cheques sem fundo sobem para 2,16% em março

O volume de cheques sem fundo atingiu 2,16% do total de documentos movimentados no mês de março, ante 1,95% em fevereiro, segundo dados divulgados nesta terça-feira (22) pela Boa Vista Serviços, que administra o SCPC (Serviço Central de Proteção ao Crédito).

O levantamento mostrou ainda que resultado de março é menor do que o de março de 2013, mês em que ficou em 2,31%.

No primeiro trimestre do ano, o número de cheques devolvidos por falta de fundos recuou 7,1%, enquanto o volume de cheques movimentados diminuiu 7,5%.

No mesmo período, esse tipo de devolução foi 8,9% menor entre as pessoas físicas e 2,1% inferior entre as jurídicas. Na comparação com fevereiro, o número de cheques devolvidos aumentou 14,4% e o total de cheques movimentados subiu 2,9%, o que contribuiu para a elevação do índice no período (R7).

*** O aumento dos cheques sem fundo certamente tem correlação com o endividamento das famílias brasileiras, que segundo pesquisa realizada em março próximo passado pela Confederação Nacional do Comércio, Bens e Serviços, é de 61% de núcleos famíliares endividados.

A facilitação exacerbada do acesso ao crédito pelas instituições financeiras, na maioria das vezes conhecedoras do elevado comprometimento de renda dos consumidores, se constitui em ato abusivo e que deve, com a reforma do CDC porvir, servir para corresposabilizá-las pelo endividamento destes, obrigando-lhes a conceder condições diferenciadas e acessívais na renegociação das dívidas.

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Termina hoje o “2º Feirão Limpa Nome” da Serasa Experian

RADARForam dez dias inteiros de renegociação, disponíveis para consumidores de todo o Brasil – mas à meia noite desta quinta-feira, 17, termina a segunda edição do Feirão Limpa Nome Online. O serviço contou com a participação maciça da população, com cerca de meio milhão de brasileiros cadastrados para a renegociação no site, além dos milhares de acessos diários.

Até o fim da véspera de feriado, porém, qualquer pessoa ainda pode renegociar suas pendências financeiras e limpar seu nome sem sair de casa. O procedimento para negociar as dívidas diretamente com as empresas é simples: basta entrar no site – http://www.serasaconsumidor.com.br/feirao-limpa-nome-online/ – e preencher um simples cadastro

São cerca de 90 grandes companhias – e, dentre elas, 35 oferecem condições especiais e diferenciadas nos descontos e parcelamentos: Anhanguera Educacional, Autotrac, Banco BMG, Banco Cifra, Banco Itaucard, Banco Mercantil, Banco Pan, Banco Bradesco, Bradesco Cartões, Bradescard, Cartões American Express, Bradesco Financiamentos, Cartão Marisa, Casas Bahia, Cepisa, Cifra Crédito Financiamento, Credsystem, EDP Escelsa, Financeira Itau CBD, Hipercard, HSBC, Itaú, Itaú Unibanco Financeira, Itaucred, Losango, Luizacred, Omni Financeira, Pernambucanas, Ponto Frio, Porto Seguro Cartões, Recovery, Santander, Santander Financiamentos, Supermaia e Tim Celular. (Serasa Experian).

*** Ainda dá tempo do consumidor endividado acessar o feirão pela internet (link de acesso acima) e verificar se os seus credores estão cadastrados para realizar tentativa de renegociação de dívidas.

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