inadimplência



Inadimplência das grandes

Historicamente com risco muito baixo, o crédito às grandes empresas virou uma dor de cabeça para os bancos desde o agravamento da crise. O índice de inadimplência no segmento, que era de apenas 0,38% no fim de 2014, quase triplicou e encerrou o ano passado em 1,09%, de acordo com dados do Banco Central. Incluindo as dívidas que tiveram de passar por algum tipo de reestruturação, o índice sobe para 1,53%.

Como o risco de calote antes da crise era baixo, os empréstimos concedidos antes da crise também contavam com margens menores. “O retorno obtido com a carteira de grandes empresas, que já era apertado, foi corroído com a alta da inadimplência”, diz uma fonte.

O problema pode ser medido pelo número de pedidos de recuperação judicial, que atingiu quase 4 mil desde 2015, de acordo com dados da Serasa Experian. Desse total, 16% vieram de companhias de maior porte. Entre elas, gigantes como a operadora de telefonia Oi e a incorporadora imobiliária PDG Realty. (Valor Econômico)

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Quase 30% dos inadimplentes não sabem quanto devem

Hoje em dia, aqui no Brasil, quase 30% dos inadimplentes não sabem quanto estão devendo. 5% deles não têm idéia nem para quem estão devendo e não pagando ou, como se diz, estão que nem a Grécia, em situação de “default”, na moratória, precisando de renegociação, ou seja, deram calote.

“É um número muito expressivo, que, para nossa leitura, falta educação financeira”.

A pesquisa é do Instituto Geoc, que cuida do que acontece com as empresas de crédito, de um lado, e de cobrança, do outro, muita gente precisando prestar mais atenção na hora de fornecer crédito para o cidadão comprar, por exemplo, um carro novo. Na hora da venda, é tudo maravilha, longas prestações, juros baixos e tal. Acontece que elas precisam fazer o seguinte, alerta o presidente do Instituto Geoc, Jefferson Frauches Viana: Continue lendo

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Inadimplência do consumidor cresce 10,9%

Homem mostra que está com o bolso vazioOs sucessivos aumentos das taxas de juros nos últimos 12 meses e o enfraquecimento do mercado de trabalho, especialmente na indústria, são fatores que dificultam o pagamento das contas e explicam o aumento de 10,9% da inadimplência do consumidor em novembro, na comparação com o mesmo mês de 2013.

O Indicador Serasa Experian de Inadimplência do Consumidor, divulgado nesta terça-feira, 9, apontou ainda uma alta de 5,6% no acumulado de janeiro a novembro de 2014, ante igual período de 2013.

Por outro lado, o levantamento revelou uma queda de 1,2% da inadimplência na comparação com outubro. Continue lendo

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Previsão 2015: inflação alta e crescimento pífio

Inflação em alta e baixo crescimento: estas são as previsões para 2015

Economistas preveem inflação alta

Ciclo de alta dos juros demorará de seis a nove meses para ter impacto sobre preços

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O ano de 2015 será de inflação ainda alta e crescimento baixo, estimaram economistas nesta quinta-feira (4). Eles ressaltam que o novo ciclo de alta de juros adotado pelo Comitê de Política Monetária (Copom) do Banco Central (BC) demorará de seis a nove meses para ter impacto sobre os preços. Já a atividade econômica tende a arrefecer com o aperto monetário. Na quarta-feira (3), o Copom elevou em 0,5 ponto percentual a Selic, taxa básica de juros, que chegou a 11,75% ao ano.

Para os economistas, um cenário mais positivo só começará a se desenhar em 2016. O aperto fiscal sinalizado pelo futuro ministro da Fazenda, Joaquim Levy, que substituirá Guido Mantega no próximo ano, também contribuirá para a economia menos aquecida. Apesar das perspectivas, os analistas consideram os ajustes acertados e preveem novas altas da Selic até o primeiro trimestre do ano que vem. Continue lendo

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Inadimplência do consumidor subiu 11,0% em julho

O indicador de inadimplência do consumidor da Serasa Experian avançou 11,0% em julho, na comparação com o mesmo mês do ano passado. Em relação a junho, a alta foi de 4,0%. No acumulado dos sete primeiros meses do ano, a inadimplência entre os consumidores cresceu 0,6%, ante o mesmo período de 2013.

O cenário econômico é apontado como motivo para o aumento moderado do atraso nos pagamentos, segundo economistas da Serasa Experian, que destacam “juros altos, inflação em termos anuais próxima do teto superior da banda (6,5%) e enfraquecimento do mercado de trabalho (Exame.com)

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Inadimplência do consumidor indica trajetória de alta

O avanço da inadimplência do consumidor no Brasil manteve seu ritmo em maio, subindo 2,4% ante abril, a mesma taxa registrada na comparação entre abril e março, mostraram dados da Serasa Experian divulgados nesta terça-feira. Na comparação com maio do ano passado, a inadimplência cresceu 0,3%.

Segundo economistas da Serasa Experian, as consecutivas altas da inadimplência na comparação mensal – em sete dos últimos oito meses – e a primeira alta na base anual desde junho de 2013 sugerem que a inadimplência começa a traçar uma trajetória de elevação. Continue lendo

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Consumidor será protegido do endividamento

RADARProjeto de Lei que tramita no Senado traz normas que tentam proteger o consumidor pessoa física do superendividamento, com informações, por exemplo, do total que vai pagar em uma compra

Está em tramitação no Senado Federal um projeto de lei (PLS 283/12) que dispõe sobre a prevenção do superendividamento e descreve normas para a concessão de crédito ao consumidor. Dentre os principais pontos da matéria está a elaboração de mecanismos para proteger a pessoa física do endividamento, visando à garantia de um dinheiro mínimo que o indivíduo possa contar a cada mês.

A matéria prevê, por exemplo, que, nos casos de fornecimento de crédito e na venda a prazo, deve-se informar ao cidadão o Continue lendo

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Como renegociar suas dívidas

Radar do ConsumidorDados do Boa Vista SCPC (Serviço Central de Proteção ao Crédito) mostram que, nos últimos 12 meses, a inadimplência aumentou no País. A maior alta, de 7,9%, ocorreu na região Nordeste, seguida pelo Norte, com 6,7%.

De acordo com o Instituto Nacional de Defesa do Consumidor do Sistema Financeiro (Andif), que recebe por dia mais de 150 consultas de pessoas com contas em atraso, o mal uso do cartão de crédito continua sendo o principal vilão dos devedores brasileiros (60%), seguido pelo cheque especial (30%) e pelo financiamento de imóveis e bens de consumo (10%).

“A inadimplência não desaparece sozinha”, diz Fernando Cosenza, diretor de marketing, inovação e sustentabilidade da Boa Vista SCPC. “É preciso procurar o credor o quanto antes para negociar.” A Andif, porém, defende que entrar na Justiça é o caminho mais rápido para sanar problemas com instituições financeiras. “Mais de 80% das pessoas que entram com uma ação têm suas dívidas reduzidas em cerca de 70%”, diz Donizéte Piton, advogado e presidente da instituição. Confira a seguir como renegociar suas dívidas.

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Fonte: Isto É

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Proteção aos consumidores endividados poderá virar lei

DUVIDAA preocupação com o superendividamento dos brasileiros pode levar à criação de uma lei de proteção ao consumidor. O Projeto de Lei do Senado 283/12, que disciplina a oferta de crédito ao consumidor e previne o superendividamento, pode ser votado no plenário da Casa ainda este mês. O projeto faz parte da reforma do Código de Defesa do Consumidor, que também inclui proposta que regulamenta as compras pela internet.

O projeto prevê a garantia do crédito responsável, a educação financeira e a prevenção e tratamento das situações de superendividamento. Estabelece ainda o conceito do “mínimo existencial” de renda, que deve ser garantido por meio de revisão e repactuação de dívidas. De acordo com o projeto, a soma das parcelas reservadas para pagamento de dívidas não poderá ser superior a 30% da remuneração mensal líquida e, assim, será preservado o “mínimo existencial”.

O projeto também prevê que, a pedido do consumidor, o juiz poderá instaurar processo de repactuação de dívidas, com realização de audiência conciliatória. Nessa audiência, o consumidor apresentará uma proposta de plano de pagamento, com prazo máximo de cinco anos, sempre preservando o mínimo existencial (Procon-SP).

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Cheques sem fundo sobem para 2,16% em março

O volume de cheques sem fundo atingiu 2,16% do total de documentos movimentados no mês de março, ante 1,95% em fevereiro, segundo dados divulgados nesta terça-feira (22) pela Boa Vista Serviços, que administra o SCPC (Serviço Central de Proteção ao Crédito).

O levantamento mostrou ainda que resultado de março é menor do que o de março de 2013, mês em que ficou em 2,31%.

No primeiro trimestre do ano, o número de cheques devolvidos por falta de fundos recuou 7,1%, enquanto o volume de cheques movimentados diminuiu 7,5%.

No mesmo período, esse tipo de devolução foi 8,9% menor entre as pessoas físicas e 2,1% inferior entre as jurídicas. Na comparação com fevereiro, o número de cheques devolvidos aumentou 14,4% e o total de cheques movimentados subiu 2,9%, o que contribuiu para a elevação do índice no período (R7).

*** O aumento dos cheques sem fundo certamente tem correlação com o endividamento das famílias brasileiras, que segundo pesquisa realizada em março próximo passado pela Confederação Nacional do Comércio, Bens e Serviços, é de 61% de núcleos famíliares endividados.

A facilitação exacerbada do acesso ao crédito pelas instituições financeiras, na maioria das vezes conhecedoras do elevado comprometimento de renda dos consumidores, se constitui em ato abusivo e que deve, com a reforma do CDC porvir, servir para corresposabilizá-las pelo endividamento destes, obrigando-lhes a conceder condições diferenciadas e acessívais na renegociação das dívidas.

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