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Infraestrutura e o batuque populista

Uma reportagem interessante da Gazeta do Povo de ontem (10/6), intitulada “Ferrovias abandonadas no Brasil ligaria São Paulo a Nova Iorque. E com sobra”, assinada por Filipe Albuquerque, informa que aproximadamente 8,6 mil quilômetros de ferrovias no país estão inutilizadas por vários motivos e que mais de 6 mil quilômetros necessitaria de reformas e adequações para voltarem a operar.

É muita coisa para um país de dimensões continentais como o Brasil e que necessita urgentemente de infraestrutura moderna e adequada para escoar a sua gigantesca safra agrícola, somada à sua produção indústrial.

Sem dúvida o problema da infraestrutura no país tem se constituído num dos seus gargalos para o desenvolvimento. Um país com a dimensão continental do Brasil e com atributos naturais e ‘know how’ que o elevam a categoria de um dos maiores produtores de grãos do mundo, não pode se dar ao “luxo” de ser tão pouco estratégico quando o tema se refere a infraestrutura.

Portos antiquados, malha rodoviária em forma de “peneiras” e transporte e armazenagem de grãos relegados a assuntos de somemos importância do que futebol ou carnaval, são ingredientes que somados podem implodir qualquer economia do planeta.

Não adianta os pretensos políticos fazerem batuque populista sobre programas de inclusão social, enquanto o maior e verdadeiro  programa de inclusão social do país, que é a geração de riquezas, emprego e renda vindos do setor produtivo da nação, continua sendo tratado com amadorismo.

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BRDE propōe fundo para investimentos no Sul em reunião do CODESUL

Nesta terça-feira se realizou no Palácio Piratini, em Porto Alegre, reunião do Conselho de Desenvolvimento e Integração da Região Sul (CODESUL). A reunião contou com a presença de toda a diretoria do BRDE, em especial dos diretores do banco pelo Paraná Orlando Pessuti e João Luiz Regiani, bem como dos governadores José Ivo Sartori (RS), governadora em exercício Cida Borghetti (PR), Raimundo Colombo (SC) e Reinaldo Azambuja (MS).

O tema de maior importância discutido pelos governadores e que foi proposto pelo BRDE, foi a criação de fundo orçamentário para região Sul, cuja região é a única no país que não conta com Fundo Constitucional tal como as demais regiões possuem para investimentos em desenvolvimento.

O diretor de operações do BRDE João Luiz Regiani estima que a criação de um fundo financeiro para investimentos nos três estados do Sul poderia movimentar mais de R$ 1 bilhão em investimentos de infraestrutura e de estruturação econômica e social para estes estados, gerando milhares de postos de trabalhos justamente numa época em que há a necessidade de se reforçar as políticas d empregabilidade no país.

 

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O BRDE assinou com a FNP

No dia 27 de novembro, durante a 72º Reunião Geral Frente Nacional dos Prefeitos – FNP, em Recife, o diretor Financeiro do BRDE, Odacir Klein, assinou um Acordo de Cooperação com a FNP que objetiva fornecer suporte e apoio técnico para o desenvolvimento de projetos de financiamento do Programa BRDE Municípios, que inclui também Mobilidade Urbana e o PMAT, pelos municípios participantes do Programa de Fortalecimento da Governança Local e da Articulação Interfederativa.
O Acordo consiste em um projeto da FNP com financiamento da Delegação da União Europeia no Brasil que objetiva fornecer apoio técnico e institucional aos municípios, prioritariamente aos integrantes do g100, para o desenvolvimento e conformação de projetos de modernização da administração tributária e dos setores sociais básicos para o PMAT.
O programa atende ao edital da União Europeia para o fortalecimento das associações de autoridades locais, terá duração de três anos e desenvolverá também ações sobre Parcerias Público-Privadas e Transparência e Accountability.(Ascom/BRDE)

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Prefeitos da AMUNPAR receberam visita do BRDE

Prefeitos da AMUNPAR se reuniram com o BRDE em Paranavaí (fotografias: Diário do Noroeste)

Prefeitos que compõem a Associação dos Municípios do Noroeste Paranaense (Amunpar) estiveram reunidos ontem na sede da entidade, em Paranavaí, com o diretor de operação do Banco Regional de Desenvolvimento do Extremo- Sul (BRDE), João Regiani, para conhecerem as linhas de financiamento disponibilizadas pelo banco aos municípios.

 
“São nas cidades que as coisas acontecem, e o BRDE tem recursos para o desenvolvimento dos municípios”, enfatizou Regiani.

 
As linhas de financiamento vão desde implantação da coleta seletiva, passando por recursos voltados à infraestrutura, mobilidade urbana, saneamento, entre outras ações.

 
“Temos linhas de financiamento para a realização do geoprocessamento para atualizar os valores dos impostos”, disse.

 
O BRDE foi criado em 1961, com objetivo de fomentar o desenvolvimento nos estados do Sul, Paraná, Santa Catarina e Rio Grande do Sul. “O BRDE é um banco operador de crédito, hoje estamos voltados aos municípios, dos 1.991 municípios do Sul brasileiro estamos em 1.095, uma cobertura de 91,9%”, disse Regiani.

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