interdição



ANVISA interdita novos produtos por falta de segurança ao consumidor

ANVISAA Anvisa interditou cautelarmente, nesta segunda-feira (23/12), o produto Pimenta do Reino – preta moída, validade até 12/04/2015, marca Pirata, fabricado pela empresa Domingos Costa Indústria Alimentícias. O produto foi interditado por conter pelo de roedor em sua composição. Pelo de roedor é considerado matéria prejudicial à saúde humana, uma vez que o animal é reconhecido como transmissor de agentes infecciosos.

Também foi interditado cautelarmente o produto Melhorador enzimático, marca Líder, fabricado pela empresa Líder (Santa Leopoldina) Ltda em 08/10/2013 e com validade até 08/04/2014. O produto apresenta bromato de potássio em sua composição, estando em desacordo com a legislação vigente.

Já o lote 0813 do produto Farinha de Trigo Enriquecida com ferro e ácido fólico, marca Boa Sorte, fabricado pela empresa J.Macedo SA, foi interditado cautelarmente por conter teor de ácido fólico abaixo do limite mínimo estabelecido. De acordo com a resolução RDC 344/02 é obrigatória a adição de ácido fólico nas farinhas de trigo comercializadas no Brasil. A medida é uma estratégia para redução de riscos de patologias do tubo neural e da mielomeningocele (Anvisa).

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Anvisa interdita marcas de farinha de fubá

RADARA Anvisa interditou cautelarmente, nesta sexta-feira (11/10), nove produtos de farinha de milho. Os alimentos foram interditados por apresentarem teores de ferro inferiores a 4.2mg/100g, estando, portanto, em desacordo com a legislação vigente e não contribuir para prevenir a ocorrência de anemia ferropriva.

Veja AQUI a relação completa das marcas interditadas, orientando-se aos consumidres não aquiri-las no comércio local caso sejam encontradas.

 

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Sete postos de combustíveis foram interditados em Curitiba

A notícia divulgada hoje (12) em Curitiba é literalmente “bombástica” e dá conta de que as fiscalizações realizadas na capital nos dias 10 e 11 desta semana por um força-tarefa interditou as bombas de 7 postos de combustíveis em Curitiba. A ação conjunta contou com agentes da Agência Nacional do Petróleo (ANP), Ministério Público do Paraná, Secretaria da Fazenda, Instituto de Pesos e Medidas e Secretaria Municipal do Meio Ambiente.

Os motivos das interdições estariam relacionados à falta de licença ambiental e a constatação da denominada “bomba baixa”, quando o volume de gasolina que é fornecido é inferior ao registrado na bomba. Três pessoas foram presas, segundo informações divulgadas na noite desta quarta pela ANP.

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