investigação



Honestidade nem daqui para frente

Ministro do STF Roberto Barroso, mandando indiretas em palestra hoje na abertura do 7º Encontro de Resseguros do Rio de Janeiro.

“Hoje, no Brasil, nessa reação às transfeormações, há dois lotes, o lote dos que não querem ser punidos pelos malfeitos que fizeram, o que consigo entender, é da natureza humana. E tem um lote pior, dos que não querem ser honestos nem daqui pra frente e gostariam que tudo permanecesse como está. É gente que não sabe viver sem que seja com o dinheiro dos outros, sem que seja com dinheiro desviado. A reação é muito evidente. As transformações estão atingindo pessoas que sempre se julgaram imunes e impunes, e por essa razão, porque achavam que o direito penal nunca ia chegar a elas, cometeram uma quantidade inimaginável de delitos”.

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PS – Aqueles que estão a defender a revisão do posicionamento sob STF quanto a prisão em segunda instância ou estão no “segundo lote” ou são inocentes úteis, sem saber, a serviço da impunidade e resistência contras as mudanças necessárias para moralizar a vida pública no país.

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Lula se complica mais uma vez

Lula se ferrou mais uma vez.

Seus advogados questionaram a autenticidade dos novos e-mails entregues à Lava Jato por Marcelo Odebrecht.

As mensagens documentam os repasses de propina para a compra do prédio do Instituto Lula e para a reforma no sítio em Atibaia.

Os peritos da PF, como mostrou a Veja, acabam de confirmar que os e-mails são autênticos.

Lula será duplamente condenado por Sergio Moro. (O Antagonista)

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Lula e a “justiça” para quem voa de jatinho

Ontem ficou ainda mais claro que, no Brasil, existe a Justiça para quem viaja de classe econômica e a Justiça para quem voa de primeira classe ou jatinho.

Lula conseguiu o que nenhum outro cidadão condenado alcançou: a reapreciação de questão já julgada pelo regime de repercussão geral, no plenário do STF.

O regime da repercussão geral, cujo objetivo republicano é submeter a todos, indistintamente, a uma mesma decisão, agora vai valer com ressalvas oligárquicas: desde que não sejam graves crimes de corrupção e lavagem de dinheiro, desde que o condenado não seja poderoso como Lula e desde que o advogado não seja Sepúlveda Pertence. (O Antagonista).

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Problemas financeiros por causa da Lava Jato?

A Folha de S. Paulo perguntou a George Ren McEachern: Uma série de empresas investigadas na Lava Jato passam por problemas econômicos sérios e muitos culpam a operação. Dá para apurar corrupção e preservar as empresas?
Ele respondeu assim: Duas coisas aconteceram: o Brasil estava envolvido em grandes casos de corrupção ao mesmo tempo em que havia grandes incertezas econômicas. Corrupção não é um problema só do Brasil, é uma questão global e não dá para estabelecer uma relação de causa e efeito [entre investigação de corrupção e problemas econômicos]. Eu não estou julgando as perdas aqui no Brasil. O Brasil tem de descobrir o que é melhor para o Brasil. Porque antes o sistema não funcionava bem. Combater a corrupção pode ser doloroso, mas é mais doloroso quando a corrupção persiste, cresce e nunca acaba. Há muitos exemplos no mundo. Já o Brasil parece agora ter um futuro brilhante pela frente. Combater a corrupção pode custar alguns empregos no começo. Mas a longo prazo gera negócios muito mais sustentáveis, e isso não é só para as pessoas ricas.

George Ren McEachern integrou até dezembro o Esquadrão de Corrupção Internacional do FBI. (Fonte: Fábio Campana).

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O peixe morre pela boca

.. As bravatas do petista vem repercutindo muito mal junto ao Judiciário e à sociedade.. (Foto: Rafael Arbex/Estadão)

ESTADÃO

O ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva tem pouquíssimas chances de vitória no Superior Tribunal de Justiça (STJ), de acordo com avaliação de ministros do tribunal ouvidos reservadamente pelo Estado. No STJ, a percepção é de que a situação do petista se complicou após o placar unânime de 3 a 0 na 8.ª Turma do Tribunal Regional Federal da 4.ª Região (TRF-4), que aumentou a pena de prisão do ex-presidente em regime fechado no caso do tríplex do Guarujá (SP).

Tanto no STJ quanto no Supremo Tribunal Federal (STF), os votos dos três desembargadores do TRF-4 foram considerados bem fundamentados, técnicos e consistentes, enquanto as declarações de Lula no sentido de que não respeitará decisão judicial provocaram péssima repercussão. Para um ministro do STF, uma coisa é a briga política, outra é a batalha judicial, que tem de ser técnica.

Segundo o Estado apurou com seis integrantes do STJ, as chances de o petista conseguir uma liminar favorável do ministro Felix Fischer (relator de casos da Lava Jato no STJ) é vista como pouquíssima e até mesmo improvável.  Fischer é considerado um ministro de perfil técnico, rigoroso e um dos maiores nomes da área penal do tribunal. Nascido na Alemanha pós-guerra e naturalizado brasileiro, Fischer atuou como procurador de Justiça do Ministério Público do Paraná e foi nomeado pelo então presidente Fernando Henrique Cardoso ao STJ, onde está há 21 anos. Para um colega, o ministro defende com muita firmeza seus pontos de vista e conhece em profundidade o direito penal.

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88% dos brasileiros querem a continuidade da Lava Jato

Mais de três anos após seu início, a Operação Lava Jato ainda tem o apoio de nove em cada dez brasileiros (88%) para continuar nas ruas, porque acreditam que ainda há muitos nomes a serem investigados, segundo pesquisa Ipso.Para 91% dos entrevistados, as investigações devem continuar até o fim custe o que custar. A instabilidade política e a instabilidade econômica não devem ser motivos para encerrar a operação para mais de 80% dos respondentes. As informações são do Diário do Poder.

Além disso, 71% dos entrevistados acreditam que a Lava Jato vai fortalecer a democracia no país. Em contrapartida, 80% acreditam que as grandes lideranças políticas do Brasil estejam tentando acabar com a Operação Lava Jato.

**Nota do blog – Esta constatação joga por terra o discurso dos aliados de Lula que tentam desqualificar a operação Lava Jato perante a opinião pública, atribuindo-lhe suposta culpa pela instabilidade política que vive o país, assim como demonstra que a opinião pública está direcionada à vontade de que o país seja passado a limpo. Estes novos tempos ainda não foram bem assimilados por algumas lideranças políticas do nosso país que ainda insistem em inverter a ordem e os valores das coisas

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Prescrição: defesa de Lula arrega e alega questão técnica.

Prevendo derrota eminente amanhã (24) no TRF4, diante da robustez dos argumentos que o condenaram em Primeira Instância, a defesa de Lula partiu para o tudo ou nada se apegando agora a uma questão técnica NÃO ALEGADA em nenhuma das fases anteriores do processo: a suposta “prescrição”.

Sinal de desespero? Mais um blefe ou jogada jurídica? Não se sabe ao certo, mas se trata de uma inovação nas alegações da defesa que demonstram a espera de derrota amanhã no TRF4, em Porto Alegre, face à fragilidade das alegações de defesa.

A defesa continua afirmando que Lula é inocente, mas pelo sim pelo não, resolveu atacar em outra frente: pede aos desembargadores do Tribunal da Lava Jato que reconheçam o esgotamento do prazo para punir o petista por lavagem de dinheiro e corrupção. Segundo os advogados, Lula foi acusado pelo caso do triplex que ocorreu em 2009 e isso faz o caso ter expirado.
E aproveitando o papel, a defesa também já pediu para que o chefe recorra em liberdade caso amanhã se confirme a sentença de Moro. (com adaptação de texto originário do site de Fábio Campana)

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Provas de sobra contra Lula

O esperneio da defesa de Lula, dos adeptos do lulopetismo e dos pseudos entendidos no assunto não procede.

A defesa de Lula acusa de “fraude” o processo em que o ex-presidente está condenado por corrupção e lavagem de dinheiro, pela dificuldade de contestar as provas abundantes obtidas pela força-tarefa da Lava Jato.

O Ministério Público Federal juntou ao processo notas fiscais, fotos (incluindo imagens de Lula no imóvel,) contrato de gaveta encontrado no apartamento do ex-presidente, testemunhos de quem trabalhou na reforma chefiada por Marisa Letícia, laudos periciais etc. A informação é do colunista Cláudio Humberto, do Diário do Poder.

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Com o Delegado Artigas (TIGRE)

Hoje no BRDE recebi a visita de cortesia do amigo e delegado-chefe do Grupo Integrado Tático TIGRE de Curitiba, Luis Fernando Artigas. Pudemos falar sobre diversos assuntos relacionados ao nosso Paraná, em especial sobre o grupo qualificado de segurança que ele dirige.

O Grupo TIGRE da Polícia Civil do Paraná é uma das referências nacionais e internacionais na excelência da preparação técnica dos seus agentes para ações de repressão de alto risco a sequestros, terrorismo, dentre outras ações investigativas e repressivas de alto risco, com um excelente histórico de êxitos nas suas missões. Um orgulho para o Brasil!

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