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Investimentos, empreendedorismo e agricultura em Angola

Aproveitando período de férias estou a visitar algumas regiões da Angola e cumprindo agenda em diversos setores do governo na capital Luanda.

Ontem estive com o Ministro da Agricultura da Angola Marcos Alexandre Nhunga (ao centro na foto) e com o consultor de governo para assuntos agrários, engenheiro Sambeny (direita).

Tive a oportunidade de conhecer alguns aspectos relacionados a oportunidades para os brasileiros investirem na agricultura da Angola, bem como aspectos interessantes da economia do país.

Hoje terei audiência com o presidente do Banco Nacional de Angola e diretores de sete instituições financeiras angolanas, dentre as quais do Banco de Desenvolvimento de Angola (BDA) a fim de compreendermos melhor o sistema de fomento angolano e as possibilidade de auto-financiamento existente no país.

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Em Luanda, capital da Angola, hoje pela manhã

Imagem de hoje pela manhã do capitólio do parlamento da Angola, na capital Luanda. Foto: João Regiani.

Cheguei hoje pela manhã em Luanda, capital da Angola, na África. Trânsito congestionado, mas recebido por pessoas de largos sorrisos e amabilíssimas.

Por estes dias terei diversas agendas com autoridades e Ministros de Estado da Angola para discutirmos a possibilidade de investimentOs de empreendedores brasileiros neste país, bem como sobre parcerias econômicas internacionais visando o desenvolvimento de Angola e da região Sul do Brasil.

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S&P rebaixa a nota de crédito do Brasil

Notícia nada agradável da manhã sobre a avaliação da nossa economia se refere a redução, pela S&P, da nossa nota de crédito de BB para BB-.

A análise e consideração, pela equipe econômica do governo federal, sobre os aspectos que foram considerados para o rebaixamento da nota de crédito é importantíssimo para a realização dos ajustes possíveis e políticas necessárias, uma vez que o rebaixamento da nota nos distancia do grau de investimento, tornando mais onerosa a captação de fundos internacionais pelo Brasil.

Veja mais.

PS – O efeito nefasto para a economia e para o cidadão em relação ao rebaixamento da nota de crédito do Brasil, se refere ao encarecimento do acesso ao crédito interno em médio prazo, por exemplo, com juros mais elevados do cartão de crédito, do limite especial da conta corrente e dos financiamentos pessoais. Em outras palavras, o que num primeiro momento parece não se relacionar com as pessoas, em prazo médio trará efeitos diretos sobre as sua vidas. Mais, um dos principais motivos para o rebaixamento se refere ao titubeio dos parlamentares em votar a reforma da previdência, o que torna a economia do país menos confiável face aos efeitos econômicos negativos que o ‘deficit’ progressivo da Previdência oferece sobre a nossa economia.

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Informaçōes que enlouquecem os adversários de Richa

PARA OS ADEPTOS DO “QUANTO PIOR MELHOR” ESTAS INFORMAÇÕES SÃO ENLOUCEDOURAS. ELES SÃO CONSTANTEMENTE FLAGRADOS EM MENTIRAS ENSANDECIDAS NA TENTATIVA DE DESQUALIFICAR O MELHOR GOVERNO ESTADUAL QUE HÁ NO PAÍS NA ATUALIDADE. SÓ NOS RESTA SORRIR.

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O governador Beto Richa aumentou em R$ 2,23 bilhões o volume de recursos repassados aos 399 municípios paranaenses em 2017 na comparação com 2016. Até o fim de dezembro, as transferências alcançam R$ 11,86 bilhões ante R$ 9,63 bilhões de 2016, crescimento de 23%.

“Neste ano, ampliamos a capacidade de investimento do Estado e formalizamos parcerias quase que semanalmente com as prefeituras, atendendo praticamente todos os municípios com recursos para obras e ações para melhoria da qualidade de vida da população. Conseguimos destinar este volume de recursos graças ao ajuste fiscal iniciado há dois anos”, disse Richa.

 
O maior montante, de R$ 500 milhões, foi transferido para infraestrutura urbana, que abrange investimentos e manutenção nos municípios. Os recursos foram usados em obras de pavimentação e recape, calçamento, postos de saúde e praças, além de aquisição de equipamentos. O incremento na área foi de 366%.

A saúde também recebeu atenção especial, com repasses de R$ 457 milhões, 88% mais que em 2016. Os valores foram transferidos como forma de auxílio aos fundos municipais e foram empregados na atenção básica à saúde, além de assistência hospitalar e ambulatorial, suporte profilático e terapêutico e vigilância epidemiológica. Continue lendo

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Investimentos: qual será a próxima Bitcoin?

O designer baiano Gabriel Mattos Vaz, de 31 anos, nunca havia investido até junho de 2017. Naquele momento, porém, a valorização da Bitcoin chamou sua atenção. Durante o primeiro semestre, a moeda virtual havia se valorizado 160,9%. Vaz decidiu, então, apostar algum dinheiro no negócio. Não se arrependeu. Desde seu aporte, a Bitcoin valorizou-se mais 560%. No acumulado de 2017, até o dia 20 de dezembro, a alta é de 1.609%. Isso o incentivou a fazer algo que começa a se tornar uma febre no mercado de criptomoedas: procurar descobrir qual será a próxima Bitcoin. “Hoje, eu vislumbro um retorno mais alongado quando invisto”, diz ele. “Compro as moedas que acredito terem o maior potencial de valorização nos próximos meses.” (Isto É Dinheiro)

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BRDE propōe fundo para investimentos no Sul em reunião do CODESUL

Nesta terça-feira se realizou no Palácio Piratini, em Porto Alegre, reunião do Conselho de Desenvolvimento e Integração da Região Sul (CODESUL). A reunião contou com a presença de toda a diretoria do BRDE, em especial dos diretores do banco pelo Paraná Orlando Pessuti e João Luiz Regiani, bem como dos governadores José Ivo Sartori (RS), governadora em exercício Cida Borghetti (PR), Raimundo Colombo (SC) e Reinaldo Azambuja (MS).

O tema de maior importância discutido pelos governadores e que foi proposto pelo BRDE, foi a criação de fundo orçamentário para região Sul, cuja região é a única no país que não conta com Fundo Constitucional tal como as demais regiões possuem para investimentos em desenvolvimento.

O diretor de operações do BRDE João Luiz Regiani estima que a criação de um fundo financeiro para investimentos nos três estados do Sul poderia movimentar mais de R$ 1 bilhão em investimentos de infraestrutura e de estruturação econômica e social para estes estados, gerando milhares de postos de trabalhos justamente numa época em que há a necessidade de se reforçar as políticas d empregabilidade no país.

 

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Vendendo lenços porque o chô-rô-rô continua


Enquanto a oposição rançosa ao governador Beto Richa dá continuidade ao seu tradicional chô-rô-rô inventando factóides e “versões” visando fazer colar a falsa idéia de que o Paraná vai de mal a pior (que é o que de fato eles gostariam), Beto Richa segue anunciando obras, investimentos e repasse de verbas aos municípios do Paraná.

Hoje, por exemplo, o governador anúnciou em Curitiba a distribuição de mais R$ 100 milhões para 250 municípios do Paraná (aqui). Por estas e outras notícias boas para os paranaenses é que as viúvas do Lula, Dilma e Requião estão entrando em convulsão em praça pública por estes dias.

Podem notar, sempre que o governador Richa vem a público para anunciar conquistas favoráveis para o estado e sua população, surge na “mídia marrom” os arautos da desgraça inventando versões mirabolantes na tentativa de se compensarem psicologicamente pelo impacto psicológico que sofrem a cada vez que são golpeados pelas notícias positivas que vêm das bandas do Palácio Iguaçú.

Como já diziam os meus avós, “uns gostam dos olhos, outros da remela”.

E digo mais, o chô-rô-rô é livre. Falando nisso, estou vendendo lenços.

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Ação milionária questiona conduta de gestora financeira

No mercado financeiro existem regulações que podem colocar na berlinda gestores financeiros que prestam serviços como administradores de investimentos. Vejam este caso específico.

Circula nos noticiosos do meio financeiro, dentre eles no Valor Econômico, o caso envolvendo a administradora de investivmentos BTG Pactual e a sua cliente, empresa varejista Leader, da empresária Ester Panarello, de Gioânia (GO). As informações dão conta de que esta empresa se voltou contra o BTG em uma ação milionária de R$ 47 milhões, que tem como fundamento a acusação de que o banco e outras empresas, como gestoras de seus investimentos, teriam violado, em tese, deveres de diligência e lealdade com o cliente, de conflito de interesses e conluio para obter vantagens indevidas.

A questão relacionada a responsabilidade civil, especialmente na prestação de serviços de gestão financeira, é muito delicada e sujeita a questionamentos que em não raras vezes resultam em ações judiciais reparatórias vultosas.

Eis aí um filão de mercado interessante a ser estudado com especialidade pelos nosso colegas advogados. Fica a dica.

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Porto de Paranaguá é o primeiro do Brasil

Investimentos feitos pelo governo Richa e administração eficiente no Porto de Paranaguá fazem deste destaque no setor portuário do Brasil.

O Porto de Paranaguá é o primeiro do Brasil em qualidade de serviços ambientais. A Administração dos Portos de Paranaguá e Antonina (APPA) foi contemplada na noite desta quinta-feira (09), em Brasília, com o Prêmio da Agência Nacional de Transportes Aquaviários (Antaq) 2017 – Categoria “Desempenho Ambiental”. Obteve a melhor avaliação entre os 30 portos brasileiros avaliados no Índice de Desempenho Ambiental (IDA).

De acordo com o gerente de Meio Ambiente da Antaq, Marcos Maia Porto, entre todos os portos públicos avaliados no IDA, o de Paranaguá é o que mais evoluiu, saltando da 26ª colocação no ranking nacional de portos para a liderança.

“Paranaguá dobrou a nota do IDA de 2012 para cá, o que demonstra o avanço na execução das ações voltadas para o meio ambiente”, afirmou Maia Porto. Ele disse ainda que o Prêmio é um estímulo para a melhoria contínua da gestão ambiental nos portos brasileiros.

AVALIAÇÃO

O questionário do Índice de Desempenho Ambiental (IDA) –  aplicado aos portos organizados desde 2012 – é composto por 38 indicadores, com base na legislação ambiental e boas práticas do setor portuário mundial. Continue lendo

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Inclusão financeira das micro e pequenas empresas

 

Diretor de Operações do BRDE João Regiani participou de painel no Congresso Empresarial Paranaense 2017 da FACIAP

Nesta semana entre os dias 19 e 21 foi realizado em Foz do Iguaçu, Paraná, o “Congresso Empresarial Paranaense 2017” organizado pela Confederação das Associações Comerciais do Brasil (CACB) e pela Federação das Associações Comerciais do Paraná (FACIAP).

No evento participei, representando o Banco Regional de Desenvolvimento do Extremo Sul (BRDE),  de painel de discussão voltado a abordar o tema “História da Inclusão Financeira da Micro e Pequena Empresa no Paraná”. Participaram conjuntamente do painel representantes do Sebrae, Sicoob, Banco do Brasil, Fomento Paraná e Bancoob.

O congresso reuniu representantes das associações comerciais de todas as regiões do estado e do Brasil,  e houve oportunidade para falarmos sobre as ações que o BRDE vem executando a fim de cada vez mais realizar a inclusão financeira das micro e pequenas empresas (MPEs) mediante a utilização de estratégias criativas e específicas, como por exemplo,  a formação de fundos financeiros para tal finalidade e captação de recursos financeiros internacionais.

Foram demonstrados, ainda, o números e índices de desempenho do BRDE em relação aos diversos portes financeiros do seguimento econômico do Paraná e que receberam investimentos do banco, com enfoque especial nas MPEs da região Sul e do Paraná, bem como abordamos sobre as políticas de fomento financeiro que o governo Beto Richa vem desenvolvendo para o estímulo econômico do estado.

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