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Investimentos e desenvolvimento econômico

Entrevista que concedi no dia 29/09 (sexta) como Diretor de Operações do Banco Regional de Desenvolvimento do Extremo Sul (BRDE) ao jornalista Luiz Ribeiro para o programa ECONOMIA EM DEBATE, da TV Sinal (Assembléia Legislativa do Paraná), e na qual  foram abordados os seguintes temas importantes e técnicos: 1) – tratamento tributário diferenciado às instituições de desenvolvimento, 2) – criação de fundos de investimentos para o fomento econômico, 3) – fundo de desenvolvimento para a região Sul (FDS), e, 4) – captação de recursos internacionais para diversificação de `founding` e investimentos na região Sul do Brasil.

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Comunidade escolar comemora investimentos recebidos

As escolas da rede estadual de ensino do Paraná passam este ano por uma transformação. Reformas em salas de aula, quadras esportivas, banheiros, serviços de pintura, reparos nas redes elétrica e hidráulica, calçamento, troca de telhados e forros, entre outros serviços. As melhorias são executadas com recursos do Escola 1000, programa do Governo do Estado que investe R$ 100 milhões em mil escolas – cada uma recebeu R$ 100 mil para intervenções definidas por diretores, professores, funcionários, alunos e pais.


O Instituto Paranaense de Desenvolvimento Educacional (Fundepar), já autorizou projetos enviados por 368 unidades atendidas pelo Escola 1000. As obras começaram em 170 escolas e 78 terão os contratos e ordens de serviço assinados ainda nesta semana em diferentes regiões do Estado. Nas demais 120 escolas, outras etapas estão na fase final – como a avaliação técnica das prioridades definidas pela comunidade escolar e análise de documentos – e serão as próximas a terem as reformas liberadas.


Os trabalhos começaram em todo o Paraná no início deste ano e parte já foi concluída. “Nas escolas que estão com obras já é possível Continue lendo

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Aeroportos regionais: investimentos de R$ 38 milhões

Os aeroportos regionais paranaenses receberam, desde 2011, R$ 38 milhões em recursos para a contratação de estudos e obras de infraestrutura e aumento de capacidade. Os valores consideram investimentos já consolidados ou em andamento, viabilizados pelo Governo do Estado, por meio da Secretaria de Infraestrutura e Logística.

Entre as ações em tramitação neste segundo semestre estão as licitações para as obras de reforma dos aeroportos de Pato Branco e Umuarama. Em ambos serão feitas melhorias na pista e nos terminais de embarque e desembarque de passageiros para atender padrões técnicos exigidos pela Agência Nacional de Aviação Civil (Anac).
“Estamos intensificando nossas ações para ampliar a oferta de voos comerciais e atender toda população paranaense com mais conforto e agilidade. Além de Pato Branco e Umuarama, também pretendemos viabilizar recursos para a adequação do aeroporto de Guarapuava”, destaca o secretário de Infraestrutura e Logística, José Richa Filho.
Os aeroportos de Castro, Maringá, Toledo, Londrina, Cascavel e Ponta Grossa foram contemplados em anos anteriores.

Todas as ações são resultado do Continue lendo

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Investimentos sem risco e com rendimentos altos ficaram no passado

Os tempos em que era possível investir sem riscos e conseguir retornos de 15% ao ano ficaram para trás. Com a queda consistente da taxa básica de juros, a Selic, os investimentos em renda fixa (aqueles com rendimento pré-acordado) rendem menos neste ano e proporcionam ganhos próximos aos da poupança, a opção mais conservadora do mercado.
A Selic, que estava acima de 14% ao ano até o fim de 2016, sofreu cortes progressivos na medida em que a inflação baixou e está hoje em 9,25%. Nos últimos 12 meses encerrados em junho, o índice geral de preços ficou em 3%.
A taxa básica de juros é uma referência para investimentos no Tesouro Direto e fundos de renda fixa. Ela também influencia o comportamento do CDI, taxa de referência para os fundos DI e para os investimentos nos CDBs, os títulos de dívida emitidos pelos bancos.
“Foi-se a época em que se conseguia 15% [ao ano] de rendimento sem risco, acabou. Isso só volta se a economia piorar muito [e os juros tornarem a subir]”, diz o economista Alexandre Cabral. (G1).

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Governo estadual investe mais R$ 6,6 milhões

Enquanto há choradeira e ranger de dentes em diversos estados da nação, que se encontram literalmente quebrados, aqui no Paraná a máquina estatal não para de investir em diversas frentes, desde Infraestrutura até saneamento, segurança e educação.

Certamente por isso a oposição capitaneada por Requião volta e meia apronta suas gritarias e batidas de bumbo na tentativa de enganar incautos, pois para eles as coisas vão mal quando o estado vai bem.

Hoje em Foz do Iguaçu, no transcorrer da realização da Conferência da União Nacional dos Legisladores  (UNALE), o Banco Regional De Desenvolvimento do Extremo Sul (BRDE), que conjuntamente com a Fomento Paraná são os braços de estímulo econômico do estado, assinou com a presença do governador Beto Richa, R$ 6,6 milhões em contratação para ampliação da Nefroclínica de Foz, dedicada ao tratamento de pessoas portadoras de câncer.

Desse jeito a Gleise, o Requião e a camarilha vermelha continuarão descontrolados.

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Porque eles são eles e nós somos nós

A delação de Joeseley Batista da JBF continua e continuará a causar impacto ainda por muito tempo. Talvez se constitua num marco temporal que nunca mais seja esquecido pelos brasileiros.

Interessante notar que dos mais de 1.800 mencionados na sua delação nenhum, umzinho sequer, é dos Estados Unidos (americano), país onde a JBS possui 56 indústrias ligadas ao ramo de proteína animal.

Entenderam por que os Estados Unidos é os Estados Unidos e o Brasil é o Brasil?

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Dicas para os pequenos investidores

Hoje o Estadão trás algumas dicas interessantes para os pequenos investidores que querem atuar investindo no mercado financeiro.

Mesmo com o orçamento apertado em razão da crise econômica, existem boas opções de investimentos.

Uma das possibilidades indicadas é o investimento no denominado Tesouro Direto que permite aportes a partir de R$ 30.

Veja aqui.

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Pessoas físicas apostam em títulos do governo

wpid-capa_defesa_viagens.jpgMontar uma estratégia de investimento com foco no longo prazo e que, ao mesmo tempo, possa ser uma alternativa para garantir uma renda no momento da aposentadoria vem se tornando um hábito comum no segmento de pessoa física.

Apesar de a aquisição de um plano de previdência privada fazer parte do portfólio de muitos investidores, a evolução de educação financeira está tornando mais frequente a formação de carteiras de pessoas físicas baseadas em títulos do governo atrelados à inflação, também um dos ativos prediletos dos gestores de fundos de previdência. — Valor Econômico.

*** Mesmo com o governo federal capengando e a situação financeira caótica do país, os títulos do governo sempre são considerados investimento seguro face a sua liquidez, desde que atrelados à inflação. Melhor do que a poupança que perde em muito para a inflação.

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Veja a melhor maneira de usar a restituição do IR

RADARA Receita Federal liberou nesta segunda-feira (16) nas contas dos contribuintes os valores para quem está no primeiro lote de restituição do Imposto de Renda Pessoa Física (IRPF) 2014. Serão 1.361.028 contribuintes que declararam Imposto de Renda neste ano ou estavam na malha fina de outros anos que vão receber pelo Fisco a soma de R$ 2 bilhões.

Independente da quantia, o dinheiro extra deixa entusiasmado alguns consumidores.Mas antes de decidir onde utilizar o recurso, é fundamental uma análise de como anda a sua saúde financeira, na opinião do economista da Boa Vista SCPC (Serviço Central de Proteção ao Crédito), Flávio Calife.

O consumidor que está Continue lendo

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Telefonia em número de reclamações na ANATEL

Radar do ConsumidorA operadora Claro foi a que registrou o maior número de reclamações em julho, com 31 queixas por grupo de mil usuários. A informação foi dada hoje (22), pela Agência Nacional de Telecomunicações (Anatel), ao divulgar a avaliação trimestral do Plano Nacional de Ação de Melhoria da Prestação do Serviço Móvel Pessoal, de maio a julho de 2013.

Os principais motivos das reclamações apresentadas contra as operadoras são cobrança, 25%; promoções, 14%; serviços adicionais, 11%; cartão pré-pago, 11%; rede, 11%; atendimento, 7%; área de cobertura, 4%; planos de serviço, 4%; habilitação, 4%.

Segundo a Anatel, as operadoras realizaram Continue lendo

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