Justiça do Trabalho



Justiça do Trabalho já enterra velhas picaretagens

A reforma trabalhista, que entrou em vigor neste sábado (11), já produz seus frutos. No primeiro dia de vigência, com base no novo texto, um juiz do Trabalho recusou uma velha picaretagem agasalhada na velha legislação: a tentativa de arrancar dinheiro do patrão alegando ter sido vítima de “assalto” a caminho do trabalho. Nesse caso, o sujeito pedia R$50 mil. Acabou condenado a pagar R$8,5 mil por litigância de má-fé.
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O patrão vinha sendo responsabilizado pelo assalto ou o “acidente de trajeto” para o trabalho, da topada na calçada ao acidente de trânsito.
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A decisão do juiz José Cairo Junior, da Bahia, inaugura fase histórica nas relações de trabalho no Brasil.
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O economista Luiz Paulo Rosenberg chama a atenção para o fato de a reforma trabalhista contribuir para o reaparecimento dos empregos. (Diário do Poder).
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Justiça do Trabalho é lenta e pouco efetiva para o empregado

Muito interessante a matéria da Folha de São Paulo (veja aqui) sobre a (in)eficácia da Justiça do Trabalho no Brasil.

Embasada num estudo realizado pelo pesquisador André Gambier Campos do Ipea (Instituto de Pesquisa Econômica Aplicada), a matéria da Folha demonstra o quanto a Justiça do Trabalho é lenta e cara, custando mais de R$ 14 bilhões anuais aos cofres públicos.

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