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2,95%: inflação baixa em 2017

A explicação da inflação baixa de 2017 (2,95%) é uma supersafra agrícola que fez os preços dos alimentos caírem, somado à redução nas vendas em geral face a queda do poder de compra da população. Mas economistas alertam que esse cenário não deve se repetir em 2018.

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Mercado de trabalho: profissões em ascensão

 Emerson Weslei Dias, fala sobre as carreiras que vão estar em alta neste ano e a necessidade de desenvolvimento profissional


O ano de 2016 foi turbulento no País e no mercado de trabalho não foi diferente. Muitos profissionais perderam seus empregos ao longo dos últimos dois anos e continuam em busca de recolocação. Para ajudar quem está em busca de uma nova oportunidade no mercado de trabalho e pensa até em iniciar uma nova profissão, o Brasil Econômico entrevistou o consultor de carreiras, Emerson Weslei Dias, para saber quais profissões estarão em alta em 2017 e quais as previsões do mercado de trabalho no Brasil.  Continue lendo

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Evolução nas relações de trabalho fecham postos

O avanço dos canais eletrônicos e a busca por eficiência têm levado os bancos a reduzir a rede física de atendimento. De janeiro até maio, foram fechadas 929 agências no país, segundo o Banco Central (BC). No ano passado, o número ficou praticamente estável em relação a 2015.

As agências passam por uma mudança de conceito, deixando de ter como foco o atendimento para se tornar espaços de negócios e de assessoria de investimento. Ao mesmo tempo, cresce o número de contas digitais – o que significa maior facilidade para os clientes e economia para os bancos.

A convivência entre agências físicas e digitais vai ser duradoura, mas o celular é a “estrela da vez”, diz Josué Pancini, vice-presidente do Bradesco responsável pela rede de atendimento.

Os aparelhos móveis foram mm responsáveis por Continue lendo

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Venda de PCs no Brasil caiu 27% em agosto

Divulgação/Positivo Informática.  / Em agosto foram comercializadas 760 mil unidades no Brasil

As vendas de computadores pessoais no Brasil recuaram 27% em agosto em relação ao mesmo mês do ano passado, para 760 mil unidades, informou nesta quinta-feira (23) a empresa de consultoria IDC Brasil.

Do total, foram comercializados 293 mil desktops (39% do total) e 467 mil notebooks (61%). Em agosto, 28% das vendas foram para o mercado corporativo e 72% para o consumidor final.

“Os números estão de acordo com a nossa projeção. Já esperávamos um desempenho negativo do mercado. O momento pré-eleição, a queda na disputa de preços pelas empresas, principalmente no setor de consumo, têm impactado os números nesses últimos meses”, disse em comunicado o analista Pedro Hagge.

Os dados também mostram queda nas vendas em relação a julho deste ano, quando foram comercializados 787 mil PCs, queda de 35% em relação a julho do ano passado, de acordo com dados divulgados nesta quinta-feira pelo instituto.

Foram vendidos em julho 324 mil desktops (41%) e 464 mil notebooks (59%), sendo 31% para o mercado corporativo e 69% para o consumidor final.

Para o analista, 2014 terá uma queda de 24% nas vendas de PCs, a mais forte já registrada nesse mercado (Gazeta do Povo)

*** Reflexo da retração de mercado nos diversos segmentos produtivos.

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Dólar fica instável até o fim do ano

RADARA disputa eleitoral para a Presidência do país impacta a alta na cotação do dólar, e a tendência é que a instabilidade no câmbio permaneça pelo menos até o final do ano, segundo especialistas ouvidos pelo G1. Além disso, eles preveem que a moeda norte-americana não voltará mais abaixo do patamar de R$ 2,40.

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Disputa pela GVT traz ameaça de concentração de mercado

Se aceita, oferta de compra da espanhola Telefónica vai consolidar cenário com três grupos dominando o setor no Brasil

André Rodrigues/ Gazeta do Povo / Proposta de R$ 21,8 bilhões pela GVT levou os franceses da Vivendi à mesa de negociação: venda deve ser anunciada em breve

Proposta de R$ 21,8 bilhões pela GVT levou os franceses da Vivendi à mesa de negociação: venda deve ser anunciada em breve

Quando as negociações entre o grupo francês Vivendi e o espanhol Telefónica para a compra da GVT chegarem ao fim – o que deve ocorrer nos próximos dias –, o mercado de telecomunicações brasileiro terá uma nova cara e ficará, inevitavelmente, mais concentrado. Ao fim deste processo devem restar três grandes grupos fornecendo serviços de telefonia móvel, fixa, banda larga e TV por assinatura no país: o mexicano America Móvil (Claro, Embratel e Net), o espanhol Telefónica/Vivo e a Oi, em processo de fusão com a Portugal Telecom. Quem mais sentirá o impacto da consolidação desses grupos no país – positiva ou negativamente – é o consumidor.  Continue lendo

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