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Economia: vendas de carros voltam a crescer

A recuperação do mercado de automóveis no Brasil deixou de ser sustentada somente pelos consumidores mais ricos, que foram os menos afetados pela crise, e tem contado também, nos últimos meses, com a contribuição dos brasileiros de menor renda.

Condições melhores de emprego e crédito permitiram que a venda de carros mais baratos voltasse lentamente a crescer no segundo semestre de 2017, de acordo com dados levantados pelo Estadão/Broadcast. Essa virada, segundo analistas, deve se consolidar em 2018, levando o mercado como um todo a taxas mais expressivas de expansão. (Fonte: Isto É Dinheiro)

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Acordo entre UE e Mercosul sinaliza a necessidade de mudanças

“(…)os países da região da AL que pretendam abrir as suas economias para o mercado internacional e às relações econômicas globais necessitam se amoldar aos parâmetros econômicos  internacionais de eficiência na gestão das contas públicas e de eficiência nas suas políticas econômicas (…)”

JOÃO LUIZ AGNER REGIANI

O acordo internacional entre a União Européia e o Mercosul, que se arrasta há anos dependendo ainda de ajustes para a sua celebração, caso se concretize poderá significar um grande passo para as economias de vários países da América Latina (AL) integrantes do Mercosul quanto as suas inserções numa região econômica de relevância global.

Existem ainda impasses a dificultar a pactuação, como por exemplo a inclusão ou não no acordo do setor de carnes bovinas (livre exportações) motivado pela resistência dos franceses em incluir este setor no acordo.

As dificuldades na pactuação deste acordo internacional vem demonstrando o quanto os países da região da AL que pretendam abrir as suas economias para o mercado internacional e às relações econômicas globais necessitam se amoldar aos parâmetros econômicos  internacionais de eficiência na gestão das contas públicas e de eficiência nas suas políticas econômicas, compreendendo especialmente o  equilíbrio dos gastos públicos, com o saneamento dos seus `déficits` previdenciários, equalização do tamanho das máquinas públicas (leia-se, reforma administrativa) e realizações de modernizações tributárias (leia-se, reforma tributária) a fim de fortalecerem a competitividade das suas economias.

No entanto, no caso específico do Brasil, nada disso será possível se não acontecer a “reforma das reformas”, a qual precede as demais reformas ainda necessárias no país, que é a reforma política e do modelo de representatividade política e do funcionamento dos partidos no nosso país. Condição imprescindível para o término do “balcão de negócios” partidários existentes em Brasília, em grande parte responsável pela ingovernabilidade ou desgovernabilidade, e condição “sine qua non” para o Brasil efetivamente fazer por merecer espaço estável no cenário do mercado internacional.

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2,95%: inflação baixa em 2017

A explicação da inflação baixa de 2017 (2,95%) é uma supersafra agrícola que fez os preços dos alimentos caírem, somado à redução nas vendas em geral face a queda do poder de compra da população. Mas economistas alertam que esse cenário não deve se repetir em 2018.

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Mercado de trabalho: profissões em ascensão

 Emerson Weslei Dias, fala sobre as carreiras que vão estar em alta neste ano e a necessidade de desenvolvimento profissional


O ano de 2016 foi turbulento no País e no mercado de trabalho não foi diferente. Muitos profissionais perderam seus empregos ao longo dos últimos dois anos e continuam em busca de recolocação. Para ajudar quem está em busca de uma nova oportunidade no mercado de trabalho e pensa até em iniciar uma nova profissão, o Brasil Econômico entrevistou o consultor de carreiras, Emerson Weslei Dias, para saber quais profissões estarão em alta em 2017 e quais as previsões do mercado de trabalho no Brasil.  Continue lendo

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Evolução nas relações de trabalho fecham postos

O avanço dos canais eletrônicos e a busca por eficiência têm levado os bancos a reduzir a rede física de atendimento. De janeiro até maio, foram fechadas 929 agências no país, segundo o Banco Central (BC). No ano passado, o número ficou praticamente estável em relação a 2015.

As agências passam por uma mudança de conceito, deixando de ter como foco o atendimento para se tornar espaços de negócios e de assessoria de investimento. Ao mesmo tempo, cresce o número de contas digitais – o que significa maior facilidade para os clientes e economia para os bancos.

A convivência entre agências físicas e digitais vai ser duradoura, mas o celular é a “estrela da vez”, diz Josué Pancini, vice-presidente do Bradesco responsável pela rede de atendimento.

Os aparelhos móveis foram mm responsáveis por Continue lendo

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Venda de PCs no Brasil caiu 27% em agosto

Divulgação/Positivo Informática.  / Em agosto foram comercializadas 760 mil unidades no Brasil

As vendas de computadores pessoais no Brasil recuaram 27% em agosto em relação ao mesmo mês do ano passado, para 760 mil unidades, informou nesta quinta-feira (23) a empresa de consultoria IDC Brasil.

Do total, foram comercializados 293 mil desktops (39% do total) e 467 mil notebooks (61%). Em agosto, 28% das vendas foram para o mercado corporativo e 72% para o consumidor final.

“Os números estão de acordo com a nossa projeção. Já esperávamos um desempenho negativo do mercado. O momento pré-eleição, a queda na disputa de preços pelas empresas, principalmente no setor de consumo, têm impactado os números nesses últimos meses”, disse em comunicado o analista Pedro Hagge.

Os dados também mostram queda nas vendas em relação a julho deste ano, quando foram comercializados 787 mil PCs, queda de 35% em relação a julho do ano passado, de acordo com dados divulgados nesta quinta-feira pelo instituto.

Foram vendidos em julho 324 mil desktops (41%) e 464 mil notebooks (59%), sendo 31% para o mercado corporativo e 69% para o consumidor final.

Para o analista, 2014 terá uma queda de 24% nas vendas de PCs, a mais forte já registrada nesse mercado (Gazeta do Povo)

*** Reflexo da retração de mercado nos diversos segmentos produtivos.

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Dólar fica instável até o fim do ano

RADARA disputa eleitoral para a Presidência do país impacta a alta na cotação do dólar, e a tendência é que a instabilidade no câmbio permaneça pelo menos até o final do ano, segundo especialistas ouvidos pelo G1. Além disso, eles preveem que a moeda norte-americana não voltará mais abaixo do patamar de R$ 2,40.

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Disputa pela GVT traz ameaça de concentração de mercado

Se aceita, oferta de compra da espanhola Telefónica vai consolidar cenário com três grupos dominando o setor no Brasil

André Rodrigues/ Gazeta do Povo / Proposta de R$ 21,8 bilhões pela GVT levou os franceses da Vivendi à mesa de negociação: venda deve ser anunciada em breve

Proposta de R$ 21,8 bilhões pela GVT levou os franceses da Vivendi à mesa de negociação: venda deve ser anunciada em breve

Quando as negociações entre o grupo francês Vivendi e o espanhol Telefónica para a compra da GVT chegarem ao fim – o que deve ocorrer nos próximos dias –, o mercado de telecomunicações brasileiro terá uma nova cara e ficará, inevitavelmente, mais concentrado. Ao fim deste processo devem restar três grandes grupos fornecendo serviços de telefonia móvel, fixa, banda larga e TV por assinatura no país: o mexicano America Móvil (Claro, Embratel e Net), o espanhol Telefónica/Vivo e a Oi, em processo de fusão com a Portugal Telecom. Quem mais sentirá o impacto da consolidação desses grupos no país – positiva ou negativamente – é o consumidor.  Continue lendo

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