Operadoras Aéreas



Avianca abandona quase 200 passageiros por 40 horas em NY

Empresa mostra despreparo menos de 1 mês após passar a oferecer viagens diretas de SP para NY; caos e desinformação marcam a espera dos clientes.

Vejam aqui a matéria integral sobre o assunto produzida pelo IG Notícias.

 

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Aeroportos e aéreas brasileiras caem em ranking de pontualidade

Por Vinícius Casagrande

UOL

Os principais aeroportos brasileiros perderam posições no ranking internacional de pontualidade realizado pela consultoria inglesa OAG. Dos dez aeroportos que aparecem no ranking, sete tiveram queda no índ… Vejam mais.

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Cobrança de bagagens e a lorota da baixa dos preços das passagens

O aumento de 35,9% nos preços das passagens aéreas desde o início da cobrança pelas malas, constatado pela Fundação Getúlio Vargas (FGV), comprova um estelionato que merece investigação. Para justificar a medida, que criou mais um negócio milionário para as empresas aéreas, a Agência Nacional de Aviação Civil (Anac) anunciou que “a tendência” seria diminuir o preço da passagem. Não era verdade, claro. A informação é da Coluna Cláudio Humberto, do Diário do Poder.

Há suspeitas de conluio da Anac com as empresas aéreas, para a adoção da medida. E com o aval da Câmara dos Deputados.

O Senado aprovou resolução anulando decisão da Anac para cobrar pelas malas, mas era necessário o aval da Câmara dos Deputados.

O presidente da Câmara, Rodrigo Maia, jamais colocou em votação a decisão do Senado suspendendo a resolução da Anac.

Com o mercado de aviação civil reservado a empresas “nacionais”, as passagens aéreas no Brasil estão entre as mais caras do mundo.

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Aéreas: novas regras para bagagens. Vejam como ficou.

Para aqueles que não conseguem levar pouca bagagem para viajar a regra mudou e é importante saber como.

Em 29 de abril de 2017 uma decisão judicial autorizou que as companhias aéreas pudessem vender passagens sem a franquia mínima de bagagem. Apesar da decisão da Justiça Federal, o tema não é absoluto e certamente será revisto por outras instâncias.

Começarei falando sobre as Companhias Aéreas Internacionais, pois foram as menos afetadas.

Companhias Aéreas Internacionais

As empresas aéreas nacionais e internacionais estão livres para aplicar suas próprias regras em relação às bagagens despachadas.

No entanto, a maioria das companhias estrangeiras optou por não fazer nenhuma alteração sobre a franquia de malas despachadas continuando com 02 (duas) malas de 32kg.

DICA – A exceção é América do Sul onde a franquia é de 23kg.

Algumas empresas que mantiveram a política de manter como estava – Aerolineas Argentina, Aeroméxico, Air Canada, Air Europa, Air France, Alitalia, American Airlines, British Airways, Copa Airlines, Delta, Ethiopian, Ibéria, KLM, Lufthansa, Qatar, Royal Air Maroc, South African, Swiss, TAP, Turkish, dentre outras.

Companhias Aéreas Nacionais

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A ANAC e o caso das bagagens

Os consumidores devem ficar muito atentos, pois sob a justificativa da necessidade de ser criado melhor ambiente econômico para o setor aéreo no país, a Agência Nacional de Aviação Civil (ANAC) e as operadoras aéreas persistem na idéia de alterarem as regras para o transporte de bagagens nos vôos domésticos e internacionais.

Em conjunto estão trabalhando com a idéia de liberação de cobranças progressivas no decorrer dos próximos 3 anos, até ser liberada a cobrança integral por toda a bagagem transportada pelo consumidor.

No entanto não está sendo pensada em nenhuma garantia de que haverá contrapartida na redução dos preços das passagens aéreas.

Mais uma vez a ANAC, que devia primar pela defesa dos interesses dos consumidores, pelo visto vai sucumbir em desfavor destes.

Portanto, todos os consumidores devem estar muito atentos e mobilizados para não aceitarem que estas alterações sejam estabelecidas sem quaisquer garantias de benefício aos consumidores em contrapartida.

Consumidores unidos e bem informados jamais serão vencidos.

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Senado: aprovada transferência de passagens aéreas

O Senado aprovou nesta quarta-feira (16) uma proposta que permite a transferência de passagens aéreas entre passageiros, que era proibida por uma resolução da Agência Nacional de Aviação Civil (Anac). Para a agência, o bilhete é pessoal e intransferível e esse impedimento é necessário por questões de segurança e pela possibilidade de um mercado paralelo de compra e venda de passagens.

O relator, senador Aloysio Nunes Ferreira (PSDB – SP), acredita que esses riscos são fáceis de serem contornados, e a iniciativa vai beneficiar o consumidor e o mercado.  O projeto (PLS 394/2014) teve decisão terminativa na Comissão de Constituição, Justiça e Cidadania do Senado (CCJ).

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Aéreas: aeronautas e aeroviários podem entrar em greve

imagemCategoria reivindica aumento salarial de 12%, entre outros benefícios, e pode cruzar os braços a qualquer momento.

O transporte aéreo pode virar um caos caso efetivamente a greve seja deflagrada.

Quem estiver com viagem planejada fique atento.

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Companhias aéreas lideram reclamações de fim de ano

RADARDe 304 reclamações aos juizados especiais em Congonhas e Cumbica, 220 foram sobre ‘falta de assistência’ de empresas

Por Fausto Macedo, do Estadão

Não foram atrasos, cancelamentos de voos ou overbooking que predominaram entre as reclamações nos juizados especiais instalados nos aeroportos de Cumbica (Guarulhos) e Congonhas (São Paulo) durante o período de festas de fim de ano, que coincidiu com o recesso forense, de 20 de dezembro a 6 de janeiro. A falta de assistência pelas companhias aéreas marcou 220 do total de 304 reclamações, segundo informou nesta quinta feira, 8, o Tribunal de Justiça do Estado.

A estatística demonstra ainda que a falta de informação (89) foi o segundo motivo de queixas, seguido de cancelamentos de voos (29), problemas com bagagens (27), overbooking (12) e atrasos de voos (10).

Foram obtidos 43 acordos e dadas 603 orientações diversas.

Os juizados foram instalados em 2010 para atender casos de reclamações nos aeroportos. Há tentativa de acordo entre as partes, e quando não ocorre a conciliação as demandas se  transformam em ações que são encaminhadas ao juizado do domicílio do reclamante, mesmo que em outro Estado.

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É lei: aéreas não podem cobrar mais do que 5%

Radar do ConsumidorO consumidor que souber com antecedência que não conseguirá comparecer ao embarque tem a opção de remarcar o voo ou cancelar o bilhete e pedir reembolso.

Essas possibilidades estão sujeitas ao pagamento de uma taxa, como por exemplo a tarifa cobrada para remarcação de passagem.

A cobrança é considerada legal pelo Idec, mas há regras que limitam seu valor.

No caso de cancelamento, o consumidor tem direito à restituição do que pagou, descontada a multa, que não pode exceder 5% do valor do bilhete, de acordo com o artigo 740, §3º, do Código Civil (Idec).

*** Fica o alerta aos consumidores para ficarem atentos, pois tem muitas operadoras aéreas descumprindo esta regra legal e exigindo dos consumidores taxas de cancelamentos de vôos abusivas, que chegam a patamares absurdos de 70% a 80% do valor pago por trecho.

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