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Avianca abandona quase 200 passageiros por 40 horas em NY

Empresa mostra despreparo menos de 1 mês após passar a oferecer viagens diretas de SP para NY; caos e desinformação marcam a espera dos clientes.

Vejam aqui a matéria integral sobre o assunto produzida pelo IG Notícias.

 

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Passagens aéreas: 5% é a multa máxima por cancelamento

BAGAGEM[1]O Ministério Público Federal na Bahia (MPF/BA) recomendou à Agência Nacional de Aviação Civil (Anac) que fiscalize se as companhias aéreas estão cumprindo o limite legal de cobrança de multa por cancelamento ou remarcação de bilhetes aéreos, que não pode ultrapassar 5% do valor da passagem. Caso o cancelamento ocorra sete dias após a compra do bilhete pelo site ou call center da companhia, também deve ser respeitado o direito de arrependimento previsto no artigo 49 do Código de Defesa do Consumidor (CDC), que isenta o consumidor de qualquer pagamento de multa. A recomendação também foi encaminhada às companhias Gol, TAM, Azul/Trip, Avianca e Passaredo. Continue lendo

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Companhias aéreas querem cobrar passagens de bebês

Radar do Consumidor“As companhias aéreas tem deixado muito a desejar na assistência material ao consumidor e ainda querem mais”

As companhias aéreas brasileiras solicitaram à Agência Nacional de Aviação Civil (Anac) o fim da limitação de cobrança das passagens dos bebês de até dois anos de idade. A proposta será avaliada neste ano e se for aprovada as famílias que levarem crianças no colo estarão sujeitas a pagar uma passagem a mais, mesmo não ocupando espaço no voo. Hoje, o limite é de 10% do valor da passagem integral, mas nenhuma companhia cobra.

A medida é uma das 67 discutidas entre as companhias e a Anac e que receberam aval para serem submetidas a audiências públicas. A previsão é que a audiência pública ocorra em junho, quando será apresentada a proposta, em forma de uma resolução da Anac. Antes da aprovação também está prevista uma consulta pública a partir de novembro. — Com informações de Melhores Destinos.

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É lei: aéreas não podem cobrar mais do que 5%

Radar do ConsumidorO consumidor que souber com antecedência que não conseguirá comparecer ao embarque tem a opção de remarcar o voo ou cancelar o bilhete e pedir reembolso.

Essas possibilidades estão sujeitas ao pagamento de uma taxa, como por exemplo a tarifa cobrada para remarcação de passagem.

A cobrança é considerada legal pelo Idec, mas há regras que limitam seu valor.

No caso de cancelamento, o consumidor tem direito à restituição do que pagou, descontada a multa, que não pode exceder 5% do valor do bilhete, de acordo com o artigo 740, §3º, do Código Civil (Idec).

*** Fica o alerta aos consumidores para ficarem atentos, pois tem muitas operadoras aéreas descumprindo esta regra legal e exigindo dos consumidores taxas de cancelamentos de vôos abusivas, que chegam a patamares absurdos de 70% a 80% do valor pago por trecho.

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Passagens para Copa do Mundo podem aumentar em mais de R$ 1.000

Gol muda regras de milhagens

Apesar de as companhias aéreas Avianca e Azul afirmarem que irão estabelecer tarifa-teto de R$ 999 para as passagens durante o período da Copa do Mundo de 2014, um levantamento realizado pelo comparador de viagens Mundi mostra que o valor dos bilhetes pode aumentar em mais de R$ 1.000.

Para verificar a oscilação, o site usou como base o preço mínimo dos voos com origem nas três cidades que mais procuraram as sedes dos jogos da Seleção Brasileira na primeira fase e na final, sendo que as buscas dos usuários foram realizadas entre julho de 2013 e janeiro de 2014.

Os dois maiores aumentos foram registrados nos trechos Salvador – Fortaleza, para o segundo jogo do Brasil no evento, e Recife- São Paulo, para o jogo de abertura da competição. No primeiro trecho, os dados apontaram Continue lendo

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