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Planos de saúde: novas regras vigorando

ANSA Agência Nacional de Saúde (ANS) editou a Resolução Normativa (RN) n.º 395, a qual começou a vigorar ontem (15/05 – domingo) estabelecendo algumas novidades na relação entre clientes e planos de saúde.

Referida resolução traz a denominada “qualificação no atendimento” do usuário da saúde complementar.

Alguns critérios novos a serem adotados pelas operadoras: Continue lendo

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Cartilha ajuda consumidor a escolher plano de saúde

ANSA Agência Nacional de Saúde Suplementar (ANS) lançou uma cartilha para orientar os consumidores interessados em obter informações ou adquirir um plano de saúde.

O material explica, de maneira clara, quais são os tipos de planos e as especificidades de cada um, ajudando a escolha do serviço mais adequado.

São abordados aspectos relativos à abrangência geográfica, segmentação, cobertura e rede de prestadores, entre outros. A cartilha está disponível no portal da ANS na área de publicações (aqui).

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PLANOS DE SAÚDE: 7 dicas para contratar planos de saúde

Antes de aderir a um plano de saúde, o consumidor precisa se informar sobre todas as condições do contrato, para não correr o risco de ser surpreendido no futuro. Veja, a seguir, algumas perguntas que devem ser feitas antes da assinatura do contrato.

QUAL O PERFIL DO CONTRATO? – Não se deixe levar apenas pelo preço do plano. É importante saber o perfil de contrato que está assinando: coletivo/empresarial (intermediado por empresas ou entidades de classe) ou individual/familiar (negociado com a operadora). Os preços iniciais dos planos coletivos costumam ser menores, mas eles têm reajustes mais altos, em geral.

COMO É FEITO O REAJUSTE DO PLANO? – Os planos individuais/familiares têm dois tipos de reajuste: anual, regulado pela ANS, e por faixa etária. Os planos coletivos têm três: anual, por faixa etária e por sinistralidade, que leva em conta a frequência de uso dos serviços. Informe-se sobre os índices usados nos últimos anos.

QUAL O TIPO DE COBERTURA? – A oferta de mais ou menos serviços está ligada ao tipo de plano contratado: ambulatorial, hospitalar com ou sem obstetrícia, referência ou odontológico. A ANS define uma lista de consultas, exames e tratamentos que os planos são obrigados a oferecer, conforme cada tipo.

POSSO SER ATENDIDO EM QUALQUER LUGAR? – Antes de assinar o contrato, pergunte sobre a abrangência da cobertura. Se o plano for de abrangência regional, o atendimento estará limitado à área geográfica prevista no contrato. Caso seja de cobertura nacional, o atendimento estará garantido em todo o país.

A PARTIR DE QUANDO POSSO USAR MEU PLANO? – Os períodos máximos de carência são: 24 horas para urgência e emergência; 180 dias para internações, cirurgias e procedimentos de alta complexidade; e 300 dias para parto. A operadora pode oferecer prazos menores, mas isso deve ser garantido por escrito.

POSSO FAZER A PORTABILIDADE DO PLANO? – A portabilidade é a possibilidade de mudar de plano sem precisar cumprir novamente a carência. Ela só é obrigatória nos planos individuais ou familiares, e nos coletivos por adesão. Mesmo assim, o consumidor precisa ter ficado pelo menos 2 anos no plano (ou 3, se tiver alguma doença preexistente).

QUANDO TEREI REAJUSTE POR IDADE? – As empresas podem promover reajustes no valor do plano quando o consumidor muda de faixa etária. Essas faixas são definidas pela ANS. Quem contrata um plano aos 28 anos, por exemplo, terá de arcar com um reajuste deste tipo aos 29, quando mudará de faixa. —- UOL.

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Vídeo: reajustes dos planos de saúde

O blog inaugura hoje um novo formato de comunicação com os seus leitores. Serão vídeos curtos com informações objetivas e informais para bem orientar os cidadãos consumidores sobre as diversas áreas das relações de consumo.

Neste primeiro vídeo o tema diz respeito aos reajustes das mensalidades dos planos de saúde e a sua correlação com a natureza individual ou coletiva das contratações. Uma temática que, em razão do desconhecimento dos consumidores, tem ocasionado a estes muitas incompreensões e frustrações. Confiram no vídeo a seguir.

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Como evitar surpresas com o plano de saúde na aposentadoria

ANSQuem não se planeja desde cedo para manter o plano de saúde durante a aposentadoria corre o risco de enfrentar um grande problema no futuro.
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As leis que asseguram ao ex-funcionário o direito de manter-se no plano da empresa depois de se aposentar ou que impedem reajustes abusivos nos preços de planos de saúde particulares nessa fase da vida têm efeitos limitados.
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Na prática, isso significa que se você não pensar com antecedência nas despesas médicas que terá no futuro, fatalmente terá de enfrentar um aumento de gastos relevante no seu orçamento.
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Quem tem um plano de saúde coletivo empresarial passa a pagar o valor integral do plano ao se aposentar, sem os subsídios oferecidos pela empresa. Para completar, o ex-funcionário somente terá o direito de manter o benefício até o final da vida se tiver feito as contribuições ao plano por um período superior a dez anos.

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ANS considera ilegal taxa de disponibilidade de parto

Radar do ConsumidorAtenção mamães gestantes!

Esta é para vocês, pois relembrar nunca é demais.

ANSA Agência Nacional de Saúde Suplmentar (ANS), órgão federal controlador do setor de saúde suplementar do país (planos de saúde), considera abusiva e, portanto, ilegal a cobrança pelo médicos da denominada taxa de disponbilidade de parto.

Veja diretamente da página da ANS por AQUI.

Se o seu médico fizer a imposição da cobrança desta taxa DENUNCIE!

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ANS alerta para venda de cartões pré-pagos de saúde

RADARO anúncio é atraente: por parcelas de apenas R$ 18,90 por mês, é possível ter acesso a consultas médicas e exames da rede particular de saúde. Para o consumidor desavisado, pode parecer uma oportunidade barata para substituir o plano de saúde. Mas este tipo de serviço representa um risco quando o usuário precisa fazer tratamentos e exames mais complexos.

Terça-feira, a Agência Nacional de Saúde (ANS) lançou uma cartilha em que esclarece a diferença em relação aos planos de saúde. Os serviços de cartões de desconto e pré-pagos parecem um convênio médico, mas não são. Funciona da seguinte forma: o contratante recebe um cartão e, mediante o pagamento de uma mensalidade, pode fazer consultas e exames na rede particular, com preços mais baixos do que os valores cobrados normalmente.

Antes da consulta, o cliente faz recarga do cartão, da mesma forma que acontece na telefonia celular. A Vale Saúde, por exemplo, oferece consultas a R$ 63 e exames com desconto. Além do valor da mensalidade e da consulta, o cliente paga uma taxa de R$ 2,50 no momento da recarga (Portal do Consumidor).

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Planos de Saúde: ANS suspende 65 planos de 16 operadoras

ANSResultado do 11º ciclo de monitoramento beneficia diretamente 586 mil consumidores que já contrataram esses planos e deverão ter seus problemas assistenciais sanados

A Agência Nacional de Saúde Suplementar (ANS) suspende a partir desta sexta-feira (14) a comercialização de 65 planos de saúde de 16 operadoras por desrespeito aos prazos máximos de atendimento e por negativas indevidas de cobertura. A ação é resultado do 11º ciclo do Programa de Monitoramento da Garantia de Atendimento realizado pela ANS e beneficia diretamente 586 mil consumidores que contrataram esses planos.

Os planos de saúde que tiveram comprovada a melhoria no atendimento ao cidadão nos últimos três meses serão reativados. Ao todo, 81 planos estão autorizados pela ANS a voltar à atividade.

Neste 11º ciclo, foram recebidas 12.031 reclamações. O número de queixas consideradas procedentes, ou seja, que tiveram a infração constatada, teve uma queda de 40% em relação ao ciclo anterior. Isso indica que a medida da ANS induziu as operadoras a um maior esforço para o atendimento oportuno e adequado de seus beneficiários. A maior redução foi constatada nas operadoras de grande porte (acima de 100 mil consumidores), que apresentaram queda de cerca de 60% no número de reclamações procedentes no 11º ciclo na comparação com o 10º ciclo. Continue lendo

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Planos de saúde impagáveis

IDECPesquisa do Idec revela que as poucas operadoras que comercializam planos de saúde individuais cobram mensalidades caras e adotam procedimentos para barrar usuários com mais de 60 anos

O idoso que quiser contratar um plano de saúde provavelmente vai encontrar dificuldades para alcançar tal objetivo. É o que mostra um levantamento do Idec, que avaliou quais operadoras estão oferecendo planos individuais e, entre estas, quais são os preços e as condições de contratação para usuários de mais de 60 anos.

Veja mais aqui.

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