Politica



Contradições no caso Temer. A falência do sistema político

Ontem vivenciamos mais uma página manchada da história política do País.

Deputados que enxergaram motivos para impedir Dilma, não “enxergaram” motivos suficientes para acolher a denúncia e autorizar o processamento de Temer pelo STF.

Por outro lado, não menos contraditório – diria até mais contraditório ainda – deputados do PT e da esquerda anacrônica, que fizeram acrobacias mirabolantes para defenderem as imoralidades do governo Dilma no processo parlamentar de impeachment desta, ontem se travestiram de arautos casuais e seletivos da moralidade para discursarem e votarem defendendo o processamento do Presidente.

São contradições que demonstram claramente a falência do sistema político nacional, bem como que o nosso Congresso Nacional nada mais é do que um balcão de “negócios”.

Enquanto as ideologias, partidarismos e a corrupção se sobrepuserem aos interesses da Nação não teremos futuro. Simples assim.

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Venezuela: PT/PCdoB/PDT reconhecem, mas o Brasil não

O governo brasileiro não vai reconhecer o resultado da votação para a Assembleia Constituinte na Venezuela. A informação foi confirmada ao UOL pelo Itamaraty neste domingo (30), horas antes do fechamento das urnas no país vizinho.

Em nota, a chancelaria brasileira afirma que a nova assembleia constituinte “formaria uma ordem constitucional paralela, não reconhecida pela população, agravando ainda mais o impasse institucional que paralisa a Venezuela”. (UOL Notícias).

Vejam também:

PT, PCdoB e PDT assinam apoio à ditadura venezuelana

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PT, PCdoB e PDT assinam apoio à ditadura venezuelana

 

Gleise Hoffman, presidente nacional do PT, discursando em apoio ao ditador Nicolás Maduro (Foto: Estadão)

Nos últimos anos alguns partidos brasileiros paulatinamente vêm se demonstrando totalmente alinhados com o que há de pior na política e às ditaduras existentes na América Latina e na África.

Não bastassem as omissões de Lula e Dilma, quando estavam no exercício da presidência da república, em se posicionarem contra Chaves e Maduro diante do inegável estado ditatorial e das atrocidades existentes na Venezuela, agora, apeados do poder, o PT, o PCdoB e o PDT deixam cair definitivamente as suas máscaras ao assinarem apoio formal ao sanguinário e despótico governo chavista-bolivariano de Nicolás Maduro da Venezuela.

Como diz o velho ditado: “o diabo faz a panela, mas não faz a tampa” e, assim, referidos partidos mostram com qual finalidade militam na política brasileira e qual projeto defendem efetivamente (comunismo), bem como que destino teríamos caso tais partidos da esquerda anacrônica nacional estivesse no poder.

O cidadão consciente e que quer o bem do País deve fugir dos comunistas da política nacional ou se tornará cada vez mais um deles, pois, no fim, desejam implantar no Brasil os mesmos projetos que existem nos demais países dominados pelo comunismo: com destruição e ridicularização dos princípios da família tradicional, dos valores cristãos, defesa do aborto e da eutanásia, dentre outras excrescências que afrontam princípios de moralidade e de ética cristã.

Quem tiver ouvidos que ouça.

Vejam a reportagem completa sobre o assunto aqui e pasmem.

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Estragos do sucessor eleito pelos anacrônicos

Os preços dos combustíveis nas bombas estão de doer no bolso de qualquer um em razão do aumento de tributos incidentes sobre estes determinado pelo presidente Temer.

No entanto não podemos nos esquecer: quem elegeu Dilma também elegeu Temer e, portanto, foi a esquerda anacrônica do país que fez isto. Deu no que está dando, cáca total.

Pediram para errar e entraram na fila duas vezes. Vão votar mal assim lá longe.

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A ‘herança maldita’ e a sua origem


Depois de exercer o poder por 13 anos à fio Lula e Dilma, leia-se PT e partidos representantes da esquerda anacrônica do país (PSOL, PCdoB, etc), deixaram verdadeira ‘herança maldita‘ à nação, que está a produzir e ainda produzirá maiores resultados doloridos para os brasileiros, em forma de ajustes duros nas contas publicas, aumentos de tributos e cortes no orçamento público que se traduzirão na diminuição de serviços públicos essenciais à população.

No transcorrer destes 13 anos, o PT e Lula criaram políticas milagrosas e populistas para a população pobre com o fim de estabelecer um projeto de longevidade no poder e, assim, poderem acessar os cofres públicos por muito e muito tempo em conluio com comparsas de diversas matizes políticas.

Para isso, o PT liderado por Lula criou um ambiente econômico artificial se utilizando do Banco Central e do sistema financeiro nacional, manipulando a meta de inflação, concedendo crédito fácil e irresponsável às classes “C” e “D”, influenciando no aumento do consumo desregrado e no endividamento de mais de 65% da população, enfim, gerando bolhas imobiliárias, financeiras e de consumo que não tinham outro destino a não ser mais cedo ou tarde explodirem, como de fato aconteceu logo após a reeleição de Dilma em 2014.

Neste contexto de utilização do sistema financeiro para o seu projeto de poder, Lula se utilizou em excesso do BNDES, concedendo financiamentos suspeitos à ditaduras alinhadas ao Foro de São Paulo (ordem comunista e que reúne o que há de pior na política latinoamericana) que hoje se sabe,  por meio da “abençoada” Lava Jato, terem irrigado o caixa de campanha do PT e de partidos alinhados e cooptados, bem como irrigando o bolso de diversos de seus líderes, e ainda concedendo – por meio do BNDES – financiamentos bilionários a empresários dispostos a pagarem propina como contrapartida pelos “benefícios” financeiros recebidos.

Na verdade Lula e o PT promoveram o maior processo de manipulação financeira de massa e de cooptação corruptiva que se tem notícia mundialmente.

Tão logo Dilma se reelegeu a mentira petista já não tinha mais como ser escondida e, assim, vieram à tona sucessivas notícias de rombos bilionários nas contas públicas, até então sonegados para não causar prejuízos eleitorais ao PT na disputa presidencial, bem como a população tomou conhecimento do artifício contábil utilizado no período eleitoral presidencial pelo PT para dar ares de equilíbrio às já desequilibradas contas federais, qual seja: as denominadas ‘pedaladas fiscais’ que consistiam na tomada, pela União, de recursos junto a bancos públicos para maquiar as contas públicas dando a impressão de saúde financeira a estas e, desse modo, ficar encoberto, no período eleitoral presidencial, os ‘deficits’ bilionários então já existentes.

Depois veio o ‘impeachment’ e o governo Temer, também herdado de acordos políticos e de projeto de poder pactuados entre o PT e o PMDB, cujo governo atualmente se encontra cambaleante em virtude da vinda ao conhecimento público das relações perigosas e nada republicanas de Temer com a JBS.

Do breve histórico acima reelembrado se torna evidente concluir o que agora Lula e o seu exército de zumbis mentais fazem questão de esconder: que as consequências políticas, sociais, pelos desequilíbrios das contas públicas, restrição aos serviços públicos e pela elevação de tributos anunciada nesta semana e que ainda estão por vir, nada mais são do que a ‘herança maldita‘ deixada pelo PT depois de 13 anos de poder.

A cantilena dos petistas sobre a obtenção de conquistas sociais com Lula no poder não consegue esconder, para quem tem memória e olhos pra enxergar, os fins corruptivos e de manutenção do poder para os quais estas “causas sociais” foram utilizadas e, especialmente, que os efeitos danosos hoje sofridos pela população em forma de desemprego, aumento de tributos, corte de serviços públicos, redução de programas sociais, dentre outros, são ‘heranças malditas’ deixadas por Lula e Dilma depois de 13 anots de má versação do dinheiro e interesse público.

Quem defende a volta de Lula tem memória muito curta (mais curta do que coice de porco) ou é mal intencionado.

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Show de horrores da esquerda asquerosa (parte II)

No episódio de ontem no Senado, Gleisi Hoffmann, enquanto alguns parlamentares (inclusive alguns do próprio partido) discutiam sobre a necessidade de ceder ou não à votação da reforma trabalhista, ligou para o presidente da CUT para perguntar o que deveria fazer (O Antagonista).

**Nota do blog – Assim é possível entender melhor quem as “senhoras” senadoras do PT e do PCdoB serve no Senado, e vice e versa quando os sindicatos e Centrais Sindicais organizam barricadas e quebra-quebras pelo Brasil a fora. Inclua-se aí as barbaridades praticadas MST. Todos formam uma frente truculenta que não está nem aí para os princípios democráticos do Estado de Direito. E tem gente que ainda os defende.

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Show de horrores da esquerda asquerosa

O que se viu hoje no Senado, no transcorrer da votação do texto base da reforma trabalhista, foi um verdadeiro show de horrores promovido pela oposição, capitaneado pela presidente nacional do Partido dos Trabalhadores, Gleise Hofmann e demais senadoras oposicionistas, dentre as quais Fátima Bezerra e Vanessa Graziotin, auxiliadas pelo senador petista Lindberg Farias.

A mencionadas “senhoras” interromperam aos berros a sessão e tomaram à força os assentos da mesa condutora dos trabalhos do Senado, numa típica atitude antidemocrática e em desrespeito aos regramentos morais e éticos que devem conduzir o agente político no exercício do respectivo cargo público.

O fato é destaque em todos os jornais e meios de comunicação do país, dispensando aqui maiores detalhamentos.

A pergunta que fica é a seguinte: se estas ditas “senhoras” foram capazes de aprontar o que aprontaram na mira de todas as câmeras que estavam presentes no Senado, imaginem o que elas não são capazes fazer às escondidas?? Sem se esquecer que “até ontem” elas estavam no poder, juntas com Dilma e Lula. Devem ter deitado e rolado às escuras.

Não é atoa que a Gleise e o seu marido, Paulo Bernardo, são acusados do desvio de muitos milhões de reais e, por isso, correm o sério risco de serem presos.

Para a esquerda anacrônica e asquerosa do Brasil, representada por esta gente, democracia só serve enquanto os seus interesses estão sendo atendidos, fora disso o que vale é a força e a “valentona”.

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Contra tudo e contra todos …

O Brasil empreendedor e dos trabalhadores não quer esperar decisões políticas, na maioria das vezes tardias, para vencer a crise e voltar a crescer.

Os últimos números da economia mostram que mesmo “contra tudo e contra todos” (os políticos) o Brasil empreendedor vem transmitindo a mensagem de que ele, por si, fará as mudanças necessárias para retormarmos o crescimento.

É um grande tapa de luvas no rosto da classe que, ao invés de ajudar, atrapalha o país, dado por aqueles que não querem mais depender de posições partidárias ou do sindicalismo para mudar as suas vidas cotidianas.

Que assim seja, parafraseando John Kennedy: “não pergunte o que o País pode fazer por você, mas, sim, o que você pode fazer pelo seu País”.

Talvez este seja um legado extremamente relevante que os últimos anos de caos e frustrações políticas, acusados por aqueles que prometeram lutar pelos pobres, mas faltaram com a verdade e os traíram, deixarão para as futuras gerações: a convicção de que o povo, com seu suor, empreendedorismo e trabalho, é quem deve construir a sua nação. (BRDE).

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Pesquisa: Lula é o mais nocivo

Levantamento do Instituto Paraná Pesquisa no DF avaliou o impacto da Lava Jato nos enrolados na operação: 87,1% dos entrevistados avisaram que não votarão em candidato “que tem o nome envolvido em denúncias da operação”.

Entre os enrolados, entrevistados classificam Lula como o “mais nocivo para o Brasil”, com 37%. Aécio é o segundo (14,5%), seguido por Eduardo Cunha (12,7%) e Sérgio Cabral (4,6%) (fonte: Diário do Poder)

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O que há por trás da manifestação de Gilmar Mendes

O Ministro ativista do STF Gilmar Mendes, que não segue a “regra de ouro” da magistratura consistente em somente falar nos autos do processo, mais uma vez saiu com uma das suas “pérolas preciosas”.

Disse textualmente que a operação Lava Jato se expandiu “demais”.

A mensagem manifestada por Gilmar Mendes traz alguns significados ocultos que, após algumas dissecações, revelam a serviço de quem este tipo de afirmação labora e quais são os objetivos e tendências deste magistrado.

A expressão “demais”, no contexto da afirmação de Gilmar, naturalmente significa algo que ocorreu em excesso e como tal deve ser “finalizado”. Portanto daí se conclui que Gilmar entende que a operação Lava Jato deve ser obstaculizada para que não tenha continuidade.

Pior, pelo visto Gilmar sustenta este entendimento sem se preocupar ou ao menos demonstrar preocupação se referida operação está atingindo o sistema corruptivo do país, como de fato está.

Nesta linha de raciocínio é de se indagar: a quem beneficiaria o encerramento prematuro da operação Lava Jato?

A resposta óbvia é: AOS CORRUPTOS DO PAÍS!!

Portanto, não há necessidade de se fazer muito esforço para se concluir que a manifestação de Gilmar Mendes atende, voluntária ou involuntariamente, ao clamor dos corruptos do país que pretendem, de todos os modos, colocar cabo à operação Lava Jato.

Interessante observar que é exatamente isso que também defende Lula e seus comandados. Estariam, então, todos eles (Gilmar, Lula, PT e demais corruptos atingidos pela Lava Jato) do mesmo lado laborando na defesa do fim da Lava Jato?

Pelo visto sim, supostamente.

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