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Petrobras anuncia redução dos combustíveis, mas….

….será que o benefício será percebido pelo consumidor ao abastecer, uma vez que o anúncio se refere a redução de preços nas refinarias?

Provavelmente não.

Mais uma vez, segundo a “tradição” no mercado dos combustíveis, quando se trata de redução de preços, os benefícios financeiros decorrentes disso fica no bolso de “alguém” no meio do caminho que não o consumidor, mas quando se trata de reajuste de preços, aí sim, o consumidor recebe o “golpe” no bolso imediatamente.

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Previsão da safra em alta e o reflexo nos preços

A Companhia Nacional de Abastecimento (Conab) refez as contas e estimativas e elevou os números da previsão da safra de grãos 2016/2017.

A Conab elevou a previsão na safra atual em 1,79% em relação aos números previstos em abril próximo passado, e em 24,3% em relação a safra 2015/2016, prevendo, assim, uma produção total de 232,02 milhões de toneladas, assim distribuídos em relação às principais commodities:

– Soja: 113 mi/tons;

– Milho: 92 mi/tons;

– Algodão: 1,5 mi/tons;

– Arroz: 11 mi/tons;

– Feijão: 3,33 mi/tons;

Outra expectativa que existe é em relação à interferência da super-safra, para o segundo semestre, nos preços de produtos que compõem a cesta básica do trabalhador. Por exemplo, em relação às carnes que possuem como insumo principal o milho, como é o caso do frango, o qual depende de rações derivadas deste cereal, espera-se que com a colheita desta commoditie prevista em 39,5% maior que a safra 2015/2016, o milho experimente uma redução de preços no mercado e, assim, o preço final do frango, por consequência, fique mais competitivo na oferta do produto para exportações e, especialmente, para o mercado interno.

Em outras palavras, aguarda-se que os números positivos da safra recorde possa interferir na descompressão dos preços de diversos itens da cesta básica, beneficiando especialmente as classes “c” e “d”.

Somente por este único exemplo pode-se ver como o agronegócio, a princípio tão mal compreendido e criticado por correntes ideológicas desconectadas da realidade, pode influenciar positivamente na vida das pessoas localizadas nestas categorias econômicas.

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Governo federal autoriza reajuste de 12,5% nos medicamentos

RADARVem mais aumento de preços por aí. Desta vez será nos medicamentos.

O governo federal autorizou o aumento de 12,5% nos medicamentos.

Mais uma vez a população vai arcar com as consequência dos desmandos do governo federal na política econômica.

Enquanto o salário do trabalhador é reajustado uma vez ao ano sempre num percentual que não reflete a realidade, os preços dos diversos produtos e serviços essenciais à população aumentam diversas vezes.

O salário é um “cobertor” cada vez mais curto.

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PÁSCOA MAGRA

A previsão dos economistas é de que a próxima Páscoa será magra, com ovos de chocolate menores e em média até 16% mais caros que o ano passado.

A saída será o consumidor substituir os ovos, que estarão muito caros e menores, por caixas de bombons, barras de chocolates ou mesmo ovos de Páscoa feitos em casa, artesanalmente.

Estes produtos sempre ficam bem mais em conta que os ovos comprados prontos e com o mesmo dinheiro o consumidor consegue comprar uma quantidade maior de chocolate.

Com a caristia a melhor estratégia é substituir produtos. Sem dúvida.

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Dengue: denúncias de abuso nos preços dos repelentes

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Os consumidores devem estar atentos. Estão abusando nos preços dos repelentes em todo o país. Isso também pode estar acontecendo em Maringá e deve ser observado por todos.

Se o consumidor verificar elevação exagerada nos preços  (seja nas farmácias, supermercados ou lojas), devem guardar as notas fiscais das compras e abrir reclamações no Procon da sua cidade ou, na falta deste, ao Ministério Público.

Como o repelente visa combater doença que afeta a saúde pública, os Procons e o Ministério Público devem intervir em caso de eventual abusividade no exercício de preços.

Portanto, ficar atento e denunciar é a melhor arma que o consumidor tem neste caso.

Fica a dica.

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Como fica o cidadão com a gasolina a R$ 4 reais?

Logo logo teremos a gasolina a R$ 4 reais e no reboque virão aumentos no etanol e diesel.

O reflexo disso sobre as despesas domésticas serão acachapantes e lastimáveis.

É uma covardia o que o governo federal está fazendo com o povo. Está repassando para a população, e especialmente aos trabalhadores e empresários, o pagamento da conta da roubalheira na Petrobrás.

Enquanto o petróleo vem sendo cotado e comercializado a menos de 30 dólares o baril no mundo, aqui no Brasil, em razão dos desequilíbrios financeiros causado pela roubalheira na Petrobras, os combustíveis não param de subir.

Assim também está a ocorrer com a energia elétrica, que serviu, inclusive, de argumento eleitoral, quanto a sua redução de tarifa anteriormente às eleições presidenciais, pela presidenta Dilma, o que depois da sua eleição degringolou, com mais de 50% de reajustes sucessivos ocasionados pelo “represamento” irresponsável de preço pelo governo federal.

Cortar ou readequar ministérios, despesas com cartões corporativos milionários e cargos comissionados federais (em torno de 350 mil) nem pensar, né?

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Energia elétrica: bandeira vermelha em janeiro/2016

A Agência Nacional de Energia Elétrica (Aneel) relembra que a bandeira tarifária válida para este mês de janeiro de 2016 continuará sendo de cor vermelha. A bandeira vermelha implica um acréscimo de R$ 4,50 para cada 100 quilowatts-hora (kWh) de energia consumidos em todos os Estados do País, exceto Amapá e Roraima, que ainda não estão conectados ao SIN (Sistema Interligado Nacional).

O consumidor está pagando mais caro pela energia desde o início do ano passado. A bandeira vermelha representa a existência de condições mais adversas para a geração elétrica no País. Há ainda a bandeira amarela, quando a cobrança adicional é de R$ 2,50 para cada 100 quilowatts-hora (kWh) consumidos, e a verde, sem custo adicional para o consumidor. Desde janeiro, contudo, foi mantida a cor vermelha.

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Gasolina, gás, água e luz vão subir

ECONOMISTAS PREVEEM ANO DIFÍCIL

A previsão dos especialistas é de que 2016 será um ano economicamente muito difícil

O ano de 2015 vai ficar marcado para os brasileiros como um dos períodos recentes em que houve maior elevação de impostos e tarifas, além de reajustes de preço da gasolina, no gás, no pão, nas mensalidades escolares e de outros serviços. Com tudo isso, aliado a inflação de 10,8% e a projeção de um 2016 pessimista, segundo economistas, os paraibanos devem se preparar para continuidade do aperto financeiro.

A preparação para um 2016 de elevação de preços começou ainda em dezembro de 2015. No dia 14, os Correios elevaram em 8,89% as tarifas de entrega de cartas e telegramas, deixando as postagens das cartas comerciais e não-comerciais R$ 0,10.

O gás de cozinha deve ficar até Continue lendo

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Índice de Preços ao Consumidor (IPC-S) em alta nas capitais

Segundo calculo da Fundação Getúlio Vargas (FGV) o Índice de Preços ao Consumidor – Semanal (IPC-S) subiu, de 0,96% para 1,00%, em três das sete capitais pesquisadas entre a quarta e terceira quadrissemanas de novembro.

O acréscimo na taxa de variação de preços ficou assim: São Paulo (0,92% para 0,97%), Recife (0,67% para 0,69%) e Rio de Janeiro (1,05% para 1,47%).

Entretanto houve recuo nas cidades de Salvador (0,57% para 0,47%), Brasília (1,02% para 0,89%), Belo Horizonte (1,12% para 1,01%) e Porto Alegre (1,08% para 1,03%). —- Com informações do Diário do Poder.

PS – Sinal de que a inflação continua pressionando os preços. Enquanto o circo pega fogo a presidenta Dilma continua equilibrando pratos para manter o espaço e projeto de poder do seu partido. Os interesses maiores da nação são apenas meros detalhes.

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Preço diferenciado no pagamento com cartão. Pode? 

Uma vez que a loja optar por receber essa forma de pagamento, não poderá exigir valor mínimo e nem cobrar a mais por isso

Muitos consumidores não sabem, mas as lojas não são obrigadas a aceitar outra forma de pagamento além de dinheiro em espécie.

No entanto, uma vez que se dispõe a receber cheque ou cartão de crédito, o estabelecimento não pode
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