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ANP investiga falsa greve de caminhoneiros

A Agência Nacional de Petróleo (ANP) investiga em alguns estados do país – ainda não revelados, sabendo-se, por enquanto, somente de Pernambuco – se a difusão de informações falsas nas redes sociais sobre a  nova greve dos caminhoneiros estaria sendo promovida por pessoas ligadas às distribuidoras ou redes de postos de combustíveis.

A suspeita é de que com isso estes distribuidores tenham por objetivo lucrar rapidamente com o pânico generalizado e a procura maciça de combustíveis pela população. Alvoroço neste sentido se percebeu em várias regiões semana passada ao ser disseminado nas redes sociais que se iniciaria nova greve nas estradas.

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R$ 1,5 bilhão de prejuízos que virão na conta de luz

Gente nitidamente munida de objetivos políticos e ideológicos, comumente de esquerda, defende ferrenhamente a estatização e agigantamento da estrutura do estado e é contrária a privatização de estatais que dão prejuízos.

Típica visão pouco inteligente e de matiz comunista favorável a pendurar todo mundo nas costas do estado, custe o que custar, de modo que seja o povo quem pague a conta fazendo o papel de “mula” para carregar o peso do custo dos prejuízos que tais estatais acarretam.

Pois bem, a “novidade” aos consumidores de todo o Brasil é que os prejuízos da ELETROBRÁS, estimados em aproximadamente R$ 1,5 bilhão, terão que ser pagos pelos brasileiros por meio de reajuste das contas de energia elétrica, que já se encontram agravadas com bandeira vermelha.

Não podemos nos esquecer, que assim como a ELETROBRÁS existem tantas outras estatais federais que vem dando prejuízos bilionários que são pagos pelos contribuintes brasileiros (dinheiro público) para manter financeiramente quadros de servidores eleitores justamente dos partidos da esquerda que combate as suas privatizações.

Portanto, caros leitores, sempre desconfiem da seriedade e idoneidade de quem é contra a privatização de estatais deficitárias, provavelmente é algum ideólogo comunista querendo fazer socialismo com o seu dinheiro.

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Cobrança de bagagens e a lorota da baixa dos preços das passagens

O aumento de 35,9% nos preços das passagens aéreas desde o início da cobrança pelas malas, constatado pela Fundação Getúlio Vargas (FGV), comprova um estelionato que merece investigação. Para justificar a medida, que criou mais um negócio milionário para as empresas aéreas, a Agência Nacional de Aviação Civil (Anac) anunciou que “a tendência” seria diminuir o preço da passagem. Não era verdade, claro. A informação é da Coluna Cláudio Humberto, do Diário do Poder.

Há suspeitas de conluio da Anac com as empresas aéreas, para a adoção da medida. E com o aval da Câmara dos Deputados.

O Senado aprovou resolução anulando decisão da Anac para cobrar pelas malas, mas era necessário o aval da Câmara dos Deputados.

O presidente da Câmara, Rodrigo Maia, jamais colocou em votação a decisão do Senado suspendendo a resolução da Anac.

Com o mercado de aviação civil reservado a empresas “nacionais”, as passagens aéreas no Brasil estão entre as mais caras do mundo.

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Petrobras anuncia redução dos combustíveis, mas….

….será que o benefício será percebido pelo consumidor ao abastecer, uma vez que o anúncio se refere a redução de preços nas refinarias?

Provavelmente não.

Mais uma vez, segundo a “tradição” no mercado dos combustíveis, quando se trata de redução de preços, os benefícios financeiros decorrentes disso fica no bolso de “alguém” no meio do caminho que não o consumidor, mas quando se trata de reajuste de preços, aí sim, o consumidor recebe o “golpe” no bolso imediatamente.

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Previsão da safra em alta e o reflexo nos preços

A Companhia Nacional de Abastecimento (Conab) refez as contas e estimativas e elevou os números da previsão da safra de grãos 2016/2017.

A Conab elevou a previsão na safra atual em 1,79% em relação aos números previstos em abril próximo passado, e em 24,3% em relação a safra 2015/2016, prevendo, assim, uma produção total de 232,02 milhões de toneladas, assim distribuídos em relação às principais commodities:

– Soja: 113 mi/tons;

– Milho: 92 mi/tons;

– Algodão: 1,5 mi/tons;

– Arroz: 11 mi/tons;

– Feijão: 3,33 mi/tons;

Outra expectativa que existe é em relação à interferência da super-safra, para o segundo semestre, nos preços de produtos que compõem a cesta básica do trabalhador. Por exemplo, em relação às carnes que possuem como insumo principal o milho, como é o caso do frango, o qual depende de rações derivadas deste cereal, espera-se que com a colheita desta commoditie prevista em 39,5% maior que a safra 2015/2016, o milho experimente uma redução de preços no mercado e, assim, o preço final do frango, por consequência, fique mais competitivo na oferta do produto para exportações e, especialmente, para o mercado interno.

Em outras palavras, aguarda-se que os números positivos da safra recorde possa interferir na descompressão dos preços de diversos itens da cesta básica, beneficiando especialmente as classes “c” e “d”.

Somente por este único exemplo pode-se ver como o agronegócio, a princípio tão mal compreendido e criticado por correntes ideológicas desconectadas da realidade, pode influenciar positivamente na vida das pessoas localizadas nestas categorias econômicas.

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Governo federal autoriza reajuste de 12,5% nos medicamentos

RADARVem mais aumento de preços por aí. Desta vez será nos medicamentos.

O governo federal autorizou o aumento de 12,5% nos medicamentos.

Mais uma vez a população vai arcar com as consequência dos desmandos do governo federal na política econômica.

Enquanto o salário do trabalhador é reajustado uma vez ao ano sempre num percentual que não reflete a realidade, os preços dos diversos produtos e serviços essenciais à população aumentam diversas vezes.

O salário é um “cobertor” cada vez mais curto.

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PÁSCOA MAGRA

A previsão dos economistas é de que a próxima Páscoa será magra, com ovos de chocolate menores e em média até 16% mais caros que o ano passado.

A saída será o consumidor substituir os ovos, que estarão muito caros e menores, por caixas de bombons, barras de chocolates ou mesmo ovos de Páscoa feitos em casa, artesanalmente.

Estes produtos sempre ficam bem mais em conta que os ovos comprados prontos e com o mesmo dinheiro o consumidor consegue comprar uma quantidade maior de chocolate.

Com a caristia a melhor estratégia é substituir produtos. Sem dúvida.

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Dengue: denúncias de abuso nos preços dos repelentes

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Os consumidores devem estar atentos. Estão abusando nos preços dos repelentes em todo o país. Isso também pode estar acontecendo em Maringá e deve ser observado por todos.

Se o consumidor verificar elevação exagerada nos preços  (seja nas farmácias, supermercados ou lojas), devem guardar as notas fiscais das compras e abrir reclamações no Procon da sua cidade ou, na falta deste, ao Ministério Público.

Como o repelente visa combater doença que afeta a saúde pública, os Procons e o Ministério Público devem intervir em caso de eventual abusividade no exercício de preços.

Portanto, ficar atento e denunciar é a melhor arma que o consumidor tem neste caso.

Fica a dica.

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Como fica o cidadão com a gasolina a R$ 4 reais?

Logo logo teremos a gasolina a R$ 4 reais e no reboque virão aumentos no etanol e diesel.

O reflexo disso sobre as despesas domésticas serão acachapantes e lastimáveis.

É uma covardia o que o governo federal está fazendo com o povo. Está repassando para a população, e especialmente aos trabalhadores e empresários, o pagamento da conta da roubalheira na Petrobrás.

Enquanto o petróleo vem sendo cotado e comercializado a menos de 30 dólares o baril no mundo, aqui no Brasil, em razão dos desequilíbrios financeiros causado pela roubalheira na Petrobras, os combustíveis não param de subir.

Assim também está a ocorrer com a energia elétrica, que serviu, inclusive, de argumento eleitoral, quanto a sua redução de tarifa anteriormente às eleições presidenciais, pela presidenta Dilma, o que depois da sua eleição degringolou, com mais de 50% de reajustes sucessivos ocasionados pelo “represamento” irresponsável de preço pelo governo federal.

Cortar ou readequar ministérios, despesas com cartões corporativos milionários e cargos comissionados federais (em torno de 350 mil) nem pensar, né?

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Energia elétrica: bandeira vermelha em janeiro/2016

A Agência Nacional de Energia Elétrica (Aneel) relembra que a bandeira tarifária válida para este mês de janeiro de 2016 continuará sendo de cor vermelha. A bandeira vermelha implica um acréscimo de R$ 4,50 para cada 100 quilowatts-hora (kWh) de energia consumidos em todos os Estados do País, exceto Amapá e Roraima, que ainda não estão conectados ao SIN (Sistema Interligado Nacional).

O consumidor está pagando mais caro pela energia desde o início do ano passado. A bandeira vermelha representa a existência de condições mais adversas para a geração elétrica no País. Há ainda a bandeira amarela, quando a cobrança adicional é de R$ 2,50 para cada 100 quilowatts-hora (kWh) consumidos, e a verde, sem custo adicional para o consumidor. Desde janeiro, contudo, foi mantida a cor vermelha.

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