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Infraestrutura e o batuque populista

Uma reportagem interessante da Gazeta do Povo de ontem (10/6), intitulada “Ferrovias abandonadas no Brasil ligaria São Paulo a Nova Iorque. E com sobra”, assinada por Filipe Albuquerque, informa que aproximadamente 8,6 mil quilômetros de ferrovias no país estão inutilizadas por vários motivos e que mais de 6 mil quilômetros necessitaria de reformas e adequações para voltarem a operar.

É muita coisa para um país de dimensões continentais como o Brasil e que necessita urgentemente de infraestrutura moderna e adequada para escoar a sua gigantesca safra agrícola, somada à sua produção indústrial.

Sem dúvida o problema da infraestrutura no país tem se constituído num dos seus gargalos para o desenvolvimento. Um país com a dimensão continental do Brasil e com atributos naturais e ‘know how’ que o elevam a categoria de um dos maiores produtores de grãos do mundo, não pode se dar ao “luxo” de ser tão pouco estratégico quando o tema se refere a infraestrutura.

Portos antiquados, malha rodoviária em forma de “peneiras” e transporte e armazenagem de grãos relegados a assuntos de somemos importância do que futebol ou carnaval, são ingredientes que somados podem implodir qualquer economia do planeta.

Não adianta os pretensos políticos fazerem batuque populista sobre programas de inclusão social, enquanto o maior e verdadeiro  programa de inclusão social do país, que é a geração de riquezas, emprego e renda vindos do setor produtivo da nação, continua sendo tratado com amadorismo.

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Poderá ser menor em 2018

Preço ruim, seca, chuvas mal distribuídas e atraso no plantio, podem se constituir num “pacote” desfavorável à produção agrícola no ano que vem.

Após ter atingido uma produção de mais de 240 milhões de toneladas de grãos em 2017, estimativas do IBGE em outubro apontam que para 2018 a produção poderá se limitar a 218 milhões de toneladas. Uma redução de mais de 8% na produção total da safra de grãos.

Se consolidada, esta previsão afetará razoavelmente a balança comercial brasileira.

Veja aqui.

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40 milhões de toneladas

Em nova reavaliação de safra, a Secretaria da Agricultura e Abastecimento estima que a safra agrícola 2016/17 poderá superar 40 milhões de toneladas, entre as três safras plantadas no Paraná. O relatório do Departamento de Economia Rural (Deral), que acompanha mensalmente a evolução das lavouras, já registrou as perdas iniciais na safra de trigo, devido à geada recente, seca durante a evolução da cultura e, ainda, menor área de plantio.

Para o diretor do Deral, Francisco Carlos Simioni, a safra de grãos de verão foi encerrada no Paraná, consolidando-se com um volume de 25 milhões de toneladas, um aumento de 24% sobre a safra do ano passado. A segunda safra de grãos, em andamento, está com expectativa de aumento de 30% sobre o mesmo período do ano passado, devendo atingir 14 milhões de toneladas puxada pelo milho segunda safra (AEN).

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Percepção econômica negativa afeta confiança do consumidor

Radar do Consumidor

“O pessimismo com a economia é responsável pelo autal refreamento do ciclo produtivo, resultante da diminuição das vendas no varejo, a exemplo do que aconteceu com a queda nas vendas natalinas na nossa região”

A piora na percepção do brasileiro sobre a economia foi a principal razão para a queda de 6,7% na confiança do consumidor em janeiro ante dezembro, segundo a Fundação Getulio Vargas (FGV) .

O indicador que mede o grau de satisfação com a situação econômica atual puxou a queda de 8,6% do Índice de Situação Atual (ISA) no período. — Com informações de Exame.com.

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Produção de veículos do Brasil em abril caiu 21%

Funcionário monta um carro em fábrica da Volkswagen em São Bernardo do Campo, São Paulo

Segundo Anfavea, produção despencou pressionada por recuo nas vendas no mercado interno e nas exportações

A produção brasileira de veículos teve fraco desempenho em abril, na esteira da fraca atividade econômica e de menores vendas, e o setor prevê que a tendência de queda se estenda para os próximos meses.

Segundo a Anfavea, entidade que representa as montadoras, a produção de veículos cresceu 1,6 por cento sobre março, mas despencou 21,4 por cento ante mesmo mês de 2013, pressionada por recuo nas vendas no mercado interno e nas exportações.

O setor produziu 277,1 mil veículos no mês passado, segundo maior volume para meses de abril da história, informou nesta sexta-feira a associação das montadoras. De janeiro a abril, a indústria acumula produção de 1,07 milhão de veículos, queda de 12 por cento sobre o primeiro quadrimestre de 2013.

O desempenho já motivou recuo no nível de emprego no setor, que caiu 1,1 por cento em abril ante mesmo mês do ano passado, para 154,2 mil postos de trabalho, segundo os dados da entidade.

Além disso, nas últimas semanas muitas montadoras adotaram medidas para reduzir a produção, diante de acúmulo de estoques em concessionárias e pátios. As medidas incluíram programas de demissão voluntária (PDVs) e redução nas horas trabalhadas (Exame.com).

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Montadoras liberam pessoal e cortam produção

Ivonaldo Alexandre/ Gazeta do Povo / Estacionamento da fábrica da Renault, em São José dos Pinhais, está abarrotado de modelos zero quilômetro à espera de compradores: estoque de veículos no país chegou a 387,1 mil em março

Com pátios lotados, montadoras liberam pessoal e cortam produção

A queda de 8% na produção de veículos no primeiro trimestre e de 32% nas exportações para a Argentina no mesmo período já afeta o regime de trabalho nos principais parques automotivos brasileiros. Das 20 fabricantes de automóveis, comerciais leves e caminhões instaladas no país, quase metade anunciou alguma medida para reduzir o ritmo de produção, como corte de turno, férias coletivas e plano de demissão voluntária. Nessa lista estão Volkswagen, Renault, Fiat, Peugeot-Citroen, Ford e GM, na área de automóveis, e Mercedes-Benz, Man e Scania, na de caminhões. Continue lendo

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