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MPF conclui que recibos de Lula são falsos

Um dos recibos de aluguel do apartamento em São Bernardo do Campo entregues pela defesa do ex-presidente Lula

O Ministério Público Federal (MPF) pediu que o juiz Sérgio Moro reconheça como falsos os recibos de pagamento de aluguel apresentados pela defesa do ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva em ação da Operação Lava Jato. Os documentos foram entregues pelos advogados do petista para comprovar a locação de um apartamento que pertence a Glaucos da Costamarques em São Bernardo do Campo, no ABC Paulista. O MPF diz que o imóvel foi colocado à disposição do ex-presidente pela Odebrecht como contrapartida à atuação de Lula a favor da empreiteira.

Em alegações finais da acusação entregues à Justiça na noite dessa quinta-feira (11) no âmbito do processo de incidente de falsidade acerca dos recibos , os procuradores que atuam em Curitiba afirmaram haver “clamorosas evidências” de que os documentos apresentados pelos advogados de Lula são Continue lendo

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TRF nega a Lula correição de perícia em provas

O relator da Operação Lava Jato no Tribunal Regional Federal da 4ª Região, João Pedro Gebran Neto, negou correição movida pela defesa do ex-presidente Lula contra decisão do juiz federal Sérgio Moro que mandou estender uma perícia em curso a um material enviado pela Suíça relativo ao sistema de propina da Odebrecht.

Os arquivos foram extraídos da contabilidade informal do grupo e serão analisados na ação penal em que o ex-presidente Lula é réu por corrupção e lavagem de dinheiro.

Lula é réu em ação penal por supostas propinas de R$ 12,5 milhões da Odebrecht.

Do total das vantagens indevidas, um apartamento no condomínio Hill House, em São Bernardo do Campo (Grande ABC) representa R$ 504 mil. Outra parte seria relativa a um terreno que a Odebrecht teria adquirido supostamente em benefício do ex-presidente e localizado em São Paulo, pelo valor de R$ 12 milhões.

Delatores da Odebrecht alegam que o imóvel seria destinado à sede do Instituto Lula.

A defesa do petista contestou a extensão da perícia. O advogado Cristiano Zanin Martins alegou que ‘o material seria prova nova’ e que ‘não haveria autorização expressa das autoridades suíças para utilização do material para instrução’ neste processo.

“Em exame liminar, portanto, vejo como adequada a premissa que orientou a realização de perícia em material complementar, recebido em acordo de cooperação internacional”, anotou Gebran. (AE)

 

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