PT



A farsa do PT pelo Brasil

Em diversos estados do país estão sendo apreendidos materiais eleitorais do PT mencionando o presidiário Lula como o candidato a presidência.

As últimas apreensões de materiais foram realizadas hoje em comitês eleitorais do PT nas cidades de Blumenau, Gaspar e Ilhota, no estado de Santa Catarina.

Pelo poder o PT é capaz de tudo, inclusive enganar o eleitor, o estado democrático de direito é apenas um “entrave” a ser aniquilado.

1 Comentário


Rejeição de Haddad sobe à quase 30%

BR18, Estadão

Os petistas, claro, comemoram o crescimento de 11 pontos porcentuais de Fernando Haddad na pesquisa Ibope. O que não podem festejar é a subida da rejeição a Haddad, que pulou de 23% para 29% no mesmo período.

Isso indica que a medida em que aumenta o grau de conhecimento de sua candidatura, também sobe sua rejeição.

Comente aqui
 

PT incluiu informação falsa em perfil de Haddad

O Blog do Josias de Souza  informa que o site da coligação presidencial do PT contém uma página biográfica sobre o substituto de Lula. “Você Conhece Fernando Haddad?”, eis o título. Na sequência, há “um resumo do que você precisa saber”. Nele, injetou-se pelo menos uma uma informação inverídica. Num esforço para aproximar o personagem bem-nascido dos eleitores mais modestos, anotou-se que Haddad estudousempre em escola pública”. FAKE NEWS.

1 Comentário


Requião e Gleisi atuaram em conjunto contra o Paraná

A ação conjunta de REQUIÃO e GLEISI contra os paranaenses

Momento eleitoral é sempre bom para o eleitor avaliar a atuação dos homens públicos que se propõem a ocupar cargos públicos.

No caso específico do senador Roberto Requião, que nestas eleições busca a reeleição ao senado, e de Gleisi Hoffmann, que de senadora regride em busca de eleição como deputada federal e assim não perder o foro privilegiado, importante relembrar um passado bem próximo, no ano de 2014, o que estas figuras políticas fizeram contra os interesses do Paraná e dos paranaenses.

No transcorrer daquele ano eleitoral (2014) o governador do Paraná Beto Richa buscava sua reeleição ao governo do estado, quando então os dois senadores pelo Paraná (Requião e Gleisi) fizeram de tudo para combater o seu adversário político (Richa), se utilizando dos seus cargos como senadores para barrar a vinda de verbas federais importantes para o Paraná.

Requião chegou a mentir à Gazeta do Povo dizendo que votou a favor da liberação de verbas para o Paraná (clique aqui), temendo a repercussão negativa que o seu desserviço ao estado pudesse oferecer.

O senador Requião, em perfeita sintonia com a petista Gleisi Hoffmann, votou contra o estado que o elegeu a fim de que o dinheiro destinado a setores cruciais ao Paraná (segurança, educação e programas sociais, por exemplo) não recebessem aval do governo federal e do Senado, necessários para a respectiva liberação.

Nestes casos, além de jogar contra o Paraná, o emedebista Requião demonstrou insensibilidade com os mais carentes e que acima dos interesses do estado vinham os seus interesses políticos pessoais e do grupo de esquerda ao qual se vinculou. Um flagrante contraste com o discurso que sempre faz a reboque de citações à Carta de Puebla (opção preferencial pelos pobres).

Enquanto o PARANÁ necessitava das verbas REQUIÃO se esbaldava no exterior

O senador desfrutava, à custa do suado dinheiro do contribuinte, as delícias da Suécia quando foi votado um empréstimo de US$ 300 milhões para o estado, destinado à agricultura, educação, saúde e meio ambiente.

Na primeira votação desse mesmo empréstimo, na Comissão de Assuntos Econômicos, o senador votou contra. Dois meses depois, apresentou emenda e um requerimento de informações com objetivo deliberado de retardar a liberação dos recursos.

Quando foi votado outro empréstimo do BID, de US$ 8 milhões, em 18 de março de 2014, Roberto Requião encontrava-se em Montevidéu.

No microblog que mantém no Twitter, o senador recomendou aos seguidores uma conhecida e cara casa de parrilla uruguaia, destacando os vinhos encorpados locais que faziam imbatível parceria imbatível a iguaria.

Importante lembrar do gosto pela acumulação de capital demonstrada por Requião, candidato dono de um discurso de viés marxista-bolivariano. Ao acumular aposentadorias, o senador embolsa mensalmente mais de R$ 50 mil, vencimento que ele considera um mero “direito adquirido”.

Como se vê a prática de Requião e Gleisi não acompanham os seus discursos voltados a um suposto apego às causas populares.

5 Comentários
 

TSE julgando o inelegível

No Brasil o inegável precisa ser provado. Por isso, neste momento, o Tribunal Superior Eleitoral (TSE) se encontra debruçado no julgamento de impugnações à candidatura à presidência do inelegível Lula.

A regra (lei) é clara, como diria o ex-árbitro de futebol Arnaldo Coelho, a reconhecer a inelegibilidade  de quem se encontra condenado em Segunda Instância por improbidade administrativa, como é o caso de Lula.

No entanto, como para a esquerda anacrônica do Brasil tudo é relativo desde que seja em seu favor, a lei federal que estabelece a inelegibilidade de todos os ímprobos condenados em Segunda Instância não pode ser aplicada somente em relação a Lula.

Assim, a regra jurídica prevista em lei que vale para todos os mortais, na cabeça dos esquerdólogos valeria menos para o “imortal” e “deus” Lula, líder maior do xiitismo da esquerda anacrônica do Brasil.

Espera-se, no entanto, que o TSE não comungue deste “raciocínio” insano.

Comente aqui


A greve que se transformou em mico

A greve de fome dos militantes da seita xiita do PT , daqueles que são mais capazes de se ajoelhar perante Lula do que perante Deus, deu n’água.

Os inexperientes praticantes do jejum se viram batidos, não pela fome, pois dizem os observadores daquela cruzada em defesa do criminosos que os tais grevistas famélicos se alimentavam escondidos, enganando – como sempre fazem – a platéia dos seguidores cegos e surdos do Lulopetismo, mas pela indiferença da opinião pública em relação ao suposto sacrifício.

Ainda não aprenderam que o povo anda bem cansado das estratégias de vitimização da esquerda anacrônica.

Comente aqui


A fé na esquerda e o erro da intelligentsia brasileira

Faz parte da natureza do socialismo aparelhar o Estado, e o modelo econômico socialista premia a riqueza da elite do partido enquanto desestimula a prosperidade geral

Por Bruno Garschagen

Os professores Pedro Cavalcanti Ferreira e Renato Fragelli, da FGV, escreveram um artigo para o jornal Valor Econômico, na semana passada, cuja tese era a seguinte: “o atraso secular brasileiro e sua péssima distribuição de renda são consequências do modelo de desenvolvimento aqui adotado, que ignorou educação e protegeu o mercado local”. Não só. O modelo político e econômico desenvolvido no Brasil não é a origem de todo o problema, mas a manifestação de algo anterior, ou seja, da nossa cultura social e política de dependência e servidão e de terceirização de responsabilidades. É, aliás, o tema central do meu livro Pare de Acreditar no Governo – Por que os brasileiros não confiam nos políticos e amam o Estado”.

O principal equívoco do artigo, porém, é de imaginação moral ao demonstrar a visão positiva dos dois professores (e de grande parte da intelligentsia brasileira) em relação à esquerda.

Ferreira e Fragelli encerram o artigo manifestando uma incompreensível surpresa pelo fato de 13 anos de governo do PT (que eles erroneamente chamam de “13 anos de governos de esquerda”, desconsiderando os dois mandatos de FHC) não terem conduzido o país a mudanças estruturais. E que a explicação para isso seriam “as alianças políticas com grupos conservadores e fisiológicos, a farra patrimonialista revelada pelo petrolão e outros escândalos, e a utilização dos bancos públicos e fundos de pensão para pesadas transferências de renda para o grande capital”.

Esclarecer é preciso: o que os dois professores disseram foi que o PT não fez o que seria esperado de um partido de esquerda somente porque se aliou a “grupos conservadores e fisiológicos”. Se não houvesse aliança, então, os governos petistas de Luiz Inácio Lula da Silva e de Dilma Rousseff teriam cumprido o programa de desenvolvimento. Em suma: a responsabilidade não é, segundo Ferreira e Fragelli, exclusivamente do PT.

Isto me lembra um artigo de 2006 de Olavo de Carvalho, “A fraude do populismo continental”. Olavo mostrava, dez anos atrás, de que forma intelectuais de esquerda como Jorge Castañeda preferiam debitar os problemas da América Latina já sob governos socialistas à influência dos populistas da região em vez de admitir os equívocos do socialismo.

Este é o problema dos professores Ferreira e Fragelli e daqueles que desconhecem a ideologia e o método de atuação dos socialistas. Ao depositar qualquer tipo de fé na pureza do discurso de partidos como o PT, os dois professores ignoram que faz parte da natureza do socialismo aparelhar o Estado e que o modelo econômico socialista premia a riqueza da elite do partido enquanto desestimula a prosperidade geral.

Os 13 anos de governos petistas preservaram o modelo político e econômico que são a causa do “atraso secular brasileiro e de sua péssima distribuição de renda” porque manter a sociedade dependente do governo equivale a mantê-la refém do partido. E a explicação para as decisões equivocadas tomadas por técnicos que integraram os dois governos petistas (e os anteriores: FHC, Collor, Sarney) são em parte ignorância e em parte rejeição a soluções políticas e econômicas que conduzem à prosperidade e que são, por isso, divergentes da formação acadêmica que tiveram ou da ideologia que professam.

De uma maneira ou de outra, desgraçadamente, somos nós, brasileiros, que pagamos a conta. E que sofremos as consequências negativas das políticas econômicas dos sucessivos governos presidencialistas que assolam o Brasil desde o golpe militar de 1889.

Não se iludam: só haverá política econômica adequada se houver, antes, ideias políticas e econômicas adequadas sob um regime e sistema de governos adequados. O presidencialismo brasileiro e o sistema político (incluindo o eleitoral) são cadáveres insepultos que mais apodrecem à medida que se movem. E nós somos os miasmas à espera de uma impossível ressurreição.

Comente aqui


PT e MDB de João Arruda unidos no Paraná

Foto: Gazeta do Povo

Pipocam notícias em outros estados sobre a pactuação de “parcerias” políticas entre o PT e o MDB. Pelo visto aqui na terra das araucárias não está se dando de modo diferente.

No debate promovido esta semana pela Gazeta do Povo entre João Arruda (MDB) e Rosinha (PT), candidatos ao governo, restou confessado por ambos que os seus partidos caminharão juntos no Paraná nestas eleições.

A confirmação expressa – do que já se sabia – sobre esta “parceria” política PT/MDB no Paraná cai como um choque de realidade para os militantes esquerdistas que ainda acreditam na teoria do “golpe”. Afinal, quem realmente se considera “golpeado” voltaria a se ligar politicamente com tanta rapidez com seu algoz “golpista”?

Assim, o tal “golpe” ou é de fato um engodo para induzir em erro a massa de manobra petista ou seria o caso de flagrante falta de vergonha na face do PT em relação as tratativas políticas acertadas com o MDB de Michel Temer pelo país a fora nestas eleições, especialmente no Paraná, terra de Gleisi Hoffmann.

Não será de se espantar se nas próximas eleições presidenciais o MDB indicar novamente candidato a vice-presidente para o PT. Depois os petebas e esquerdofrênicos vão reclamar por serem por mais uma vez traídos pela “Bruna Surfistinha” da política brasileira, como ‘soi acontecer’ com quem se “relaciona  politicamente” com o MDB.

4 Comentários