reedição



Quando o cargo público é utilizado para corromper ou ser corrompido

A atribuição criminosa feita pelo MPF à Lula e a Gilberto de Carvalho, não tem por base a reedição da referida MP por si só, mas no alegado fato de que o ex-presidente e seu ex-ministro receberam em troca, por sua reedição, R$ 6 milhões de reais.

 

De tudo o que se viu até agora como resultado das investigações realizadas pela Operação Lava-Jato e demais forças-tarefas da Polícia Federal que investigam o sistema corruptivo no país, o que mais tem se contatado é a utilização, por agentes públicos, de cargos públicos para se obter dividendos financeiros irregulares, resultantes de corrupção ativa ou passiva.

Situações em que o criminoso se reveste do cargo público para desviar recursos públicos ou para receber favores financeiros em troca da prática de atos que fazem parte das suas atribuições legais enquanto agente público.

Justamente neste infeliz contexto é que um sem numero de agentes políticos de diversas colorações partidárias vêm sendo pegos, com a “boca na botija”.

O PT que no passado remoto já foi sinônimo de honrarez e alternativa de mudança para o país, se constituiu justamente o “grande maestro” na orquestração e “aprimoramento” do sistema corruptivo, que não é recente no país, mas teve os seus métodos amplificados e “modernizados”. Em outras palavras, quem estava na cabeça do exercício do Poder (PT) e a quem cabia coibir o crime organizado na política nacional, acabou por se constituir no seu maior artífice, e por isso é naturalmente mais cobrado pela sociedade por todo o seu histórico de perspectiva de mudanças e por comandar os poderes (executivo e legislativo) nacionais com amplas possibilidades de moralização da política da nação.

Neste rastro o Ministério Público Federal (MPF) denunciou esta semana o ex-presidente Lula e seu ex-ministro Gilberto de Carvalho, mais uma vez sob a acusação de se valer do cargo de presidente para obter dividendos financeiros, agora com a reedição da Medida Provisória n.º 471 que beneficiava o setor automobilístico com a extensão de incentivos fiscais direcionados a montadoras instaladas nas regiões Norte, Nordeste e Centro-Oeste  (veja aqui).

A atribuição criminosa feita pelo MPF à Lula e a Gilberto de Carvalho, não não tem por base a reedição da referida MP por si só , mas no alegado fato de que o ex-presidente e seu ex-ministro receberam em troca, por sua reedição, R$ 6 milhões de reais.

No bom português, isto se chama CORRUPÇÃO!

Pobre do país com gente deste naipe pretendendo voltar ao Poder Central. SQN.

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