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Consumidor usou menos celular e mais internet

celular-banco-paraty[1]Serviços como o de TV por assinatura e telefonia fixa também tiveram sua primeira queda no número de usuários, motivada pela crise econômica

Uma mudança de comportamento dos usuários de telefonia móvel fez com que, em 2015, o número de linhas de celulares caísse no país pela primeira vez. Serviços como o de TV por assinatura e telefonia fixa também tiveram sua primeira queda no número de usuários, motivada pela crise econômica. No entanto, os serviços de internet fixa e móvel, especialmente na tecnologia 4G, tiveram forte expansão no ano.

O setor de telefonia celular, que vinha crescendo a cada mês, apresentou uma queda de 2,8% no número de linhas ativas neste ano. Em janeiro, havia 281,7 milhões de linhas ativas no país e, em outubro (número mais recente da Anatel), o número havia caído para 273,8 milhões. A tendência de queda na telefonia celular era esperada só para daqui a dois ou três anos pelos agentes do setor, mas começou a ocorrer em junho deste ano. Continue lendo

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Acesso à internet pelo celular chega a 38% das casas no Brasil

Grande parte das casas brasileiras já possui acesso à internet por meio do celular. De acordo com a pesquisa do Ipea (Instituto de Pesquisa Econômica Aplicada) sobre serviços de telecomunicações, 38,1% dos entrevistados declararam que pelo menos uma pessoa no domicílio navega na web pelo aparelho móvel.

Os consumidores, porém, têm pouca informação sobre as regras e velocidades dos serviços contratados. Quando indagados se o plano de acesso à Internet contratado possuía limitação de volume de dados trafegados, 38,7% dos entrevistados afirmaram Continue lendo

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Celular é o eletrônico com menor duração para o brasileiro

Se a evolução tecnológica deixa celulares rapidamente obsoletos, a vida útil dos aparelhos também não ajuda. Essa foi a conclusão de uma pesquisa de opinião do Instituto Brasileiro de Defesa do Consumidor (Idec) e a Market Analysis divulgada nesta terça, 4, sobre as percepções e hábitos do consumidor brasileiro em relação ao uso de aparelhos eletrônicos.

De todos os produtos pesquisados (que incluem geladeira, TV e computador, entre outros), o celular foi apontado como o de menor duração, com ciclo de vida em média de três anos, dificilmente ultrapassando cinco anos.

O levantamento, realizado com 806 pessoas em nove capitais brasileiras, apontou que 54% dos brasileiros trocam de celular em menos de três anos.

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Nossa tarifa de celular é uma das mais caras do mundo

A União Internacional de Telecomunicações (UIT) publicou nesta segunda-feira (7) estudo que aponta as tarifas de telefonia fixa e internet no Brasil como sendo uma das mais caras do munco e que também não apresentam bom desempenho. Entre 161 países avaliados, o Brasil ocupa a 93ª posição na qualidade da sua telefonia, superado por Índia, Colômbia ou Peru.

O custo das ligações no Brasil e três vezes maior que o que o americano ou o português pagam, que são justamente de países que possuem investidores no setor no Brasil.

Na Espanha, sede da Telefonica, um cidadão paga cinco vezes menos pelo celular que no Brasil. Em Hong Kong, um minuto no celular custa US$ 0,01 fora do horário de pico, 70 vezes menos que no Brasil.

Fica a pergunta, o que a `Sra. Anatel` anda fazendo sobre este e outros tantos assuntos relacionados a custo e qualidade de serviços na área da telefonia fixa e movel ?

Não fosse pelos esforços que os Procons estaduais e municipais vem realizando na área, poderíamos dizer que o consumidor está órfão em matéria de telefonia no Brasil.

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