
É cativante a simplicidade do homem mais poderoso do mundo! Isso mesmo do mundo, esse mundo em que vivemos, onde reina o mal e todos buscam ser superiores ao próximo. O presidente americano Barack Obama surpreendeu funcionários e a popolação na rua quando desceu do carro e entrou em uma lanchonete para comprar hamburguers.
Pediu lanche para todos os funcionários, pagou U$80 dólares com próprio cartão de crédito e cumprimentou as pessoas na lanchonete. Surpresa geral! Atônitos os funcionários da lanchonete não acreditavam que era o presidente dos Estados unidos. Um gesto comum se fosse para pessoas comuns! Obama quer ser e mostrar ao mundo que a simplicidade e a humildade são forças fundamentais para nossa sobrevivência.
E pensar que ontem, um senhor com um carro importado buzinava frenéticamente para um outro condutor com um Fiat Elba velho. Queria que o cara saísse da frente, na Rua Goiás, no centro de Londrina. Depois que passou, reclamou em voz alto para ele sair com “aquela lata velha” da frente. Esses aí acham que um carro importado é mais importante que sua própria vida.
Aliás, tem gente que dá mais valor no carro novo que tem, do quê em amigos e filhos! Boa presidente, gostei! O nosso presidente não come hamburgueres, nem entra em lanchonete. Só avião e palácios!!!
Emocionante ouvir a voz de Tele Santana nas gravações da Rádio Guarani de Belo Horizonte em 1971, na decisão do 1o. campeonato brasileiro. Atlético Mineiro campeão com gol de Dario José dos Santos, meu amigo Dadá Maravilha.
Telê disse ao ser entrevistado no final do jogo que o Atlético Mineiro fez uma campanha que jamais será repetida. 27 jogos, sem nenhum cartão amarelo e nenhum cartão vermelho. Impossível no futebol atual.
Certa vez, um sultão sonhou que havia perdido todos os dentes. Ele acordou assustado e mandou chamar um sábio para que interpretasse o sonho. “Que desgraça, senhor!”, exclamou o sábio. “Cada dente caído representa a perda de um parente de vossa majestade!” “Mas que insolente!”, gritou o sultão. “Como se atreve a dizer tal coisa?!” Então, ele chamou os guardas e mandou que lhe dessem cem chicotadas.
Mandou também que chamassem outro sábio para interpretar o mesmo sonho. O outro sábio chegou e disse: “Senhor, uma grande felicidade vos está reservada! O sonho indica que ireis viver mais que todos os vossos parentes!” A fisionomia do sultão se iluminou, e ele mandou dar cem moedas de ouro ao sábio.
Quando este saía do palácio, um cortesão perguntou ao sábio:“Como é possível”? A interpretação que você fez foi a mesma do seu colega!!! No entanto, ele levou chicotadas, e você, moedas de ouro!” Respondeu, então, o sábio: “Lembre-se sempre, amigo, tudo depende da maneira de dizer as coisas…”
Esse é um dos desafios em nossos relacionamentos. Desafio para as lideranças, para os educadores, para todos nós: a maneira de dizer as coisas, porque as palavras têm força, têm poder. Elas podem gerar felicidade ou desgraça, moedas de ouro ou chicotadas, paz ou guerra. A verdade deve ser dita, mas a forma como é feita pode fazer toda a diferença. Que aprendamos a pronunciar palavras que elevam que tocam no coração, que transformam e que possibilitam uma convivência melhor nas famílias, nos grupos de amigos e nas equipes de trabalho!
O “sem faz-me rir” contra o “não espalha”
Naquele polêmico e controvertido jogo em que o Atlético goleou o Londrina por 5 a 1 no VGD, os salários e bichos da equipe alviceleste estavam atrasados e Pinduca gritava para quem quisesse ouvir que “sem o faz-me rir” não jogava O “sem faz-me rir” contra o “não espalha”.
O Londrina ainda não havia sido batizado “Tubarão”, mas o Clube Atlético Paranaense já era “Furacão.” E arrasava os adversários. Que o diga o então “Caçula Gigante”, como era tratado o Londrina na época, que teve a desdita de topar com o “Furacão” numa tarde em que o atacante Zé Roberto “só não fez chover no VGD” como costumam dizer os torcedores do LEC ao se lembrar daquele jogo em que o polêmico e controvertido craque fez três gols na goleada de 5 a 1 do Atlético sobre o Londrina.
E olhe que o goleiro do time era nada mais, nada menos do que o Ado, jogador revelado no futebol amador da cidade e que viria a ser tricampeão do mundo em 1970, no México, com a Seleção Brasileira. Mas, naquele dia em que o Londrina não viu a cor da bola, num VGD (Estádio Vitorino Gonçalves Dias) entupido de gente, não havia goleiro que pudesse evitar tamanho vexame.
Mesmo goleado, não se pode dizer que o time do Londrina fosse ruim, pelo contrário, pois, se do lado do Atlético, treinado por Sidnei Cotrim, além de Zé Roberto, tinha Muca, Pardal, Beline (bicampeão do mundo – 1958/1962 – com a Seleção Brasileira) e Gilberto; Jair Henrique e Paulista; Dorval – famoso ponta direita do arrasador ataque do Santos dos anos de 1960 – Milton Dias e Nilson, na equipe londrinense, treinada por Jorge Scaff, além do goleiro Ado, jogavam Dobrew, Zequinha, Pinduca e Tomás; Lidu e Capitão; Varlei, Gauchinho, Almeida e Reginaldo.
E, se os maiores talentos dessa equipe eram o zagueiro Zequinha, os meio-campistas Lidu e Capitão e o centroavante Gauchinho, havia um jogador, o quarto-zagueiro Pinduca que, se por um lado, assustava os atacantes adversários com suas botinadas, por outro alegrava os companheiros com suas gírias e metáforas engraçadas.
Voltando ao jogo, teve até gol de placa de Zé Roberto: um “chapéu” no goleiro Ado que nada pode fazer a não ser ver a rede alviceleste balançar e o hábil atacante correr para provocar a torcida fazendo o tradicional gesto de por o dedo indicador nos lábios fechados, um cala a boca para aqueles que, minutos antes, o haviam brindado com gritos de “maconheiro, maconheiro…!”
Mas, fora a merecida goleada sofrida naquele 12 de maio de 1968, um fato acontecido momentos antes do jogo, entrou para o folclore do futebol local. Para variar, como hoje, os salários e os bichos dos jogadores estavam atrasados. Inconformado, duro e sem papas na língua, o folclórico Pinduca chegou ao VGD falando alto pra quem quisesse ouvir com seu linguajar peculiar:
“Não tem papo, sem faz-me rir eu não jogo!” Falou e já gritou para Nenê, jovem jogador prata da casa, que também tinha o apelido de “Cueca”: “`Cueca-, fique aquecido que com cinco minutos de jogo vai me dar uma distensão; você é filho da cidade, mora na casa do papai, a cidade é sua, pode jogar de graça, mas o negão aqui não joga sem faz-me rir!”
“Qual é, negão, quer me jogar numa fria?”, reagiu Nenê, enquanto Pinduca repetia que sem dinheiro, ou melhor, “sem faz-me rir” ele não jogava. E não deu outra: com cinco minutos de jogo, bem ao seu estilo, deu um “carrinho” de três metros em Dorval que jogou o ponta direita com bola e tudo pela lateral. Porém, surpresa geral, enquanto o ponteiro se levantava ileso, quem ficou deitado foi Pinduca que, com a mão na coxa direita, dava claro sinal de que sofrera uma distensão. Saiu carregado. Nenê entrou no seu lugar.
Como o jovem jogador previa, foi a maior fria. Não que ele tenha sido o culpado pelos gols sofridos, nada disso, naquela tarde, nem ele, nem Pinduca, nem ninguém conseguiria segurar Zé Roberto que, depois do jogo, saindo do vestiário, ouviu novamente o grito – “Zé Roberto maconheiro!” – que já ouvira em campo.
Sem se irritar, o atacante atleticano pos o dedo indicador na boca, fez um “psiu” entre dentes, e devolveu bem humorado: “Não espalha, compadre, quer me complicar, olha os `home- aí!” Quem viu diz que até os policiais que faziam a segurança dos jogadores atleticanos deram risada.
Apolo Theodoro
Apriorando
Na saído do campo o lateral Barão, do Inter de Porto Alegre, dá uma entrevista a Rádio Guaíba, após ser substituído devido ao baixo rendimento: – Bom, acho que fui bem, só preciso aprimorar meus defeitos!
Nossa!
O São Paulo chega em Tóquio para a final da Taça Toyota, o Mundial Interclubes em 1991. Descem do avião os amigos Raí e Elivelton, observando a capital do Japão. Elivélton, ainda meio assustado com a presença de muitos repórteres e torcedores, e também com o fuso horário, fala para Raí: – Nossa capitão, você viu como tem carro importado aqui!
Sem prognóstico!
Luciano do Valle fazia a abertura da transmissão pela Band do campeonato Inglês e aciona seu comentarista Mauro Betting. Na seqüência Betting pergunta para Luciano se ele tem um palpite para o jogo e Luciano do Valle, muito tranqüilo manda: – Não quero adiantar nenhum prognóstico Mauro, mas vai dar Arsenal!
Covardia essa!
Contam que as mães do Bebeto, do Ronaldo “Gordo” e do zagueiro Junior Baiano estavam conversando.
– Nossa! Como as crianças estão crescendo! Disse a mãe do Júnior Baiano, olhando para o Bebeto e Ronaldo.
A mãe do Bebeto diz: – Eu dou leite de cabra para o Bebeto, ele fica ágil!
A mãe do Ronaldo: – Eu dou leite de vaca holandesa, ele fica forte!
A mãe do Júnior Baiano: – Eu dou leite de Magnésia, é uma cagada atrás da outra!
Shampoo
Essa é muito boa! O atacante Benê foi atleta da equipe Junior do Londrina e nos anos 80 deu muitas alegrias ao torcedor. Após uma partida pelo campeonato paranaense, o grupo comemorava no vestiário.
Depois de um merecido banho, os amigos estranharam, pois Benê passou shampoo nos cabelos após enxugar-se. Ricardinho perguntou: – O que é isso Benê? Passando shampoo depois de secar o cabelo?
Benê responde todo esperto: – Você é bobo mesmo em Ricardinho, não vê que está escrito aqui óh…? “Shampoo para cabelo seco”!
Desculpa esfarrapada!
O ex-técnico do Londrina EC, Ney Cesar foi um ótimo lateral direito e marca bem. Jogava também de volante e meia-direita. Um jogador muito habilidoso. Ney sofreu um acidente de trabalho quando era adolescente e perdeu a ponta dos quatro dedos da mão esquerda. Certa vez, jogando no Mato Grosso, como lateral, Nei deixava o ponta-esquerda sobrar no jogo. Depois de passar duas vezes pelo Ney, o ponta marcou um gol e deu o passe para o segundo gol. Os companheiros apelaram com ele: – Como que é Ney, segura o cara, nem se for pela camisa! O Ney Cesar responde: – Que jeito, eu não tenho os dedos!

O deputado estadual Fernando Ribas Carli Filho, do PSB, acaba de renunciar ao cargo de deputado estadual. A informação foi confirmada pelo presidente da Assembleia, deputado Nelson Justus. Com a renúncia, Ribas Carli Filho perde a imunidade parlamentar e passa a responder ao processo do acidente que provocou a morte de dois jovens, na Justiça Comum.
Acho que a atitude do deputado foi bem mais lúcida quando do momento em que dirigia o carro após ingerir bebida alcoólica. A pressão seria muito maior agora e o desfecho foi bem veloz, quase como o carro no momento do acidente.

O Santos Futebol Clube da década de 60 era o devastador de adversários. Em Maringá 11 a 1, em Marília 6 x 0 e por onde passava a goleada era certeira. Durval, Mengálvio, Coutinho, Pelé e Pepe! Era de dar risada!
Mas em Londrina não foi bem assim. Pelé que sairia aos 15 do segundo tempo teve que jogar até os 32 e só saiu de campo após o segundo gol santista. Venceu, mas foi apertado. O técnico Jorge Scaff armou um duro esquema de marcação com cinco homens na frente da defesa. Resultado final 2 a 1 para o Santos.
Foto histórica, no VGD, com o “Rei Pelé” entregando a flâmula do Santos para o capitão Pinheiro e ao lado Jorge Scaff. Pelé olha para o menino Sérgio Scaff, falecido em 2006.
Conversei ainda há pouco com o jornalista Milton Cassitas que está trazendo para Londrina os jogos do campeonato brasileiro, com mando do Santo André. Além dos jogos já confirm,ados, Milton esteve na CBF agendando outros encontros de clubes de São Paulo em Londrina e também para a região oeste, provavelmente Cascavel.
Os jogos envolvendo o Palmeiras, Corinthians, São Paulo e Santos são os preferidos dos torcedores do Norte do Paraná. Já para Cascavel, Milton confirma que está vendo a possibilidade de levar jogos do Internacional e Grêmio, onde há milhares de torcedores dos clubes gaúchos.
O Estádio do Café vai receber as partidas entre Santo André x Corinthians, no dia 29 de julho, e contra o São Paulo, em 20 de setembro, pelo segundo turno do brasileirão.
Outro jogo que está sendo negociado será entre Santo André x Palmeiras dia 25 de outubro.
O “mala” do Cristiano Ronaldo, além de arrogante não “jogou bolinhas”. Uma vitória merecida do ótimo time do Barcelona, do técnico Guardiolla. O brasileiro Silvinho, ala esquerda do Barcelona foi campeão ao lado de Messi e viu a tristeza de Carlitos Tevez e do brasileiro Anderson. Barça mereceu!
25 minutos do segundo tempo! Uma banheira de água fria em Cristiano Ronaldo! Messi, o argentino craque faz o segundo para o Barça!!! 2 a 0. Agora ficou difícil. O erro do Manchester foi ter tirado de campo o brasileiro Anderson! Vamos pro jogo, continua pegando fogo!!!
Jogão na final da Copa dos Campeões! O Barça vai garantindo e vençe por 1 a 0. Samuel Et’o fez o gol Barça aos 10 minutos do primeiro tempo, que terminou agora!

Os torcedores do Corinthians podem continuar chamando os palmeirenses de “porcos”, mas os palmeirenses não podem mais chamar os torcedores do timão de “Gambás”! Sabem porque? O Corinthians acabou acertar um novo patrocinador. A camisa do Corinthians mais parece o outdoor das Casas Bahia! Após ocupar peito, costas e mangas das camisas, além dos calções, o Timão acertou um patrocínio para um lugar, no mínimo, inusitado: as axilas dos atletas. A marca escolhida, não por acaso, é do ramo de desodorantes: a Avanço.
A nova camisa começou a ser utilizada na vitória por 2 a 1 sobre o Grêmio Barueri, sábado, no Pacaembu, e seguirá lado a lado com o Corinthians até meados de 2010. O local escolhido, embaixo das axilas dos jogadores, também foi levado em consideração. Gambá não mais!!!

A apresentação do atacante Obina fugiu aos padrões dos últimos reforços do Palmeiras. Nesta terça-feira, o presidente Luiz Gonzaga Belluzzo fez questão de marcar presença na Academia de Futebol para a entrevista coletiva do atleta, alvo de contestação de muitos torcedores alviverdes antes mesmo do primeiro treino.
“É vida nova, isso que é importante. Agradeço ao Flamengo pelo que fez por mim, mas agora visto essa camisa (do Palmeiras) de corpo e alma”, disse o novo atacante do Verdão.
Obina se mostrou consciente da desconfiança de alguns palmeirenses em relação ao seu futebol. “Quem trabalha Deus ajuda. O contato com o técnico Wanderley Luxemburgo é outro motivo que deixa Obina empolgado em retomar a boa fase. “Em minha cabeça, passou essa tradição do Luxemburgo em recuperar atletas, já sei o que ele quer. O treinador já sabe que não vai faltar dedicação, vou dar meu máximo aqui”, finalizou Obina.
Se o Palmeiras quiser apostar em Obina para ser carrasco do Flamengo no Brasileirão, terá de pagar caro. No contrato de empréstimo até o fim do ano entre os clubes, há uma cláusula que prevê o pagamento de R$ 1 milhão por jogo, caso o Verdão opte por escalar o atacante contra seu ex-clube.
A diretoria do Flamengo quer se resguardar da possibilidade de uma vingança do atacante baiano, que deixou o clube nesta segunda-feira, depois quatro anos na Gávea. Em 180 jogos no Flamengo, Obina fez 47 gols. Em 2009, jogou 17 partidas e não conseguiu balançar as redes.
O técnico Cuca torçe pelo atacante e disse que vai ser bom para Obina. Será que o Cuca também quer a saída de Juan, pois teve um desentendimento com o lateral na semana passada.
Obina, que ainda não fez gol em 2009, chegará por empréstimo até o final do ano. Ele será apresentado oficialmente nesta hoje, terça-feira e será inscrito para as quartas de final da Libertadores. A contratação de Obina não impede o Verdão de ainda trazer Reinaldo e de renovar com Ortigoza.
O Superior Tribunal Federal, o STF determinou e agora vai valer! Nossa não dá para acreditar! O Superior Tribunal de Justiça decidiu, em caso iniciado em 1996, que planos de saúde não podem limitar o valor do tratamento ou da internação dos segurados.
A decisão, contra a qual não cabe recurso, abre precedente e pode beneficiar os usuários dos chamados planos antigos, contratados antes de 10 de janeiro de 1999.
Até 1999, a lei não proibia a restrição de tempo ou de valor de tratamentos e internações.
Assisti pela manhã na TV record uma matéria sobre a situação das cadeias no Maranhão. Está “feia a coisa” por lá! Não tem delegado, não tem plantão e muito menos equipamentos nas delegacias do interior. O Estranho é que não é só no Maranhão não, em todas as pequenas cidades pequenas do Brasil a situação é precária.