Richa joga fubá no “tico-tico”

Carmen Miranda imortalizou “Tico-tico no fubá”, composição de Zequinha de Abreu, uma das canções brasileiras mais conhecidas no mundo.

Tico-tico
O tico-tico tá
Tá outra vez aqui
O tico-tico tá comendo meu fubá
O tico-tico tem, tem que se alimentar
Que vá comer umas minhocas no pomar.

O “tico-tico” deixou temporariamente o universo musical para pousar estrepitosamente no noticiário policial, e causar grande reboliço na campanha eleitoral do Paraná. Ele é o personagem mais devastador da peça acusatória contra o ex-governador e candidato ao Senado Beto Richa, apontado pelo Ministério Público como “chefe da organização criminosa” que direcionou a licitação do aluguel de máquinas para o programa Patrulha do Campo em troca de propina. O aluguel custou cerca de R$ 70 milhões.

A expressão “tico-tico” aparece na gravação de uma conversa de Richa com o estelionatário Tony Garcia a respeito de pagamento a um fornecedor do governo. A conversa foi grampeada por Garcia.

Investigado como participante do esquema, Garcia – que fraudou os clientes do Consórcio Garibaldi, de sua propriedade, em mais de R$ 40 milhões – tornou-se delator. Segundo ele, o “tico-tico” a que se refere Richa seria propina devida por um empresário beneficiado na licitação das máquinas.

A acusação motivou a prisão temporária, na semana passada, de Richa e outras 14 pessoas – ex-agentes públicos e empresários -, transformada em preventiva e revogada uma hora depois pelo ministro Gilmar Mendes, do STF.

Na entrevista à RPC, a primeira após deixar a prisão, Richa deu outra versão para o “tico-tico” que motivou sua prisão. Segundo ele, é uma figura de linguagem utilizada para se referir ao pagamento parcial a um empresário, pagamento que estava atrasado.

“Ah, ele me agradeceu. ‘Já entrou um tico-tico lá que estava atrasado” e “Ele sabe que tá difícil sair, já pagaram uma parte” são duas frases que apoiam o argumento do ex-governador.

A gravação foi feita em 2014. Richa encerrava o primeiro mandato com uma montanha de pagamentos em atraso. A situação viria a se regularizar somente no final de 2015, com o saneamento das finanças derivado do “pacotaço” elaborado pelo então secretário de Fazenda Mauro Ricardo. O programa Patrulha no Campo foi suspenso por falta de recursos durante dois anos.

A frase seguinte, no entanto, proferida por Tony Garcia, faz o “tico-tico” revolutear no fubá. Diz ele: “Isso… só que ele não pagou a parte que tem que pagar”. Que “parte” é essa e para quem o empresário “tem que pagar”?

O Ministério Público divulgou a gravação sem periciá-la, depreende-se da ordem do juiz Fernando Bardello Silva Fischer, da 23ª Vara do Paraná, para que o delator entregasse o equipamento utilizado para grampear Richa. Se a gravação foi editada ou não, somente saberemos após a análise dos peritos.

Fica, portanto, a dúvida sobre a autenticidade do áudio, embora a esta altura do campeonato eleitoral ela seja de pouca valia: a candidatura de Richa ao Senado foi ferida gravemente pelo “tiro de bazuca” que foi sua prisão.

Ó por favor, tire esse bicho do celeiro
Porque ele acaba comendo o fubá inteiro
Tira esse tico de cá, de cima do meu fubá
Tem tanta coisa que ele pode pinicar.

O tico-tico de Carmen Miranda bagunçava o celeiro, do qual não queria sair. O de Richa – sobre o qual ele joga o fubá de sua versão – virou sua vida de cabeça para baixo. E vai levar muito tempo para deixá-lo em paz. Se é que o deixará.

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Serraglio defende nova negociação para o frete

O tabelamento do frete está mobilizando deputados e senadores a encontrarem uma alternativa que satisfaça os caminhoneiros e não penalize os produtores. “Uma nova negociação tem de ser aberta”, afirma o ex-ministro da Fazenda e deputado federal Osmar Serraglio (PP-PR). Esse movimento sensibilizou o ministro da Fazenda, Eduardo Guardia, que considera o tabelamento “insustentável” e defende uma repactuação com os caminhoneiros.
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Serraglio, no entanto, adverte: “Não podemos radicalizar”. “A tabela é resultado de uma negociação, advinda de uma forte pressão dos caminhoneiros, e, enquanto estiver vigente, tem de ser respeitada”, diz o parlamentar, que participou da comissão mediadora entre os caminhoneiros e o governo federal.

O tabelamento foi a condição imposta pelos caminhoneiros que, em maio deste ano, paralisaram as principais rodovias e desabasteceram gravemente o país. O Supremo Tribunal Federal analisa a constitucionalidade da medida, contestada por várias entidades, entre elas a Frente Parlamentar da Agropecuária.

Uma das distorções da tabela, aponta Serraglio, é o estabelecimento do mesmo valor para os fretes de produtos de alto risco e os demais. “Poupou-se um setor e se puniu severamente outro”, critica.

Os preços são regulados pela Agência Nacional de Transporte Terrestre, que acaba de reajustá-los por causa do aumento do preço do óleo diesel. E ameaça multar o contratante que não respeitá-los.

O alto custo do frete resultante do tabelamento está induzindo os grandes produtores rurais e as cooperativas a investirem em frota própria, informa Serraglio: “Teremos aquisições em larga escala”.

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Brasil extingue imposto de exportação de couro

A Câmara de Comércio Exterior (CAMEX), da Presidência da República, extinguiu o imposto de exportação incidente sobre a produção do couro wet blue e do couro salgado, vigente havia dezoito anos.

A exportação de couro rendeu US 1,9 bilhão ao país no ano passado. O Paraná, quarto maior exportador, com 13% do total exportado, faturou US 245 milhões.

A presidente da Frente Parlamentar da Agropecuária (FPA), deputada Tereza Cristina (DEM-MS), havia solicitado, ao presidente Michel Temer que a decisão da Camex de acabar com a cobrança, aprovada em reunião do Comitê no mês de agosto, fosse oficializada, por meio de resolução, pelo governo.

Para a presidente da FPA, a eliminação da tarifa é um antigo pleito da agropecuária brasileira, pois sua cobrança era causa de sucessivas desvalorizações no preço da matéria-prima. “Além da desvalorização do nosso produto frente aos mercados internacionais, a cobrança do imposto também resultou em perda de renda e prejuízos aos produtores rurais e ao crescimento do país”, destaca a deputada.

Com a eliminação do imposto sobre o couro, apenas dois produtos brasileiros sofrem taxação nas exportações – cigarros e armas e munições – sendo estes últimos por razões relacionadas a fiscalização de contrabando e de segurança nacional. No caso do couro, segundo a deputada Tereza Cristina, não havia razões que justificassem tal regime de exceção ao produto.

O coordenador de Meio Ambiente da FPA, deputado Valdir Colatto (MDB-SC), que também acompanhou as discussões e negociações durante o último ano sobre o assunto, ressalta que a decisão já deveria ter acontecido há muito tempo, pois o imposto prejudica a posição e a concorrência do Brasil no mercado externo e dificulta a exportação do couro produzido no país.

“É um ganho justo. Isso influencia na valorização dos nossos produtos, agrega valor à nossa matéria-prima e fortalece os produtores brasileiros, com melhores preços. É o governo trabalhando a favor dos brasileiros”, afirma Colatto .

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PT desvia 1,5 milhão do Fundo Eleitoral para advogados de Lula

A campanha do PT à Presidência da República pagou R$ 1,5 milhão ao escritório de advocacia Teixeira, Martins e Advogados, que tem entre os sócios Cristiano Zanin e Valeska Teixeira Zanin Martins. Os dois são responsáveis pela defesa de Lula nas condenações da Lava Jato.

Os recursos são do Fundo Eleitoral e destinados exclusivamente a cobrir as despesas de campanha dos candidatos. Lula teve o seu registro impugnado pelo TSE.

O partido destinou também R$ 900 mil para o escritório Aragão & Ferraro Advogados Associados e R$ 150 mil para a empresa Edilene Lobo Sociedade de Advogados. Na campanha, essas duas companhias têm maior foco em questões de direito eleitoral.

O total gasto pela campanha até o momento foi R$ 26.210.017,42. Os principais repasses financeiros foram para a empresa M. Romano Comunicação, que recebeu R$ 7,48 milhões, e para a Rental Locação de Bens Móveis, que cobrou R$ 7 milhões pelos serviços.

O limite de despesas nas eleições 2018 para presidente é de R$ 70 milhões e, em caso de segundo turno, de mais R$ 35 milhões. (Com informações do Estadão)

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Gleisi e Haddad abrem o jogo: se PT vencer, Lula será solto e governará o país

Eles já não escondem mais o jogo, embalados pelo crescimento nas pesquisas: Fernando Haddad, a quem Lula terceirizou sua campanha à presidência da República, e Gleisi Hoffmann, presidente do PT: se vencerem a eleição, o presidiário será solto. “Será a prioridade do meu governo”, anuncia Haddad. E, tal qual faz nesta campanha, dando as cartas numa cela da PF de Curitiba, terá “importante papel” no futuro governo – ou seja, é quem governará de fato. Fantoche de Lula hoje, Haddad continuará a serviço do criminoso, a quem, aliás, serve com dedicação e alegria.

A admissão foi feita por Haddad em sabatina hoje ao Grupo Folha, horas depois do Valor Econômico publicar a entrevista de Gleisi.

Eles não falam em liberdade pura e simples, tampouco em “indulto”, que pressupõe a culpa do beneficiado. Falam em “justiça”, e a única que admitem – e deram provas disso desde a primeira denúncia contra o presidiário – é sua absolvição. Apesar de todas as provas em contrário – o elemento, condenado em segunda instância por unanimidade responde a mais seis ações penais por corrupção, lavagem de dinheiro, obstrução de Justiça, etc. – creem piamento que Lula é a “viva alma mais honesta deste país”.

A vitória de Haddad, portanto, desmente o slogan da campanha, que é “para o Brasil voltar a ser feliz”. A vitória de Haddad será a chave da liberação de Lula. E o passaporte para que reestruture a organização criminosa que praticou o maior assalto aos cofres públicos e provocou uma crise econômica e política sem precedentes.

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Fortuna de Guiné Equatorial seria para o PT? A história induz a suspeitar que sim

O PT está em dificuldade financeira: não conseguiu pagar a equipe de produção de rádio e tevê, o pessoal cruzou os braços e ameaçou: se a grana não entrasse no final de semana, nada de propaganda eleitoral na semana que vem.

E eis que entra em cena – que bela coincidência, nada mais que coincidência! – Teodoro Obiang Mangue, filho do ditador da Guiné Equatorial Teodoro Obiang Nguema, um dos países que mais recebeu investimentos de empreiteiras brasileiras freguesas da Lava Jato graças à intercessão de Lula. E entra em cena triunfalmente com seu Boeing e comitiva portentosa no aeroporto de Viracopos transportando 16 milhões de dólares em dinheiro, relógios e joias.

Alegou – depois de muita negociação para que as malas da comitiva fossem vistoriadas – que era para pagar um tratamento de saúde (????????????), mas seguiria viagem, um dia depois, para a Malásia… que fica do outro lado do mundo, sem ter por quê fazer escala no Brasil!

E por falar em coincidência, foi nesse aeroporto que, segundo Antônio Palocci, pousou o avião que trouxe um milhão de dólares para a campanha de Lula doados por seu “amigo e irmão” Muamar Kadafi.

E foi aí também que pousou o avião com cinco milhões de dólares enviados por Fidel Castro para a campanha de eleição de Lula. (Informação da Veja)

Não me recordo agora se foi neste ou outro aeroporto – e isto não faz a menor diferença – que desembarcaram os cinco milhões de dólares enviados pelas Farc também para as campanhas do chefão petista.

E então, como alegavam os petistas, bastava proibir doações de empresas, delegando ao estado o dever de financiar as campanhas políticas, e o caixa dois desapareceria por milagre…

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O “tiro de bazuca que atingiu o peito” de Richa

A prisão temporária do ex-governador do Paraná Beto Richa, apontado pelo Ministério Público como chefe da organização criminosa que fraudou, em seu primeiro mandato, a contratação de máquinas e equipamentos do programa Patrulha do Campo, equivale a um “tiro no peito do candidato” a uma vaga no Senado.

A expressão foi utilizada pelo conselheiro nacional do MP Luiz Fernando Bandeira de Mello ao propor a investigação dos promotores que pediram a prisão de Richa, assim como dos que denunciaram Geraldo Alckmin e Fernando Haddad poucos dias antes. Bandeira de Mello estranhou a coincidência das ações com a campanha eleitoral. A estranheza foi compartilhada pelo ministro do STF Gilmar Mendes, que criticou o “hiperativismo” do Judiciário.

A proposta do conselheiro foi acatada pelo corregedor-geral do MP, Orlando Rochadel. Em contrapartida, a Comissão de Preservação da Autonomia do MP abriu procedimento para investigar “possível violação da autonomia” do órgão. (O tema é abordado em editorial pela Folha de S.Paulo.)

A prisão de Richa, explicou à Folha de S.Paulo o juiz Fernando Fischer, que a autorizou, visou “garantir a isenção dos testemunhos colhidos” e evitar a destruição de provas e a intimidação de testemunhas. Detido com a esposa Fernanda, o irmão Pepe, ex-assessores e empresários – num total de onze pessoas – Richa é, por enquanto, meramente suspeito, por mais comprometedoras que possam ser as provas divulgadas pelo MP. André, um dos filhos do ex-governador, também é investigado.

O prazo de cinco dias de prisão vence amanhã. Pode ser mantido ou renovado, a critério da Justiça. A prisão pode ser transformada em preventiva, sem prazo para ser suspensa.*

Mesmo que venha a ser solto amanhã, Richa, o candidato, sofreu um golpe de gravidade extrema. Se sua situação já era embaraçosa – ele é investigado em outras ações criminais e foi condenado em segunda instância devido a uma escala considerada inapropriada em Paris quando viajava à China em missão oficial -, a nova suspeita, agravada com a prisão, praticamente o deixa em coma.

Consolida-se entre os tucanos (Richa preside o PSDB no Paraná) a decisão de forçar sua renúncia para tentar salvar pelo menos a candidatura ao Senado do aliado Alex Canziani (PTB). A manobra, além de turbinar o tempo de propaganda de Alex no rádio e tevê, livraria os tucanos de carregar a tiracolo um peso considerado morto. E, ainda – ou principalmente -, atenuaria o estrago que sua prisão possa vir a causar na imagem da sucessora e candidata à reeleição Cida Borghetti (PP), que nada tem a ver com o peixe podre.

O PSDB do Paraná e seus aliados podem se recuperar dos ferimentos provocados pelo disparo da bazuca. Richa depende do êxito da manobra de ressuscitação.

* Foi o que de fato ocorreu: o ex-governador continuará preso indefinidamente, agravando sua situação política.

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Carta ao Bobo Brasileiro. A história se repete como farsa

A história se repete, a primeira vez como tragédia, a segunda como farsa.

A máxima de Karl Marx mostrou ontem toda a veracidade – e premonição – de seu enunciado: de uma cela na Polícia Federal, onde cumpre pena de 12 anos de prisão por corrupção e lavagem de dinheiro, Lula lançou a candidatura de Fernando Haddad à presidência da República.

Em documento lido por um de seus porta-vozes (nunca um presidiário teve tantos), ele voltou a atacar a Justiça, repetiu o papel desgastado de vítima e atribuiu a Haddad a missão de “subir a rampa do Planalto” em seu lugar, impedido que está de disputar a eleição por causa da Lei da Ficha Limpa.

O documento pretendeu repetir a Carta ao Povo Brasileiro que, em 2002, serviu de passaporte para que chegasse à presidência da República.

Naquele, escrito por Antonio Palocci – condenado por corrupção como ele -, prometia respeitar as regras do jogo democrático e do mercado. Neste – que repete o título daquele – revela um ser amargurado pela derrota moral e política que infringiu a si próprio, revolta com as regras do jogo democrático que o condenaram e promete o impossível, que o Brasil “volte a ser feliz”. Impossível porque o programa de governo de seu partido, concebido por ele, propõe repetir as ações que levaram o Brasil ao desastre.

Quando Lula se elegeu, em 2002, um líder operário fez história (para o bem e para o mal); da segunda vez, por meio de Dilma, tivemos a tragédia; agora, por intermédio de Haddad, o que assistimos é a farsa.

O documento divulgado ontem merece, por seu conteúdo, o título de Carta ao Bobo Brasileiro.

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Ordem de prisão de Malucelli neutraliza Arruda

O candidato do MDB ao governo do Paraná João Arruda tem sido o mais contundente adversário do ex-governador Beto Richa e sua sucessora Cida Borghetti no horário eleitoral.

É compreensível: além de recorrer a uma elementar estratégia política para ganhar os votos dos descontentes com Richa e Cida, Arruda é sobrinho de sangue e afilhado político de Roberto Requião, que não poupa adjetivos – e ações – contra o tucano e a sucessora.

A prisão de Richa seria um prato cheio para Arruda. Seria. Ocorre que ele é genro do empresário Joel Malucelli, que teve o mandato de prisão expedido sob a suspeita de cumplicidade com o tucano no superfaturamento de locação de máquinas para a melhoria de estradas rurais.

Malucelli não foi preso porque está fora do país.

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Datafolha: rejeição a Bolsonaro aumenta após atentado

De 39% para 43% subiu a rejeição a Jair Bolsonaro (PSL) após o atentado que sofreu na semana passada em Juiz de Fora, enquanto as intenções de voto atribuídas a ele oscilaram de 22% para 24%.

Esta é a principal informação da pesquisa Datafolha divulgada ontem à noite, acrescida de outra acachapante para os simpatizantes de Marina Silvícola da Silva: os que se diziam propensos a votar nela murcharam de 16% para 11%.

O resultado da sondagem equivale a um banho de água fria em seus apoiadores, que alardearam que o atentado equivalia à sua eleição no primeiro turno.

Quem cresceu um pouco acima da margem de erro de 2% foi o falastrão Ciro Gomes (PDT) – 3%. E Fernando Haddad, o Bobo da Corte petista, finalmente apresentado como virtual candidato do partido após a impugnação do presidiário Lula, juntou-se à turma da segunda colocação (todos embolados com base na margem de erro). Essa turma inclui o tucano Geraldo Alckmin, dono do maior tempo da propaganda eleitoral no rádio e tevê.

Outra má notícia para os bolsonaristas: o único emparelhado com ele em eventual segundo turno é Fernando Haddad. Os demais o esmagariam, assim como esmagariam Haddad. Haddad é a esperança de sucesso de Bolsonaro e Bolsoanro a de Haddad.

Oremos: esse cenário é sombrio.

Detalhes da pesquisa aqui: https://www1.folha.uol.com.br/poder/2018/09/bolsonaro-mantem-lideranca-da-corrida-com-24-apos-ataque-diz-datafolha.shtml

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