Por que “non te callas”, Gleisi?

Gleisi Hoffmann, nova líder do PT no Senado (a mulher certa, na hora certa e no lugar certo, que é defender a maior organização criminosa da história, ela que é ré por corrupção), perdeu uma excelente chance de ficar calada hoje, durante a sabatina a que foi submetido Alexandre de Moraes, indicado pelo presidente Michel Temer para a vaga de Teori Zavascki no STF.

O que disse a nada nobre senadora?

Que o fato de Moraes ser, segundo ela, um “militante partidário que faz perseguição política à oposição” (quando isso aconteceu, meu bom Deus?), sua indicação é “prejudicial à democracia” e causa “muito desconforto, muita insegurança e muito temor”.

Moraes foi filiado ao PMDB e estava no PSDB quando foi indicado para o STF. Então, se desfiliou. Sua filiação partidária motivou mais essa investida da senadora: se ele se considera, por isso, “em suspeição nos julgamentos de recursos do impeachment da ex-presidente Dilma Rousseff no STF, das ações relacionadas ao PT e outros partidos de oposição no Tribunal Superior Eleitoral, e em processo envolvendo a Lava Jato”. (As aspas são retiradas de matéria da Agência Senado.)

Moraes respondeu que não se considera impedido.

Pego carona no insulto que Gleisi fez aos colegas no julgamento de Dilma pelo plenário do Senado, quando, dedo em pé, nariz (cuidadosamente esculpido) em riste e nas pontas dos sapatinhos Luis Vuitton, ela acusou: “Ninguém aqui tem moral para julgar uma presidenta honesta”. Falou o que quis, ouviu o que não quis: Ronaldo Caiado lembrou que ela se beneficiou dos recursos desviados dos servidores públicos por seu companheiro conjugal Paulo Bernardo, que responde pelo desvio de R$ 100 milhões quando ministro do Planejamento.

Então, pergunto: que moral tem Gleisi Hoffmann para exigir de Moraes que ele se declare impedido de julgar ações envolvendo Dilma e o PT, se ela não exigiu o mesmo de José Dias Toffolli, que foi advogado do PT e assessor de José Dirceu antes de assumir uma vaga no STF? Toffoli participou do julgamento do mensalão (absolvendo praticamente todos os petistas envolvidos) depois de ter garantido, durante a sabatina no Senado, que se declararia impedido.

Por que não exigiu o mesmo de Ricardo Lewandowski, amigo de Lula, que presidiu o julgamento de Dilma no Senado e avalizou o verdadeiro golpe daquele processo, que foi a preservação dos direitos políticos dela?

E, por último, por que não pediu a cabeça de Toffolli que, atropelando as instâncias inferiores, que não haviam sido consultadas, concedeu habeas-corpus a Bernardo, que cumpria prisão preventiva? (O MInistério Público recorreu da decisão de Toffoli.)

Que moral, portanto, tem a senhora Gleisi para exigir seja lá o que for do candidato a ministro do STF? Seja lá quem for e para o que for?

A ela se deveria aplicar o conselho do rei da Espanha Juan Carlos ao ditador venezuelano Hugo Chávez durante a Cúpula Hibero-americana, em Santiago: “Por que non te callas?”

(Estou entre os que torceram o nariz – e o meu é natural – com a indicação de Moraes. E registrei aqui minha insatisfação. Mas, ao menos, a incoerência não está entre meus defeitos…)

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Escritor se rebela contra “golpe”, mas embolsa prêmio milionário do governo “golpista”. E os petistas o aplaudem!

Raduan Nassar é um escritor talentoso, embora de poucas obras – três. E petista convicto. Defensor público das falcatruas empreendidas pelo PT e seu capo, Lula – de quem se diz amigo pessoal.

Nassar agiu hoje tal qual seus irmãos de fé política, que acusam o governo Temer de “golpista”, mas se aboletam nos cargos públicos que ainda não foram expurgados; que apoiam os “golpistas” Rodrigo Maia e Eunício de Oliveira para a presidência da Câmara e do Senado, respectivamente, em troca de postos-chave, sobretudo dos que disponham das chaves do cofre, na administração do Congresso; que fazem campanha contra o “golpe” em palcos e plateias, mas se digladiam por verbas públicas para seus projetos “culturais” e “artísticos”.

O que fez o talentoso escritor Nassar? Desceu o cacete no governo do “golpista” Temer ao receber – merecidamente, aliás – o Prêmio Camões de Literatura na frente do ministro da Cultura Roberto Freire, que o entregou, e para delírio da plateia, predominantemente petista – que o aplaudiu em transe e tentou de todas as formas, chegando quase às vias de fato, impedir a fala de Freire, que encerrou a cerimônia.

Nassar saiu como “herói” desse espetáculo deprimente de falta de civilidade e, sobretudo, de cinismo. Pois embolsou os 100 mil euros do prêmio, bancados pelos governos de Portugal e do Brasil, o “golpista”. E nenhum de seus apoiadores o repreendeu por isso…

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O pedido malandro para a “absolvição sumária” de Marisa Letícia

Os advogados de Lula acusaram o juiz Sergio Moro de “perseguição” na ONU e de “parcialidade” ao TRF e STF. Pediram sua prisão pelo mesmo motivo, ameaçam-no e o agridem oralmente nas audiências – anteontem a novidade foi taxá-lo de “inquisidor”.

E não se cansam de distorcer os fatos e afirmações – deve-se, por exemplo, a Cristiano Zanin, casado com uma afilhada de Lula, a informação de que, ao denunciarem o ex-presidente como “comandante” da “mais ousada” organização criminosa que assaltou o país, a força-tarefa da Lava Jato afirmou “não ter provas, apenas a convicção”, etc. (O que disseram foi que “o conjunto probatório” os levou à “firme convicção”, etc.)

Ora enfrentando-os com firmeza, ora apenas limitando-se (como fez ao ser chamado de inquisidor) a pedir “mais respeito a este juízo”, ora zombando da “estratégia inusitada” da defesa, Moro tem mantido o sangue frio. E mais: suas decisões têm sido referendadas pelos tribunais superiores e seu procedimento pela Associação Nacional de Juízes Federais.

Os advogados de Lula, comandados por seu compadre e protagonista de negócios escusos no governo dele – Roberto Teixeira –, não se cansam, no entanto, de fustigar o juiz na esperança de que ele dê uma escorregada que venha a comprometer o processo. O processo, não: os processos, já que o ex-presidente, a “viva alma mais honesta deste país”, responde a dois no âmbito da Lava Jato, por corrupção, falsidade ideológica e lavagem de dinheiro nos casos relacionados ao tríplex no Guarujá e a cobertura contígua à do casal em São Bernardo do Campo, ambos adquiridos com recursos advindos de propina, como mostram fartamente as provas. Em outras comarcas, Lula responde a mais três.

O mais novo e aloprado lance dos causídicos nada nobres foi pedir a “absolvição sumária” de Marisa Letícia em decorrência de sua morte! Ela era ré em dois processos do marido.

Estabelece o artigo 397 do Código de Processo Penal que “o juiz deverá absolver sumariamente o acusado quando verificar:

I – a existência manifesta de causa excludente da ilicitude do fato;
II – a existência manifesta de causa excludente da culpabilidade do agente, salvo inimputabilidade;
III – que o fato narrado evidentemente não constitui crime; ou
IV – extinta a punibilidade do agente.”

Por que esse pedido em vez de pura e simplesmente a extinção do processo, que é o que ocorre automaticamente quando o réu morre?

Porque eles acham que, pressionado como está (por eles e pelos petralhas, os únicos que se opõem ao procedimento de Moro), o juiz conceda esse benefício para mostrar que não tem o coração de pedra.

O pedido contém uma armadilha: se Marisa for declarada “absolvida sumariamente”, eles poderão usar essa decisão na campanha de desinformação que comandam.

Usarão a decisão como a prova definitiva de que Lula tinha razão quando, ao usar o caixão da mulher como palanque eleitoral e tribuna de sua defesa jurídica, afirmou que Marisa “morreu triste por causa das falsidades e maldades que fizeram contra ela”.

A “absolvição sumária” se transformará na Bula de Santificação de Marisa Letícia, a mártir da Lava Jato, protetora de todos os perseguidos pela inJustiça dos homens!

Nem é preciso antecipar qual será a decisão de Moro – que não é ingênuo como esses causídicos estão pretendendo que seja…

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Sacolão do Bocão perde fornecedor: Justiça volta atrás e mantém Vargas em regime fechado

Estava tudo certo: o ex-vice-presidente da Câmara dos Deputados, o petista André Vargas, apelidado de “Bocão” – e não à toa – estava de malas prontas para deixar o Complexo Médico Penal de Piraquara para se instalar na Colônia Penal Agroindustrial.

Aliado de primeira hora de Paulo Bernardo e Gleisi Hoffmann, réus por corrupção, Vargas foi condenado a 14 anos de prisão em regime fechado pelo juiz Sergio Moro por corrupção e lavagem de dinheiro e responde a dois processos pelo mesmo crime.

O ex-deputado – aquele que afrontou o então presidente do STF, Joaquim Barbosa, levantando o punho na presença dele em sessão do Congresso – tinha condições de requerer o benefício de cumprimento da pena em regime semiaberto devido ao tempo de detenção (quase dois anos) e ao bom comportamento.

A Justiça deferiu seu pedido, o que indignou o Ministério Público porque faltava ao ex-deputado o cumprimento de um quesito importante: a reparação aos cofres públicos do dano causado, avaliado em R$ 1,1 milhão, como determinara Moro ao antever a possibilidade de mudança de regime carcerário.

E então a juíza Luciani de Lourdes Tesseroli Maronezi, da Vara de Execuções Penais, revogou o benefício, impondo mais uma dura derrota ao ex-deputado, que teve todos os recursos negados pela Justiça.


E, assim, Vargas perdeu a chance de cultivar as hortaliças, verduras e frutas da Colônia Penal que poderiam abastecer a recém-inaugurada quitanda de Londrina, batizado com o mesmo apelido do improvável provedor: Sacolão do Bocão!

Fiquem, portanto, os fregueses dessa casa comercial cientes de que tudo o que vierem a comprar estará livre do contágio do vírus da corrupção e da arrogância que pautaram a trajetória de Vargas.

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A lição de moral da juíza ao “mestre” Temer

“Peço, humildemente perdão ao Presidente Temer pela insurgência, mas por pura lealdade as suas lições de Direito Constitucional. Perdoe-me por ser fiel aos seus ensinamentos ainda gravados na minha memória, mas também nos livros que editou e nos quais estudei. Não só aprendi com elas, mas, também acreditei nelas e essa é a verdadeira forma de aprendizado. Por outro lado, também não se afigura coerente, que suas promessas ao assumir o mais alto posto da Republica sejam traídas, exatamente por quem as lançou no rol de esperança dos brasileiros, que hoje encontram-se indignados e perplexos ao ver o seu Presidente, adotar a mesma postura da ex-Presidente impedida e que pretendia também, blindar o ex-presidente Luiz Ignácio Lula da Silva [sic]. Ao mestre com carinho”.

Trecho do despacho da juíza federal Regina Coeli Formisano, autora da segunda liminar, emitida hoje, que anula a nomeação de Moreira Franco, investigado na Lava Jato, para o ministério da Secretaria Geral de Governo.

Gentil, porém contundente – e com falhas gramaticais incompatíveis com sua função -, a lição de moral da aluna ao “mestre com carinho” deveria levar Temer a desistir definitivamente desta insanidade que é dar foro privilegiado a um investigado, ação que repetiu a desonra para as instituições democráticas que foi a nomeação de Lula para a chefia da Casa Civil por obra e desgraça de sua desastrada criatura Dilma Rousseff, a Vã.

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A vitória do espírito satânico

O que é mais aterrador?

A Polícia Militar decretar greve e dar as costas à necessidade básica de segurança da população?

Os marginais se aproveitarem da paralisação para aterrorizar a população, roubando e matando a torto e a direito?

A Polícia Civil se associar à irresponsabilidade dos policiais militares?

Ou a população se juntar aos criminosos para saquear mercados e lojas, disseminando o caos?

O que assistimos em Vitória do Espírito Santo é a vitória do espírito satânico que existe em cada um de nós.

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Lula, Cunha & Malandragens Ilimitadas

Eduardo Cunha pede ao juiz Sérgio Moro, em depoimento que durou três horas, que seja solto porque é portador de um aneurisma “igual ao que matou a Marisa Letícia”.

Moro, cuide-se: o ex-presidente da Câmara poderá morrer “triste” em consequência das “falsidades” e “maldades” que “facínoras” como vossa excelência estão fazendo com ele…

Lula pede ao STF que corrija o “erro histórico” que foi a anulação de sua nomeação para a Casa Civil em março do ano passado, alegando que Michel Temer nomeou Moreira Franco para o recriado Ministério da Secretaria-geral de Governo.

O fato de Franco ter sido apenas citado por um delator não é a mesma coisa que o ex-presidente ter sido denunciado por corrupção passiva e lavagem de dinheiro em duas ações, que viriam a ser acatadas pela Justiça e às quais se somariam outras três (por enquanto) por obstrução da Justiça, tráfico de influência, além de corrupção e lavagem de dinheiro… Mas, para Lula, pouco importa: se Temer pode (e o caso nem foi analisado ainda pelo STF), por que Dilma não poderia ter feito o mesmo, dando-lhe foro privilegiado?

Lula & Cunha: unidos pela malandragem!

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Alexandre de Moraes, o Dias Toffoli dos tucanos no STF

Se confirmada, a indicação do ministro da Justiça Alexandre de Moraes para a vaga de Teori Zavascki no STF será um banho de água fria em que esperava do presidente Michel Temer uma escolha republicana.

OK. Moraes Filho tem qualificação para o posto: promotor público por mais de dez anos e doutor em Direito do Estado e livre-docente em Direito Constitucional, é professor associado das duas mais prestigiadas escolas de Direito de São Paulo – a do Largo de São Francisco (USP), onde se formou, e da Presbiteriana Mackenzie.

Pesa contra ele, no entanto, sua militância política: é filiado ao PSDB, condição que o fez secretário da Justiça e da Defesa da Cidadania de São Paulo na primeira gestão de Geraldo Aldkmin, secretário dos Transportes dà Prefeitura de São Paulo na gestão de Gilberto Kassab e Secretário de Segurança Pública na segunda gestão de Alckmin.

Tantos nomes em pauta – e bons -, e Temer escolhe logo este, que, por mais que tente evitar a comparação e por mais íntegro que seja seu comportamento, como aliás tem sido, Moraes será visto como o Dias Toffoli dos tucanos no STF!

E assim, la nave va…

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E nasce Santa Marisa Letícia

Lula transformou o velório da esposa Marisa Letícia em palanque, fazendo das acusações que pesavam contra ela o tema central de seu discurso.

“Marisa morreu triste por causa das canalhices” que “facínoras” fizeram contra ela, disse.

A ex-primeira-dama, cujo corpo foi coberto com a bandeira do PT e do Brasil, respondia a dois processos por lavagem de dinheiro na Lava Jato. Lula responde a cinco (por enquanto) por corrupção, lavagem de dinheiro, obstrução da Justiça, tráfico de influência (está faltando algo?).

Em sua defesa, Lula arrotou: “Eu não tenho que provar minha inocência. Eles é que tem que provar que as mentiram que falam é verdade” (sic).

A finalidade política do ato fúnebre, realizado na sede do sindicato em São Bernardo do Campo onde o casal se conheceu, ficou explícita com a escolha do religioso que o oficiou, o bispo emérito de Blumenau, dom Angélico Sândalo Bernardino, adepto da Teoria da Libertação, do MST e porta-voz de batina do PT. Defensor público de Lula (“ele está sendo acusado sem provas, disse em outubro), ele agrediu na homilia o sistema judiciário brasileiro ao afirmar que o ex-presidente está sendo “perseguido” e não tem “direito à defesa”.

(Como alguém com função religiosa tão elevada pode mentir tanto, insuflando ainda mais a militância petista, que, antes de sua manifestação, já disseminava pela internet que a única maneira de “vingar” a morte da ex-primeira-dama seria “matar” o juiz Sergio Moro?)

Marisa foi declarada morta na sexta-feira, 3 de fevereiro de 2017. No dia seguinte e por intermédio de seu marido e pentarréu, nasceu a Santa Marisa Letícia, padroeira dos petistas e mártir da Lava Jato. Com as benções de dom Angélico (Angélico?!).

Ave Marisa
Cheia de raça
Lula é convosco
Bendita sois vós entre os petistas
Bendito é o fruto do vosso ventre
Os Lula da Silva

Santa Marisa
Mulher de Deus
Rogai por nós militantes
Agora e na hora
Do nosso julgamento
AleLula!

(E morte ao Sergio Moro!)

—-
Os petralhas vão me acusar de blasfêmia, violação de cadáver, etc. E com razão: afinal, somente eles podem usar um defunto para finalidade política…

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Dom Albano, o pastor que viveu o que pregava

Londrina se despede hoje de seu arcebispo emérito dom Albano Cavallin, morto anteontem em decorrência de problemas cardíacos. Seu corpo, assim como o do primeiro arcebispo da cidade, dom Geraldo Fernandes, será sepultado na cripta da Catedral. Completaria 87 anos daqui a dois meses e administrou a Arquidiocese de 1992 a 2006, quando se aposentou.

Aposentou pero no mucho, pois continuou exercendo forte influência espiritual sobre seu rebanho. Manteve-se na cidade, assim como seu antecessor dom Geraldo Majella após ter servido ao papa João Paulo II como secretário de Culto Religioso e exercido a função de cardeal-primaz do Brasil. Dom Geraldo continua entre nós.

Dom Albano tinha carinho especial pela Toca de Assis, fraternidade fundada em Campinas em 1994 e que resgata os princípios, objetivos e procedimentos da ordem franciscana, fundada por São Francisco de Assis nos primórdios do século 13. Austeridade absoluta, desapego absoluto dos bens materiais, entrega total aos desamparados são os princípios lapidares da fraternidade.

O amor de dom Albano a ela o acompanha: a seu pedido, os fiéis foram aconselhados a não levar flores a seu velório, mas doações para a Toca de Assis.

Lapeano, dom Albano sentiu-se vocacionado aos sete anos para o sacerdócio. Estudou no Seminário Maior de Curitiba e foi ordenado padre aos 24 anos.

Extremamente culto e dominando a oratória como poucos – era objetivo, claro, incisivo e sereno. A serenidade, aliás, destacava-se em sua personalidade, combinada com a firmeza das decisões. Uma delas foi envolver o clero e os fiéis no esforço pela deposição de um prefeito corrupto.

Dom Albano irradiava espiritualidade, pois viveu o que pregava.

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