Lula dá início hoje à “Caravana da PaTifaria”

Nunca antes na história deste país um político prometeu tanto – promoção social, reorganização do estado e respeito à ética – e frustrou tanto quanto Luiz Inácio Lula da Silva. Que fez o oposto do que prometia: provocou, por iniciativa própria ou de sua interposta Dilma Rousseff, o maior descalabro administrativo e financeiro; tratou a elite com pão de ló, champanha e caviar e os pobres com pão e mortadela; organizou a mais complexa, sistêmica e voraz organização criminosa – o PT, partidos aliados e corporações empresariais – para assaltar os cofres públicos, beneficiando-se e à sua família – benefício que se estende a alguns “companheiros” – desse butim bilionário.

Em 1989, Lula percorreu o Brasil em sua “Caravana da Cidadania”. Tentava pela primeira vez a Presidência da República. Personificava o futuro, brandia a esperança, refulgia de moralidade. Em 2017 ele retoma as viagens com o mesmo objetivo. Destruiu um país que se reerguia depois dos anos de chumbo da ditadura e não se dá por satisfeito!

O que é e quem é hoje Luís Inácio Lula da Silva? A personificação da mentira, do embuste, da deslealdade, do crime: condenado a nove anos de prisão por corrupção e lavagem de dinheiro, responde ainda a outros cinco processos por esses e outros crimes. E, mesmo assim, proclama-se a “viva alma mais honesta deste país”!

Vinte e oito anos se passaram. A maior parte dos brasileiros repudia o falsário, alguns ainda – por motivos os mais diversos, entre eles a cegueira ideológica e insuficiência intelectual e moral – o cultuam. Mas a fantasia que ele vestia em 1989 está rota, suas bandeiras esgarçadas. A esperança deu lugar à desilusão, o sonho se fez pesadelo. O gigante converteu-se em anão.

Lula transformou-se em caricatura de si mesmo. O périplo farsesco e grotesco que inicia hoje pelo Nordeste – justo o Nordeste, cuja figura mais emblemátia é o bandido Lampião! – merece o título de “Caravana da PaTifaria”.

Protejam seus corações e mentes, irmãos nordestinos! O mais dissimulado e letal dos cangaceiros estará rondando seus lares. Lampião foi o rei do cangaço. Lula é o rei do cambalacho!

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Roger Pinto Molina, mais um cadáver no armário de traições do PT

Morreu nesta madrugada o ex-senador boliviano Roger Pinto Molina, vítima de acidente aéreo, asilado no Brasil há quatro anos.

Ele estava internado no Hospital da Base em Brasília, onde residia. O acidente aconteceu no final de semana, em Luziânia. Ele pilotava um monomotor.

Roger Pinto foi o pivô de um dos maiores vexames diplomáticos do Brasil. Perseguido pelo governo do cocaleiro “bolivariano” Evo Morales, a quem acusava de corrupção e outros desmandos, refugiou-se na embaixada brasileira em La Paz, obteve asilo político mas… não pôde viajar porque o cocaleiro, desrespeitando o tratado com o Brasil, não concedeu salvo-conduto.

A Justiça boliviana, tão “independente” quanto a venezuelana em relação ao governo, havia condenado Molina a um ano de cadeia por corrupção, num processo contestado pela oposição e pela imprensa independente daquele país. E respondia a outros, movidos pelo governo de Morales.

Quinze meses depois de aprisionado na delegação brasileira, sem acesso a telefone, internet e confinado num espaço de 20 metros quadrados sem janela por ordem do Itamaraty, Molina foi trazido para o Brasil às escondidas pelo diplomata Eduardo Saboia, secretário-geral da embaixada. Uma fuga cinematográfica!

Furiosa por ter sido contrariada, Dilma exonerou o ministro das Relações Exteriores Antônio Patriota e ordenou que Saboia fosse colocado na “geladeira” do Itamaraty – da qual saiu somente após a pose de Temer na presidência.

A submissão ao governo de Morales desrespeitou a tradição diplomática brasileira e foi o segundo episódio de submissão do governo petista aos interesses do cocaleiro. O primeiro, autêntico crime de lesa-pátria, ocorrido no primeiro mandato de Lula, foi submeter-se ao confisco dos bens da Petrobras ordenado por Morales.

O Brasil não recebeu sequer um centavo de indenização!

Roger Molina é mais um cadáver depositado no amplo armário de traições do PT.

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Sentença que absolve Richa condena Gleisi

(…) “lideranças ativistas então representadas no local, instigando o conflito e a subversão dos limites impostos para cumprimento da ordem, acabaram por iniciar um confronto com a força policial presente”.

Esta é parte da sentença em que a juíza Patrícia Gomes Bergonse, da 5.ª Vara da Fazenda Pública do Paraná, rejeitou a ação por improbidade administrativa movida pelo Ministério Público contra o governador Beto Richa por causa da repressão em 29 de abril de 2015 contra manifestantes que tentaram invadir a Assembleia Legislativa. A sentença se estende ao secretário de Segurança Pública e comandante da PM na ocasião e outros três assessores do governador.

O confronto ficou conhecido como a Batalha do Centro Cívico. A esquerda, incitadora do protesto que resultou no confronto e no ferimento superficial de 200 pessoas, prefere chamá-lo de “Massacre de 29 de abril”.

Não apenas não houve massacre, como a sentença equivale ao feitiço que se vira contra o feiticeiro: os responsáveis – APP e outros sindicatos ligados ao PT – são os que convocaram a manifestação, incitando seus participantes a invadir a Assembleia, afrontando assim determinação judicial.

“Após parte dos manifestantes romper os gradis de contenção, não poderia se esperar outra conduta dos policiais que não podiam permitir a ocupação do Legislativo, por mais relevantes que fossem as reivindicações expostas pelos manifestantes”, escreveu a juíza.

Entre os incitadores do confronto estava quem? quem? A senadora Gleisi Hoffmann – hoje “presidenta” do PT -, que esteve no Centro Cívico duas vezes. A primeira, em fevereiro, quando ocorreua invasão da Assembleia, a segunda no dia do confronto. Nas duas ocasiões, atacou com veemência o adversário Beto Richa.

O veredicto, portanto, condena o procedimento dessa radical militante. Em sua página no Facebook, Gleisi postou notícia sobre a decisão da Justiça, acompanhada de um pequeno, porém revelador, comentário: “Onde estamos”?

Para desapontamento da senadora, estamos num país em que a Justiça prevalece sobre os interesses políticos, ao contrário da ditadura assassina de Nicolás Maduro, que ela defende incondicionalmente.

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A Academia se rende ao bandido honoris causa

Diversas universidades do Nordeste vão conceder – como nunca antes na história deste país – o título de doutor honoris causa a um condenado por corrupção e lavagem de dinheiro e réu em mais cinco processos por esses e outros crimes (obstrução da Justiça, tráfico de influência, entre eles).

As universidades são a Estadual de Alagoas e as federais do Piauí e do Recôncavo (Bahia).

Essas universidades, que deveriam zelar pela ética e respeito à Justiça, engajaram-se no mais sórdido e surrealista projeto político, que é devolver à presidência da República esse condenado, de nome de Luís Inácio Lula da Silva e autoproclamado “a viva alma mais honesta deste país”.

O projeto é sórdido por sua natureza: permitir que o responsável pelo maior descalabro econômico da história recente – pois a crise pela qual vivemos foi gestada em seu segundo mandato e escancarada no governo de sua interposta Dilma Rousseff – e apontado como autor e beneficiário do mais amplo e pernicioso esquema de corrupção de que se tem notícia volte a comandar o país que arruinou e assaltou.

E surrealista, pois ultrapassa todos os limites da razão, lógica e bom senso.

Há muito as universidades tornaram-se apêndices da esquerda, que duzentos anos atrás era a vanguarda do movimento político e hoje é o que há de mais retrógrado, pois essa corrente se revelou despótica, assassina e desastrosa. Deu errado em todas as partes – sem exceção – em que chegou ao poder.

As honrarias a Lula foram articuladas por sua equipe para reforçar seu périplo ao Nordeste em busca de votos, previsto para os próximos dias. A Academia, assim, se rendeu ao mais ladino, pernicioso e dissimulado criminoso da República, cujos atos lhe concederam o título de bandido honoris causa. Que ele compartilha com todos os que lhe são submissos.

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Gleisi e Bernardo: a decadência do “casal mais poderoso da República”

Seis anos atrás – edição 2170 – Istoé publicava reportagem de capa sobre o ministro das Comunicações Paulo Bernardo e sua companheira conjugal Gleisi Hoffmann, recém-guindada ao posto de “ministra-chefa” da Casa Civil pela presidente Dilma Rousseff.

A revista os rotulava como O casal mais poderoso da República e ilustrava sua capa com as fotos de perfil de Gleisi e Bernardo, ambos petistas, tendo o Congresso atrás. O casal vestia preto.

Istoé pincelou o passado de Gleisi, então desconhecida nacionalmente, detalhou as circunstâncias de seu envolvimento com Bernardo (ambos eram casados), do qual resultou um lindo casal de filhos, e enfatizou sua disciplina.

O preto da roupa de Gleisi e Bernardo era pressago – e profético. O “casal mais poderoso da República” desponta agora como o “mais corrupto da República”. A expressão é de minha autoria, e sua veracidade é atestada pela mesma Istoé em sua edição desta semana: a capa traz uma Gleisi solitária e fantasiada de guerrilheira e o título A corrupção da bolivariana do PT (resumo na postagem abaixo). Seu companheiro perdeu as funções públicas e está tão enrolado com a Justiça quanto ela, hoje a política mais esfuziante e rejeitada do país por suas convicções radicais, intolerância, autoritarismo e pedantismo (a passagem dela pela Casa Civil foi desastrosa e sua atuação como senadora é dedicada aos interesses do PT).

A edição desta semana a veste com uma boina vermelha, acessório que a identifica com as posições mais ultrapassadas da esquerda radical personificada por Nicolás Maduro, o ditador que, para se manter no poder, conduziu à miséria o país mais rico da América Latina, nega alimentos e produtos de primeira necessidade ao seu povo, ao qual impede pela força que se manifeste contra sua tirania assassina. Apesar disso, Gleisi é defensora intransigente do “companheiro” Maduro e de sua constituinte ilegal (violou a Constituição), fraudulenta (o resultado foi uma farsa gigantesca) e assassina, pois as forças de segurança do ditador mataram cerca de 170 pessoas que protestaram contra ele em duas séries de manifestações gigantescas (dois anos atrás e agora).

O glamour do casal estampado na capa da Istoé 317 edições atrás foi sepultado por sua conduta criminosa. Bernardo ganhou o ostracismo – após seis dias de prisão -, Gleisi… a presidência do PT!

Nada mais coerente para uma organização criminosa travestida de partido político do que ter uma ré por corrupção em seu comando formal e um condenado por corrupção e réu em outros cinco processos como líder de fato e única opção eleitoral. Seu nome não precisa ser citado.

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O “ato terrorista” mais chinfrim e suspeito da história

O que se espera de um militar, mesmo do soldado mais raso, é que tenha noção de sua força e da do inimigo. Que planeje sua ação para, com o mínimo de danos, fazê-la vitoriosa.

Um capitão do Exército jamais atacaria um quartel em atividade, e em plena luz do dia, acompanhado de 14 civis mal armados.

Pois foi o que o governo ditatorial da Venezuela diz que um capitão desertor fez ontem em Valência, cidade acolhedora próxima a Caracas, ação que taxou de “ato terrorista” patrocinado pelos “Estados Unidos”, onde tal desertor teria morado nos últimos anos e recrutado os “mercenários”.

A investida foi facilmente evitada, é claro, e dois de seus autores mortos pela defesa do quartel, reforçada por helicópteros e efetivos de outras guarnições.

Se fosse verídica, essa investida mereceria o título de “atentado terrorista mais chinfrim da história”, por sua precariedade e amadorismo. E também (mais que) suspeito porque serviu como uma luva ao mantra do ditador Nicolás Maduro de que o seu regime “popular” é continuamente ameaçado pelos “ianques capitalistas”.

(Detalhe: a imprensa não teve acesso ao local em que foi praticado o “ato terrorista”.)

Além de desmerecer as forças armadas venezuelanas (afinal, o “terrorista” era um capitão formado em suas fileiras), a acusação ofende os Estados Unidos, que – o fiasco da Baía dos Porcos o ensinou – jamais autorizariam um ataque tão porra louca como esse.

O opositor Julio Borges, presidente da Assembleia Nacional (órgão que perdeu a razão de ser após a posse da Constituinte ilegal e fraudulenta), exortou o ditador Maduro a “contar a verdade” e não “historinhas”.

Ele jamais a terá, pois é justamente de “historinhas” de que Maduro precisa para justificar o crescente uso da violência para dominar um povo em permanente estado de sublevação contra seu regime despótico e desastroso.

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Data vênia, papa Francisco: vossa santidade é um covarde!

Cento e vinte e tantos mortos, milhares de feridos, centenas de presos – alguns ainda atrás das grades respondendo processo por “traição à pátria; entre eles um que expressava sua indignação tocando violino – foi o que custou a rebelião dos venezuelanos contra o mais escancarado atropelo à Constituição feito por Nicolás Maduro: a convocação da “Constituinte popular”.

A rebelião dura quatro meses – é considerada uma das mais longas da história mundial – e foi deflagrada pela destituição da Assembleia Nacional, de maioria opositora, pelo Tribunal Supremo de (in)Justiça, composto unanimemente por chavistas. A decisão foi revogada em pouco tempo, devido à pressão interna e externa, e então Maduro resolveu tirar de vez do armário o ditador que sempre foi, convocando a Constituinte, ao atropelo da lei, que dá esse direito exclusivamente à Assembleia Nacional.

Esse crime que culminou com a fraude eleitoral grotesca – denunciada até pela empresa que processou a contagem dos votos -, consumou-se com a instalação desse novo poder na sexta-feira. Anulou-se na prática a Assembleia Nacional, esta sim eleita democraticamente e com o dobro de eleitores, mesmo considerando-se os resultados manipulados da fraude de domingo passado.

E o que fez o papa Francisco diante desse cenário de violência, atropelo de direitos fundamentais, angústia e desesperança para milhões de venezuelanos que, além da falta de liberdade, padecem com a falta de gêneros de primeira necessidade e remédios, até de papel higiênico?

Recebeu Maduro em audiência privada, na qual o abençoou e da qual resultou a exortação para que a oposição “dialogasse” com o facínora. O resultado foi o óbvio ululante: o “diálogo” deu mais força a Maduro. Diante da negativa de seus opositores de aceitarem suas imposições – que eram “aqui mando eu, obedeça quem tem juízo” -, Maduro intensificou a repressão, impediu – também por meio de fraude – a realização do plebiscito que decidiria sobre sua continuidade ou não no poder, etc.

No auge da repressão aos opositores, após a convocação da Constituinte, a Conferência dos Bispos da Venezuela, desesperançada de uma manifestação clara do papa pelo restabelecimento da democracia e dos direitos fundamentais, emitiu nota oficial na qual classificou Maduro como o que de fato é: um ditador.

Nem essa manifestação sensibilizou o papa, que, segundo um dos muitos devaneios de Maduro, foi eleito por mediação de Hugo Chávez, ato que caracterizou o primeiro “milagre” de seu protetor, que lhe aparece com frequência na forma de um “pajarito”.

Diante da evidência da fraude grotesca da eleição de domingo passado, a Secretaria de Estado do Vaticano expressou sexta-feira sua preocupação e “a do papa Francisco” pela situação da Venezuela e instou o governo de Maduro a suspender a Constituinte por fomentar “um clima de tensão” e “hipotecar o futuro”. Lamentou ainda a “radicalização e o agravamento da crise”.

Note: o papa entrou como coadjuvante nesse comunicado, quando, por ser o que é e representar o que representa, deveria ser o protagonista. Se tivesse agido como se esperava dele, talvez tivesse evitado a consumação da ditadura bolivariana.

A omissão do papa em relação à rebelião de uma nação contra a tirania e à crise humanitária sem precedentes na América Latina caracteriza uma das maiores traições da história da Igreja.

Data vênia, papa Francisco, vossa santidade é um covarde!

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E Temer ficou

Por 263 a 227 votos (eram necessários 327), a Câmara dos Deputados arquivou a denúncia contra o presidente Michel Temer por crime de corrupção. Assim, ele – salvo acidentes de percurso, sempre possível neste Brasil varonil – somente responderá a esta acusação depois de deixar o mandato.

Sobre o tema, repito o que afirmei esta manhã na postagem “Fica, Temer, fica!”:

Somente cinco por cento dos eleitores aprovam a administração de Michel Temer e 81% defendem o seu afastamento para que seja investigado pelo STF.

Mas eis a questão: se for afastado, quem ficará em seu lugar?

O presidente da Câmara, Rodrigo Maia, assumiria o mandato por seis meses, prazo para o STF prolatar a sentença. Se for por sua absolvição, Temer voltaria (que vexame, meu Deus!); se pela condenação, realiza-se eleição indireta, e isso lá por fevereiro/março, faltando nove, dez meses para o final desse mandato. E aí novamente a questão: quem seria o ungido? Em que condições estaria o país e que condições ele teria de executar com êxito sua missão de deixá-lo mais ou menos em ordem para seu sucessor?

O governo Temer – ranjam os dentes, petralhas, ranjam – é mera continuidade do lulopetismo, e o estado em que se encontra é consequência da conduta imoral disseminada pelos governos Lula e Dilma. A crise econômica pelo qual o país atravessa, e que o governo Temer tenta debelar de todas as formas, acertando aqui, errando ali, é a face mais vistosa da herança maldita do PT.

Se fosse uma vestal, Temer não teria, na condição de vice-presidente, se omitido diante do maior e mais sistematizado saque aos cofres públicos concebido e orquestrado pelo PT. Aliás, sequer teria aceitado – e era quem presidia o PMDB – a coligação com o PT e menos ainda o cargo de vice-presidente da República. O que sua turma fez – enfiar a mão na botija do ouro público – foi o mesmo que o PT, apenas com mais sofisticação e menos organização.

E ele, do que é acusado? De corrupção. Por quê? Porque Rodrigo Rocha Loures, seu indicado para resolver as pendências do grupo JBS junto ao governo, foi flagrado com uma mala contendo R$ 500 mil entregue por um emissário da empresa. Finalidade da propina: resolver uma pendência do grupo com a Petrobras junto ao Cade. Não se sabe se houve a intermediação; sabe-se que a JBS perdeu a causa.

O procurador-geral Rodrigo Janot deduziu que o dinheiro em poder de Rocha Loures destinava-se a Temer – integral ou parcialmente. (Nem integral nem parcialmente chegou às mãos do presidente, pois, um mês depois da entrega, era mantido na casa do pai do criminoso.)

O conteúdo do parêntese é detalhe. O principal: não é por dedução que se pode acusar, menos ainda condenar, uma pessoa, e sim quando houver indícios consistentes – como, por exemplo, ocorre nas muitas ações a que Lula responde, tendo sido condenado numa delas, a relativa ao tríplex no Guarujá.

A acusação, portanto, é frágil. Mais frágil ainda é a suspeita de que Temer, em duas frases infelizes pronunciadas diante de seu interlocutor Joesley Batista, o chefão da JBS, tenha “obstruído a Lava Jato”, como afirmou O Globo ao desencadear a crise que ameaça seu mandato. A fragilidade dessa suspeita é manifestada na dificuldade de o procurador-geral transformá-la em denúncia.

O caso é similar à delação de Sergio Machado, ex-diretor da Transpetro, que implicou o ex-presidente Sarney, Renan Calheiros (então presidente do Senado) e Romero Jucá (que comandava o Ministério do Planejamento) num complô para obstruir a Lava Jato. A Polícia Federal concluiu que Machado induziu-os a responder o que queria e que o trio nada fez para criar obstáculos à operação – e recomendou a anulação da delação e o arquivamento da denúncia.

Ora, pois: é justo afastar do cargo um presidente da República nessas circunstâncias? Claro que não!

Por mais mal amado que seja, Temer ocupa legitimamente o cargo e tem conduzido um programa de reformas indispensáveis à reconstrução do país – reformas, convenhamos, mutiladas pelo Congresso, mas, mesmo assim, reformas!

Vencida a etapa de hoje no Congresso – tudo leva a crer que a denúncia será arquivada -, Temer continuará ferido, com a base aliada menos coesa, mas apto a continuar pilotando essa nau chamada Brasil, atirada contra o iceberg pelo PT e fazendo água por todo lado, mas em condições de chegar a porto seguro se estiver em mãos habilidosas.

Associo-me aos que não gostam de Temer, mas brado: “Fica, Temer, fica!”.

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Fica, Temer, fica!

Somente cinco por cento dos eleitores aprovam a administração de Michel Temer e 81% defendem o seu afastamento para que seja investigado pelo STF.

Mas eis a questão: se for afastado, quem ficará em seu lugar?

O presidente da Câmara, Rodrigo Maia, assumiria o mandato por seis meses, prazo para o STF prolatar a sentença. Se for por sua absolvição, Temer voltaria (que vexame, meu Deus!,); se pela condenação, realiza-se eleição indireta, e isso lá por fevereiro/março, faltando nove, dez meses para o final desse mandato. E aí novamente a questão: quem seria o ungido? Em que condições estaria o país e que condições ele teria de executar com êxito sua missão de deixá-lo mais ou menos em ordem para seu sucessor?

O governo Temer – ranjam os dentes, petralhas, ranjam – é mera continuidade do lulopetismo, e o estado em que se encontra é consequência da conduta imoral disseminada pelos governos Lula e Dilma. A crise econômica pelo qual o país atravessa, e que o governo Temer tenta debelar de todas as formas, acertando aqui, errando ali, é a face mais vistosa da herança maldita do PT.

Se fosse uma vestal, Temer não teria, na condição de vice-presidente, se omitido diante do maior e mais sistematizado saque aos cofres públicos concebido e orquestrado pelo PT. Aliás, sequer teria aceitado – e era quem presidia o PMDB – a coligação com o PT e menos ainda o cargo de vice-presidente da República. O que sua turma fez – enfiar a mão na botija do ouro público – foi o mesmo que o PT, apenas com mais sofisticação e menos organização.

E ele, do que é acusado? De corrupção. Por quê? Porque Rodrigo Rocha Loures, seu indicado para resolver as pendências do grupo JBS junto ao governo, foi flagrado com uma mala contendo R$ 500 mil entregue por um emissário da empresa. Finalidade da propina: resolver uma pendência do grupo com a Petrobras junto ao Cade. Não se sabe se houve a intermediação; sabe-se que a JBS perdeu a causa.

O procurador-geral Rodrigo Janot deduziu que o dinheiro em poder de Rocha Loures destinava-se a Temer – integral ou parcialmente. (Nem integral nem parcialmente chegou às mãos do presidente, pois, um mês depois da entrega, era mantido na casa do pai do criminoso.)

O conteúdo do parêntese é detalhe. O principal: não é por dedução que se pode acusar, menos ainda condenar, uma pessoa, e sim quando houver indícios consistentes – como, por exemplo, ocorre nas muitas ações a que Lula responde, tendo sido condenado numa delas, a relativa ao tríplex no Guarujá.

A acusação, portanto, é frágil. Mais frágil ainda é a suspeita de que Temer, em duas frases infelizes pronunciadas diante de seu interlocutor Joesley Batista, o chefão da JBS, tenha “obstruído a Lava Jato”, como afirmou O Globo ao desencadear a crise que ameaça seu mandato. A fragilidade dessa suspeita é manifestada na dificuldade de o procurador-geral transformá-la em denúncia.

O caso é similar à delação de Sergio Machado, ex-diretor da Transpetro, que implicou o ex-presidente Sarney, Renan Calheiros (então presidente do Senado) e Romero Jucá (que comandava o Ministério do Planejamento) num complô para obstruir a Lava Jato. A Polícia Federal concluiu que Machado induziu-os a responder o que queria e que o trio nada fez para criar obstáculos à operação – e recomendou a anulação da delação e o arquivamento da denúncia.

Ora, pois: é justo afastar do cargo um presidente da República nessas circunstâncias? Claro que não!

Por mais mal amado que seja, Temer ocupa legitimamente o cargo e tem conduzido um programa de reformas indispensáveis à reconstrução do país – reformas, convenhamos, mutiladas pelo Congresso, mas, mesmo reformas!

Vencida a etapa de hoje no Congresso – tudo leva a crer que a denúncia será arquivada -, Temer continuará ferido, com a base aliada menos coesa, mas apto a continuar pilotando essa nau chamada Brasil, atirada contra o iceberg pelo PT e fazendo água por todo lado, mas em condições de chegar a porto seguro se estiver em mãos habilidosas.

Associo-me aos que não gostam de Temer, mas brado: “Fica, Temer, fica!”.

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É hexa! É hexa! É hexa! Lula é réu pela sexta vez

O juiz Sergio Moro aceitou a denúncia de que o ex-presidente Lula, que responde pela alcunha autoimposta de a “viva alma mais honesta deste país”, lavou dinheiro, advindo de propina de empreiteiras beneficiadas pela Petrobras, na compra do sítio de Atibaia, registrado em nome de dois amigos da família – e que nunca puseram os pés lá.

Este é o sexto processo penal a que Lula responde.

Moro já o condenou por corrupção e lavagem de dinheiro no caso do tríplex do Guarujá e deve ouvi-lo em 13 de setembro no processo que o investiga por corrupção e lavagem de dinheiro, envolvendo a Odebrecht e a transferência de uma cobertura contígua à dele em São Bernardo e um terreno destinado ao Instituto Lula.

É hexa! É hexa! É hexa! Nunca antes na história deste país um presidente “honesto” foi “vítima de uma caçada judicial” como Lula. Ó, dó!

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