Carne Fraca: PF atirou na rês desgarrada e feriu gravemente todo o rebanho

É inegável o bem que a Polícia Federal fez em desarticular uma quadrilha de fraudadores da carne, envolvendo fiscais e empresários apadrinhados por políticos do PMDB e PP.

É inegável, no entanto, que ao generalizar as acusações e apontar como irregulares procedimentos aceitos internacionalmente, ou interpretados erroneamente, a PF causou um prejuízo incalculável ao país.

A leviandade evoca a denúncia de febre aftosa num rebanho de corte do Paraná, em 2005, que resultou na interdição de nossa carne por muitos países e muitos anos. Não havia aftosa. O erro partiu da Secretaria de Agricultura do Estado, que, ao notificar a suspeita – era mera suspeita – desencadeou o desastre.

Agora, a PF apresentou um quadro apocalíptico das condições de higiene de nossa carne tendo como universo 21 unidades processadoras. Temos mais de 3,5 mil plantas do tipo, e todas foram para o inferno junto com as demais.

Os policiais atiraram na rês desgarrada e feriram gravemente todo o rebanho, uma das principais fontes de riqueza do país.

Quem, afinal, é mais fraco: a carne ou os policiais que contaminaram o prestígio do Brasil nesse setor, obtido ao longo de décadas e resultado de um esforço hercúleo do produtor e do governo?

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Ele poderia ter sido preso. Preferiu ser honesto: é o londrinense Flavio Turquino

Ele poderia ter ficado mais rico do que é – e é muito rico. E sua riqueza advém do avô e do pai, pequenos agricultores que, por força do trabalho, tornaram-se uma potência econômica. Apesar do berço esplêndido, graduou-se em veterinária e foi trabalhar para grandes empresas. Uma delas, a Big Frango, de Rolândia.

Sua chance de enriquecer ainda mais surgiu quando foi nomeado chefe do Departamento de Inspeção de Produtos de Origem Animal do Ministério da Agricultura, em 2013. Chegou lá porque o operador financeiro (leia-se coletor de propinas) do PMDB Lúcio Funaro achou que poderia contar com ele. Eduardo Cunha avalizou sua indicação.

E contar para quê? Para dar um jeitinho nas fiscalizações sanitárias, atendendo, assim, pedido de Joesley Batista, chefão da J&F, que detém – entre outras – a marca Friboi (que viria a comprar a Big Frango).

Estamos falando do londrinense Flávio Braile Turquino. Ele nem chegou a esquentar a cadeira no comando da fiscalização sanitária de todo o país: demitiu-se algumas semanas depois da posse. Entrou quieto e saiu calado. O ministro da Agricultura Antônio Andrade fez-se de seu porta-voz, explicando que Turquino não resistira a um convite da iniciativa privada – de onde acabara de sair, aliás.

A confiar no relato feito em fevereiro ao Fantástico por Alexandre Margotto, ex-assessor de Funaro e delator da Lava Jato, Turquino chutou o balde por estar sendo pressionado a atender aos pedidos não republicanos de seus “padrinhos”.

Disse ele, segundo Margotto: “Tenho uma família, não preciso de dinheiro, eu prezo por fazer as coisas certas. Não quero estragar o nome da minha família”.

A maior operação já desenvolvida pela Polícia Federal, envolvendo mais de mil agentes e deflagrada ontem, desbaratou o esquema que PMDB e o PP mantinham, em conluio com empresas de produção de carnes e fiscais federais, para rechear seus cofres e de seus caciques.

É a Operação Carne Fraca, que cumpriu 27 mandados de prisão preventiva, 11 de prisão temporária, 77 de condução coercitiva e 194 de busca e apreensão.

Flavio Turquino poderia estar entre os acusados. Preferiu fazer a coisa certa – ser honesto – e honrou a si e à família. E a seus conterrâneos que, traídos por uma corja de políticos e empresários que deram origem à Lava Jato (Janene, Youssef) ou meteram a mão no dinheiro alheio (André Vargas, Paulo Bernardo, etc.), há muito ansiavam por alguém que lhes devolvesse o orgulho de se apresentarem como londrinenses.

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A tarja em Aécio e a venda que o PT mantém nos olhos dos incautos

O ministro Herman Benjamin, relator no TSE das ações movidas pelo PSDB contra a chapa Dilma-Temer, ordenou que as citações ao tucano Aécio Neves, feitas por um delator da Odebrecht, sejam cobertas por uma tarja preta.

Pronto: a petezada caiu de pau em cima do ministro, afirmando – e essa é a acusação mais suave – que o “TSE protege” o tucano (a expressão consta do título da matéria estampada na capa do portal do PT)!

O delator informou que repassou, a pedido de Aécio, R$ 9 milhões para vários candidatos na campanha eleitoral de 2014 e que essa grana foi toda no caixa dois.

A reação histérica da petezada é compreensível, já que a falsidade é um dos atributos desse bando. O que o ministro fez foi simplesmente excluir do processo um personagem que não tem nada a ver com o processo!

Não é Aécio que está sob investigação nesse processo, e sim seus adversários.

Aécio é investigado em outro processo, movido – é claro – pelos petistas. O conteúdo da delação do ex-executivo da Petrobras deverá, portanto, ser transposto para esse processo, se o relator julgar conveniente. E não há nada que impeça essa conveniência.

Atribuir a decisão de Benjamin a uma conspiração contra o PT é um dos esportes favoritos do PT (entre os demais estão a difamação de adversários, a corrupção sistematizada, a mentira). E também a contradição, pois, no tempo certo, exigirá que nenhuma menção dos delatores sobre o uso de caixa dois ou propina disfarçada de contribuição à campanha de Dilma seja usada… no processo contra Aécio!

Moral da história imoral: o PT usa tarja preta ao nome de Aécio no processo contra Dilma para apertar ainda mais a venda que mantém sobre os olhos dos incautos.

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Lista de Janot joga água na fogueira dos petistas

Os petistas tinham preparado a fogueira para queimar todos os inimigos (é assim que consideram seus adversários) com o combustível da lista do Janot – que denunciou mais de 80 detentores de foro privilegiado(ministros de Temer, Aécio, Serra, etc.) e duas centenas de vis mortais – e eis que… o “golpista” incluiu Dilma e Lula nesse segundo time!

Deu xabu…

Acabou a festa de São João. Não tem canjica, não tem pipoca, suspendeu-se a dança da quadrilha e o foguetório: os blogs petralhas cumpriram a ordem de jogar traques em terreiro alheio e silenciar sobre o incêndio em sua tulha. E a página oficial do PT fingiu-se de defunto…

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Kireeff defende passe livre estudantil

A respeito da postagem Londrina tem dificuldade para receber IPTU. E Belinati quer aumentá-lo… , o ex-prefeito de Londrina Alexandre Kireeff explica, em mensagem enviada ao blogueiro, o motivo que o levou a universalizar o passe livre estudantil e faz reparos a algumas afirmações de minha autoria. Vamos lá:

“Fazer ajuste fiscal aumentando imposto é muito mais fácil. Acho até que dá para discutir aumento de impostos, mas dentro de um contexto de ampliação de serviços e investimentos. Aumentar imposto para arcar com custeio, entendo como ima estratégia equivocada.

Com relação ao passe livre, respeito quem não concorda com essa política pública, mas tem alguns aspectos que acho relevante considerar. Primeiro, que essa política pública foi viabilizada até o ensino superior quando o governo do estado aumentou o IPVA, o que gerou um aumento dos repasses aos municípios. Não houve retirada de recursos de outros programas.

Segundo, a previsão de gastos anuais é de 24 milhões em 2017 e não de 30 milhões. Considerando-se que o orçamento do município é de 1,8 bilhão, esses 24 milhões representam apenas 1,5%. Portanto, economizando 1,5% das despesas totais, o programa passe livre sai “de graça”. Se for considerar apenas os recursos livres, 800 milhões aproximadamente, o programa representa apenas 3%. Dá para enfrentar.

E tem mais uma variável interessante. Londrina tem no ensino fundamental, médio e superior das redes pública e privada algo em torno de 120 a 140 mil estudantes, e apenas 16 ou 17 mil fazem uso do programa.

A gestão pública exige a eleição de prioridades. Entendi como relevante apoiar o transporte público para fins educacionais, especialmente porque – repito – foi viabilizado através de repasses de um imposto estadual sobre o transporte individual (IPVA). Mas é claro que todo gestor tem o direito de priorizar outras políticas em detrimento desta ou qualquer outra.”

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Lula é mesmo “a viva alma mais honesta (e sincera) deste país”

Destaco alguns trechos do depoimento prestado hoje cedo pelo ex-presidente Lula à Justiça Federal de Brasília no processo a que responde por tentativa de obstrução da Justiça. É claro que ele se disse inocente, pois é inocente, nada mais do que inocente, um inocente vítima de uma “caçada judicial”!

Esses trechos – assim como o depoimento em sua totalidade – comprovam que Lula é de fato a “viva alma mais honesta deste país”, já que honestidade pressupõe sinceridade:

Desprendimento
“Depois o advogado manda para o senhor o total de rendimentos. Eu mando por escrito. Pode chegar a 50.000, estou chutando, eu não sei. Tem doações dos meus filhos”.
Resposta à primeira pergunta do juiz substituto da 10ª Vara Federal de Brasília Ricardo Leite.

Elogio ao juiz
O ex-presidente disse que aguardava a oportunidade de se defender “perante um juiz imparcial”.
Leite substitui Wallisney de Souza Oliveira, que está em férias. Lula, portanto, mandou um recado ao titular de que ele não é “imparcial”.

Paranóia
“Sabe o que é levantar todo dia achando que a imprensa está na porta de casa e que vou ser preso?”
Em referência ao “quase massacre” do qual se diz vítima.

A lição da mãe
“Combater a corrupção é uma obrigação moral e ética e isso eu aprendi com uma mulher que nasceu e morreu analfabeta.”
Tenho algo em comum com Lula: minha mãe também nasceu analfabeta…

Mendigo não!
“Duvido que tenha um político ou empresário com coragem de dizer que me deu dez reais ou que eu pedi cinco centavos para ele”.
E quem acha que Lula pediria “dez reais” ou “cinco centavos” – ele pediu (e obteve) dezenas de milhões!

O justiceiro
“Se tem um brasileiro nesse momento que quer a verdade e deseja a verdade nesse país sou eu.”

Então por que tenta, de todas as maneiras possíveis, impedir o prosseguimento das cinco ações a que responde – obstrução da justiça, tráfico de influência, corrupção e lavagem de dinheiro? Por que fez o que pôde para retardar esse depoimento?

AleLula!

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A semana em que Gleisi se superou

O sectarismo, a grosseria com os colegas (de oposição), o comportamento esnobe e a fala pedante fazem de Gleisi Hoffmann uma celebridade nacional no quesito rejeição. Graças a cirurgiões habilidosos, esculpiu sua aparência ao longo da vida pública – daí seu apelido Narizinho – ao mesmo tempo em que brutalizou seu comportamento. Princesa na aparência, troglodita na ação!

Eleita pelo Paraná, ela usa o cargo – financiado com dinheiro públlico – para defender com intransigência e truculência o PT e seus membros, que, para ela, só fazem o bem, querubins que são. E para agredir sem piedade os adversários do partido.

O PT é sua religião, Lula seu deus, Dilma a virgem Maria destronada e seus companheiros uma legião de justiceiros! Os adversários, que os petistas consideram inimigos, são tratados como a encarnação do Mal.

Gleisi posa de vestal – e com que empáfia! -, apesar de ser ré por corrupção e beneficiária de parte dos R$ 100 milhões apropriados dos servidores federais, segundo a Justiça, por seu companheiro conjugal, o ex-ministro Paulo Bernardo.

A senadora, que, até o “golpe parlamentar”, se vangloriava de ser a “soldada do Planalto”, agiu de forma patética no processo de impeachment de Dilma. Ao lado de Lindbergh Farias, Fátima Bezerra e Vanessa Grazziotin, e embalada pela verve acrobática (e inucua) do advogado-geral da União José Eduardo Cardozo, o Rolando Lero do judiciário nacional, Gleisi tumultuou o quanto pôde os trabalhos. Agiu na comissão e no plenário como em uma assembleia estudantil, na qual se ganha no “grito” (procedimento que aprendeu no PCdoB, seu partido antes do PT).

Ela não se cansa de dar vexame. Na semana passada, se superou – em estultice e non sense: convocou uma greve geral das mulheres – no trabalho, no lar e na cama para comemorar o Oito de Março -, promoveu um apitaço (e tudo isso na tribuna do Senado) para chamar a atenção para a causa feminina e… furou a greve (pelo menos a relativa ao trabalho) que ela própria convocou!

Falta um ano, nove meses e vinte dias para terminar o mandato de Gleisi. Se depender dos paranaenses, que rejeitam massivamente o PT (o índice é superior a 80%), ela terá que buscar outro emprego. Que assim seja e de preferência numa das ditaduras africanas que Lula tanto ajudou em troca de propina. Isto, se a Justiça permitir…

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Dilma, a poliglota, fala até javanês

Tá pensando o quê,
Meu irmão,
Que ela, o Dilmão,
não fala alemão?

**

Fala alemão,
Fala inglês
Fala Tadjiquistão
Domina o francês!
(Se bobear, até javanês!)

**
Veja a aula que deu
Aos doutores de Genebra
Ninguém a entendeu
São todos mequerrebas!

**
Autêntica poliglota
A presidenta inocenta
De tudo experimenta
Para entreter o idiota

**
Pode falar alemão
Pode falar inglês
Pode falar Tadjiquistão
Pode dominar francês
(Se bobear, até javanês)

**
Mas dizer coisa com coisa
(principalmente em português!)
Bem, isso é outra coisa:
Dilma inventou o Dilmês
Que é para iludir o freguês!

**
(E a cambada de puxa-sacos que critica a gafe – lamentável, aliás – de Temer no Dia da Mulher, mas se cala e até aplaude as sandices da madame e de seu criador, Lula, a “viva alma mais honesta” (e sóbria) “deste país”. Hic!)

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Londrina tem dificuldade para receber IPTU. E Belinati quer aumentá-lo…

Aumentar o IPTU é das propostas mais recorrentes do prefeito Marcelo Belinati, para quem – e a afirmação violenta a história – Londrina vive sua “pior crise”.

Apesar de o antecessor, Alexandre Kireeff, ter deixado R$ 6 milhões em caixa, Belinati projeta um déficit de R$ 120 milhões para este ano. Precisa, portanto, correr para evitar o prejuízo. O aumento do IPTU é uma das alternativas que apresenta. A outra é a redução do passe livre, instituído por Kireeff e que consome R$ 30 milhões por ano.

Como discordar da redução do passe livre se, para beneficiar os estudantes indistintamente (seja rico ou seja pobre, o cartãozinho sempre vem), seu financiamento é repassado a toda a população?

Kireeff pisou – e feio – nesta bola. E, ainda, subdimensionou seu custo, que se revelou mais que o dobro do previsto.

Quanto ao IPTU, se ele for reestruturado indistintamente, vai onerar ainda mais o contribuinte, que não consegue mais dar conta de tanto imposto a pagar ao mesmo tempo em que vê minguar seus rendimentos e, se ainda não invadiu seu lar, o desemprego bate às suas portas.

Há injustiças na cobrança do IPTU? Seria espantoso se não houvesse. Fala-se que na Gleba Palhano, o mais cobiçado reduto residencial da classe média, o valor dos imóveis está subestimado. OK: que seja reavaliado e atualizado se for o caso.

O IPTU é reajustado todo ano, e acima da inflação. O da casa em que moro, por exemplo, triplicou em sete anos, ressalvando-se que atualizei na Secretaria de Fazenda suas dimensões. Mas as dimensões não aumentaram três vezes…

Se aumentar indistintamente o IPTU – sabe-se lá que base de cálculo Belinati pretende adotar -, seu efeito será o contrário ao esperado. A inadimplência aumentará, e dramaticamente. A dificuldade do contribuinte para deixar em dia o IPTU vem sendo sentida desde 2012, quando, para fechar no azul, o prefeito Gerson de Souza, herdeiro do desastre administrativo e financeiro provocado por Homero Barbosa, cassado por corrupção, apelou para o Profis. Kireeff fez o mesmo nos dois últimos anos de sua gestão.

A própria Prefeitura reconhece a dificuldade do contribuinte. Dos R$ 205 milhões lançados em IPTU para este ano, somente R$ 79,9 milhões foram quitados até agora e 44% dos contribuintes pagaram um tostão. O valor recebido é proporcionalmente semelhante ao do ano passado nessa época, pois o reajuste do imposto foi de 9,5% – 6,5% para acompanhar a inflação e 3% como “crescimento vegetativo”.

Portanto, se Belinati apelar para um tarifaço no IPTU para melhorar seu pasto, vai acabar comendo pedra!

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Incrível: Gleisi fura a greve que ela mesma decretou!

Em discurso ontem na tribuna do Senado – um dos mais ridículos e hilários de sua trajetória ridícula mas não hilária, e sim de chorar –, a senadora petista Gleisi Hoffmann (pobre Paraná!) decretou: “Este ano, o dia 8 de março será um dia de greves. Vamos fazer greves. Vamos fazer greves nas escolas, nas nossas casas. Estamos chamando para fazer greves nas atividades domésticas, fazer greves na área de trabalho, fazer bloqueio de estradas, fazer marchas, fazer abstenção de todo trabalho doméstico, inclusive abstenção sexual.”

Pois não é que ela furou a greve que decretou? Gleisi compareceu hoje à reunião da Comissão de Constituição, Justiça e Cidadania do Senado – afinal, sua “área de trabalho” -, que votou favoravelmente ao projeto que dá status de casamento à união estável de pessoas do mesmo sexo.

A foto – da Agência Senado –é a prova do crime! Gleisi está ao lado da senadora Fátima Bezerra, também do PT, aquela cuja profissão é “educadora” mas não consegue pronunciar corretamente as palavras. Golpe, para ela, é “gópi”!

Então, ficamos assim, Gleisi aplicou um “gópi” em si própria… é a senadora fura-greve!

(E quanto à abstenção sexual, ela estará sendo fiel à sua proposta?)

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