Mês: outubro 2010



Parabéns

Parabéns José Dirceu e os 40 membros da “organização criminosa” que operaram o mensalão
Parabéns aloprados
Parabéns transportadores de dólares em cuecas
Parabéns violadores de sigilos fiscais e bancários de adversários
Parabéns Fernando Collor de Mello
Parabéns José Sarney
Parabéns Renan Calheiros
Parabéns Paulo Salim Maluf
Parabéns Jader Barbalho
Parabéns Erenices Guerras
Parabéns policias federais que jamais concluíram qualquer inquérito envolvendo petista
Parabéns carregadores de dinheiro das empresas de transporte coletivo de Santo André destinados ao PT
Parabéns aos defensores da limitação da liberdade de imprensa
Parabéns a todos os petralhas
Parabéns … vosso seu líder Lula da Silva elegeu aquela que irá garantir vossos interesses e vossa impunidade.

Política
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De tanto ver triunfar as nulidades…

”De tanto ver triunfar as nulidades,
de tanto ver prosperar a desonra,
de tanto ver crescer a injustiça,
de tanto ver agigantarem-se os poderes nas mãos dos maus,
o homem chega a desanimar da virtude,
a rir-se da honra,
a ter vergonha de ser honesto“.

Ruy Barbosa

Minha singela homenagem ao maior esclabro eleitoral como nunca antes na história deste país. Que Deus tenha piedade dos que se deixaram levar pela mentira e dos que vergonhosamente se omitiram.

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Pedido ao papai do céu

Meu querido papai do céu,

Dirijo-me humildemente ao senhor para lhe implorar que, caso as urnas confirmem as pesquisas e a dona Dilma seja eleita – sim, somos pecadores e merecemos ser punidos neste vale de lágrimas – que não se realize nunca o pedido do pai dela, o tio Lula da Silva, que falou assim hoje, ao votar:

“Dilma precisa construir um governo que seja a cara dela, com jeito dela, com pessoas em que ela confie.”

Foi isso o que ele disse. Sabe por que isso não pode acontecer, papai do céu?

Porque se acontecer teremos o governo mais feio, mais grosseiro e com milhares de Erenices.

Papai do céu, não permita, não permita!

Com todo amor e carinho, do seu filho brasileiro, que ama este país.

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Duas pensatas e duas charadas pré-eleitorais

1. Evolução política brasileira:
1964 – ditadura
2011 – DILMADURA?

2. Argentina: Néstor Kirchner – Cristina
Distrito Federal: Roriz – Weslian
Brasil: Lula da Silva – Dilma.

E o que é o que é que:

fala como homem, veste-se como homem, gesticula como homem, tem a voz de homem, penteia-se como homem, anda como homem… e tem nome de mulher

o que é?

Quem é o autor dsta frase: “Ninguém vai me separar de Lula”?

a. Marisa da Silva
2. faixa presidencial
3. José Dirceu e mensaleiros
4. aloprados
5. a cueca com dólar
6. o lulinha
7. eurenice guerra
8. dilma VANA rousseff
9. 51
10.todas as anteriores

(resposta: odabás etsen etnoziroH oleB me amliD)

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Por que Dilma não assina VANA?

Ao contrário de seu criador, mentor e mantenedor, que, além de assinar o nome completo ainda incorpora o apelido – LUIZ INÁCIO LULA DA SILVA -, Dilma Rousseff não assina o sobrenome materno, VANA.

Por quê?

A omissão teria alguma relação com o seu significado em latim, como informam José Cretlla Júnior e Geraldo de Ulhôa Cintra, no Dicionário Latino-Português (Cia Editora Nacional, São Paulo, 1950)?

O verbete VANA (vanus, vana, vanum, p. 1244), segundo eles, significa: “ocioso, oco, vão”.

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Último ato de um festival de baixarias

Dilma Rousseff e José Serra encerram hoje, com um debate (que não será debate) na Globo, a mais suja das campanhas políticas desde a redemocratização. Talvez como nunca antes na história deste país.

Um festival de baixarias, protagonizado pelos dois candidatos e por suas equipes, formais e informais, e, acima de tudo e todos, pelo mentor da candidatura Dilma Rousseff, Lula da Silva, que chega ao fim do mandato sem ter aprendido como um presidente da República deve se comportar no cargo e no trato da coisa pública.

Lula da Silva mostrou nesta campanha tudo o que um velho e astuto líder sindical é capaz para se manter no poder através de interposto: pisoteou a lei e mobilizou o Estado como se fosse uma central sindical. Chegou a incitar a violência contra o adversário…

Dados fiscais violados e depois utilizados em sites petistas; jornais fazendo de diz-que-diz manchetes de página, Dilma Rousseff arrotando besteiras atrás de besteiras e José Serra com cara de nocauteado desde o início do combate – eis a síntese deste processo eleitoral.

Enfrentar um líder com popularidade em nível estelar é tarefa para poucos – uma “missão quase impossível”, como a definiu “O Estado de S. Paulo” – mas José Serra não precisava se curvar tanto. Chegou ao cúmulo de acusar sua adversário de ter privatizado a Petrobrás, quando deveria ter defendido as ações do governo anterior na Petrobrás, que lhe permitiram, por meio de concessões de exploração de jazidas, investimentos na prospecção do pré-sal e ao país alcançar a autossuficiência em petróleo.

A tentativa de faturar politicamente da agressão que sofreu no Rio de Janeiro foi tão ridícula que o adversário se aproveitou dela para tirar dividendos políticos. O agressor debochou do agredido e o agredido não teve como se explicar.

A postura arrogante de Dilma é ostensiva. A candidata é artificial no falar, no andar, no vestir – tudo lhe foi ensinado para este momento. E apresenta um rosto que não é dela, pois foi esculpido para lhe corrigir falhas e dar um aspecto jovial que a idade não lhe permite mais. Ela foi moldada mental e fisicamente para corresponder ao que o criador esperava da criatura.

A aparência de Dilma é a essência de sua candidatura, a essência da alma petista, corrompida pelo poder, a essência deste governo – é artificial.

Como explicar tamanha popularidade de Lula, preservada mesmo com a sequência de escândalos que marcam seu governo, grande parte dela transferida, a se julgar pelas pesquisas, para sua criatura?

Lula é malandro – a Lei de Gerson deveria adotar seu nome -, mas simpático; seu carisma é inegável e grande parte da população de baixa renda o vê como um vitorioso, um igual que chegou ao topo do poder. Os ricos estão felizes com ele, pois, disse o próprio Lula em Minas, “nunca ganharam tanto como no meu governo”.

Só isso não explica seu prestígio. Acontece que o país vive um momento de expansão econômica, advinda em parte da conjuntura internacional, em parte (razão número 1, aliás) do arcabouço deixado por Itamar Franco e Fernando Henrique Cardoso – a herança que Lula e os petralhas batizaram de “maldita”…

Oposição não ganha eleição; quem a perde é o governo – e como o governo pode perder se surfa em indicadores econômicos tão positivos e na popularidade de Lula?

As pesquisas apontam para a vitória de Dilma Rousseff. Se as urnas as confirmarem, a mentira será a grande vitoriosa e ficará atestado para a História que o crime compensa. Pelo menos no Brasil da era Lula.

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