Mês: junho 2011



Lá como cá. Ou cá como lá

“Não devemos perder a capacidade de crítica nem de assombro nem de reação moral; não podemos permanecer de braços cruzados diante de uma situação que fere as fibras humanas e espirituais mais profundas de toda a sociedade venezuelana”.

Trecho da carta pastoral divulgada esta noite pela Conferência Episcopal da Venezuela.

Troquemos a referência ao país no final da recomendação, e veremos que ela se encaixa perfeitamente ao Brasil.

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O motivo da desfaçatez do BNDES

Por que o BNDES se dispõe a investir R$ 4 bilhões para viabilizar a fusão do Grupo Pão de Açúcar com o Carrefour, avalizando, assim, o estelionato de Abílio Diniz em relação ao sócio, também francês, Casino, admitido como parceiro com a oferta de se tornar majoritário em 2012?

Abílio pediu pessoalmente, em visita ao Planalto, o apoio do governo à operação, e a presidenta Dilma pôs em ação seus buldogues para defender a participação do BNDES num negócio que nada tem a ver com a defesa ou expansão da indústria nacional, razão de ser do bando. Um negócio que beneficia apenas um empresário e o sócio pretendido.

Abílio contratou Márcio Thomáz Bastos, ministro da Justiça e defensor dos mensaleiros no primeiro governo Lula, para defender da inevitável investida do Casino, rival do Carrefour.

A origem desse apoio imoral e prejudicial aos interesses nacionais deve ser buscada na campanha eleitoral. Em 5 de março do ano passado Abílio Diniz declarou publicamente apoio à candidatura de Dilma à presidência, acenando para grandes empresários como ele abrirem os cofres para ajudar a petista.

Eis matéria de o globoonline sobre o tema:

Abilio Diniz declara apoio a Dilma
Publicada em 05/03/2010 às 10h12m
O Globo
SÃO PAULO – O empresário Abilio Diniz, presidente do Conselho de Administração do Grupo Pão de Açúcar, maior rede varejista do país, se declarou na quinta-feira um verdadeiro cabo eleitoral da pré-candidata do PT à Presidência da República, a ministra Dilma Rousseff. Na apresentação do novo presidente da empresa, Enéas Pestana, Diniz defendeu Dilma e disse que ela tem “todas as condições” de levar adiante o “legado” que será deixado pelo presidente Luiz Inácio Lula da Silva.

 

Moral de uma história indecente: a uma contribuição particular, Dilma retribui com dinheiro público.

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Mais uma baixa petista. E de peso

O ex-deputado federal Vladimir Palmeira e fundador do PT deixa o partido em protesto pela readmissão de Delúbio Soares.

É uma pesada baixa para o outrora Partido dos Trabalhadores, que fez da ética sua principal bandeira e a rasgou ao conquistar o poder.

Entre os petistas históricos que debandaram, o mais recente é Hélio Bicudo, jurista renomado com grande atuação na área dos direitos humanos.

O tempo passou, o PT revelou sua índole e nele permanecem – ocupando cargos na máquina pública ou vivendo de “consultorias” ou comandando Ongs e Oscips regadas generosamente pelos cofres públicos – aqueles que tem tudo a ganhar ficando, e tudo a perder saindo.

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E Dilma recua mais uma vez

E a president@ Dilma, depois de bater na mesa e despachar sua guarda-costas Ideli Salvatti para dar de dedo nos deputados, dizendo não, não e não, muda de ideia e manda dizer que tá bão, já que é assim, que os aliados estão jururus com sua obstinação, ela dá mais 90 dias para que sejam empenhados os restos a pagar das emendas parlamentares…
E, assim, assistimos a mais um emocionante capítulo da série Vou Não Vou, Quero não Quero…

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Vereador convoca Faraco

E não vai ficar assim, o dito pelo não dito, o novo barraco criado pelo secretário de Meio Ambiente de Londrina, José Faraco, que multou, convocando a imprensa para o ato, mas não comparecendo e enviando representantes, o recém-inaugurado Ecomercado Palhano.

O vereador Márcio Almeida está convocando o secretário para explicar o quiprocó.

O dono do empreendimento, Raul Fulgêncio, contesta a multa – R$ 20 mil – causada, segundo Faraco, pela poluição do lago Igapó. Fulgêncio levou a imprensa ao local para mostrar que a poluição tem outra fonte.

E assim, la nave da administração Homero Barbosa va para o fundo cada vez mais

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A vitória do bom senso

E eis que a Câmara Federal, sob o sopro inspirador – e arrependido – do Planalto, retirou da MP 257, que cria o Regime Diferenciado de Contratações Públicas, o aviltante dispositivo que tornava secretos os investimentos nas obras destinadas à Copa do Mundo e Olimpíadas.

Um pouco de bom senso faz bem à alma cívica.

 

 

 

 

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A nova cartada de Barros

Ricardo Barros foi prefeito de Maringá e deputado federal por várias legislaturas. Tentou se eleger senador na última eleição e dançou. Como compensação, recebeu a Secretaria de Indústria e Comércio.

E agora disputa a presidência da Federação das Indústrias do Estado do Paraná.

Pergunto: o que ele entende de industria? De comércio provou que é bom: sabe vender muito bem a sua imagem.

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