Mês: janeiro 2012



Será por isso, Nadai?

Da Folha de Londrina de hoje:

Sentindo-se prejudicados com demissões de agentes municipais sem processo administrativo e casos de assédio moral, os servidores da Companhia Municipal de Trânsito e Urbanização (CMTU) de Londrina incluíram na pauta de reivindicações trabalhistas para 2012 a garantia de permanência no cargo e pedem a reintegração de servidores demitidos sem justa causa. Apenas no ano passado, quatro agentes teriam sido dispensados nesta condição. As propostas fazem parte de uma lista de 29 reivindicações que devem ser discutidas antes da data-base do funcionalismo, em fevereiro. 

Um dos agentes conseguiu reintegração por meio de decisão judicial e está trabalhando; outro teve a liminar negada, mas espera o julgamento final da ação; outros dois aguardam decisão em ação civil pública movida em maio do ano passado pelo Ministério Público do Trabalho (MPT). O procurador Marcelo Adriano da Silva, o mesmo que ajuizou ação para o fim das promoções indevidas na CMTU, sustenta que duas demissões ”tiveram nítido caráter de retaliação e intimidação dos demais empregados que ousaram manifestar posicionamentos contrários a atos e proposições da diretoria da CMTU”. 

Nadai, Nadai
Será por isso
(e mais aquilo e aquilo)
que você não cai?

Política
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Dedurando a fonte

Informa Claudio Humberto em sua coluna de hoje:

“Relação entre Gleisi e Dilma já sofre desgaste

A ministra-chefe da Casa Civil, Gleisi Hoffmann, confidenciou a um político próximo que sua relação com a presidente Dilma não anda lá das melhores. Na conversa, que aconteceu no auge das denúncias contra o ministro Fernando Bezerra (Integração), Gleisi contou que estava sob forte estresse no Planalto. E que, embora cumpra todas as determinações da presidente, nem sempre concorda com elas.”

Ora, ora, quem seria este “político muito próximo” que não o seu marido, Paulo Bernardo, ministro das Comunicações?

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Retrato de uma “administração”

Chocante, estarrecedora, escandalosa… a reportagem de hoje de Marcelo Frazão no Jornal de Londrina sobre o desleixo, descuido, abandono a que foram relegados os barracões do antigo IBC utilizados pela Prefeitura para armazenar de tudo – de lixo reciclável e objetos velhos a novos cadernos, uniformes, lâmpadas etc etc.

Chocante, estarrecedora, escandalosa… e reveladora esta reportagem. Pois mostra o que é a “administração” de Homero Barbosa Neto, que investe – afinal, ele tentará a reeleição este ano – em obras vistosas, chamativas, e pisoteia a essência de uma administração pública: o zelo pelo patrimônio do público.

Em síntese: por fora bela viola, por dentro…

Conferir, texto e fotos (muitas fotos) em http://www.jornaldelondrina.com.br/online/conteudo.phtml?tl=1&id=1218005&tit=Sem-seguranca-deposito-guarda-desde-livros-a-computadores

Imperdível é a matéria auxiliar, na qual a secretária de Educação, Karin Sabec, se recusa a comentar o assunto alegando que era domingo…

Karin, Karin
por que você
é assim
tão ruim?

Política
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Baila contigo

Rita Lee encerrou sua carreira armando o maior quiprocó em seu último show.

Bem ao estilo dela.

Agora, aposentada, ela pode por em prática seu desejo:

“Se Deus quiser. Um dia eu quero ser índio. Viver pelado. Pintado de verde. Num eterno domingo. Ser um bicho preguiça. Espantar turista. E tomar…”

Vai, Rita Lee, vai. E baila contigo!

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Carlos Simões e a Operação Gafanhoto

Foi preso ontem o ex-deputado estadual Carlos Simões, que estaria relacionado no Esquema Gafanhoto, ocorrido em 2008, quando a Policia Federal e Ministério Público Federal, fizeram a descoberta, apurando que haviam 25 deputados envolvidos e 27 ex-deputados e assessores.

O Esquema Gafanhoto consistia em nomear servidores para a Assembleia Legislativa, com nomes fictícios (frios), 400 nomes apurados, e seus salários eram depositados em contas Bancárias de deputados e seus assessores. Isso ocorrendo, por alguns anos.

Foi apurado e divulgado pela imprensa, que houve caso de 14 nomes em apenas uma conta bancária.

Todos os Processos foram enviados ao STF por ter na época, dois deputados estaduais sido eleitos deputados federais. Um deles foi eleito Prefeito, motivo este que o STF remeteu os Processos para Curitiba.

Pela prisão do ex-deputado Carlos Simões, demonstra que os Processos estão em andamento aqui no Paraná em breve, “coisas” vão surgir.

(De Sylvio Sebastiani, de Curitiba.)

A propósito: como anda a tramitação, no Tribunal Federal de Porto Alegre, do processo do (por enquanto) prefeito de Londrina, Homero Barbosa, um dos que caíram na rede da Operação Gafanhoto?

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Nós já perdemos a esperança

‘Nós já perdemos a esperança de ver a verdade em alguns veículos de comunicação”, criticou o (por enquanto) prefeito de Londrina, Homero Barbosa, ao se defender da observação do repórter sobre o atraso em licitações destinadas à área de educação – uniformes, material escolar e merenda.

A informação é da Folha de Londrina.

O argumento de Homero Barbosa para estes atrasos foi: “O exercício (financeiro) começa no dia 1º de janeiro. Nós só podemos fazer qualquer tipo de contratação a partir do momento que você sabe quanto vai ter na conta”.

Pois bem, comentaria o conselheiro Acácio, não é o início do exercício financeiro que permite quantificar quanto se vai arrecadar para, então, definir-se o quanto e em que se irá gastar.

É o orçamento.

E a proposta de orçamento de 2012 foi concluída em julho de 2011, aprovada em primeira discussão pela Câmara em outubro, acolheu cerca de 400 emendas, foi reapresentado pelo Executivo e finalmente aprovado em 13 de dezembro.

Nós já perdemos a esperança de ver a verdade no senhor, senhor (por enquanto) prefeito Homero Barbosa!

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Lixo reciclável: tem algo estranho nisso

“Sair do lixão foi uma oportunidade, e se tirarem a gente agora, o que será de nós? Uma pena, uma pena”.

A frase é de Sandra Araújo (Jornal de Londrina de hoje), presidente da Coocepave, primeira cooperativa de catadores de lixo reciclável de Londrina, ameaçada de perder o contrato com a Prefeitura por questões burocráticas, as mesmas questões que outra cooperativa, que serve aos interesses de uma empresa particular, não pôde cumprir e mesmo assim foi contratada.

A Coocepave dá emprego a 160 pessoas.

A Prefeitura tem dados sinais claros de que poderá contratar uma empresa para fazer a coletiva seletiva, dispensando assim as cooperativas, de toda a cidade. Ou de pelo menos uma parte dela, no lugar da Coocepave.

“Enfrentamos o medo de sair do lixão para começar a história da reciclagem em Londrina. Hoje falam com frieza em terceirizar. Somos uma cambada de miseráveis passando fome e vendo nossos filhos se transformando em bandido” (Idem Sandra, idem Jornal de Londrina).

Por que a proteção a uma cooperativa, que se formou violando exigências (um de seu diretor jamais foi catador de lixo reciclável) e a serviço de uma empresa, que cedeu os caminhões, e cujo credenciamento foi questionado por fiscais da própria CMTU?

E por que a outra, pioneira, formada por gente simples e de autênticos recicladores, está tendo prejuízos, ameaçada de paralisar suas atividades e deixar sem renda 160 pessoas?

Tem algo estranho, muito estranho nisso.

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