Mês: abril 2013



Dilma, Alvaro e Beto lideram pesquisas

De O Paraná

Se as eleições fossem hoje, Álvaro Dias teria uma reeleição tranquila para o Senado. Com margem um pouco menor, Beto Richa também seria reconduzido ao Governo do Paraná. É o que revela levantamento do Instituto Paraná Pesquisas.

A pesquisa ouviu 1.507 eleitores de 68 municípios paranaenses entre 20 e 24 deste mês, o que confere aos números auferidos um grau de confiança de 95,5%.

ÁLVARO DISPARADO

A pesquisa estimulada para o Senado envolveu dois cenários. No primeiro, Álvaro Dias apareceu com 63,17%, seguido de Orlando Pessuti com 11,35%, André Vargas com 5,84% e Rosane do PV com 5,37%, contra 7,43% de indecisos. No outro, Álvaro obteve 70,34%, Rosane do PV 8,56% e Sérgio Souza 3,32%, e os indecisos subiram para 8,96%.

O senador tucano saiu-se melhor no interior em ambas as sondagens, obtendo índices de 65,57% no primeiro cenário e 73,42% no segundo.

VANTAGEM DE BETO

A pesquisa para governador envolveu três cenários. Na consulta espontânea, Beto Richa apareceu com 12,61%, seguido por Roberto Requião com 3,72%, Gleisi Hoffmann com 3,12% e Osmar Dias com 1,26%.

Na estimulada foram duas sondagens. Num dos cenários, Beto apareceu com 40,61%, Gleisi 28,27%% e Requião 19,71%. No outro, Beto obteve 45,65%, Requião 22,03% e Osmar Dias 18,58%. Já o governo Beto foi aprovado por 71,13% dos consultados.

No primeiro cenário, Beto obteve 43,84% das intenções de voto do interior, contra 33,20% de Curitiba e 34,09% da Região Metropolitana. No segundo, o governador fez 48,21% no interior, 37,89% na capital e 42,73% na Região Metropolitana.

PRESIDÊNCIA

A Paraná Pesquisas também levantou o quadro sucessório para o Palácio do Planalto no Paraná. Na consulta espontânea, Dilma Rousseff apareceu com 17,39%, Lula com 5,31%, Aécio Neves com 2,79%, José Serra com 2,19%, Marina Silva com 1,26% e Geraldo Alckmin 0,40%. Até o ministro Joaquim Barbosa apareceu, mas com apenas 0,20% das intenções de voto. Os indecisos, nesse caso, somaram 65,96%.

Já na consulta estimulada, Dilma fez 50,83%, contra 15,86% de Marina Silva, 13,01% de Aécio Neves e 3,32% de Eduardo Campos.

 

Política
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O prefeito falou a verdade sobre Dilma

A president@ Dilma foi vaiada hoje, em Campo Grande, por centenas de produtores rurais.

Isso aconteceu durante a cerimônia em que ele entregou ônibus escolares a prefeituras do Mato Grosso do Sul.

As vaias eram mais que previsíveis. Os produtores rurais estão em pé de guerra com a política de demarcação de terras indígenas, que avançam sobre suas propriedades.

As vaias começaram quando ela chegou ao Hipódromo de Campo Grande, local da cerimônia (mal escolhido).

E atingiram a maior intensidade após o prefeito Alcides Bernaal (PP) afirmar: Dilma é “a melhor presidente do Brasil”.

Dou o braço a torcer ao prefeito. Ele falou a verdade: Dilma é a melhor president@ do Brasil.

Não houve outra.

 

 

 

 

 

 

 

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Lula e o New York Times

A propósito da brincadeira, esclareço: o contrário do que informaram os petistas:

1. O New York Times contratou o Instituto Lula, e não o ex-presidente Lula, para assinar uma coluna mensal;

2. A coluna não é destinada ao New York Times (pode até ser, conforme o caso), mas ao serviço de assinantes do jornal – que são centenas de publicações em todo o mundo.

 

 

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O fim da miséria

Editorial de hoje de O Estado de S.Paulo

O Banco Mundial (Bird) definiu como meta acabar com a pobreza extrema no mundo até 2030. “As pessoas têm falado há anos sobre o fim da miséria, mas agora é diferente”, disse o presidente do Bird, Jim Kim, que classificou a decisão de “histórica”. Seu otimismo se baseia na contínua queda do número de pobres no mundo e no crescimento dos países emergentes.

 

O próprio Banco Mundial advertiu, contudo, que não será nada fácil atingir o objetivo, pois não basta simplesmente distribuir dinheiro para que, estatisticamente, determinadas pessoas deixem de ser consideradas miseráveis, como tem sido alardeado no Brasil sob o governo petista.

 

O Bird acredita que sua meta seja factível porque, segundo suas contas, o número de pessoas vivendo em pobreza extrema no mundo caiu de 43% em 1990 para 21% em 2010, um objetivo que, de acordo com as expectativas iniciais, seria atingido somente em 2015. A intenção é de que, em 2030, o porcentual seja de apenas 3%.

 

Pelos critérios da entidade, está na faixa de pobreza extrema quem ganha até o equivalente a R$ 2,50 por dia. A chamada “linha de pobreza moderada” é de R$ 8. Quem recebe entre R$ 8 e R$ 20 por dia é considerado “vulnerável” – ou seja, ainda não é propriamente de classe média, porque pode voltar a ser classificado como pobre a qualquer momento, dependendo da conjuntura econômica. O Brasil tem uma definição mais elástica de classe média – entre R$ 12 e R$ 40 por dia -, o que inclui os “vulneráveis”. É apenas uma entre tantas distorções marqueteiras das políticas de combate à pobreza no País – cujos inegáveis méritos são magnificados para escamotear a incapacidade do governo de fornecer a quem recebe o Bolsa-Família e outras ajudas as condições mínimas para que tenham alguma chance de superar definitivamente sua pobreza.

 

A esse respeito, o Bird chama a atenção para o fato de que a meta de redução da miséria não pode ser alcançada por meio de políticas que representem endividamento do Estado e que comprometam a segurança econômica dos “vulneráveis”. Trata-se, ao contrário, de manter intactos os fundamentos da economia, como a inflação sob controle, e estimular os investimentos públicos e privados para melhorar a infraestrutura.

 

Desse modo, na visão do Bird, permite-se que o crescimento econômico experimentado pelo mundo em desenvolvimento seja traduzido em redução sólida e duradoura da pobreza, com melhor distribuição da riqueza e da prosperidade.

 

Embora tenha citado o Brasil como exemplo de combate às desigualdades, o Bird chamou a atenção para o fato de que, “para reduzir a pobreza, é fundamental que o crescimento econômico seja acelerado”. Trata-se do óbvio: só é possível distribuir riqueza quando ela é gerada, de maneira contínua e sustentada.

 

É inegável que o dinheiro da assistência governamental proporciona a um grande número de pessoas extremamente pobres a possibilidade de se alimentar um pouco melhor e de ter algo para vestir, e isso pode ser a diferença entre a vida e a morte.

 

O resultado positivo dos programas de transferência de renda é visível. Mas não existe mágica que altere o fato de que um grande contingente de pobres continuará sem acesso à saúde, saneamento básico, habitação e escolas decentes, porque há escassos investimentos nessas áreas, de modo que as chances que essas pessoas têm de se manter acima da linha da miséria, de maneira consistente, são próximas de zero.

 

De nada adianta cumprir estatisticamente a meta de acabar com a pobreza em 2030 se, ao mesmo tempo, não forem criadas condições para que a maioria das pessoas possa participar do crescimento da economia. Os mecanismos assistencialistas devem ser um meio meramente auxiliar num esforço mais amplo contra a pobreza, e não um fim em si mesmo. Como disse o presidente do Bird, temos a chance de acabar com a chaga da miséria em uma geração. Não podemos desperdiçá-la com demagogia e incompetência.

 

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Agência Brasil expõe dúvidas sobre política econômica oficial

Os petralhas não admitem controvérsia. Julgam-se donos da verdade, e ai daquele que ouse discordar.

É chamado de tucanalha, da “turma que torce contra o Brasil”, udenista,  conservador, reacionário e quejandas. E, em muitos casos, sofre uma campanha de difamação por meio da rede que o partido mantém na internet.

Por isso, os petralhas pretendem censurar a imprensa, sob o nome pomposo de Regulamentação dos Meios de Comunicação.

Devem, portanto, estar furiosos com a matéria da Agência Brasil, porta-voz do governo federal, publicada no sábado, que questiona a eficácias das medidas econômicas adotadas por Dilma Rousseff, Mantega & Cia.

Publico-a na íntegra.

 

Medidas do governo para retomar economia não são unânimes entre economistas

27/04/2013 – 15h48

Economia

Wellton Máximo

Repórter da Agência Brasil

 

Brasília – Com a previsão de crescer 3% neste ano, segundo as instituições financeiras, a economia brasileira dependerá das medidas de estímulo lançadas pelo governo para atingir essa expectativa. Economistas ouvidos pela Agência Brasil, no entanto, divergem sobre a eficácia das ações tomadas até agora pelo governo, voltadas para a redução de impostos para determinados setores da economia e o aumento dos gastos públicos.

 

Para Carlos Eduardo Freitas, ex-diretor do Banco Central, o foco das medidas econômicas está errado. Segundo ele, o Brasil não está crescendo pouco por causa da falta de demanda, mas da baixa taxa de investimento. “Estimular o consumo, como o governo está querendo fazer, só pressiona a inflação, enquanto o real problema está do lado da oferta“, diz.

 

De acordo com Freitas, o baixo crescimento dos últimos anos foi provocado pela baixa taxa de investimento. Para ele, isso se deve à mudança de política econômica do governo, que provocou temor nos empresários em relação ao futuro do país e restringiu os investimentos. “O empresário olha para o futuro na hora de tomar decisões. O grau de intervenção do governo na economia tem assustado o empresariado e o investidor brasileiro e estrangeiro”, diz.

 

Na avaliação do ex-diretor do Banco Central, a taxa de investimentos só voltará a aumentar se o governo voltar a se comprometer com os três pilares que guiaram a política econômica brasileira desde o fim dos anos 1990: superávit primário forte, câmbio livre e cumprimento da meta de inflação.

 

Professor titular da Universidade Federal do Rio de Janeiro (UFRJ), Reinaldo Gonçalves também acredita que as medidas estão no rumo errado, mas por diferentes motivos. Para ele, é necessário estimular a demanda em tempo de crise, mas as medidas devem beneficiar toda a economia, não apenas determinados setores com poder de barganha escolhidos pelo governo.

 

“O empresário só investe se tiver certeza de que terá demanda para seus produtos. Seria muito mais eficaz o governo reduzir o imposto para toda a população, que poderia consumir o produto que quiser”, critica. “O governo só tem reduzido tributos para determinados segmentos da economia, o que transformou a política econômica em um balcão de negócios.”

 

Apesar das críticas, há economistas que acreditam que o governo está no rumo certo. Para Newton Marques, professor de economia da Universidade de Brasília (UnB), as medidas de estímulo têm cumprido o objetivo de evitar que o país caia em recessão. “As desonerações beneficiam setores com contribuição importante para o PIB. Se o governo não tivesse feito nada, o país estaria em recessão, em vez de ter crescido 0,9% no ano passado”, diz.

 

Marques lembra que o governo não tem agido apenas para estimular o consumo e reduzir a folha de pagamento das empresas, mas também tem incentivado os investimentos por meio das linhas de crédito do Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social (BNDES) e da concessão de rodovias, ferrovias e aeroportos. “O governo tem feito a sua parte. O grande mistério é saber por que os empresários não estão investindo”, diz.

 

Edição: Fábio Massalli

 

 

http://agenciabrasil.ebc.com.br/noticia/2013-04-27/medidas-do-governo-para-retomar-economia-nao-sao-unanimes-entre-economistas

Política
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A caxirola: agora a Copa do Mundo é nossa

“A caxirola mostra a capacidade do país de fazer um instrumento mais bonito que a vuvuzela “

Dilma Rousseff

 

Do blog A Marreta do Azarão (que acabo de conhecer e recomendo):

Como já bem dizia Abelardo Barbosa, o Chacrinha, garoto levado da breca, nada se cria, tudo se copia, ele próprio a copiar Lavoisier. Sobretudo no Brasil, sobretudo pelo brasileiro.

 

Não bastasse a próxima Copa do Mundo da Fifa ser no Brasil, não bastasse o mascote do evento ser um tatu-bola batizado de Fuleco, que, em várias regiões do nordeste, significa ânus, o famoso cu, não bastasse tudo isso, foi lançado nessa semana o “instrumento” com pretensões de substituir a hedionda vuvuzela da Copa da África do Sul, aquela desgraça daquela corneta, aquele artefato do neolítico, aquela trombeta dos infernos assoprada pelos africanos desdentados nas comemorações dos gols.

 

E por que a necessidade de substituir a vuvuzela? E por que não a necessidade de imitar os países civilizados, suas qualidades de vida, suas produções culturais e científicas?

 

Perguntas retóricas à parte, volto ao assunto. Há três dias foi lançada a irmã brasileira da vuvuzela, a afrodescendente do cornetão : a caxirola.

 

“Criação” de Carlinhos Brown (e de quem mais poderia ser?), a caxirola é uma espécie de chocalho inspirado (copiado, querem dizer) em um outro – surpresa – chocalho, o caxixi, usado nas rodas de capoeira.

 

Carlinhos Brown, grande músico e cara de pau, disse ter tido preocupações ecológicas e acústicas na “concepção” da caxirola. A caxirola é confeccionada em plástico e contém bolinhas de material sintético no interior, o que, segundo Brown, é mais ecológico que o uso do bambu, da palha e das sementes utilizados na feitura do caxixi da capoeira. O uso do plástico é mais ecológico que o do bambu e o da palha? Só se for na terra de Carlinhos Brown, que nem quero saber onde é.

 

Brown informou ainda que houve preocupação para que o som emitido pela caxirola não fosse desagradável aos ouvidos, como no caso das vuvuzelas : “A caxirola respeita os limites sonoros. Ela reproduz sons da natureza, do mar, por isso trabalhamos com os melhores engenheiros acústicos para que o som fosse gostoso, agradável.”

 

Há, há, há, há!!! Devo admitir, o cara é bom, o cara tem as manhas : limites sonoros, som do mar… Toda uma equipe de engenheiros acústicos para projetar um chocalho de capoeira. Pãããããta que o pariu!!! Quem acredita nisso? Acho que nem o Brown. Mas o brasileiro acredita, ô se acredita! E que delícia deve ser o som, hein? Cem mil rodas de capoeira tocando em uníssono. A Filarmônica de Berlim está a se roer de inveja.

 

Na apresentação oficial do instrumento oficial da Copa de 2014, Brown tocou o Hino Nacional com duas caxirolas. Foi aplaudido e aprovado pela presidente Dilma Rousseff, que também se arriscou em dar sua tocadinha na caxirola. (…)

 

A FIFA tentou proibir o instrumento em março de 2013, alegando que o mesmo poderia ser usado como arma ou como veículo de publicidade (colantes na caxirola). E é verdade. A empunhadura do instrumento é, sem tirar nem pôr, idêntica à de um soco inglês. Mas a tentativa de veto da FIFA foi derrubada por interesses outros, sempres escusos no Brasil, ou ocultos, que o diga Jânio Quadros.

 

E é isso. Comentar mais o quê? Apenas perguntar : quanto de recurso governamental, de dinheiro público, Carlinhos Brown embolsou para fazer essa palhaçada? Quanto do Ministério do Esporte foi desviado para Carlinhos tocar contente o seu chocalho? Quanto foi roubado de nossos bolsos para o baiano incrementar sua moqueca e seu vatapá e nos presentear com essa dádiva, com essa obra de arte tupiniquim, que, não duvidem, logo será tombada como parte do Patrimônio Cultural?

 

 

 

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Há, há, há, há!!! Devo admitir, o cara é bom, o cara tem as manhas : limites sonoros, som do mar… Toda uma equipe de engenheiros acústicos para projetar um chocalho de capoeira. Pãããããta que o pariu!!! Quem acredita nisso? Acho que nem o Brown. Mas o brasileiro acredita, ô se acredita! E que delícia deve ser o som, hein? Cem mil rodas de capoeira tocando em uníssono. A Filarmônica de Berlim está a se roer de inveja.

 

Na apresentação oficial do instrumento oficial da Copa de 2014, Brown tocou o Hino Nacional com duas caxirolas. Foi aplaudido e aprovado pela presidente Dilma Rousseff, que também se arriscou em dar sua tocadinha na caxirola. (…)

 

A FIFA tentou proibir o instrumento em março de 2013, alegando que o mesmo poderia ser usado como arma ou como veículo de publicidade (colantes na caxirola). E é verdade. A empunhadura do instrumento é, sem tirar nem pôr, idêntica à de um soco inglês. Mas a tentativa de veto da FIFA foi derrubada por interesses outros, sempres escusos no Brasil, ou ocultos, que o diga Jânio Quadros.

 

E é isso. Comentar mais o quê? Apenas perguntar : quanto de recurso governamental, de dinheiro público, Carlinhos Brown embolsou para fazer essa palhaçada? Quanto do Ministério do Esporte foi desviado para Carlinhos tocar contente o seu chocalho? Quanto foi roubado de nossos bolsos para o baiano incrementar sua moqueca e seu vatapá e nos presentear com essa dádiva, com essa obra de arte tupiniquim, que, não duvidem, logo será tombada como parte do Patrimônio Cultural?

 


 

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Candidato único compra voto!

Do estadao.com:

 

A Justiça de Santa Adélia, município de 14,3 mil habitantes do interior de São Paulo, cassou os mandatos do prefeito, vice e três vereadores, acusados de trocar votos por gasolina. A chapa do prefeito Marcelo Hercolin (DEM) era a única concorrente no pleito de 2012. Como cabe recurso, eles continuam no cargo. 

 

Acredite quem puder…

 

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