Mês: setembro 2014



O buraco se aprofunda sob os pés de Gleisi

1a_jCala-te, boca! Meu alerta de que a petista Gleisi Hoffmann caminhava para transformar-se numa candidata nanica, ameaçando tomar posição dos lanterninhas da corrida eleitoral no Paraná, começa a se comprovar.

Pesquisa Ibope divulgada ontem (veja detalhes técnicos algumas postagens abaixo) apontou que ela perdeu três preciosos pontos – ou exatos 25% das intenções de voto que tinha na rodada anterior.

Gleisi caiu de 12 para 9 pontos!

Foi a segunda queda consecutiva.

Está na casa de um dígito: resultado pavoroso, tenebroso, vexatório para quem se apresentava – e acreditava – ser a grande revelação da política paranaense. E a mais cotada para governar o Paraná a partir do ano que vem…

A campanha milionária que está fazendo – é a mais cara de todas – não foi capaz de iludir o eleitor.

Seu nariz, arrebitado graças a mãos habilidosas, murchou.

O esforço de Gleisi nesta reta final de campanha será pelo menos voltar à casa dos dois dígitos… o esforço será hercúleo!

Evoco, para encerrar, o título de postagem do dia 19: “Requiescat in pace, Gleisi”. Duvido que isso seja possível.

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O adversário de Dilma será Aécio

1a_jNão é preciso ser vidente para pressentir que consolida a chance do tucano Aécio Neves enfrentar a petista Dilma Rousseff no segundo turno.

A queda da por enquanto socialista Marina Silva é tão brutal, e constante, que ela está tecnicamente empatada com Aécio, que, por sua vez, tem registrado nas últimas semanas trajetória ascendente, embora modesta.

A curva deles está se cruzando. E nesta etapa final, quem sobe continuará subindo, quem desce continuará descendo.

A campanha de terror empreendida pelo PT contra Marina foi eficaz junto ao eleitor de classe C, mas o que a está fazendo derreter mais rapidamente são suas contradições e as inconsistências de suas propostas. Se na área econômica seu programa é sólido – e isso se deve ao esforço do finado Eduardo Campos, que Deus o tenha! – no resto é uma maçaroca. Ela não foi capaz de explicar até agora a tal da “nova política”!

Dilma e Aécio: a polarização PT-PSDB dos últimos 20 anos, que parecia encerrada com o advento de Marina, volta à cena.

O PT preferia Aécio a Marina, porque com ele seu velho discurso dos ricos versos pobres se encaixaria à perfeição.

Pode ter cometido um erro fatal ao poupá-lo após a ascensão de Marina, concentrando o fogo pesado e os tiros de metralha na por enquanto socialista e mobilizando contra ela seu fabuloso exército de mercenários na internet.

Aécio foi chamuscado na fase pré-eleitoral e no início da campanha, mas começará a disputa pelo segundo turno sem ferimentos – é o menos rejeitado dos três – e com o ânimo revigorado após sua ressurreição – sim, a morte de Eduardo Campos induziu a crer que Aécio fora com ele para a tumba.

Ele terá de enfrentar a todo-poderosa máquina publicitária e de terror do PT. Mas a candidata do PT está ferida – seu governo é um desastre anunciado que se aprofunda a cada dia. E, até o segundo turno, a delação de Alberto Youssef estará pairando sobre sua cabeça como a espada de Dâmocles.

Teremos, pelo visto, a eleição das eleições – que terminará numa goleada histórica dos brasileiros de brio se o PT for derrotado. Mesmo que seja por um gol.

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Blefe de Requião consagra vitória de Beto

1a_jRequião dispara sua bala de prata em si mesmo.
Requião se acovarda e guarda bala de prata.
Bala de prata era supositório. Que Requião usou em si próprio.
Requião atesta publicamente a idoneidade de Beto.
Blefe de Requião consagra vitória de Beto

Qual desses títulos seria o mais adequado para comentar o enorme vexame que Requião impôs a si mesmo ontem, não disparando – como prometera – a tal “bala de prata” que aniquilaria as chances de seu adversário Beto Richa na disputa pelo Palácio Iguaçu?

Todos, exceto o terceiro: Requião não se acovardou, porque se tivesse a tal bala, não a pouparia- passado e seu comportamento assim recomendam crer. Era tudo um blefe, uma jogada eleitoral, uma ação terrorista na reta final da eleição, eleição na qual entrou derrotado – porque ampliou ainda mais a divisão de seu partido – e sairá humilhado. Só soube xingar. Proposta de governo? Nenhuma, exceto outro blefe: congelar as tarifas de água e luz (lembram-se do pedágio?)

Requião se feriu, provavelmente de morte, porque comprovou que sua índole é perversa e que sua saúde mental exige cuidados urgentes. Tem mais quatro anos de mandato como senador e, depois dessa, somente os fanáticos ou desequilibrados ou de má fé ou, na melhor das hipóteses, mal informados se disporão a votar nele. Começou ontem sua agonia política. Seu estado é terminal.

Se não pôde demolir a reputação de Beto é porque ela é inatacável – mesmo que Requião reprisasse o vergonhoso episódio Ferreirinha, que o elegeu pela primeira vez, em 1990, adaptado às circunstâncias e aprimorado por 24 anos de malvadezas em sua vida pública.

O recuo de Requião definiu uma campanha já definida diante da folgada dianteira de Beto sobre ele – e do resto, incluindo a outrora todo-poderosa Gleisi Hoffmann, reduzida a uma anã política. Pesquisa Ibope divulgada ontem coloca Beto 9 pontos na frente dos demais adversários somados. Só um cataclismo para impedir que ele vença em primeiro turno. Ou uma “bala de prata” – que não existe.

Com o blefe, Requião deixou de rugir. Tudo o que fizer depois da vergonha de ontem não passará de miado.

Espero que o supositório faça bem à sua saúde.

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Trocaram a Dilma pelo Coringa. Credo!

1cO que era aquilo, gente: substituíram a Dilma pelo Coringa?!

Paletó vermelho, cara enfezada, sobrancelhas zarolhas – cada uma olhando para um lado –, cabelos acaju, voz gutural, movimentos pendulares do corpo e a boca… a boca, nem precisou o batom excessivo usado pelo personagem do cinema para ampliá-la: quanto mais nervosa ficava, mais apertava os lábios, mais eles se espichavam. E olha que o batom que ela usava era escuro…

E o que aplicaram em seu rosto? Farinha de trigo? Talco para bumbum de neném? Spray de cal?

Era grosseiro o contraste da alvura do rosto com a do pescoço vermelhidão (seria reflexo do casaquinho stalinista?)

Mas o seu desempenho destrói a esperança: não, não era o Coringa que estava lá. Fosse qual fosse o ator que encarnasse o inimigo do Batman, teria atuação incomparavelmente melhor que a dela. Dilma leu a maior parte do tempo e, mesmo assim, não conseguia formular as perguntas no tempo devido e tampouco concluir as respostas. Foi indelicada com a mediadora ao ser notificada que não seria atendida em dois pedidos de resposta e, quando lhe foi concedido um, não concluiu o raciocínio.

Refiro-me, claro, ao debate promovido ontem à noite pela Record com os presidenciáveis, cujo conteúdo não trouxe novidade alguma. Seu destaque – e utilidade – foi o comportamento dos candidatos.

Dilma, mais uma vez, comportou-se como um autômato acionado por controle remoto – ou por bilhetes, que lhe chegavam em mãos com fartura, ou manipulando um volume caderno. Não sorriu sequer uma vez, mesmo quando se despediu dos telespectadores com um discurso decorado – recorreu ao cadernão para não se perder no raciocínio.

Marina: ufa, trocou de óculos! Aposentou aquele de aro vermelho e formato estrambótico e passou a usar um de aro metálico. Seu rosto ficou mais leve, porém sua atitude manteve-se tensa. Estava nervosa, áspera nas perguntas e respostas. E mais áspero e irregular que o habitual estava seu tom de voz – o que revelava insegurança. Citou várias vezes que, ao contrário dos boatos, não pretendia cortar isso ou aquilo. Ou seja, caiu na armadilha do PT.

Aécio: o mais concatenado de todos, relaxado porém concentrado – foi dos três o único que sorriu -, incisivo sem perder a elegância no embate com Dilma. Consultou de relance uma ou duas vezes suas anotações, respeitou rigorosamente o tempo – não deixou pergunta e resposta sem concluir– e dirigiu-se ao telespectador, no final, com sentimento.

Luciana Capitalismo Sistema Financeiro Genro manteve a toada de atribuir ao capitalismo e ao sistema financeiro todos os males da humanidade; Pastor Everaldo continuou engasgado em suas propostas genéricas e o verde Eduardo Jorge, embora tenha criticado os tucanos, foi mais ácido em relação ao PT.

Levi Bigode Fidélix protagonizou o momento mais acabrunhante do debate ao defender a homofobia. Dilma deve-lhe um agradecimento, porque só ele foi pior que ela.

O Coringa do PT ficou devendo o Gás do Riso. Mas contaminou a todos com o seu perpétuo Gás do Mau Humor.

Pobres habitantes de Brazilian City!

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Reeleição de Beto pode ser decidida hoje

1a_jA eleição para governador do Paraná entra em sua reta final. E tudo indica que será decidida no próximo domingo, dado o favoritismo do tucano Beto Richa. As intenções de voto atribuídas a ela superam em quatro pontos (a margem de erro é três) as dos demais adversários somados, segundo o Datafolha divulgado sexta-feira à noite.

Beto está em situação confortável, mas agora mais do que nunca deve sujeitar-se ao preceito bíblico “vigiai e orai”.

Seu adversário Roberto Requião (PMDB) ameaça disparar hoje, em seu programa eleitoral, uma “bala de prata” sobre o tucano. A imagem é muito forte e sugere uma revelação gravíssima, demolidora, acachapante. Estarrecedora, enfim. Beto teria um filho – pelo menos – em cada 399 municípios do Paraná que visitou em seu governo? Seria, ao contrário de todas as aparências, gay? Teria enfiado a mão no jarro público? Teria matado alguém? Estaria encobrindo uma baita capivara de algum parente – equivalente, por exemplo, a um acidente de trânsito fatal provocado pelo sobrinho de um senador, que livrou a barra do parente?

Tchan tchan tchan tchan!
Tchan tchan tchan tchan!
Tchan tchan tchan tchan!

Deixemos Beethoven de lado e nos concentremos na aridez dos fatos: só se for um grande ilusionista Beto terá ocultado, durante tanto tempo, algum fato incriminador em sua trajetória política e pessoal. Sua conduta é retilínea e transparente: não há o que desabone.
Conseguirá Requião demolir este conceito?

Do Raivoso espera-se tudo, menos a observância à verdade, como atesta – para citar o caso mais emblemático – a fraude que montou na eleição de 1990, conhecida como “Ferreirinha”.

Algo ele terá que mostrar, para não deixar passar em brancas nuvens a ameaça que vem fazendo deste terça-feira passada. Seja o que for, e por mais que esbraveje, sabe que não conseguirá aniquilar Beto. O que pretende, isto sim, é desestabilizar o adversário e sua equipe às vésperas da decisão, chamar a atenção para si e, seja lá o que for que exponha amanhã, conquistar alguns votinhos ou tirar alguns do adversário – ou ambas as coisas. Nos dois casos, empurrar a decisão para o segundo turno.

Se não apresentar nada, Requião terá, diante do afundamento de sua candidatura, ficado sob os holofotes durante uma semana…

Este é o único fato de relevo que se espera nesta reta final. Com a petista Gleisi Hoffmann fora do jogo, o embate Beto X Requião poderá ser decidido hoje – o que decidirá a campanha. A solidez da dianteira do tucano desestimula esperar que o quadro se reverta – seja lá o que o Raivoso esteja tramando.

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Frases de Dilma que ficam para a História

1a_jA uma semana do primeiro turno, registro para a História algumas frases marcantes de Dilma Rousseff no exercício da presidência.

Que elas sirvam para reflexão

Ei-las:


1. “Se hoje é o dia das crianças, ontem eu disse que criança… o dia da criança é dia da mãe, do pai e das professoras, mas também é o dia dos animais, sempre que você olha uma criança, há sempre uma figura oculta, que é um cachorro atrás.”

2. “Eu estou muito feliz de estar aqui em Bauru. O prefeito me disse que eu sou, entre os presidentes, nos últimos tempos, uma das presidentes, ou presidentes, que esteve aqui em Bauru.”

3. “Eu ontem disse pro presidente Obama que era claro que ele sabia que depois que a pasta de dente sai do dentifrício ela dificilmente volta pra dentro do dentifrício. Então que a gente tinha de levar isso em conta. E ele me disse, me respondeu que ele faria todo esforço político para que essa pasta de dente pelo menos não ficasse solta por aí e voltasse uma parte pra dentro do dentifrício.”

4. “Eu quero, então, voltar aonde eu comecei. Eu vou falar agora que aqui tem 37 municípios. Eu vou ler os nomes dos municípios, porque eu acho importante que cada um de vocês possam (sic) se identificar aqui dentro e, por isso… Eu ia ler os nomes, não vou mais. Por que não vou mais? Eu não estou achando os nomes. Logo, não posso lê-los.”

5. “O meio ambiente é sem dúvida nenhuma uma ameaça ao desenvolvimento sustentável.”

6. “Em Vidas Secas está retratado todo problema da miséria, da pobreza, da saída das pessoas do Nordeste para o Brasil.”

7. “Primeiro, eu queria te dizer que eu tenho muito respeito pelo ET de Varginha. E eu sei que aqui, quem não viu conhece alguém que viu, ou tem alguém na família que viu, mas de qualquer jeito eu começo dizendo que esse respeito pelo ET de Varginha está garantido.”

8. “Em Portugal, o desemprego beira 20%. Ou seja, 1 em cada 4 portugueses estão desempregados.”

9. “A autossuficiência do Brasil sempre foi insuficiente.”

10. “Eu também vou falar… eu vou falar pouco. Vou explicar por quê: todo mundo, antes de mim, disse que ia falar pouco, não é? E aí, tinha uma senhora ali, na frente, que falou o que todos nós estamos sentindo. Ela disse assim: “Eu estou com fome”. E eu vou levar em consideração ela, que falou uma coisa que todo mundo está pensando, mas não está falando.”

11. “Eu quero adentrar pela questão da inflação, e dizer a vocês que a inflação foi uma conquista desses 10 últimos anos do governo do presidente Lula e do meu governo.”

12. “Eu vi. Você veja… Eu já vi, parei de ver. Voltei a ver e acho que o Neymar e o Ganso têm essa capacidade de fazer a gente olhar.”

13. “Tudo o que as pessoas que estão pleiteando a Presidência da República querem é ser presidente.”

14. “Vamos dar prioridade a segregar a via de transporte. Segregar via de transportes significa o seguinte: ou você faz metrô, porque o metrô… porque o metrô, segregar é o seguinte, não pode ninguém cruzar rua, ninguém pode cruzar a rua, não pode ter sinal de trânsito, é essa a ideia do metrô. Ele vai por baixo, ou ele vai pela superfície, que é o VLT, que é um veículo leve sobre trilho. Ele vai por cima, ele para de estação em estação, não tem travessia e não tem sinal de trânsito, essa é a ideia do sistema de trilho.”

15. “A Zona Franca de Manaus, ela está numa região. Ela é o centro dela porque ela é a capital da Amazônia.”

16. “A mulher abre o negócio, tem seus filhos, cria os filhos e se sustenta, tudo isso abrindo o negócio.”

17. “A única área que eu acho, que vai exigir muita atenção nossa, e aí eu já aventei a hipótese de até criar um ministério, é na área de… Na área… Eu diria assim, como uma espécie de analogia com o que acontece na área agrícola.”

18. “Eu sempre escuto os prefeitos. Por que é que eu escuto os prefeitos? Porque é lá que está a população do país, ninguém mora na União, ninguém mora… “Onde você mora?” “Ah, eu moro no Federal”.”

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Aécio e Marina empatam na reta final

1cPesquisa ISTOÉ/Sensus mostra que a sucessão presidencial será decidida no segundo turno e que Aécio e Marina chegam embolados na última semana de campanha

Istoé

Os candidatos Marina Silva (PSB) e Aécio Neves (PSDB) entram na semana que antecede o primeiro turno das eleições presidenciais em empate técnico. Essa é a principal constatação feita pela pesquisa ISTOÉ/Sensus realizada entre o domingo 21 e a sexta-feira 26. Segundo o levantamento, Marina tem 25% das intenções de voto e Aécio 20,7%. Como a margem de erro da pesquisa é de 2,2% para mais ou para menos, ambos estão empatados tecnicamente na briga por um lugar no segundo turno. A presidenta Dilma Rousseff (PT) conta com 35% e só não estará na segunda etapa da disputa se houver uma hecatombe nuclear sobre a sua campanha.

A pesquisa mostra que tanto Dilma como Aécio acertaram nas estratégias adotadas nas últimas semanas. A presidenta reforçou os ataques contra Marina, exagerou na defesa de seu governo e intensificou as agendas públicas. Com isso, cresceu 5,3% durante o mês de setembro. O senador mineiro procurou demonstrar as semelhanças entre Dilma e Marina, questionou a veracidade do que ambas mostravam em seus discursos e colocou-se como a alternativa mais segura para mudar os rumos do País. A estratégia lhe valeu um crescimento de 5,5 pontos percentuais nos últimos 30 dias.

Marina apostou em se colocar como vítima de uma campanha que chama de “difamatória” e adotou um tom emocional tanto em entrevistas como nos palanques. Não conseguiu explicar as contradições de seus discursos e perdeu 4,5 pontos percentuais em menos de um mês. “Pela primeira vez se constata a situação de empate técnico entre Marina e Aécio. O senador mineiro chega na reta final com tendência de crescimento e a ex-senadora com tendência de queda”, diz Ricardo Guedes, diretor do Instituto Sensus.

1b

Leia mais em
http://www.istoe.com.br/reportagens/384447_EMPATE+NA+RETA+FINAL?pathImagens=&path=&actualArea=internalPage

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Goebbles se indigna por ser comparado a… Goebbels!

O 40º – informal e no entanto o mais poderoso – ministro de Dilma, o publicitário João Santana, está possesso – ou se faz de tal. Ameaça processar o cineasta Fernando Meirelles, que o comparou a Joseph Goebbels, o ministro da propaganda de Hitler, por induzir a [email protected] a mentir.

Ora, que faz Santana em peças publicitárias, oficiais ou eleitorais, senão induzir sistematicamente os incautos a acreditar numa montanha de inverdades?

Goebbles se diz indignado por ser comparado a si próprio!

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Gleisi aposenta Barbie e assume visual da Gracinha

gleisi-novo visualA nove dias das eleições, a senadora e candidata ao governo do Paraná Gleisi Hoffmann (PT) deu um “upgrade” completo no visual. Gleisi trocou o cabelo liso e preso com coque, que passa a sensação de seriedade e experiência, por um encaracolado leve, que sugere uma imagem feminina, delicada e jovem. Pueril até.

Ela mudou – aliás, seu visual muda sempre (quem não se lembra do nariz batata e dos cabelos revoltos de quando estudante?); o que não muda é sua profunda crença e militância petralhas.

Renegou a Barbie e se moldou à boneca Gracinha, da Estrela.

O eleitorado – que lhe atribui pouco mais de 10% dos votos nesta reta final da campanha – também mudará em relação a ela, incentivado pelos caracóis de seus cabelos?

Debaixo dos caracóis dos seus cabelos

Uma história pra contar de um sonho tão distante

Debaixo dos caracóis dos seus cabelos

Um soluço e a vontade

De se eleger neste instante

Os cavaletes tão coloridos

Que você vê agora

Nas ruas por onde anda

Da penthouse onde mora

Você olha tudo e nada

Lhe faz ficar contente

Você só deseja agora

Enrolar a sua gente

(Trecho satírico de “Debaixo dos caracóis de seus cabelos”, de Roberto Carlos)

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A “bala de prata” que atingiu Requião

1aO senador Roberto Requião promete disparar segunda-feira uma “bala de prata” para alvejar Beto Richa, que transformou em pesadelo seu sonho de voltar aos devaneios absolutistas no Palácio do Iguaçu e às mordomias da Granja Canguiri,

Se sua “bala de prata” vai ou não abalar a disposição da maior parte do eleitorado de reeleger Beto, só o tempo dirá – o passado de Requião, lastreado em mentiras e armações fraudulentas, conspira contra a eficácia de sua ameaça. Que, no entanto, criou um fato político e está sendo utilizada para abalar a confiança do adversário e de seus seguidores na reta final da campanha.

Enquanto Requião não dispara a sua, o jornal Folha de S.Paulo o feriu ontem com uma “bala de prata”: o plantel de cavalos que mantinha na Granja Canguiri quando governador era sustentado com dinheiro público. O jornal se baseou em investigação realizada pela Polícia Militar, cuja conclusão era mantida a sete chaves. O número de cavalos é incerto – pode ultrapassar 80 – e quanto custou a estada deles na residência oficial idem. Estima-se entre R$ 5 milhões e R$ 8 milhões. O Ministério Público tem agora munição suficiente para denunciar Requião por improbidade administrativa.

Não bastasse isso, a edição online do semanário Impacto Paraná reproduziu documentos encontrados na mesma granja após a saída de seu ocupante. Os documentos expõem a contabilidade pessoal de Requião, sua esposa e de seu sobrinho. São milhares e milhares de dólares e reais, cuja movimentação em muitos casos foi anotada pelo próprio Requião.

A descoberta remete simbolicamente ao pequeno tesouro, exclusivamente em dólar, guardado por seu irmão Eduardo, superintendente dos portos de Paranaguá e Antonina durante os dois últimos reinados, digo mandato, de Requião. Os dólares estavam num armário e parte deles foi roubada por uma funcionária. A dinheirama não havia sido contabilizada.1b

De efeito menos letal que a primeira – pois ao que levará a descoberta só o tempo, ei-lo de novo! dirá -, esta bala chamuscou a imagem que Requião construiu para si de guardião do patrimônio público.

Ensina a lenda que “bala de prata” é o único meio de matar lobisomem (acima). Embora Requião comporte-se mais como bicho-papão (ao lado), é bom que encomende o caixão.

A rima é inevitável.

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