Mês: junho 2015



Dilma, a delação e a “derrama” que ela, Lula e o PT praticam

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Joaquim Silvério dos Reis delatou os inconfidentes mineiros em troca do perdão de sua dívida para com a Coroa portuguesa e compensação material.

Dilma o comparou, em entrevista dada ontem em Nova Iorque, a Ricardo Costa, dono da UTC e Constran. Costa é acusado pela Operação Lava Jato de chefiar o cartel de empreiteiras que se serviam da Petrobras. Sua delação foi homologada pelo ministro Teori Zavascki, do STF.

A delação de Pessoa inclui o PT e os tesoureiros das campanhas de Dilma e da reeleição de Lula como principais beneficiários das propinas pagas por suas empreiteiras para manter contratos com a estatal.

“Eu não respeito delator”, esbravejou Dilma, que para embaralhar – técnica recorrente dela e do PT quando colocados contra a parede – garantiu jamais ter entregue algum companheiro quando torturada durante o regime militar.

O que é que a Inconfidência Mineira e o regime brucutu que dominou o Brasil por mais de duas décadas têm a ver com o roubo que o PT é acusado de praticar nos cofres públicos?

Não há comparação possível. Assim, a técnica da confusão como método fica comprovada (e da desqualificação do acusador).

Graças a Pessoa e a outros delatores – são 19 até o momento -, e esses delatores são empresários que remuneraram regiamente uma penca de políticos para obter excelentes contratos, e superfaturados, com a Petrobras, é que o Brasil foi apresentado ao maior esquema de corrupção de sua história. Esquema esse pilotado desde o nascedouro pelo PT com a ajuda de seus cúmplices PMDB e PP.

(Remendo: graças a esses delatores, aos procuradores e policiais da Operação Lava Jato e ao indômito juiz Sérgio Moro, cuja reputação o PT e seu bando de terroristas que operam nas redes sociais fazem de tudo para enxovalhar.)

Delatar não é um ato criminoso – a Justiça prevê essa condição, e a reconhece quando a confissão é amparada em provas ou indícios consistentes. Criminoso é quem engana e rouba a Nação – e nesta condição estão Dilma, o PT e o mentor de ambos, Lula, que de dedo duro do regime militar, quando era tratado por “Barba”, ascendeu ao status de maior lobista da história deste país, recebendo de seus clientes, beneficiários de generosos empréstimos do BNDES e outros quejandos, o apropriado apelido de “Brahma” (não em homenagem ao deus hindu, mas à cerveja que a propaganda transformou em a “número 1”).

Lula é o “número 1” na hierarquia do maior escândalo de corrupção da história do Brasil!

Que surjam tantos Joaquins Silvérios dos Reis quantos forem necessários para desmascarar a quadrilha que aplicou uma “derrama” bilionária – a maior da história brasileira – para se perpetuar no poder. E, assim, continuar enganando e roubando.

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Paraná: mais de 80% desaprovam Dilma e Richa

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O fim do primeiro semestre do segundo mandato da presidente Dilma Rousseff (PT) e do governador Beto Richa (PSDB) é marcado por uma imagem ruim entre os paranaenses. Ambos governantes atingiram os piores porcentuais de avaliação no estado: ele, com quase 85% de desaprovação; e ela, batendo os 87% de avaliação negativa, conforme levantamento do Instituto Paraná Pesquisas, encomendado pela Gazeta do Povo.

Os números negativos chegaram a superar os alcançados pela petista e pelo tucano em fevereiro, quando ambos tiveram um decréscimo acentuado nas avaliações dos eleitores do estado em comparação com pesquisas feitas em períodos anteriores. Dilma decaiu quase quatro pontos porcentuais em aprovação desde fevereiro, enquanto Richa sofreu o decréscimo de sete pontos nos quatro meses.

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MP vai processar Richa, Francischini e coronéis por operação de 29 de abril

O Ministério Público do Paraná (MP-PR) informou hoje que entrará com ação civil pública contra o governador Beto Richa (PSDB), o ex-secretário de Segurança e atual deputado federal Fernando Francischini (SD) e os coronéis César Kogut, Arildo Luís Dias, Nerino Mariano de Brito e tenente-coronel Hudson Teixeira. Eles foram apontados pelo MP como responsáveis diretos pela operação policial do dia 29 de abril, no Centro Cívico, em Curitiba, que resultou em mais de 200 feridos.

A promotoria anunciou também que recorrerá à Procuradoria-Geral da República (PGR) para responsabilizar criminalmente os envolvidos, já que Richa e Francischini têm foro privilegiado. Para os demais citados, caberá à Procuradoria desmembrar o processo para determinar qual órgão tem competência para analisar cada caso.

Para embasar a ação, o MP ouviu 580 pessoas em 33 cidades. A investigação conta com 25 volumes, num total de cinco mil laudas, além de 530 gigabytes de imagens do episódio cedidas por pessoas que estiveram no local, órgãos de imprensa e entidades públicas.

O anúncio da abertura dos procedimentos foi feito pelo MP pelos procuradores Eliezer Gomes da Silva e Marcos Fawler e pelos promotores Maurício Cirino dos Santos e Paulo Marcowicz de Lima, em coletiva de imprensa. (Com Gazeta do Povo)

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Empreiteira imita PT e se transforma na OdePrechT

É tão íntima a relação da construtora Odebrecht com o PT e Lula, que a defesa da empreiteira – cujo presidente Marcelo Odebrecht está em prisão preventiva – obedece ao mesmo estilo petista: sempre que acusado, reage atacando quem o acusa.

A advogada da empresa, Dora Cavalcanti, ameaça acusar o juiz Sérgio Moro, que comanda a Lava Jato, de “violação de direitos humanos”.

Vai ser difícil sua causa chegar a bom termo, se sequer ela conseguiu o habeas corpus para seu cliente, cuja prisão, segundo ela, foi baseada em “indícios frágeis”, caracterizando-se assim como “ilegal” e “vazia”. O desembargador João Pedro Gebran Neto, da 4ª Região (TRF-4), negou o pedido no sábado.

Se continuar nessa linha, a empreiteira merecerá ser chamada de OdePrechT!

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PT se rebela contra Cardozo por prisão de empreiteiros

Direção do partido faz convite formal para o petista José Eduardo Cardozo esclarecer prisões de empreiteiros próximos a Lula

Ricardo Galhardo
Estadão

Na quinta-feira a Executiva Nacional do PT se reuniu em São Paulo para, entre outras coisas, avaliar os estragos causados ao partido pelas Operações Lava Jato e Acrônimo. Na reunião, o PT tomou duas decisões importantes. A primeira, tornada pública, foi aprovar uma resolução política na qual sai em defesa das empreiteiras suspeitas de desviar recursos da Petrobrás. A segunda, até agora mantida em sigilo, foi convidar o ministro da Justiça, José Eduardo Cardozo, a dar explicações ao partido sobre as últimas ações da Polícia Federal, subordinada a ele.

O presidente do PT, Rui Falcão, disse que o objetivo é simplesmente ouvir o ministro. No entanto, conforme integrantes da cúpula petista, a ideia é enquadrar Cardozo. Militante do PT há mais de 30 anos, homem de confiança da presidente Dilma Rousseff, o ministro é responsabilizado por setores do partido pela manutenção da prisão temporária do ex-tesoureiro João Vaccari Neto, detido desde 15 de abril, e pelas buscas no escritório político do governador de Minas, Fernando Pimentel (PT), e na agência Pepper, que presta serviços à sigla.

Em conversas reservadas, lideranças petistas usam termos como “inoperante”, “omisso”, “sem pulso firme nem liderança” e “egoísta” para se referir ao ministro. Desde sexta-feira, com a divulgação da delação premiada de Ricardo Pessoa, da empreiteira UTC, que relatou ter feito repasses às campanhas de Dilma e do ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva, a insatisfação em relação ao ministro aumentou consideravelmente.

Numa reunião de representantes dos setoriais petistas realizada no meio da semana, também em São Paulo, uma dirigente ligada a um parlamentar sugeriu abertamente que o PT peça a demissão do ministro.

Comento: Ué, não é o PT que se ufana de, como nunca antes na história deste país, investigar o que tem que ser invetigado, punir quem tem que ser punido? Sim: desde que não seja seja um companheiro e, acima de tudo, o intocável Lula da Silva. Amém

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Bebedor de Heinecken defende Lula, o “Brahma”

aaMaurício Ramos Thomaz é o autor do pedido de habeas corpus preventivo, protocolado ontem na Justiça Federal do Paraná, em favor do ex-presidente Lula. Em sua página no Facebook ele se revela simpatizante do PT e comete o ato falho de posta uma foto ao lado de uma garrafa da cerveja Heinecken – ofensa a seu protegido, que os empreiteiros apelidaram de “Brahma”. A Folha de S.Paulo tem mais informações:

O autor do habeas corpus preventivo ao ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva, Mauricio Ramos Thomaz, 50, afirmou nesta quinta (25) que tomou a iniciativa para evitar a prisão política do líder do PT.

“Não concordo com injustiças e qualquer possibilidade do Lula ser preso hoje é por motivo político, não porque ele tem responsabilidade ou ligação com o esquema descoberto na operação Lava Jato. Quero evitar isso”, disse.

Ramos Thomaz mora em Sumaré, município da região metropolitana de Campinas, e se intitula consultor de advogados. Solteiro e sem filhos, já foi autor de habeas corpus a Nestor Cerveró, ex-diretor da Petrobras preso na Lava Jato, e réus do mensalão.

Também diz ter encontrado Lula apenas uma vez na vida e de não pertencer a nenhum partido político. O habeas corpus foi enviado por e-mail e pelos Correios para o TRF (Tribunal Regional Federal) da 4ª Região, no Sul do país, no começo da semana.

A Folha apurou que a petição de Thomaz traz termos ofensivos e irônicos contra o juiz federal Sergio Moro, responsável pelos processos da Operação Lava Jato. Afirma, entre outros argumentos, que o magistrado “fraudou” uma sentença contra o ex-diretor da Petrobras Nestor Cerveró, “cria leis” a seu gosto e decide com base em suposições.

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O apoio de Requião a um regime facínora

ad“Questionado sobre a diferença comitiva anterior liderada pelos tucanos, Requião respondeu: ‘Não somos Black Blocs para influir num processo eleitoral venezuelano. Nós viemos buscar informações’”.

O parágrafo anterior consta de reportagem do Estadão sobre comitiva de senadores do PT, PMDB e PCdoB que iniciou ontem à noite visita à Venezuela.

Sutil como sempre, Requião ataca seus colegas que, na semana passada, foram impedidos de deixar o aeroporto de Caracas, comparando-os a ativistas violentos, cuja missão, segundo ele, foi a de ‘influir num processo eleitoral”.

Ora, como a comitiva anterior, liderada por Aécio Neves, poderia “influir num processo eleitoral” se nem sequer a data das eleições legislativas havia sido marcada? Somente depois disso, que ocorreu no início desta semana, é que teve início o processo eleitoral, que culminará em 6 de dezembro.

Sendo assim, se alguém pode “influir num processo eleitoral”, esse alguém é Requião e seus colegas de missão, todos, aliás, defensores ardorosos do regime chavista e seus métodos espúrios de combater a oposição – entre eles a repressão física, que resultou no ano passado em mais de 40 mortes, e a prisão de seus líderes.

Eis, assim, mais uma contradição de Requião: ele e seus comparsas avalizam a ação dos “black blocs” venezuelanos, que vão do presidente Nicolás Maduro, ao presidente do Congresso, Deosdado Cabello – acusado pelos Estados Unidos de comandar o tráfico de drogas na Venezuela –, os policiais brutamontes e os “colectivos”, paramilitares organizados e armados pelo governo.

Se a missão da comitiva, como afirmou Requião, é meramente “buscar informações”, estão gastando dinheiro público à toa: essas informações são abundantes na imprensa livre e bastaria um telefonema para o ex-primeiro-ministro espanhol Felipe Gonzalez, socialista, que os informaria: a Venezuela vive “um processo de destruição”.

A verdadeira missão dessa comitiva é apoiar um regime facínora que levou a Venezuela à maior crise de sua história.

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Lula entra com habeas corpus na Justiça Federal do Paraná

O ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva impetrou um habeas corpus preventivo na Justiça Federal do Paraná, contra o Juízo Federal da 13ª Vara Federal de Curitiba (PR), vara do juiz federal Sérgio Moro. O processo tem como relator o desembargador João Pedro Gebran Neto, da 8ª turma do Tribunal Regional Federal da 4ª Região. A informação é do portal Diário do Poder, dirigido por Claudio Humberto.

O assunto do processo nº 5023661-46.2015.4.04.0000 tem como assuntos a “Lavagem ou Ocultação de Bens, Direitos ou Valores Oriundos de Corrupção” e também a “Prisão Preventiva” e como “impetrante”, ou autor da ação, o ex-presidente Lula.

O Instituto Lula negou à reportagem do Diário do Poder que o ex-presidente, ou qualquer representante, seja o autor da ação, que tem como ação originária um dos processos no âmbito da operação Lava Jato, contra o ex-diretor da area Internacional da Petrobras Nestor Cerveró.

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Senadores chapa-branca iniciam missão na Venezuela

Uma nova comitiva de embaixadores brasileiros chegou ontem à noite em Caracas e foi conduzida ao hotel por batedores da polícia, que desimpediram o trânsito para facilitar o deslocamento de seus integrantes.

Pudera: a comitiva é composta exclusivamente por adeptos do bolivarianismo. Entre eles estão Vanessa Graziottin (PCdoB), Roberto Requião (PMDB) e Lindbergh Farias (PT).

Hoje eles cumprirão uma agenda que vai da visita ao presidente Nicolás Maduro, seus pelegos no Congresso e, para não assinar recibo de chapa-branca completos, tentarão contato com líderes da oposição.

A recepção a eles difere da que tiveram senadores da oposição no Brasil, liderada pelo tucano Aécio Neves, que pretendiam, entre outras atividades, visitar Leopoldo López, um dos líderes da oposição preso há quase um ano e meio sem ter sido julgado. A comitiva não pôde deixar o aeroporto, onde foi hostilizada por adeptos do chavismo.

O PT & afins tripudiaram da missão comandada por Aécio, endossando, portanto, o bloqueio que lhes foi imposto pelo governo e simpatizantes de Maduro – e o silêncio vergonhoso do governo brasileiro.

Uma das críticas dos petistas foi a utilização de dinheiro público em missão externa, que, na visão deles, tinha o objetivo de prestigiar “golpistas”. Pergunto: algum petista irá se indignar pelo uso de dinheiro público por senadores cujo objetivo é apoiar um regime cada vez mais tirano e que conduz a Venezuela a “um processo de destruição”, como definiu o ex-primeiro-ministro espanhol Felipe Gonzalez?

A resposta a esta pergunta é óbvia.

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