Mês: agosto 2015



Um psiquiatra para a deputada petista

A deputada petista Maria do Rosário, membro da CPI da Petrobras, atuou hoje como advogada de defesa de José Dirceu na audiência que a comissão promoveu com ele, na carceragem da PF de Curitiba.

Dirceu – quer amealhou R$ 40 milhões em “consultorais” suja prestação de serviço não conseguiu demonstrar – ficou em silêncio.

Disse a deputada, segundo a Folha de S.Paulo: “Não há aqui alguém que foi danoso ao patrimônio público ou à Petrobras. Quero de peito aberto dizer que essa companhia foi revigorada ao longo do governo do [ex-]presidente Lula e da presidente Dilma”.

É público e notório que a cegueira, provocada pelo fanatismo, entre outros vícios que o PT revelou nesses fatídicos 12 anos e oito meses de poder, contagiou seus membros. A segunda parte da fala da deputada demonstra, no entanto, um sintoma mais grave: ausência de lucidez.

Ela tem de procurar – e com urgência – um psiquiatra!

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PT, o partido dos “pixulecos”, quer assassinar o Pixuleco

Pela segunda vez em três dias, o Pixuleco – boneco inflável que homenageia (!) o ex-presidente Lula em uniforme de presidiário -, saiu às ruas de São Paulo. E pela segunda vez foi hostilizado por militantes do PT.

“Pixuleco’ era a senha que o ex-tesoureiro do PT João Vaccarri – em férias na carceragem da PF de Curitiba – usava para cobrar propina das fornecedoras da Petrobras.

Neste domingo, no entanto, os petistas não conseguiram repetir o feito de sexta-feira, quando – no Viaduto do Chá – esfaquearam o pobre Pixuleco, murchando-o.

Tudo ia muito bem – o protesto hoje foi na Paulista –, quando um grupo de petistas, bandeira em punho, palavras de ordem afinadas, olhares injetados, aproximou-se do Pixuleco com intenções assassinas.

A polícia formou um cordão de isolamento, o Pixuleco saiu ileso, mas de cá e de lá houve trocas de sopapos, iniciados por um militante petista de barbas brancas e chapéu – que, se não estou enganado, estava entre os mais exaltados que protestaram, em frente ao Instituto Lula, contra a “intolerância”. Isso foi há uns quinze dias, para lembrar o “atentado” que o instituto sofreu (e, por falar nisso, a que conclusão chegaram as investigações?)

O ministro da Justiça, José Eduardo Cardozo, teve o azar de entrar na Galeria Nacional (Paulista com Augusta) na hora em que o Pixuleco era ameaçado por seus companheiros petistas. E um magote de opositores o acompanhou, xingando-o disso e daquilo – nem a mãe dele foi poupada!

O ministro, com sua garbosidade habitual, disse que protestar faz parte da democracia, mas reclamou de uma tal “intolerância”.

A mãe do ministro não merecia o furor dos manifestantes. Ponto. Mas o ministro não tem moral para reclamar da “intolerância”.

Pois intolerante é o PT, que passou a perseguir até um boneco, a ponto de tentar matá-lo!

Se tivesse tido êxito, teria praticado um bonecocídio. Crime hediondo!

E como pode o PT se insurgir contra um boneco, que retrata seu líder, seu guru, seu “deus” (segundo a petista arrependida-oportunista Marta Suplicy), argumentando que o Pixuleco é a personificação da “intolerância” de seus opositores golpistas?

Em 1998, o PT içou na Esplanada dos Ministérios o bonecão de FHC!

A Folha de S. Paulo lembrou isso hoje. E o PT, representado naquele ato por seu principal braço sindical, a CUT, foi além: numa grande demonstração de “tolerância”: malhou – como se Judas fossem – um porção de bonecos de outros políticos – entre eles Sarney e Collor, que se transformaram milagro$amente em aliados imprescindíveis do projeto de poder do partido.

O PT se insurge hoje contra um boneco que satiriza seu líder em uniforme de presidiário. O andar da carruagem da Operação Lava Jato, combinada com uma ação corajosa do Ministério Público de Brasília sobre as negociatas do BNDES, induz a acreditar o Pixuleco de carne e osso vestirá aquele uniforme logo, logo…

Se essa possibilidade se realizar, como reagirão os “tolerantes” petistas?

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Bom dia, otárias e otários

Desculpem-me a longa ausência de cumprimento tão carinhoso (*), mas nesta segunda-feira, 31 de um fatídico agosto, não posso deixar de cumprimentá-los por terem votado em Dilma Rousseff porque acreditaram que seus oponentes Aécio Neves e Marina Silva sofriam de “imensa cegueira tecnocrática” ao proporem, se eleitos, reduzir o número de ministérios.

Para Marina – que herdou a proposta do finado Eduardo Campos -, bastavam 20; para Aécio, 23. Hoje temos 39, mais o 40º e mais poderosos de todos, embora informal, que é o da Propaganda, Mentira, Difamação e Mistificação, chefiado pelo marqueteiro João Santana e composto pela Pestapo, a rede de difamadores profissionais disseminados pelo PT na internet e órgãos de imprensa capachos.

E não é que, dez meses depois de eleita, Dilma passou a sofrer da tal “imensa cegueira tecnocrática”? Não foi o que ela demonstrou na semana passada, ao propor, por meio do ministro do Planejamento, Nelson Barbosa, a extinção de dez ministérios e o corte de mil (só?) cargos em comissão – aqueles que são dados à companheirada?

Então, para matar as saudades: bom dia, otárias e otários. E aceitem um conselho, igualmente carinhoso: procurem um oculista, pois demonstraram, com seu voto, “imensa cegueira”.

(*) e não foi por falta de tema, mas por não querer importuná-los com a frequência que os fatos demonstraram…

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Lula murchou, mas Pixuleco inflou

lula-bonecoO boneco inflado de Lula, estrela das manifestações de 16 de agosto em Brasília e que retrata o ex-presidente em uniforme de presidiário e os números do PT (13 na Justiça Eleitoral) e do estelionato (artigo 171 do Código Penal) estampados no peito, fez um périplo por São Paulo sexta-feira. O ponto inicial do tour foi na Ponte Estaiada e o final no Viaduto do Chá, onde um petista inconformado o apunhalou covardemente, murchando-o.

O boneco foi batizado como Pixuleco em menção ao código que o ex-tesoureiro do PT João Vaccari usava para cobrar propina de empreiteiras contratadas pela Petrobras. Vaccari está na carceragem da PF em Curitiba.

O ferimento no boneco, no entanto, não é grave, e o Lula inflado anuncia que, apesar dos riscos à sua integridade física, continuará sua peregrinação Brasil afora.

No dia em que o Pixuleco visitava os paulistanos, o personagem a quem homenageia, em visita a Minas Gerais, ameaçava (sim, o termo correto é esse!): “Se for preciso, disputarei a eleição de 2018”.

Ao contrário do boneco, o Pixuleco de carne e osso está ferido de morte e em estado agônico – murchou definitivamente. Seus movimentos, seus xingamentos e suas bravatas são os estertores de um mito que a realidade fez ver que não era de barro, mas de ouro – tornou-se milionário com a política, durante o governo e depois de deixar o governo, assim como sua família e seu círculo de amigos e auxiliares íntimos – José Dirceu, Palocci, Erenice Guerra, etc., etc. Etc.

Todas as pesquisas de opinião comprovam o esfacelamento de sua imagem, preconizam que ele não tem futuro e atestam que seu presente ofuscou o que de bom eventualmente ele tenha feito no passado. O adversário que mais ameaçou a permanência do partido no poder, Aécio Neves, lidera todas as sondagens. Em algumas delas, teria o dobro de votos do que Lula se a eleição fosse hoje. Outra adversário do PT, Marina Silva, ocupa a segunda colocação. Lula, o murcho, a terceira, bem distante dos dois…

O Pixuleco de borracha continuará rodando o país, caricaturando aquele que prometia uma revolução ética e patrocinou o maior esquema de corrupção da história republicana. Enquanto isso, o Pixuleco de carne e osso continuará assombrando o país com seus estertores.

LEIA MAIS INFORMAÇÕES E OPINIÕES DE JOSÉ PEDRIALI EM josepedriali.com.br

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Esmael Moraes deturpa resultado de pesquisa

esmael

O blogueiro Esmael Moraes, de Curitiba, omitiu a liderança de Aécio Neves – que disputou o segundo turno da última eleição – no levantamento realizado pela Paraná Pesquisa, deturpando, assim, seu resultado. Ele apresentou como cenário “mais crível” a participação do tucano Geraldo Alckmin e “menos provável” a de Aécio e José Serra.

Moraes atribui essa classificação a Murilo Hidalgo, diretor do instituto. A apresentação da pesquisa, feita por Hidalgo, desmente o blogueiro. E seu teor idem, pois, ao apresentar os três tucanos com maior probabilidade de disputar a eleição, Aécio surge como o mais cotado, com 38,4% das intenções. Mais de três vezes, portanto, que Serra (13,3%) e Alckmin (12,8%).

A pesquisa publicada pelo blogueiro limita-se ao cenário no qual participam Marina Silva (27%), Alckmin (25%) e Lula (21%).

Confira no blog

http://www.esmaelmorais.com.br/2015/08/pesquisa-mostra-marina-alckmin-e-lula-empatados-na-corrida-presidencial/#more-140401

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Se eleição fosse hoje, Aécio faria o dobro de votos de Lula

Levantamento nacional promovido pela Paraná Pesquisa mostra que o senador Aécio Neves, do PSDB, teria quase o dobro de votos que o ex-presidente Lula se a eleição para a presidência fosse hoje – 36,2% contra 19,6%. Marina Silva ficaria em segundo lugar, com 20,4%.

A pesquisa foi realizada entre os dias 24 e 27, ouviu 2.060 pessoas e apresenta margem de erro de dois pontos porcentuais para mais ou para menos.

Aécio lidera em todas as regiões, exceto no Nordeste, onde aparece tecnicamente empatado com Lula (27,1% a 26,8%). Nas demais, ganha de lavada do ex-presidente: Norte e Centro-Oeste (41% a 16,7%), Sudeste (40% a 18,4% e Sul (37,2% a 13%).

Aécio é apontado como o candidato tucano que detém a maior preferência do eleitor – 38,4%. José Serra e Geraldo Alckmin estão empatados – 13,3% a 12,8%.

Num cenário sem Aécio, Marina Silva surge empatada tanto com Serra (26,2% a 27,2%) e Alckmin (26,6% a 25,4%).

Lula perde também nos demais cenários – 20,5% com Alckmin e Marina e 20,1% com Serra e Marina.

Íntegra da pesquisa em
https://docs.google.com/viewerng/viewer?url=http://www.esmaelmorais.com.br/wp-content/uploads/2015/08/pesquisa_nacional.pdf

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Privataria petralha avança na Infraero, que encolherá ainda mais

A “concessão” de 51% dos aeroportos mais movimentados do país à iniciativa privada – “concessão” é o sinônimo petista para privatização -, fez com que a rentabilidade da Infraero desabasse. Para evitar mais perdas, o Planalto encontrou a saída: passar adiante – ou seja, vender – 10% do que sobrou da participação da Infraero.

A privataria petralha atingiu em cheio outras estatais. A mais afetada delas é a Petrobras, cuja dívida é algumas vezes superior ao seu valor de mercado, que desabou, e está sendo paga por meio de um bilionário programa de “desenvestimento” – outro sinônimo petista para venda de ativos.

A privataria petralha está, portanto, em franca, célere e tresloucada evolução.

Informa a Folha de S.Paulo:

O governo federal planeja vender fatias da participação que a Infraero tem nos aeroportos concedidos à iniciativa privada, como parte de um esforço para salvar a estatal, cujo prejuízo em 2015 chegará a R$ 450 milhões.

Segundo o ministro Eliseu Padilha (Secretaria de Aviação Civil), a intenção é vender algo perto de 10% dos aeroportos de Guarulhos, Brasília, Confins, Galeão e Viracopos (Campinas). A Infraero tem 49% em cada um.

A concessão fez a estatal perder os seus aeroportos mais rentáveis; assim, como consequência da perda de receitas, a empresa passou de lucrativa a deficitária.

“Estamos com estudo concluído pelo Banco do Brasil, o ministro Nelson Barbosa [Planejamento] já aprovou. É perfeitamente viável”, diz Padilha. A proposta ainda será levada para análise de Dilma.

A intenção é que as vendas de participação ocorram a partir do ano que vem. O Orçamento para 2016 já contemplará as receitas resultantes do negócio, disse o ministro.

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Cantei a bola: Dilma suspende nomeção de Bernardo para comandar Itaipu

aaCantei a bola há dois dias. Pois era óbvio que Paulo Bernardo não pode assumir Itaipu depois da suspeita de que foi beneficiado, assim como a companheira conjugal Gleisi Hoffmann, com dinheiro proveniente de empresa contratada sem licitação pelo Ministério do Planejamento quando ele o comandava.

A presidente Dilma Rousseff suspendeu a nomeação do ex-ministro Paulo Bernardo para a direção-geral brasileira de Itaipu Binacional. Segundo assessores presidenciais, a nomeação estava pronta na Casa Civil desde a semana passada, mas Dilma mandou segurar a indicação após o ex-ministro aparecer citado na Operação Lava Jato em um esquema de corrupção investigado no Ministério do Planejamento.

Auxiliares de Dilma já comunicaram ministros e dirigentes petistas sobre a decisão. A presidente quer esperar os desdobramentos das investigações da Lava Jato antes de confirmar o petista à frente de Itaipu.

Paulo Bernardo foi ministro do Planejamento do governo Lula e de ocupou a pasta das Comunicações no primeiro governo Dilma. Ele é casado com a senadora e ex-ministra da Casa Civil Gleisi Hoffmann (PT-PR), investigada na Lava Jato.

Nesta segunda-feira (24), o juiz federal Sergio Moro, do Paraná, enviou despacho ao STF (Supremo Tribunal Federal) afirmando que as investigações da Lava Jato identificaram “indícios de que a senadora Gleisi Hoffmann (PT-PR) seria beneficiária de valores de possível natureza criminosa”, recebendo “pagamentos sem causa”.

De acordo com o documento, Gleisi teria se beneficiado do chamado “Fundo Consist”, empresa que teria atuado no desvio de recursos de empréstimos consignados do Ministério do Planejamento – que, à época, era comandado pelo seu marido, Paulo Bernardo.

Pelo menos R$ 50 mil desse fundo em pagamentos do esquema teriam sido repassados também em favor da congressista e de pessoas ligadas a ela, além do ex-ministro. (Folhapress/Gazeta do Povo)

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Era uma vez Itaipu, Paulo Bernardo

A denúncia do juiz Sérgio Moro ao STF de que Paulo Bernardo e sua companheira conjugal Gleisi Hoffmann receberam, por meio de um escritório de advocacia de Curitiba, dinheiro desviado do Ministério do Planejamento, quando ele chefiava a pasta, fecham para ele as turbinas, o canal estravasor, as comportas, o lago, o fabuloso salário em dólares – tudo o que se refere a Itaipu.

O Globo informou há pouco mais de uma semana que o decreto que nomeava Bernardo para assumir a direção brasileira da hidrelétrica, da qual Gleisi foi diretora financeira antes de iniciar sua melancólica carreira de senadora, havia sido assinado por Dilma e estava na fila de publicação do Diário Oficial.

Deu curto-circuito. Ou melhor, um apagão. As chances secaram!

Paulo Bernardo continuará, por muito tempo, integrando o contingente, que cresce dia a dia, dos desempregados brasileiros…

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Gleisi e Bernardo se afundam de vez na Lava Jato

Juiz Sérgio Moro encaminha ao STF denúncia de que a senadora e ex-ministro teriam sido beneficiados com dinheiro desviado do Ministério do Planejamento.

Informa o Estadão:

O juiz federal Sérgio Moro, que conduz as ações da Operação Lava Jato, enviou nesta terça-feira, 25, ao Supremo Tribunal Federal (STF) documentos que podem indicar repasses ilícitos para a senadora Gleisi Hoffmann (PT-PR), ex-ministra do Governo Dilma Rousseff (Casa Civil). Ela teria sido beneficiária de parte de valores que transitaram pelo ‘Fundo Consist’ – empresa envolvida em desvios de empréstimos consignados no âmbito do Ministério do Planejamento. O dinheiro teria sido usado para cobrir também despesas pessoais da senadora.

“Havendo indícios de que autoridade com foro privilegiado seria beneficiária de pagamentos sem causa, é o caso de acolher o requerimento da autoridade policial e do Ministério Público Federal e remeter o feito para o Supremo Tribunal Federal”, decidiu Moro.

Gleisi detém foro privilegiado perante o Supremo e já é alvo de investigação da Procuradoria-Geral da República pelo suposto recebimento de R$ 1 milhão do esquema Lava Jato na campanha de 2010.
repasse-escritorio

A Consist foi escolhida para prestar serviços de informática no âmbito do acordo técnico entre o Ministério do Planejamento e a Associação Brasileira de Bancos (ABBC) e o Sindicato das Entidades Abertas de Previdência Privada (SINAPP) para gestão de margem consignável em folha de pagamento dos servidores públicos federais.

A suspeita sobre Gleisi surgiu a partir da análise de documentos apreendidos no escritório de advocacia Guilherme Gonçalves, estabelecido em Curitiba, base da senadora, no último dia 13 de agosto. Na ocasião, foi deflagrada a Operação Pixuleco II, desdobramento da Lava Jato.

“Na busca e apreensão realizada no escritório de advocacia de Guilherme Gonçalves, foram colhidos documentos que indicam que os valores recebidos da Consist teriam sido em parte utilizados para efetuar pagamentos em favor da Senadora Gleisi Hoffmann”, apontou o juiz Sérgio Moro no despacho ao Supremo.

“Assim, por exemplo, planilha de fevereiro de 2015 apreendida no escritório de Guilherme Gonçalves revela que, do assim denominado “Fundo Consist”, com crédito de R$ 50.078,00, foram efetuados diversos lançamentos de débitos em favor da senadora e de pessoas a ela ligadas”, destaca o juiz.

A Pixuleco II pegou Alexandre Romano, o Chambinho, ex-vereador do PT. Ele está preso preventivamente. A Polícia Federal suspeita que ele distribuiu propinas para o PT e políticos do partido.

A investigação cita Zeno Minuzzo, que de acordo com a PF foi secretário de finanças do Diretório Estadual do PT do Paraná, e para Hernany Bruno Mascarenhas, apontado como motorista da senadora.

A Polícia Federal encontrou uma planilha intitulada ‘débito de R$ 1.344,51′, que seria a título de pagamento de multa relacionada à senadora. Além disso, a PF identificou débitos relacionados a Zeno Minuzzo e Hernany Bruno Mascarenhas. “Em um dos lançamentos de débito junto ao nome de Hernany, consta a anotação “salário motorista – cheque 828″, enquanto no outro, “Diversos PT, PB, Gleisi”

“Em outro documento apreendido, constam indícios de que o referido Hernany era remunerado pelo “Fundo Consist” administrado por Guilherme Gonçalves desde pelo menos outubro de 2011″, informa o juiz Sérgio Moro.

Paulo Bernardo. O magistrado cita ainda outro documento do qual consta uma anotação de que, do pagamento de R$ 50 mil de honorários pela Consist a Guilherme em 29 de setembro de 2011, ele teria acertado com o ex-ministro Paulo Bernardo, marido de Gleisi Hoffmann, que ficaria com todo o montante.

“Referente à diferença de R$ 35.700 que foi retirados [sic] dos honorários de setembro/2011 dos R$ 60 mil. O Guilherme acertou com o Paulo Bernardo que ficaria com honorários no valor de R$ 50 mil. R$ 35.700 entrou direto da Consist e o restante R$ 14.300 foi transferido do fundo para a c/c 2 do Guilherme”, diz a anotação no documento apreendido.

Para a PF, esta anotação revela que Guilherme precisaria ‘da concordância de terceiro para ficar com os honorários pagos pela Consist’, o que indicaria que os valores não se tratavam de fato de honorários.

Leia mais em
http://politica.estadao.com.br/blogs/fausto-macedo/lava-jato-ve-pagamentos-sem-causa-a-gleisi/

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