Mês: setembro 2015



Procura-se um adversário para Kireeff. Com urgência

O prefeito de Londrina, Alexandre Kireeff, garante, desde que tomou posse, em janeiro de 2013, que não disputará a eleição.

Proprietário rural e empresário, chegou à política depois de presidir a Sociedade Rural do Paraná. Perdeu uma eleição para deputado federal e se elegeu prefeito após uma campanha despojada, na qual começou na rabeira avançando pouco a pouco sobre o favorito, o vereador Marcelo Belinati (PP). Marcelo era apoiado por uma hipertrofiada coligação de partidos, pelo governador Beto Richa (PSDB) – então com a popularidade em alta – e pelo tio, o ex-prefeito Antonio Belinati, que, apesar dos pesares, detém uma sólida base eleitoral. Kireeff saiu pelo quase nanico PSD, e nada mais.

Prometia uma gestão técnica, sem politicagens e demagogia e, acima de tudo, sem corrupção.

Cumpriu a promessa. E isto explica sua popularidade (o último levantamento, feito há meses, indicou que 56% dos londrinenses aprovavam sua gestão, ao mesmo tempo em que reprovavam estrondosamente Richa e a [email protected] Dilma).

Kireeff herdou do Ilibado e Sincero Homero Barbosa Neto (*) – cassado em agosto de 2012 – uma administração combalida moral e financeiramente, e a reergueu nesses dois quesitos. Passou ao largo de qualquer escândalo e fechou o ano passado com um confortável superávit.

Faz o dever de casa, uma administração arroz com feijão, sem arroubos, sem confrontos com a sociedade – prática usual do antecessor -, mas correta e esforçada (o que não é sinônimo de perfeição). Dispõe de dois trunfos nas mangas, além dos mencionados: a instalação de um corredor rápido para ônibus, para o qual dispõe de projeto e verba aprovada pela Caixa Econômica (se o governo federal vai cumprir o acordo, é outra coisa…). E disputa com o governo do Estado a duplicação da PR-445 até Mauá da Serra (primeiro trecho da rodovia que liga o município a Curitiba), antiga e necessária reivindicação dos londrinenses. A disputa é intricada e complexa, mas, seja qual for seu desdobramento, contribui para a popularidade de Kireeff. Se não der certo, alegará que pelo menos tentou…

Apesar disso, continua garantindo: não disputará a reeleição.

Como não acreditam nessa garantia, os partidos buscam freneticamente um nome com chance de confrontar Kireeff e, no caso de ele, na 25ª hora, resolver mesmo ficar fora do páreo, tomar seu lugar.

A segunda possibilidade está fora de questão no momento, pois manter o suspense sobre suas intenções e indicar um caminho oposto ao que se pretende seguir é a arte mais elementar dos políticos, mesmo daqueles que, como Kireeff, agem como se não o fossem.

Encerra-se em 6 de março o prazo para filiação partidária ou mudança de partido de quem pretende disputar as eleições do ano que vem (*).

Encontrar um adversário à altura de Kireeff é a tarefa mais inglória – e premente – a que os partidos estão se dedicando neste momento.

Interessados, apressem-se.

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Dilma cai na armadilha que montou para o PMDB

Em sua primeira atividade após voltar dos EUA – onde sua sabedoria voltou a resplandecer na sede da ONU -, a cada vez menos [email protected] Dilma Rousseff reuniu-se com o vice Michel Temer para adoçar sua boca e a de seus pares, prometendo aumentar de seis para sete as pastas que prometera ao PMDB. A Saúde, em poder do PT, ocupa o topo da lista de ministérios que o PMDB abocanhará.

O aumento – e em densidade, volume e quantidade jamais vistos – da presença do PMDB foi orientada por Lula para frear a mobilização pelo impeachment e, de sobra, manter os vetos de Dilma à pauta-bomba aprovada pelo Congresso.

A maior participação do PMDB no governo – principal movimento da anunciada “reforma ministerial” que não reformará nada – era para ter sido oficializada na semana passada e foi decisiva para o Congresso manter 26 dos 32 vetos de Dilma. Espertamente, a bancada do PMDB se retirou do plenário antes da votação sobre os vetos decisivos – o mais importante deles o reajuste salarial dos servidores do Judiciário. E então Dilma viajou para os EUA, deixando os peemedebistas a ver navios.

Terminada a reunião com Temer, Dilma deixou vazar que a “reforma” somente será consumada na quinta, após a votação decisiva dos vetos, marcada para amanhã. E então Eduardo Picciani, líder do PMDB e braço direito do presidente da Câmara, respondeu, na lata: os vetos só serão levados a plenário depois que Dilma cumprir o que prometeu.
Impasse criado. Ou chantagem de ambas as partes?

Quem cederá primeiro?

O verbo tem de ser usado no passado. A cada vez menos [email protected] sentiu que caíra na armadilha que ela mesmo criara e tomou a iniciativa de sinalizar com clareza suas intenções em relação ao PMDB: demitiu o ministro da Saúde, Arthur Chioro.

Fiel ao seu estilo gentil de ser, Dilma demitiu o companheiro por telefone.

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Dilma e a meta dos 43%. Essa é das boas!

Ao promover o maior despudorado espetáculo de mentiras da face da Terra em suas duas campanhas, principalmente na última, Dilma não se preocupou em ser cobrada caso vencesse.

Venceu. Foi desmascarada pelos fatos. Caiu no abismo da popularidade.

Na ONU, ela prometeu reduzir 43% da emissão de gases até 2030.

Há três observações a fazer.

A primeira: porque Dilma não deixou a meta em aberto para dobrá-la quando a atingir?

Segunda: se não se preocupou quando candidata com o dia seguinte, que preocupação terá com 2030, quando não estará mais no governo, quiçá tampouco neste vale de lágrimas e na lembrança coletiva?

Terceira: De qualquer forma, esta talvez seja a única promessa que ela consiga cumprir. A redução da atividade industrial, o racionamento do uso de carros por causa do preço da gasolina (está se tornando mania em São Paulo) e a menor produção de gás metano pelos humanos em decorrência da dieta forçada pela alta dos preços podem, de fato, levar a essa economia.

E dar a Dilma, em vida ou pós morte, o título de a chefe de Estado patrona do meio ambiente.

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PT quer Dilma na presidência, mas cassa seu mandato na tevê

“Uma pergunta para todos os brasileiros: os políticos que querem desestabilizar o governo estão pensando no bem do País ou em si mesmos? Estão interessados em beneficiar a população ou só querem tirar proveito da crise?”.

Esta pergunta será feita num dos comerciais que o PT – o partido dos fariseus dos tempos modernos, pois pregam uma coisa e praticam outra – veiculará nesta terça-feira no rádio e na tevê para se contrapor à onda crescente pelo impeachment de Dilma.

Reformulo a questão, adaptando-a à realidade em vez de direcioná-la a uma hipótese: “Uma pergunta para todos os brasileiros: os petistas que querem se manter no governo, apesar de toda a desestabilização política, retrocesso econômico e corrupção que promoveram, estão pensando no bem do País ou em si mesmos? Estão interessados em beneficiar a população ou só querem manter as mamatas que o poder, exercido sem escrúpulos, lhes proporciona?”.

E aponto a ironia desses comerciais: a ausência de Dilma. O PT quer mantê-la na presidência, mas cassa seu mandato na tevê…

KKKKKKKKKKKK.

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Melhor seria se Dilma tivesse ficado calada na ONU

Os discursos dos chefes de Estado na ONU são utilizados para marcar presença e do país que representam no cenário internacional. Desde a posse de Lula, no entanto, são usados por ele e sua sucessora como instrumento de propaganda oficial. E com o mesmo despudor, desfaçatez e distância da realidade que caracterizam tanto a propaganda de governo quanto a do partido a que pertencem.

No discurso em que abriu hoje a Assembleia Geral da ONU, Dilma atribuiu a crise econômica brasileira à “lenta recuperação da economia mundial e o fim do superciclo das commodities”, mas garantiu o ajuste fiscal e a contenção de gastos decididos por ela permitirão “superar as dificuldades atuais e avançar na trilha do desenvolvimento”. Afinal, “a economia brasileira é mais forte, sólida e resiliente do que há alguns anos”.

Três mentiras em série, pois:

1) a crise pela qual passamos é consequência das desastrosas medidas econômicas que ela herdou de Lula e aprofundou em seu primeiro mandato;

2) o ajuste (leia-se impostaço e tarifaço) ampliou a recessão, e por ora não houve corte de gastos – a gigantesca máquina pública continua intocada – e sim de investimentos; e

3) a economia está muito mais fraca do que “há alguns anos”, já que os dois únicos períodos históricos que os petistas concebem é o antes e o depois da tomada de poder. Dilma se refere, portanto, ao governo FHC, herdeiro, por sua vez, do Real e outras iniciativas adotadas no governo Itamar Franco, do qual foi ministro da Fazenda. O legado de FHC, sim, era “forte, sólido e “resiliente” (capaz de superar obstáculos), poios permitiu o mais longo e estável período de crescimento econômico e estabilidade da moeda. Legado que ela e Lula arrasaram.

Para completar, Dilma veio com essa meia verdade: “O governo e a sociedade brasileira não toleram e não tolerarão a corrupção”. De fato, tanto a sociedade brasileira não tolera a corrupção que se insurgiu contra o governo dela e o seu partido, o PT, que promoveram o maior saque de empresas públicas de que se tem notícia em nossa história.

Que falta faz alguém que se dirija a Dilma, numa ocasião solene como essa, com a mesma propriedade do rei Juan Carlos ao se enfastiar com a cantilena de Hugo Chavez: “Por que non te callas?”

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Pronatec não serve para nada. Quem afirma é o Ministério da Fazenda

Um dos momentos mais acabrunhantes da campanha eleitoral passada foi o conselho dado pela (cada vez menos) [email protected] Dilma à economista Maria Elizabete Costa Timbó para que ela cursasse o Pronatec para, assim, apressar sua reinserção no mercado de trabalho.

O conselho foi dado durante debate na tevê com o adversário Aécio Neves,

O Pronatec, criado por Dilma e apresentado como uma varinha mágica para a obtenção de vagas rentáveis no mercado de trabalho, é um curso técnico de nível secundário. Dilma, portanto, humilhou a economista e demonstrou não conhecer o objetivo do programa que criou.

Naquele ano, Dilma prometeu 12 milhões de vagas do Pronatec caso se reelegesse. Como as demais promessas de campanha, essa se caracterizou como mais um ato de estelionato pós-eleiltoral, pois no segundo mandato de Dilma será oferecida metade dessas vagas.

Não bastasse isso, o resultado prático do Pronatec é nulo. Foi o que revelou ontem o secretário-adjunto de Política Econômica do Ministério da Fazenda, Fernando Barbosa Filho. A Pasta pesquisou o que acontecera com 160 mil alunos do programa, nos dois primeiros anos de funcionamento, e constatou que demoraram tanto tempo quanto quem não fez o curso para obter uma vaga de trabalho e ganham o mesmo que esses.

A informação foi divulgada à revelia dos ministérios da Educação e Desenvolvimento Social.

Confira no Estadão
http://educacao.estadao.com.br/noticias/geral,pronatec-causa-saia-justa-entre-ministerios,1768614

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O narizinho da Gleisi agradece

aaCada cabeça, uma sentença – e a do STF, dada ontem, é questionável embora irrecorrível: todo caso que não esteja diretamente relacionado com os desvios na Petrobras sairão da jurisdição do juiz federal Sérgio Moro e, se envolver políticos, outros ministros da 1ª Turma, que não Teori Zavascki, deverão analisá-la.

E com isso a senadora petista Gleisi Hoffmann pôde dormir aliviada esta noite: escapou não só do rigoroso e eficiente juiz do Paraná como terá como responsável por analisar a acusação de que se beneficiou de dinheiro desviado do Ministério do Planejamento… o companheiraço Dias Tóffoli!

Ah, como essa notícia fará bem ao seu ultimamente maltratado narizinho, cuidadosamente esculpido por um bisturi eficiente!

(Os desvios, proporcionados por um contrato fraudulento, ocorreram quando seu companheiro conjugal, Paulo Bernardo, era o ministro do Planejamento.)

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Ministros do STF se revelam: “Somos oito contra Moro”

O Gaeco, grupo de combate ao crime organizado e formado pelo MP e Polícia Civil, conseguiu, após mobilização popular, que o Tribunal de Justiça do Paraná designasse o mesmo juiz para cuidar de dois casos de corrupção pública – Publicanos e Voldemort.

O primeiro investiga (já denunciou mais de 100 pessoas, entre fiscais, contadores e empresários) um esquema de propina montado há mais de vinte anos na Receita Estadual.

E o segundo, a suspeita de fraude em licitação que permitiu a contratação de uma oficia mecânica para dar manutenção a viaturas do governo estadual. A oficina pertence, segundo o Gaeco, a um parente do governador tucano Beto Richa, Luiz Abi Antoun.

Como Abi foi apontado como “coordenador político” ou algo parecido dos fiscais acusados de corrupção, o Gaeco julgou conveniente unificar os dois casos. E o TJ acatou.

A decisão, portanto, opõe-se frontalmente à tomada ontem pelo STF, que desmembrou as investigações da Lava Jato – e tirou a exclusividade do juiz Sergio Moro de conduzir os processos – em situações que não se relacionem diretamente com os desvios da Petrobras.

A decisão do STF é questionável, já que o butim promovido pelo PT e seus cúmplices na Petrobras foi descoberto quando se investigava uma quadrilha de doleiros, especialistas em lavagem de dinheiro. A denúncia partiu de um empresário que se sentiu lesado comercialmente por José Janene, a quem se associara.

Outros casos vieram de roldão, como os desvios na Eletrobras e Eletronuclear e também a contratação irregular de uma empresa pelo Ministério do Planejamento, então sob a chefia de Paulo Bernardo. Essa empresa abasteceu um propinoduto que acabou pingando (foram descobertos míseros R$ 50 mil) na horta da companheira conjugal do ministro, a senadora petista Gleisi Hoffmann – que escapou da jurisdição de Moro

Para motivar o TJ a unificar os processos, foi criado em Londrina, epoicentro das duas operações, o grupo “Vai, Gaeco”. Que seria muito bem-vindo em possível mobilização pelo “Fica, Moro” não fosse seu servilismo ao PT e aliados…

O STF contrariou decisão de um tribunal inferior – e daí? – e revelou que seus membros não aderiram à campanha “Somos todos Sérgio Moro”. O placar foi de 8 a 2. Então, eis o lema do STF: “Somos dois Sérgio Moro”. Ou: “Somos oito contra Moro”..

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Vargas, o “Bocão”, é condenado a 14 anos de prisão

O juiz Sergio condenou a 14 anos e quatro meses de prisão o ex-vice-presidente da Câmara dos Deputados André Vargas. Vargas, a quem o juiz atribuiu “personalidade permeável ao crime”, é o primeiro político processado pela Lava Jato a ser condenado.

Junto com ele foram condenados o publicitário Ricardo Hoffmann – a 12 anos e dez meses – e o irmão do ex-deputado, Leon Denis Vargas Ilário, a 11 anos e quaro meses.

O juiz os considerou culpados dos crimes de corrupção e lavagem de dinheiro advindos de repasses de empresas de publicidades que prestavam serviços para a Caixa Econômica. A investigação comprovou que Vargas recebeu R$ 1,1 milhão em propinas.

Vargas desfiliou-se do PT depois que veio a público suas relações comerciais com o doleiro Alberto Youssef. Filiado ao partido desde a década de 90, em Londrina, foi vereador nessa cidade, deputado estadual e federal. Presidiu o PT no Paraná e foi secretário nacional de Comunicação do partido. Estava no segundo mandato quando foi cassado.

Nessa legislatura, assumiu a vice-presidência da Câmara, com direito até a assesor-cabide – uma espécie de mordomo encarregado de transportar seu paletó do saguão do aeroporto ao avião do governo que o transportaria de Londrina a Brasília. Presidia a sessão conjunta do Congresso na abertura do ano legislativo de 2014 quando, ao lado do presidente do STF Joaquim Barbosa, considerado pelos petistas o algoz dos mensaleiros, ergueu o braço esquerdo com o punho fechado. Reproduziu, assim, o gesto de José Dirceu e José Genoino ao se entregarem à Polícia Militar depois de o STF ter decretado a prisão deles pelo crime do mensalão. O gesto se transformou no símbolo de insubordinação do partido à condenação de seus companheiros, que a consideram resultado de um “tribunal de exceção”.

O gesto foi lembrado pelo juiz Moro em sua sentença, segundo quem, enquanto protestava contra a condenação dos mensaleiros, Vargas recebia propina desviada da Caixa. Disse o juiz: “(…) o gesto de protesto não passa de hipocrisia e mostra-se retrospectivamente revelador de uma personalidade não só permeável ao crime, mas também desrespeitosa às instituições da Justiça. “

Vargas ganhou o apelido de “Bocão” ao presidir, em 2003, a CPI dos Pedágios do Paraná, concluindo pela legalidade dos contratos e respeito das concessionárias às suas cláusulas.

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Estados perdem receita e repasses da União

ab.Paraná, no entanto, aumentou a receita por causa do “pacotaço” do ano passado

Em meio à crise econômica, os 27 governadores do país atravessaram o primeiro semestre deste ano com R$ 11,8 bilhões a menos em caixa, em comparação com o mesmo período de 2014. Para agravar a situação, a União diminiu a transferência obrigatória aos estados. A informação é da Folha de S.Paulo.

Dezenove dos 26 Estados e o DF tiveram redução na receita tributária na primeira metade de 2015. O Paraná, governado pelo tucano Beto Richa (foto), vai na contramão, registrando aumento de receita tributária por causa do “tarifaço” imposto no final do ano passado e do ajuste fiscal adotado neste.

A receita de impostos e taxas dos estados passou de R$ 220,2 bilhões de janeiro a junho de 2014, em valores corrigidos, para R$ 208,4 bilhões agora.

Como as despesas se mantêm em alta, os estados têm recorrido a alternativas. Governadores aderiram à ideia da presidente Dilma Rousseff de recriar a CPMF, anunciada há uma semana, para reivindicar que parte dos novos recursos vá para os Estados.

Já há articulação para aumento de tributos em Assembleias de MG, SE, MS, RS e TO. Na maioria dos casos, a ideia é ampliar a alíquota do ICMS de certos produtos.

Há outras alternativas menos tradicionais. Rio e Minas recorreram aos depósitos judiciais (quantias de terceiros bloqueadas em disputas na Justiça), e Goiás contratou um banco para emitir títulos de dívida, que vão render R$ 200 milhões extras neste ano.

Transferências da União
A queda nas receitas também atinge as transferências da União, em baixa em 23 Estados, comprometendo principalmente o caixa dos estados mais pobres, mais dependentes de verbas federais.

A falta de recursos forçou a redução nos investimentos, que caíram por todo o Brasil, exceto na Bahia. Governadores tentam compensar a situação buscando parcerias –c aso de Minas Gerais, que decidiu não investir recursos próprios em novas obras e vai fazer uma parceria público-privada para a manutenção das rodovias.

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