Dilma e a meta dos 43%. Essa é das boas!

Ao promover o maior despudorado espetáculo de mentiras da face da Terra em suas duas campanhas, principalmente na última, Dilma não se preocupou em ser cobrada caso vencesse.

Venceu. Foi desmascarada pelos fatos. Caiu no abismo da popularidade.

Na ONU, ela prometeu reduzir 43% da emissão de gases até 2030.

Há três observações a fazer.

A primeira: porque Dilma não deixou a meta em aberto para dobrá-la quando a atingir?

Segunda: se não se preocupou quando candidata com o dia seguinte, que preocupação terá com 2030, quando não estará mais no governo, quiçá tampouco neste vale de lágrimas e na lembrança coletiva?

Terceira: De qualquer forma, esta talvez seja a única promessa que ela consiga cumprir. A redução da atividade industrial, o racionamento do uso de carros por causa do preço da gasolina (está se tornando mania em São Paulo) e a menor produção de gás metano pelos humanos em decorrência da dieta forçada pela alta dos preços podem, de fato, levar a essa economia.

E dar a Dilma, em vida ou pós morte, o título de a chefe de Estado patrona do meio ambiente.

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