Mês: novembro 2015



O pixuleco era para Lulinha ou para o papai?

A esta altura do campeonato, a pergunta é inevitável: os R$ 2,5 milhões que a Marcondes & Mautoni pagou para a LFT, merreca de empresa de Luís Claudio Lula da Silva – que não tem sequer um funcionário! –, foi para ele ou para o papai?

Recordemos: a Marcondes & Mautoni liberou esse dinheiro em parcelas após a entrada em vigor de uma medida provisória, assinada por Lula, que prorrogava o prazo das isenções fiscais e ampliava seu alcance. A Marcondes é uma consultoria que trabalha única e exclusivamente para empresas automotivas.

A Polícia Federal indiciou 19 pessoas por participarem do (suposto) esquema que obteve, via pagamento de propina, a renovação da MP. Lulinha e o proprietário da consultoria, Mauro Marcondes (que está preso), não conseguiram demonstrar a prestação de serviço, rotulado como “marketing esportivo”. O advogado de Lulinha encaminhou, depois do interrogatório do menino prodígio, relatório de atividades que, segundo os policiais, foi copiado da Wikipédia…

Fica, assim, caracterizada a falta de contrapartida de Lulinha a um pagamento tão vultoso. E que o dinheiro que ele recebeu foi propina.

Voltemos à pergunta inicial: a propina era para ele ou para o papai? Se era para ele, tinha o objetivo de recompensar o papai, que, se nada sabia da conspiração para a compra da medida provisória (tadinho, sempre o traem!), ficou sabendo por intermédio do filho. Não há filho que consiga esconder do pai tamanha soma de dinheiro, mesmo sendo um pai tão “desligado” das trapaças de seu entorno como Lula, que por sinal, é o patriarca de uma família que enriqueceu, e muito, após sua chegada à presidência. Que o diga Fábio, o ex-tratador de animais de zoologico que virou milionário.

Mas se não fosse para papai saber, por que o lobista pagaria Lulinha? Mera forma de gratidão e condicionada a não ser revelada ao papaii?

Era para o papai saber – e esta é a hipótese mais branda, embora de extrema gravidade. Se Lula soube do pixuleco ao filho e não o denunciou à Justiça é tão criminoso quanto ele.

A hipótese mais dura – e lógica – é que o pagamento se destinava a Lula, e como não haveria como comprová-lo por meio de “palestras”, já que a Marcondes & Mautoni é uma empresa de consultoria com quadro de servidores limitado, optou-se por utilizar nota fiscal da LFT de Lulinha.

Triste conclusão desta história: Lula não apenas institucionalizou, como presidente da República, a corrupção no governo e em seu partido, destinatário de pixulecos de prestadoras de serviços do governo e estatais. Ela a institucionalizou em sua própria família.

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Que Delcídio sucumba à tentação

O PT foi nocauteado com a prisão de Delcídio do Amaral – primeiro caso na história de um senador no exercício do mandato ser mandado ao xilindró – e está zonzo até agora. A tonteira contaminou o presidente Lula e sua criatura Dilma.

A primeira reação do partido, por meio de sua tropa de choque na internet – a Pestapo – foi lembrar a passagem de Delcídio pelo PSDB antes de se filiar ao PT e, assim, associá-lo aos tucanos. Blogs financiados pelo PT por vias transversas, como estatais e sindicatos, tentaram colar a imagem dele à do senador tucano José Serra por serem “amigos”. Ao mesmo tempo, na outra ponta, o banqueiro André Esteves, envolvido no mesmo caso – tentativa de suborno do ex-diretor da Petrobras Nestor Cerveró –, era associado a outro tucano, Aécio Neves. Aécio teve a hospedagem de lua de mel no Waldorf Astoria, de Nova Iorque, paga pelo banqueiro.

Portanto, segundo esses blogueiros, o crime de Delcídio e de Esteves, comprovado em gravação incontestável, era outro: o DNA e/ou a proximidade com os tucanos, de onde adviria todo o mal atribuído a eles! Parêntese: Esteves bancou três viagens de Lula ao exterior, uma delas a Londres, em abril de 2013.

O PT, em nota oficial, disse que não poderia se solidarizar com Delcídio porque o crime que lhe é imputado não tem a ver com suas “atividades partidárias”. O partido cogitou expulsá-lo, medida que não adotou em relação aos mensaleiros (com exceção de Delúbio, finalmente reintegrado) e aos prisioneiros da Lava Jato, João Vaccari e José Dirceu. Mas o regimento só prevê a expulsão em caso de condenação transitada em julgado. Delcídio deve ser suspenso. Os mensaleiros, mais Vaccari e Dirceu continuam a ser tratados como “guerreiros do povo brasileiro”, como atesta o recente congresso da juventude petista.
O mais grave dos erros foi cometido por Lula. O chefão recriminou Delcídio pela “grande burrada”, pois “experiente que é”, deixou-se gravar pelo filho de Cerveró, Bernardo. Portanto, para o chefão do PT, o erro de Delcídio não foi praticar um crime, mas deixar-se flagrar.

E o Planalto, por sua vez, mantém constrangido silêncio oficial sobre a prisão de seu líder no Senado, mas deixou vazar que está “preparado” para tudo, inclusive para eventuais “mentiras” que o senador possa dizer em seus depoimentos. A primeira “mentira”: que Dilma conhecia Cerveró antes de indicá-lo para a diretoria de Assuntos Internacionais da Petrobras, indicação feita após consultar Delcídio, que fora o superior dele quando diretor da estatal no governo FHC. Foi o que revelou o senador em seu primeiro depoimento à PF.

A estratégia do PT é ainda mais burra do que a burrice atribuída por Lula a Delcídio: execrou publicamente e abandonou às feras um companheiro ferido de morte. Delcídio caiu por conta própria do pedestal que construiu em sua carreira: perderá o mandato e, consequentemente a imunidade, ficando nas mãos do rigoroso juiz Sergio Moro, que comanda a Lava Jato. Só lhe resta tentar atenuar a pena. Livre dos vínculos com o PT, e magoado com os companheiros, Delcídio terá de fazer um esforço hercúleo para vencer a tentação da delação premiada.

Para o bem geral da Nação, que sucumba à tentação!

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O tucano que encontrou terreno fértil para o crime. No PT

O (agora ex) líder do governo no Senado Delcídio do Amaral tentou subornar, por intermédio do filho, o ex-diretor da Petrobras Nestor Cerveró para que não assinasse acordo de delação premiada com a força-tarefa da Operação Lava Jato.
Cerveró é detentor de segredos que podem abalar a República e, de lambuja, comprometer o senador.

O PT abandonou o senador, cujo crime está documentado. E tem feito o diabo para associá-lo aos tucanos. Como ponto de partida, lembrando que Delcídio era do PSDB antes de se filiar ao PT, o que ocorreu com a posse de Lula na presidência.

Delcídio foi diretor de Energia e Gás da Petrobras, durante dois anos, no governo FHC. Cerveró foi seu subordinado e, pelo que deixou entrever aos investigadores da Lava Jato, sabe coisas cabeludas sobre Delcídio.

Para o PT, portanto, o passado tucano de Delcídio é o atestado da índole criminosa que lhe é atribuída. O passado de Delcídio começa vir à tona, e, de fato, o cheiro que exala não é nada bom. Mas o PT – assim como em sua nota oficial de repúdio a Delcídio – erra ao enfatizar o passado do senador. Pois se ele era corrupto quando tucano, deixou o partido por vislumbrar no PT melhores possibilidades de negócios ilícitos.

Sua prisão confirma. E expõe, na descrição da ministra do STF Carmen Lúcia, a trajetória do PT: “(…) a sociedade] acreditou que uma esperança tinha vencido o medo. Na ação penal 470 [mensalão] vimos que o cinismo tinha vencido aquela esperança. Agora parece que o escárnio venceu o cinismo.”

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Fantasma de Celso Daniel assombra o ocaso do PT

celso daniel fantasmaLula, Dilma e o PT estão encurralados. Investigações de corrupção se embrenham com o caso Celso Daniel – que teve ontem decisão importante – e ameaçam encurtar (e tumultuar) o que lhes resta de sobrevida

A prisão ontem de José Carlos Bumlai, amigão de Lula, e hoje do petista Delcídio do Amaral, líder do governo no Senado, representa um duríssimo golpe a Lula e ao PT, que se debate em várias frentes para se manterem de pé, embora claudicantes e feridos de morte. O STF convocou reunião emergencial para decidir sobre novos pedidos da Polícia Federal. Assim, a Operação Lava Jato poderá ter em breve capítulos emocionantes.

A [email protected] Dilma está emparedada: a mobilização no Congresso pelo impeachment atenuou, mas continua latente – “mudou de data”, resumiu o governador Geraldo Alckmin. O Senado prepara o voto sobre a rejeição das contas do ano passado pelo TCU. O TSE a investiga por abuso de poder político e econômico para se reeleger. E O TCU apura a eventual responsabilidade dela pela compra de Pasadena – que, além de ruinosa, tinha a finalidade de gerar propina para diretores da Petrobras e agentes políticos (Delcídio Amaral entre eles).

A situação da economia piora dia a dia, comprometendo ainda mais a possibilidade de Dilma recuperar sua popularidade. Não há sinal de melhora na linha do horizonte.

Não bastasse isso, o fantasma de Celso Daniel volta a pairar sobre o corpo insepulto de Lula, Dilma e o PT. A Justiça condenou ontem empresários – entre eles Sérgio Gomes da Silva, o “Sombra”, acusado de ser o mandante da morte de Daniel – e um ex-vereador petista por corrupção. Eles formavam uma quadrilha que extorquia empresários de transporte.

A corrupção na Prefeitura de Santo André, primeiro município de porte administrado pelo PT, sempre negada pelo partido, foi o motivo que levou à morte de Daniel, segundo o Ministério Público. Parte da propina seria destinada ao PT. Quando Daniel quis pôr um fim na festança para preservar Lula, que se preparava para disputar a eleição da qual saiu vitorioso, “Sombra” ordenou sua morte. Confira

Um dos condenados é Ronan Maria Pinto, empresário do setor de transportes e comunicação. E daí? Daí que, ao tentar, sem êxito, acordo de delação premiada após ter sido condenado no processo do mensalão, o publicitário Marcos Valério afirmou que Ronan teria exigido R$ 6 milhões para se calar sobre a morte de Daniel e o esquema de corrupção montado em sua administração. O pagamento foi tabelado pelo doleiro Alberto Youssef (um contrato foi encontrado em seu escritório), tendo partido de um empréstimo feito pelo Banco Schain a… José Carlos Bumlai!

Lula, Dilma e o PT estão encurralados. E agora terão – mais vivo e aterrorizante do que nunca – o fantasma de Celso Daniel convulsionando seu trajeto para o túmulo.

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Fundos de pensão, outra mina de ouro do PT e PMDB

A CPI dos Fundos de Pensão trabalha com discrição e, apesar do boicote do PT às investigações, está chegando à conclusão – mais do que óbvia em tempos de mensalão e petróleo – que foram utilizados como fonte de recursos ilícitos do partido, seu aliado PMDB e seus líderes.

“O aparelhamento das instituições, o tráfico de influência e o direcionamento para negócios suspeitos de interesses políticos partidários” foram determinantes para o déficit de mais de R$ 20 bilhões na Previ, Funcef e Postalis – fundos cujos dirigentes foram indicados pelo PT. A afirmação, feita ao Estadão, é do presidente da CPI, deputado Efraim Filho (DEM-PB).

O quarto fundo investigado é o Postalis, controlado pelo PMDB, que está deficitário em quase R$ 6 bilhões. Adotou-se nele o mesmo comportamento que nos demais – investimentos mais que suspeitos e de retorno incerto (para o fundo, e certo para os intermediários…)

Segundo Efraim Filho, “não tiveram o menor pudor de esconder que o critério político foi preferencial para fazer a escolha dessas indicações. Parece que existia por parte do governo uma máquina de corrupção para financiar um projeto de poder”.

O presidente da comissão vê um elo nítido entre a corrupção nos fundos e o petróleo – o aporte bilionário na Sete Brasil, utilizada para barganhas políticas e negociatas vis. A Sete Brasil está em situação pré-falimentar. Os três fundos de pensão controlados pelo PT injetaram R$ 3 bilhões na empresa, criada para produzir sondas de exploração do pré-sal, de onde ainda não saiu petróleo mas jorrou propina em profusão para operadores do esquema – entre eles o ex-gerente da Petrobras Pedro Barusco -, os cofres do PT e o onipresente José Dirceu.

De acordo com Barusco, a Sete Brasil produziu US$ 240 milhões em propinas para operadores e agentes políticos. O PT teria embolsado US$ 4,5 milhões.

O vice-presidente da CPI, Paulo Teixeira, juro – com bom petista que é – que tudo não passa de invencionice do colega democrata. Se algum desvio houve, foi no Postalis…

Está no fim o prazo de 90 dias para a CPI concluir seus trabalhos. Efraim Filho quer prorrogá-lo. Para Teixeira, o prazo deve ser respeitado, e PT, saudações.

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A prudência de Moro em relação a Lula

O juiz federal Sergio Moro, que encabeça a Operação Lava Jato, teve praticamente todas as decisões mantidas pelos tribunais superiores. Isso porque age com cautela, fundamenta as denúncias com rigor e se pauta por profundo conhecimento de causa. É um especialista na Operação Mãos Limpas, que pôs fim, na década de 1990, à Primeira República Italiana – milhares foram presos, entre empresários e políticos (até ex-primeiros-ministros foram envolvidos).

A Mãos Limpas foi a maior operação da história contra a corrupção embrenhada no ambiente político.

O pecuarista José Roberto Bumlai, preso hoje, teve a prisão preventiva ordenada por Moro no dia 19. Bumlai é suspeito de intermediar negócios vultosos da Petrobras com o grupo Schain, tendo como agente oculto e beneficiário dos pixulecos o PT (entre outros, o que inclui o próprio Bumlai). Ele é amigo pessoal do ex-presidente Lula, a quem visitava no Palácio do Planalto sem firulas burocráticas. Sua foto e dados pessoais estavam fixados na portaria do palácio, com a advertência de que sua entrada deveria ser liberada. Bumlai é considerado gestor dos negócios milionários dos filhos do ex-presidente.

O envolvimento de Bumlai com as maracatuais envolvendo a Petrobras foi apontado pelo delator Fernando Baiano e pelos proprietários do grupo Schain. Empréstimo de R$ 12 milhões do banco pertencente ao grupo e contraído por Bumlai foi, na verdade, destinado ao PT, que recompensou o grupo, um nanico da exploração do petróleo, com um contrato de US$ 1,6 bilhão da Petrobras. É o que afirmam os proprietários do grupo.

A prisão de Bumlai leva, portanto, a espuma da Lava Jato ao círculo íntimo de Lula (que também está envolvido em outras investigações, igualmente cabeludas).

Na ordem de prisão de Bumlai, Moro foi taxativo ao afirmar: “Não há nenhuma prova de que o ex-Presidente da República estivesse de fato envolvido nesses ilícitos, mas o comportamento recorrente do investigado José Carlos Bumlai levanta o natural receio de que o mesmo nome seja de alguma maneira, mas indevidamente, invocado para obstruir ou para interferir na investigação ou na instrução”.

O juiz absolve Lula a priori, reforçando que “não há nenhuma prova” que envolva o ex-presidente nas ações atribuídas a Bumlai, que teria usado “indevidamente” o nome dele para obter vantagens pessoais e para o PT. Atenção: é sobre esse caso a que o juiz se refere. Apenas a esse.

A prudência, mais uma vez, se manifesta na afirmação do juiz. De fato, não há prova contra Lula, apenas a inferência – uLULantemente óbvia – de que o ex-presidente seria o mentor, ou ao menos avalista, das ações do amigão (“nem tão amigo assim”, como ressalvou, na maior cara de pau, o presidente do Instituto Lula, Paulo Okamotto).

Além de mentor ou avalista, Lula também seria beneficiário, já que, segundo Fernando Baiano, R$ 2 milhões foram entregues a Bumlai para cobrir “despesas pessoais” de uma nora de Lula – coincidentemente, a que é casada com Luís Cláudio, o menino prodígio que recebeu de uma empresa de consultoria R$ 2,4 milhões para promover “marketing esportivo” logo depois de o papai ter renovado uma medida provisória que atendia a interesses dos clientes dessa empresa…

“Devagar com o andor, que o santo é de barro”, diz o ditado. Para não derrubar o santo antes de leva-lo ao altar das leis – o tribunal -, Moro caminha sem pressa – mas com firmeza. Até agora, como afirmamos no início, não tropeçou nenhuma vez…

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Lava Jato prende líder do governo no Senado

O petista Delcídio do Amaral foi preso no hotel em que reside em Brasília. Nunca antes na história deste país um senador no exercício do mandato havia sido preso. É a perseguição universal ao PT!

O Supremo Tribunal Federal (STF) autorizou a Polícia Federal a deflagrar uma operação nesta quarta-feira, 25, que levou a prisão do senador Delcídio do Amaral (PT-MS), líder do governo no Senado, investigado pela Operação Lava Jato. O parlamentar teria sido flagrado na tentativa de prejudicar as investigações contra ele, em uma tentativa de destruir provas.

Também foram presos o banqueiro André Esteves, presidente do BTG Pactual, e Diogo Ferreira, chefe de gabinete do Delcidio do Amaral.

Esta é a primeira vez que um senador com mandato em exercício é preso. A PF também fez busca e apreensão no gabinete do petista, no Senado, em Brasília, e nos estados do Rio, de São Paulo e de Mato Grosso do Sul.

Delcídio do Amaral foi citado na delação do lobista Fernando Baiano, apontado pela Lava Jato como operador de propinas no esquema de corrupção instalado na Petrobrás entre 2004 e 2014. Fernando Baiano disse que Delcídio do Amaral teria recebido US$ 1,5 milhão em espécie na operação de compra da Refinaria de Pasadena, nos Estados Unidos. (Estadão)

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O cerco se fecha: PF prende amigo de Lula

aaA Polícia Federal deflagrou na manhã desta terça-feira, 24, a Operação Passe Livre, 21ª fase da Operação Lava Jato. As investigações desta etapa, segundo a PF, partem de apuração das circunstâncias de contratação de navio sonda pela Petrobrás com ‘concretos indícios de fraude no procedimento licitatório’. O empresário José Carlos Bumlai, amigo do ex-presidente Lula, foi preso em Brasília.

Segundo a PF, 140 policiais federais e 23 auditores fiscais cumprem 25 mandados de busca e apreensão, um mandado de prisão preventiva e 6 mandados de condução coercitiva – quando o investigado é levado para depor – nas cidades de São Paulo, Lins (SP), Piracicaba (SP), Rio de Janeiro, Campo Grande (MS), Dourados (MS) e Brasília.

“Segundo apurações, complexas medidas de engenharia financeira foram utilizadas pelos investigados com o objetivo de ocultar a real destinação dos valores indevidos pagos a agentes públicos e diretores da estatal”, informou a PF em nota. (Estadão)

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Macri sepulta 12 anos de kirchnerismo

aaO conservador Mauricio Macri foi eleito ontem presidente da Argentina. Com 60% dos votos apurados, havia uma tendência irreversível de vitória sobre o governista Daniel Scioli, admitida até por canais de TV kirchneristas. O empresário e prefeito de Buenos Aires vencia por 53,5% a 46,5%. Tão logo a votação em segundo turno para presidente foi encerrada, às 18 horas (19 horas em Brasília), militantes de Macri começaram a celebrar. Boca de urna divulgada pela coalizão que ele lidera, a Cambiemos, apontava vantagem de 10 pontos sobre Scioli. Buzinaços foram ouvidos em redutos macristas.

A vitória de Macri põe fim a 12 anos de reinado dos Kirchner, iniciado por Néstor em 2003 e concluído por sua viúva, Cristina, que entregará o poder em 10 de dezembro.

Os argentinos são felizes: tiveram de esperar 12 anos para dar fim a um governo corrupto, inepto, truculento e ditatorial. Enquanto isso, no Brasil, há 13 anos o petismo faz coisas muito piores que os Kirchner e…

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O verdadeiro negócio da China

afA China se dispõe a comprar do Brasil um milhão de jumentos por ano, o que geraria uma receita de 3 bilhões de dólares.

O verdadeiro negócio da China para o Brasil seria dar um bom desconto nesse valor – ou mesmo não cobrar nada – desde que, além dos jegues, os chineses levassem também uma anta. Desde que seja A ANTA!

Pois essa anta está causando um dos maiores prejuízos da nossa história, seja econômico, seja político.

O que, afinal, representa um milhão de jegues comparado aos mais de 100 bilhões de reais que o governo dessa anta causou de prejuízo ao país somente este ano?

(Que os sensíveis desculpem-me o coice, mas falei a verdade. Na linguagem dos jegues e principalmente dos tapires.)

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