Mês: dezembro 2015



2015, o espantoso ano do “pixuleco”

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Descalabro econômico; confirmação do estelionato eleitoral; desgovernança ampla geral e irrestrita; Dilma Rousseff cada vez mais deslumbrada com sua nulidade; Lula e os três porquinhos – Wagner, Edinho e Berzoini – assumindo de fato a presidência enquanto Dilma sofre processo de impeachment na Câmara; amigos do ex-presidente flagrados pela Lava Jato, que se aproxima dele cautelosa, mas resolutamente – Lula também está sob o foco de outras investigações da Polícia Federal e Ministério Público; seu filho, desta vez o caçula Luiz Claudio, investigado devido à suspeita de receber ou intermediar propina por uma medida provisória assinada pelo papai; os presidentes da Câmara e do Senado e senadores e deputados e ministros e ex-ministros envolvidos até o pescoço no PeTrolão; o STF interferindo flagrantemente em outro poder para dar sobrevida a um cadáver insepulto chamado Dilma; a catatonia da oposição que quase arrebatou o poder do PT um ano atrás e viu seu líder Aécio Neves transformar-se de gigante em anão; uma avalanche de mentiras, mentiras e mentiras…

2015, o ano do espanto, se despede. Ufa! Não deixará saudade, apenas o gosto amargo de traição, incompetência e arrogância dos atores políticos comandados pelo PT. E, tal como 2014, um ano que não acabará tão cedo. 2014 foi um ano péssimo. 2015, seu filhote, foi pior. O que será de 2016?

Resta, como consolo, a atuação da força-tarefa da Lava Jato liderada pelo juiz Sergio Moro e pelo promotor Deltan Dallagnol. E o despertar, mesmo que tardio, de uma Nação que lotou as ruas para expressar seu descontentamento e exigir que se dê fim, o quanto antes, ao estado ruinoso de coisas gerido pela organização criminosa disfarçada de partido político que se instalou no poder há 13 anos. O PT revelou-se o partido do “pixuleco”, gíria que inspirou os bonecos de Lula e Dilma em uniformes de presidiários para simbolizar a revolta popular em evolução.

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Dilma paga (finalmente!) as “pedaladas”. E daí?

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Numa clara manobra para tirar força do pedido de impeachment em tramitação na Câmara, a [email protected] Dilma ordenou que se pagassem as “pedalas fiscais” – empréstimos contraídos em instituições financeiras estatais à revelia da lei.

Ordem dada, ordem cumprida, mesmo que isso impacte fortemente na dívida pública.

Descontando o porém, Dilma não fez mais do que a obrigação. Mas que ela não venha a arrotar daqui em diante que, tendo pago as “pedalads”, o pedido de impeachement perdeu o objeto. Não foram, afinal, apenas as “pedaladas” usadas nas quais se baseram os juristas Hélio Bicudo e Miguel Reale Júnior. Entre outros crimes apontados pelos juristas, estão os decretos assinados por Dilma, no ano passado e neste, autorizando a abertura de crédito e realização de despesas sem submetê-los à avaliação do Congresso – o que viola a Constituição que ela jurou cumprir ao ser empossada e reempossada.

Sobre o pagamento das “pedaladas”, informa o Estadão:

BRASÍLIA – Apesar de a Lei de Diretrizes Orçamentárias (LDO) prever a possibilidade de abatimento na meta fiscal de 2015 de R$ 57 bilhões das “pedaladas” fiscais, o governo decidiu pagar um total de R$ 72,4 bilhões, que inclui todo o passivo em atraso até este ano, e abater da meta R$ 55,8 bilhões. Isso porque, de acordo com o secretário interino do Tesouro Nacional, Otávio Ladeira, esse é o valor devido até 31/12/2014, que é o período em que a legislação permite o abatimento.

De acordo com nota do Ministério da Fazenda, os outros R$ 16,6 bilhões restantes serão absorvidos pelo “espaço fiscal existente”, ou seja, entrará no resultado primário cuja meta para o ano é de um déficit de até R$ 51,8 bilhões.

“O pagamento de todas as obrigações neste exercício era medida necessária para fins de cumprimento da meta fiscal, uma vez que, a partir de determinação do TCU, houve mudança no momento em que se daria a apuração das estatísticas fiscais pelo Banco Central”, afirma a nota.

A pasta afirma ainda que todas as obrigações da União com Bancos Públicos e fundos serão imediatamente contabilizadas como despesas primárias e passarão a integrar as estatísticas fiscais.

Durante a entrevista coletiva, o secretário foi questionado sobre que valores dos R$ 72,4 bilhões pagos das pedaladas neste ano teriam sido destinados para o Bolsa Família, como disse a presidente Dilma Rousseff. Ladeira disse não saber responder.

O Tesouro lembra também que o pagamento das pedaladas impacta o resultado primário do ano e as dívidas bruta e líquida, por meio do impacto nas operações compromissadas do Banco Central. Além disso, a emissão direta de R$ 1,5 bilhão para o Banco do Brasil aumenta o estoque da dívida pública federal.

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Juiz autoriza férias para presos

O juiz Juliano Nanuncio – profissional sério, competente e dedicado – sucumbiu ao espírito natalino e autorizou que auditores fiscais em prisão domiciliar gozassem de imerecidas férias na praia, balneários termais ou pacatas cidades interioranas.

Nanuncio é o titular da 3ª Vara Criminal de Londrina e concentra os processos gerados pelas operações Públicano, que investiga a quadrilha de auditores, empresários, advogados e contadores que fraudava a Receita Estadual, e Voldemort, que denunciou fraude em licitação para reparos de carros oficiais por oficina de Cambé.

Entre os réus autorizados a se esparramarem nas areias do generoso litoral brasileiro estão Márcio de Albuquerque Lima, apontado como líder da quadrilha, e sua esposa, a também auditora Ana Paula Pelizari, ré no mesmo processo. O casal foi autorizado a veranear no Rio de Janeiro…

O promotor Renato de Lima Castro tenta reverter a decisão de Nanuncio no Tribunal de Justiça, baseando-se no princípio de que “preso não tira férias”.

Princípio, aliás, mais do que elementar.

Se a moda pega…

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Obrigado, Dilma, por esse Natal maravilhoso

aa“Em 2015 o Brasil vai bombar”, garantiu a [email protected] Dilma no início do ano passado em uma de suas contumazes tentativas de desmentir os fatos. E os fatos apontavam para a deterioração vertiginosa das contas públicas, aumento da inflação e do endividamento do país.

Pois não é que ela acertou a previsão?

O Brasil não apenas “bombou”, o Brasil implodiu em 2015 graças à prodigiosa política econômica adotada pela madame em seu primeiro mandato.

Teremos em 2015 o pior Natal dos últimos 20 anos: 12 milhões de desempregados nos últimos 12 meses, inflação superior a 10%, déficit orçamentário astronômico, recuo de 3,7% do PIB, dívida pública de R$ 2,7 trilhões, dólar roçando R$ 4. E as perspectivas para o ano que vem é que a “bomba” continue causando estragos extremos…

Obrigado, [email protected] Dilma, obrigado Lula, seu mentor, obrigado PT pelo excelente Natal de 2015 que oferecem ao povo brasileiro.

Obrigado.

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Conta outra, Falcão!

rui falcaoO presidente do PT, Rui Falcão, afirma que, se o ex-tesoureiro do PT João Vaccari cobrou “pixulecos” das empreiteiras da Lava Jato, não foi “em nome do partido”.

Falcão fez esta afirmação estonteante em depoimento à Polícia Federal e no âmbito da Operação Lava Jato.

Vaccari foi condenado em vários processos por corrupção e lavagem de dinheiro. Há contra ele depoimentos aos montes e indícios robustos.

Apesar das condenações, Vaccari continua no partido, que o inclui – como em recente congresso da juventude – na galeria dos “heróis do povo brasileiro”.

A afirmação de Falcão é espantosa. Seria cômica se não se incluísse na tragédia moral protagonizada pelo PT.

Vejamos.

Se Vaccari abocanhou “pixulecos” milionários em nome do partido – com atestam os delatores – e não o fez em nome do partido, então ele é um falsário.

Se utilizou o nome do partido para cobrar os “pixulecos” e os recebeu, como afirmam os delatores, onde foi parar o dinheiro?

Não há indícios de conta bancária de Vaccari no exterior, apesar da busca criteriosa feita pelos agentes da Lava Jato.

Se ele abocanhou essa fortuna para si e a escondeu até agora, é o mais esperto de todos os condenados da Lava Jato, pois nem os operadores mais astutos e os empreiteiros mais experientes conseguiram ficar imunes ao rastreamento de suas contas secretas.

Ora, se Vaccari usou o nome do partido para cobrar os “pixulecos” e os embolsou, ele traiu o PT duas vezes. Mereceria, assim como aconteceu com André Vargas e Delcídio do Amaral, ser forçado a se desligar ou ser suspenso.

Ao invés disso, tem a defesa (absurdfamente cara) paga pelo PT, que mantém sua filiação e o cultua como “herói do povo brasileiro”…

A mentira, para ter o efeito esperado por quem a professa, tem que ter um fundo de verdade. Ou de lógica. Essa não tem nem uma coisa nem outra.

Conta outra, Falcão!

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O cadáver continuará insepulto. Até quando?

A [email protected] Dilma conseguiu na semana passada importante vitória no STF, que avalizou as principais reclamações de seus advogados para travar o processo de impeachment deflagrado na Câmara por Eduardo Cunha.

Coube ao STF também uma importante – e polêmica – reviravolta no processo, ao atribuir ao Senado o direito de arquivar, por maioria simples, eventual autorização da Câmara para que Dilma seja processada por crime de responsabilidade, passível de impeachment.

E, por fim, o ministro Joaquim Levy pediu demissão depois de ter sido sistematicamente sabotado por Dilma, fritado por Lula e taxado pelo PT de ser o responsável pelo desastre econômico – cuja autoria é de Dilma e de seu auxiliar na arte de desmontar o sólido arcabouço econômico que herdara, Guido Mantega. Levy, o “liberal”, foi substituído por Mantega 2 – Nelson Barbosa, que terá como fiel escudeiro outro petista como ele (e como Mantega), Valdir Simão.

E daí?

Daí que a decisão do STF dá sobrevida a um defunto insepulto que, com a esperada “inflexão” à esquerda da nova equipe econômica – agora sob seu comando férreo -, terá acelerado seu processo de putrefação em público. Pois não se espera dessa “inflexão” na política econômica, tão ansiada pelo PT e seus cúmplices, senão conduzir o país ainda mais ao fundo do poço, um poço que se aprofunda a cada ação desastrada de Dilma, personificação do fracasso retumbante que é o lulopetismo.

Vislumbramos, portanto, mais um ano de espanto, tanto na área política como econômica, frentes às quais irá se juntar, provavelmente de maneira dramática, a da corrupção.

Pois a Operação Lava Jato avança, lenta, mas sistematicamente, rumo a Lula, que também é assediado pelo Ministério Público Federal por suspeita de tráfico de influência e pela Operação Zelotes. A Zelotes quer saber como seu filho caçula Luís Cláudio recebeu, sem a devida prestação de serviços, R$ 2,5 milhões de um lobista acusado de subornar agentes públicos para obter a aprovação de uma medida provisória, assinada por Lula, que beneficiou seus clientes do setor automobilístico.

E não é só: o PT deverá ser responsabilizado criminalmente pelo esquema criminoso que o beneficio e cobrado, com juros e correção monetária, a indenizar o erário pelos bilionários “pixulecos” amealhados desde a conquista da presidência. As indenizações impostas às empreiteiras que se associaram ao PT nesse saque sistemático à Nação não são nada animadoras para os petistas. (Se a Lei Anticorrupção fosse rigorosa com os partidos como é com as empresas que lesam o patrimônio público, o PT estaria se preparando para fechar as portas e declarar falência com um passivo exorbitante…)

Voltemos a Dilma. Além do processo político que enfrenta no Congresso, ela terá de reverter no Senado a reprovação das contas do ano passado decidida pelo TCU. Pode ser moleza, dada a maioria que o Planalto tem nessa Casa, presidida por um Renan Calheiros que se aproveita da fragilidade de Dilma para se fortalecer no cargo, ameaçado, assim como Eduardo Cunha, pelo rolo compressor da Lava Jato. De onde menos se espera é de onde nada sairá mesmo, diz o ditado. Portanto, uma decisão do Sendo contra a irresponsabilidade fiscal de Dilma é uma utopia. Mas estamos no Brasil, e aqui tudo pode acontecer, principalmente o mais improvável.

Não bastassem tantas ameaças a Dilma, Lula e o PT, a campanha que lhes deu o quarto mandato consecutivo está sob investigação do TSE, que acumula indícios, documentos e depoimentos avassaladores sobre a ilicitude da prestação de contas.

Com o enfraquecimento do processo de impeachment no Congresso por obra e (des)graça do STF, o TSE passa a ser a maior ameaça a Dilma – e, portanto, ao projeto de permanência eterna do PT no poder.

Se o veredicto, que deverá ser anunciado ainda no primeiro semestre de 2016, for pela rejeição das contas e, portanto, pela cassação do diploma dela, o PT e seus cúmplices jamais poderão alegar – como fazem desonestamente em relação ao processo de impeachment no Congresso – que foram apeados do poder por um “golpe”.

Até lá, que Deus, o misericordioso, tenha piedade de nós e possibilite o sepultamento de tantos cadáveres maus cheirosos. E não permita que seus fantasmas voltem a atormentar a Nação.

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O que era péssimo ficará pior

A missão de Levy era reconstruir o que Dilma destruiu em seu primeiro mandato. Foi sabotado por Dilma (e seu criador Lula) e pediu o boné.

A [email protected] voltará, mais uma vez, chamar de seu o monstro que pariu e que, com o apoio entusiasmado do PT, das centrais sindicais pelegas e do MST – os ditos “movimentos sociais” –, consumirá com voracidade o que ainda resta de saúde em nossa economia.

O que estava péssimo ficará ainda pior.

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Um monstro em gestação

aaDilma e Temer jantaram na noite de quarta-feira, na tentativa de aparar as arestas que existem entre ambos e que foram expostas na carta-desabafo do vice.

Terminado o jantar, Dilma informou que esperava a partir daquele momento uma relação “profícua” com Temer. O vice, por sua vez, informou desejar uma relação “fértil” com a [email protected]

Profícua, fértil… considerando os dois personagens, desejo sinceramente que essa relação não se consuma, pois, levada a efeito, dará à luz um chupa-cabras.

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Dilma x Temer: guerra declarada

dilma-temer3Dilma passou cinco anos tratando o vice Michel Temer como seu capacho. Negou-lhe protagonismo político; humilhou-o ao não incorporá-lo à sua agenda diplomática quando, por exemplo, se reunia com vice-presidentes estrangeiros sem a presença dele; recorreu a ele para abrir um canal de negociação com o Congresso rebelde no início de seu segundo mandato, e quanto esse canal havia sido estabelecido o defenestrou, atribuindo a si essa conquista; constrangeu-o publicamente, após a aceitação do pedido de impeachment por Eduardo Cunha. Primeiro por intermédio de seus ministros mais próximos, que atribuíram a ele uma opinião que não dera – e ele os desmentiu. E depois pessoalmente, ao exigir a “confiança” dele…

Deu no que deu: Temer escreveu a Dilma para dizer que, se houve quebra de confiança foi da parte dela. Textualmente: “Sei que a senhora não tem confiança em mim e no PMDB, hoje, e não terá amanhã”. E insinuou que, encurralada pelo impeachment, ela o procurou tarde demais e, como sempre, da forma mais atabalhoada possível. Os termos são meus porque Temer é um cavalheiro e jamais os empregaria.

A carta expressa, de forma gentil mas contundente, o distanciamento de ambos. Distanciamento iniciado e fomentado por Dilma, que agora o quer ao seu lado.

Para um bom entendedor, a carta é uma declaração de guerra.

Dilma semeou a discórdia com o mais hábil articulador da República. Perdeu-o definitivamente E ele fará o possível, a seu modo – cavalheirosco -, para concretizar a vendeta: ocupar a presidência!

O rompimento de Temer é a primeira grande derrota de Dilma no processo de impeachment que mal começou. E mau para ela.

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Derrota de Maduro é o segundo golpe no “bolivarianismo”

Nicolás Maduro ordenou que a vitória nas eleições legislativas de ontem tinha que acontecer “de qualquer jeito”.

E ele e sua turma de brucutus bem que tentaram: após pisotear a legislação antes da votação, inaugurando casas populares na véspera e ocupando o rádio e na tevê a pretexto de “programas jornalístico”, foram além: fizeram boca de urna ostensiva, prorrogaram ao máximo o fechamento das urnas para dar tempo a seus simpatizantes de votar e cassaram as credencias de três-ex-presidentes latino-americanos convidados pela oposição para acompanhar a eleição.

Não deu: o partido de Maduro, o PSUV, obteve 46 cadeiras, enquanto a oposição, reunida no Movimento pela Unidade Democrática, fez 99.

A derrota de Maduro é o segundo golpe contundente em duas semanas no chamado “bolivarianismo” – regimes que se impõem pela força e fraude e ainda se rotula democrático. O primeiro golpe foi a vitória de Maurício Macri para governar a Argentina, encerrando 12 anos de regime kirchnerista.

Começou ontem a contagem regressiva para o fim do governo de Maduro, um dos mais histriônicos, ineptos e despudoras governantes latino-americanos. Ele é criação de Hugo Chávez, e nisso, e também nas qualidades apontadas na oração anterior, se assemelha a outra criação que não deu certo: Dilma Rousseff, o Frankstein gerado por Lula. Dilma e Maduro, entre outros atos insanos. afundaram economicamente seus países,

O mandato de Maduro se encerra daqui a dois anos. Talvez não resista a esse prazo. Sem o controle do Congresso – uma das características dos “bolivarianos” -, Maduro tem seu poder enfraquecido radicalmente. A economia está em estado comatoso e se deteriora dia após dia – a falta de gêneros de primeira necessidade é crônica. E, após essa vitória, a oposição – reprimida duramente por Maduro, responsável pela morte de mais de 40 pessoas que protestavam contra seu governo – se sentirá estimulada a dar um basta o quanto antes a esse tiranete e seu governo desastroso.

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