Mês: março 2016



Ricardo Barros no Ministério da Saúde? Acredite: é o que Dilma oferece para manter a fidelidade do PP

Engenheiro civil por formação e político por profissão, o maringaense Ricardo Barros, deputado federal pelo PP, poderá comandar o Ministério da Saúde caso o seu partido se mantenha fiel ao desgoverno Dilma.

Alucinação? Delirium tremens? Surto psicótico?

Tudo isso e mais um pouco, e é o que a cada vez menos president@ Dilma ofereceu para manter a fidelidade do PP, sócio do PT na organização criminosa que praticou o maior e mais sistematizado assalto aos cofres públicos.

A oferta coincidiu com a denúncia da Procuradoria-Geral da República de cinco deputados federais e dois ex-deputados federais do partido por envolvimento no PeTrolão.

Barros se esquivou, o presidente do PP Ciro Nogueira disse que o partido somente se decidirá em 11 de abril, véspera da votação pela comissão especial do relatório sobre o pedido de impeachment.

Seja como for, a oferta revela o despudor da president@ para se manter no cargo – e isso equivale a agravar a ruína do país -, custe o que custar. E o custo é a saúde e a vida de milhões de brasileiros, caso Barros ou outros desqualificado como ele (ele tem aptidão para outras funções, para esta não) aceite a tarefa.


Detalhes na Folha de S.Paulo:
http://www1.folha.uol.com.br/poder/2016/03/1755571-governo-oferece-ministerio-da-saude-para-evitar-desembarque-do-pp.shtml

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Xingando, ameaçando, agredindo. É assim que o PT se despede do poder

Em 1992, dirigentes da OAB, presidida por Antônio Lavenère, e da Associação Brasileira de Imprensa, comandada por Barbosa Lima Sobrinho, entraram em cortejo na Câmara dos Deputados, onde foram recebidos solenemente pelo presidente da Casa, Ibsen Pinheiro, a quem entregaram o pedido de impeachment que resultou no afastamento do presidente Fernando Collor.

“Falta ao denunciado dignidade para o exercício do cargo de presidente da República”, dizia o texto da OAB ao justificar o pedido.

Os deputados do PT, que liderou a campanha de rua pelo impeachment, estavam entre os que receberam com maior entusiasmo a delegação.

Vinte e quatro anos depois, a OAB leva à Câmara o pedido de impeachment de Dilma, acusada de crimes tão ou mais graves que os atribuídos a Collor. Entre eles, a manipulação de informações contábeis e a alteração do Orçamento sem autorização do Congresso, violando assim a Lei de Responsabilidade Fiscal e a Constituição, o que caracteriza crime de responsabilidade; obstrução da Justiça com a nomeação de Lula para a chefia da Casa Civil; desrespeito à isonomia fiscal ao conceder isenção à FIFA durante a Copa do Mundo à revelia do Congresso. Etc.

A delegação da OAB, formada por dirigentes de 26 das 27 seccionais e seu presidente nacional, Claudio Lamachia, é recebida com hostilidade por petistas e aliados na entrada da Câmara. Os petistas – vários deles servidores da Casa e em horário de serviço, portanto – xingam, ameaçam e só não agridem a delegação graças à intervenção da polícia legislativa, que os isola da turba.

O pedido foi protocolado. Sem pompa nem circunstância.

O episódio ilustra a mudança de comportamento do PT desde a cassação de Collor e expõe o que restou ao partido depois de 13 anos de poder. Treze anos, número do registro eleitoral do PT, marcados pela dilapidação do Estado pela “organização criminosa” – a definição é de um dos investigadores da Lava Jato – comandada pelo PT em conluio como o PMDB e PP e participação das maiores empreiteiras do país. As investigações conduzem solida e aceleradamente ao chefe da organização: o ex-presidente Lula.

E o que restou ao PT é xingar, ameaçar e agredir, seja física, seja psicologicamente seus opositores, pois seu brado de guerra – “não vai ter golpe!” – é uma agressão à verdade, um insulto à Constituição, um escárnio à Nação.

O PT prometia uma revolução gerencial e ética e destruiu as bases da economia, afundando o país na recessão, desemprego e inflação, e promoveu o maior e sistemático saque ao erário -Xingando, ameaçando e agredindo. Xingando, ameaçando, agredindo: é assim que o PT se despede do poder. Do qual jamais foi digno.


A mudança também é manifestada por Lavenère, que – simpatizante da causa petista – acusa o processo de impeachment de Dilma de “golpista” e se opôs à manifestação da OAB, que lhe confere o título de conselheiro honorário. Honorário pressupõe honra, dignidade, atributos que Lavenére, ao se associar aos salteadores da Pátria, demonstra não merecer. E a ABI deixou-se aparelhar pelo petismo. A desonra do partido contaminou a sociedade. E este é o pior dos legados do PT.

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De herói a bobo da corte: a fulgurante trajetória de Lula, o mito posto abaixo pela Justiça

lula-bobo da corteLula foi nomeado chefe da Casa Civil por dois motivos. O implícito, revelado por telefonema de Dilma a ele e grampeado pela Lava Jato, para que obtivesse foro privilegiado e, assim, escapasse da caça eficiente capitaneada pelo juiz Sérgio Moro. O explícito: a função permitiria que assumisse a articulação política do desgoverno Dilma (que jamais possuiu tal articulação). A prioridade da função era evitar o rompimento do PMDB, o que fatalmente abriria as comportas para a debandada de mais partidos da base aliada, fragilizando ainda mais o mandato da president@, alvo de um processo de impeachment na Câmara.

O foro privilegiado foi para as calendas gregas por decisão liminar do ministro do STF Gilmar Mendes, que suspendeu a nomeação de Lula, e com o parecer do procurador-geral da República Rodrigo Janot, que, embora reconheça, com ressalvas, a legalidade da nomeação, defende que o ex-presidente continue sob a jurisdição de Moro. O parecer embasará decisão do plenário do STF sobre o tema.

Lula não pôde assumir formalmente o cargo, mas Dilma – num ato ostensivo de insubordinação à lei – o encarregou de levar adiante a tarefa. Num ato ostensivo de insubordinação à lei – mais um -, Lula aceitou o desafio, entrando em campo, e com alarde, para dissuadir os peemedebistas.

A articulação política atribuída a Lula foi implodida com o rompimento do PMDB, oficializado na tarde desta terça-feira. E, com isso, sua fama de negociador hábil e eficiente – imbatível até – desceu enxurrada abaixo. A trajetória da fama de articulador acompanhou a de outras famas que pontuaram sua carreira e compuseram o mito do migrante nordestino que chegou à Presidência da República no comando de um partido que prometia a excelência administrativa e o predomínio da ética no trato da coisa pública.

O mito começou a ruir com o avanço da Lava Jato, foi severamente danificado com a revelação de sua fortuna advinda da relação promíscua com as maiores empreiteiras do país, incendiado com a revelação de seus telefonemas grampeados que mostraram a vileza e arrogância do homem e do político Luís Inácio Lula da Silva e posto abaixo nesta tarda pelo PMDB. A próxima etapa da Lava Jato, quando o processo for devolvido pelo STF a Moro, pulverizará o que resta do mito. Se é que ainda resta algo.

A nomeação de Lula para a Casa Civil foi o gesto desesperado de Dilma, para salvar o que ainda restava de seu desgoverno; de Lula, para criar obstáculos à Justiça e assumir o comando da nau sem rumo e fazendo água; e do PT, para dar sobrevida à permanência no poder – razão de ser de sua existência e indispensável à sobrevivência política e financeira deus filiados. Um iceberg se opôs à manobra, e é formado pela Justiça combinada com a indignação da grande maioria dos brasileiros. A decisão do PMDB é um pedaço do iceberg que ampliou o rombo do casco do PTanic.

Da posse de Lula no comando da Casa Civil ao rompimento do PMDB foram 12 dias, período que revelou a verdadeira identidade de quem se jactava, entre outros atributos irreais, o único capaz de salvar o reino petista: o bobo da corte.

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PMDB abandona o barco. E o PTanic vai a pique

O rompimento do PMDB com o governo, formalizado hoje, deverá desencadear o desembarque de vários partidos aliados do PTanic, que teve o casco avariado há tempos, está fazendo água por todos os lados, da casa de máquinas ao convés, água que atinge a cabine de comando, onde os capitães Lula e Dilma e a oficialidade se exasperam – querem sair fora, escafeder-se, mas as portas foram trancadas por eles mesmos…

A decisão do PMDB, principal sócio do projeto de poder do PT e cúmplice voraz do mega esquema de corrupção montado pelo lulopetismo, será “por aclamação”. Os sete ministros indicados pelo partido iniciaram ontem, com Eduardo Alves, do Turismo, a saída, e quem não sair hoje ou amanhã terá um prazo para se vestir o boné.

O impeachment de Dilma, portanto, está configurado. O afogamento do que resta da tripulação do PTanic é só uma questão de tempo. De pouquíssimo tempo.

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E então, Kireeff, já decidiu?

É uma questão de horas para o encerramento do prazo para filiação ou mudança de partido dos interessados em disputar a eleição para prefeito este ano. E a pergunta é inevitável: Alexandre Kireeff, (foto) prefeito de Londrina, continuará no PSD ou bandeará para o PV como quer o novo líder da sigla, o senador Alvaro Dias?

O prazo se encerra no dia 2 de abril, seis meses antes do primeiro turno da eleição.

Há menos de um mês, o presidente do PSD do Paraná, Eduardo Sciarra – então chefe da Casa Civil do governo do Estado – garantiu, após comandar reunião do diretório londrinense, que Kireeff estava confirmadíssimo na sigla. Falou num dia e no outro ouviu de Kireeff que não havia nada decidido.

A decisão de Kireeff terá efeito estadual, pois dela dependem algumas composições, e deverá ser seguida do anúncio de que ele será ou não candidato à reeleição. Até o momento, o prefeito do segundo maior colégio eleitoral do estado dá indicações ambíguas sobre suas intenções. Se disser não, será um caso raro de chefe de Executivo bem avaliado pelo eleitorado que abre mão de um segundo mandato consecutivo. Se disser sim, marcará posição como o favorito para a disputa.

Se se mantiver no PSD e disputar a reeleição, Kireeff reforçará as pretensões de Ratinho Jr., secretário estadual de Desenvolvimento Urbano e que acaba de aderir à sigla, conservando a influência na Assembleia Legislativa sobre o PSC, da qual era filiado. A mudança de partido de Ratinho levou à exoneração de Sciarra da Casa Civil, posto agora ocupado pelo deputado federal Valdir Rossoni, tucano como o governador Beto Richa. Ratinho é um nome forte para a disputa pela Prefeitura de Curitiba (ficou em segundo há quatro anos), além de ser um dos candidatos em potencial para a sucessão de Beto.

Mas há várias pedras, e grandes, pelo caminho de Ratinho. Uma delas é o próprio governador, que está em busca de um sucessor que possa fortalecer sua eventual candidatura ao Senado – que é o que lhe resta, pois está no segundo mandato consecutivo, além da Câmara, possibilidade menos prestigiosa. Resta também a Beto ficar no cargo até o final do mandato, inviabilizando-se com candidato em 2018 (a exemplo de Alvaro Dias em 1991), apoiando um candidato forte e cacifando-se para voltar à prefeitura da capital (por que não?) dois anos depois, o que lhe daria munição para tentar de novo o Iguaçu (por que não?) em igual espaço de tempo. Nesse caso, implodiria o projeto político do deputado federal Ricardo Barros, do PP, que trabalha para instalar a esposa Cida Borghetti, vice-governadora, no comando do Palácio Iguaçu. Barros voltará o governo em breve, no lugar do irmão Silvio, secretário de Planejamento, ex-prefeito de Maringá e favoritíssimo para suceder Carlos Pupin, outro pupilo de Barros.

Os irmãos Dias – Alvaro e Osmar – estão na lista dos possíveis candidatos ao Iguaçu em 2018. Osmar é sempre lembrado, mas está no ostracismo na condição de diretor do Banco do Brasil, é aliado de Dilma Rousseff (o que é péssimo para um político do Paraná, que rejeita massivamente a presidente) e cujo partido, o PDT, terá dificuldade para reeleger Gustavo Fruet no comando da prefeitura de Curitiba. O retorno de Osmar a um cargo eletivo está, portanto, nas mãos de Fruet.

Enquanto isso, Alvaro mantém-se consolidado como um dos principais líderes da oposição ao governo petista, condição que lhe abre a possibilidade de disputar a presidência da República, cujo caminho está em aberto após a implosão da popularidade de Aécio Neves, até há pouco considerado imbatível. A fragilidade do PV é um dos calcanhares de Aquiles dessa pretensão eventual de Alvaro, da mesma forma como debilita a possibilidade de ele voltar ao Iguaçu. Seu rescaldo eleitoral, no entanto, fará a diferença. Afinal, ele foi um dos senadores mais votados do país, faturando 77% dos votos válidos do Paraná. E não tem nada a perder, já que seu mandato expira em 2022.

Com Alexandre Kireeff no PV, Alvaro Dias terá um aliado precioso. Ainda mais se o prefeito de Londrina se reeleger…

O mundo não depende da decisão de Kireeff, mas o povo quer saber: então, prefeito, já decidiu?

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Lula apela para o foro privilegiado e zomba: “Quero o mesmo tratamento que todo mundo”

O ex-presidente Lula acusou o juiz federal Sérgio Moro de ter sido “picado pela mosca azul”, ressalvando, no entanto, que ele – Moro – é “inteligente e competente”.

Classificou a divulgação de suas ligações telefônicas como “deprimente, pobre e de má fé” e exclamou: “Quero ter o mesmo tratamento que todo mundo”.

Esses comentários foram feitos hoje, em entrevista coletiva a correspondentes estrangeiros na sede do instituto que leva seu nome (mas não é dele!)

Comento, seguindo o método internacional de Jack, o Estripador: “por partes”.

Parte 1. A manutenção de 96% de suas decisões pelos tribunais superiores comprova que Moro é “inteligente e competente”. Lula disse, enfim, uma verdade. AleLula!

Parte 2. Não há registro de nenhuma situação em que o juiz demonstrou ter sido “picado pela mosca azul”: é arredio à imprensa e se pauta rigorosamente pela lei, da qual demonstra ser um profundo conhecedor. O ex-presidente agrediu, assim, a reputação do juiz.

Parte 3. A divulgação dos telefonemas de Lula, grampeados com autorização de Moro, não foi “deprimente, pobre e de má fé”, e sim o seu conteúdo. Mostrou (além do linguajar chulo) um ex-presidente arrogante, exasperado em bloquear as investigações sobre ele e recorrendo para isso ao poder que tem sobre o governo e a chefe de Estado, numa manobra clara de obstrução da justiça.

Parte 4. A manobra se materializou com sua nomeação para a chefia da Casa Civil, evidenciando que ele não deseja “ter o mesmo tratamento que todo mundo”, já que apelou para o foro privilegiado para se safar de Moro.

Parte 5. A divulgação do telefonema de Dilma para Lula na véspera da posse, na qual ela o informa de que um emissário estava em poder do termo de posse, para ser usado “em caso de necessidade” – era, portanto, um salvo conduto diante da eminência da prisão do ex-presidente -, frustrou a manobra vil. O grampo foi aceito como argumento para o STF suspender a nomeação.

Moral da história: “inteligente e competente”, Moro procura dar ao ex-presidente “o mesmo tratamento que” a “todo mundo”. E Lula, por sua vez, “picado pela mosca azul” do poder, da soberba e da riqueza, quer ser tratado com exclusividade, com a mesma distinção que um dia reivindicou para José Sarney, inimigo do passado, aliado incondicional do presente: “Ele não é uma pessoa comum”.

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O “ingrato” Janot defende que Lula continue investigado por Moro

Sábia – e salomônica – decisão do procurador-geral Rodrigo Janot sobre a posse de Lula na chefia da Casa Civil e as investigações a que é submetido pela Lava Jato (entre outras frentes): não há “fundamentação jurídica” que o impeça de exercer a função, mas, diante do “desvio de finalidade” camuflado na nomeação – e este desvio, formalizado pela presidente@ Dilma, foi dar-lhe foro privilegiado, “onde as decisão são mais lentas” –, o ex-presidente deve continuar sob jurisdição do juiz federal Sérgio Moro.

Lula tinha razão ao reclamar do procurador em telefonema grampeado pela Lava Jato: ele é um “ingrato”!

O parecer de Janot será juntado à decisão do ministro Gilmar Mendes para que o plenário do STF se manifeste sobre a legalidade ou não da posse de Lula. E a que foro ele deve responder.

“Ingrato”!

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O cerco aperta. OAB formaliza pedido de impeachment de Dilma

Então, ficamos assim: na eventualidade de o pedido de impeachment de Dilma ser derrotado na Câmara ou no Senado, novo pedido poderá vir a tramitar. O primeiro é de três advogados – Hélio Bicudo, Miguel Reale Jr. e Janaína Conceição Paschoal -, o segundo da OAB.

Será preciso esperar a conclusão do primeiro pedido ou o segundo, caso seja aceito (e por que não seria?) pode tramitar simultaneamente?

Seja como for, a situação de Dilma é a seguinte: se ficar o bicho come, se correr o bicho pega.

O pedido da OAB foi formalizado hoje e expõe, além dos crimes de responsabilidade contidos no primeiro, a delação de Delcídio Amaral (obstrução da Justiça por parte de Dilma), a nomeação de Lula para a Casa Civil (idem) e a isenção de impostos concedida à FIFA na Copa do Mundo e à revelia do Congresso (crime contra a Constituição).

A entrega do documento, feita pelo presidente da OAB, Cláudio Lamachia, aconteceu em meio a um tumulto no Salão Verde da Câmara, onde apoiadores e contrários ao impeachment se agrediram verbalmente.

E foi precedida da reclamação de um grupo de advogados – petistas, naturalmente – sobre a legitimidade do pedido, já que, segundo eles, a categoria não foi consultada. Bazófia: o pedido de impeachment foi decidido por 26 presidentes estaduais da entidade (o do Pará, comandado pelo PT, deu chabu).

A reação do grupo foi considerada mera “discordância” pela direção da OAB.

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A conspiração macabra de tucanos e peemedebistas. Reaja: só o PT nos salvará!

Uma conspiração macabra – a conspiração das conspirações! – está dando passos decisivos para a consumação de seu objetivo, que, para ser alcançado, tem de vencer o primeiro obstáculo. Esse obstáculo é a deposição da presidente@ Dilma e o objetivo dos conspiradores é a dissolução da Lava Jato antes que ela atinja seus líderes.

E quem são seus líderes? Aécio Neves, José Serra, tucanos & Cia. em sociedade com Michel Temer, Eduardo Cunha, peemedebistas & Cia. A debandada do PMDB, prevista para ocorrer terça-feira, será a senha para a investida final contra Dilma. Essa investida será a aceleração do processo de impeachment na Câmara, ação que será acompanhada de outros movimentos, que terá o Judiciário como protagonista. As novas revelações da Lava Jato, na iminência de acontecer, são as mais cabeludas de todas.

E algumas barbudas: a prisão de Lula, após a quase certa decisão do STF pela nulidade de sua posse na chefia da Casa Civil, será a mais espetacular delas. O juiz Sérgio Moro, portanto, é um dos mais atuantes conspiradores.

Portanto, eleitor brasileiro, ponha as barbas de molho: os inimigos do governo petista, o que mais combateu a corrupção desde que Cabral molhou as botas no litoral baiano; o que mais fez pelos pobres, o que mais projetou o Brasil internacionalmente, o que mais fez pelo passado, presente e futuro do Brasil, o que mais fez… mais fez por tudo, esse governo está prestes a ser derrubado pela elite de sempre, e como sempre corrupta e mancomunada com o Judiciário cooptado pela direita, o Congresso conservador e a imprensa golpista e monopolizada.

Não permita que isso aconteça! Insurja-se contra o golpe! Impeça que ele aconteça! Junte-se a nós, petistas, para o bem do Brasil!

O que escrevi acima é um absurdo, mas dissemina-se nas redes sociais e ganhou a grande imprensa por meio de um de seus protagonistas mais ilustres, Elio Gaspari, que em artigo hoje na Folha de S. Paulo e O Globo expôs esse raciocínio embora com outra embalagem. Eis o texto

Por meio desse argumento alucinado, o PT, seu inspirador e disseminador (logo o PT, que “faz o diabo” para sabotar a Lava Jato!) cumpre à risca o que aconselhou Joseph Goebbels: “Uma mentira repetida mil vezes torna-se verdade”.

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Dilma causa pesadelo ao país e se ufana: “Não perco o sono”!

Inflação acima de 10%; recuo do PIB de 3,8% no ano passado com previsão de que o índice desastroso se repita nesse; déficit de R$ 120 bilhões em 2015 e previsão de R$ 100 bilhões em 2016; endividamento do governo federal de R$ 2,8 trilhões e com viés de alta; desemprego roçando os 10%; Petrobras liderando o tombo das empresas públicas, apresentando R$ 60 bilhões de prejuízos em dois anos e com dívida de R$ 492 bilhões – e com viés de alta. Brasil perde o selo de bom pagador. Empresas estrangerias cancelam investimentos. Mais de 100 mil estabelecimentos comerciais fecharam as portas no ano passado.

Este são apenas alguns dos indicadores da debacle econômica provocada pelo desgoverno Dilma e que conduziram o país a um pesadelo continuado. E convulsionado pela perspectiva de que o que está ruim tendo, e logo, a piorar – e muito.

E a governanta sem rumo e afirma em entrevista a jornais estrangeiros, que “não perco o sono”.

E não é deboche: ela falou seriamente e com orgulho. Está convencida de sua lisura, probidade e capacidade gerencial. As coisas estão dando errado? A culpa não é dela, é da crise internacional e da oposição que não se conformou em ser derrotada nas urnas, resultado que refletiu o mais despudorado estelionato eleitoral de que se tem notícia.

Ela se diz uma “mulher forte”, por isso não se curvará ao pedidos de renúncia, tampouco ao “golpe” em gestação no Congresso. “Golpe”? Sim, “golpe”! Para ela, seu criador Lula e o PT & aliados o processo de cassação a que é submetida no Congresso em conformidade com a Constituição é “golpe”!

Ela violou a Lei de Responsabilidade Fiscal e pisoteou a Constituição mascarando a contabilidade e acusa os que a processam de “golpistas”! Reação típica do bandido que, surpreendido, aponta para qualquer direção e grita: “Pega, ladrão”!

Golpe, sem aspas, é o que ela, Lula e o PT aplicam no país desde 2003. Chegaram ao poder prometendo um choque de gestão, relacionamento republicano com o Congresso e a prevalência da ética no trato da coisa pública. E o que assistimos é a uma organização criminosa corrompendo o Congresso, dilapidando as finanças e empresas públicas para financiar, por meio de programas sociais e subsídios, seu projeto de poder e instituindo o maior esquema de corrupção da história!

Milhões vão as ruas de todo o país pedir sua renúncia ou impeachment, e Dilma os rotula de “fascistas”! Ela, logo ela, cujo partido ameaça “incendiar o país” se seu mandato for abreviado segundo o rito constitucional e cujo governo chegou a cogitar, para impedir a proliferação de protestos, a imposição do “estado de defesa” – o que implicaria a proibição de reuniões, controle de comunicações e censura a órgãos de imprensa. E “fascistas” são os que, em conformidade com a Constituição, expressam publicamente sua opinião!

Dilma dorme placidamente sobre o desastre que causou e sobre a desonra que seu governo patrocinou. Um governo a serviço do crime organizado, que, para poupar o chefe da quadrilha da prisão imediata, deu-lhe foro privilegiado ao nomeá-lo chefe da Casa Civil, o segundo posto mais importante na hierarquia da República.

Dilma dorme placidade, mas em breve, muito em breve, ela, Lula e o PT estarão vivendo o pesadelo que mais temem, que mais os aterroriza: estarão fora do poder e pagando os crimes que cometem.

Então o país poderá dormir em paz. Ciente, no entanto, de que o ferida profunda causada por Dilma, Lula e o PT levará possivelmente uma geração para cicatrizar.

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