Mês: julho 2016



O crime de lesa-pátria de Lula e Dilma

lula-onu1Lula e Dilma atentaram contra a Presidência da República ao utilizá-la sem escrúpulo em benefício de seu projeto de poder e próprio – no caso do primeiro, como atestam as operações Lava Jato e Zelotes. Uma vez fora dela, mas tendo Dilma como marionete, Lula utilizou a Presidência para enriquecer por meio de “palestras”, eufemismo para acobertar as propinas por intermediar negócios financiados pelo BNDES.

Resultado dessa profanação: uma gravíssima crise política e econômica – e ética – sem paralelo na história.

Eles promiscuíram (ainda mais) o Legislativo ao subornar parlamentares com dinheiro desviado das estatais – primeiro com o mensalão, depois como petrolão.

E tentaram o controle da mais alta corte de Justiça ao nomear apaniguados com a missão de advogarem por seus interesses. A manobra ficou explícita no julgamento do mensalão, quando dois ministros – Dias Toffoli e Ricardo Lewandowski – comportaram-se como defensores incondicionais dos petistas.

E aí veio o processo de impeachment, que caminha para a fase final, e Dilma, Lula e o PT difamaram mundialmente o Legislativo ao afirmar que o afastamento dela – por enquanto temporário – é um “golpe parlamentar”, quando, na verdade, é baseado nas leis e conduzido segundo o rito previsto na Constituição e no regimento do Congresso.

Na iminência de ser preso pelo juiz federal Sérgio Moro – as evidências de seus crimes se acumulam e clamam por Justiça – Lula denuncia à Comissão de Direitos Humanos que é submetido a um juiz “parcial” e que a investigação sobre ele viola a legislação. Uma mentira descarada, despudorada e afrontosa, pois Moro segue estritamente o ordenamento jurídico, investiga Lula com autorização do STF e suas decisões têm sido avalizadas quase que na íntegra pelos tribunais superiores.

Atirados ao lixo por seus atos, Dilma, Lula e o PT defendem-se jogando lama no país e em suas instituições. Expõem, assim, sua índole de bandoleiros e somam mais um à sua longa lista de crimes: o de lesa-pátria.

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Dilma e Lula ladram. E a caravana da esperança passa

Lula e Dilma estão em campanha desesperada país afora. Dilma para tentar voltar ao poder; Lula para dissociar-se de Dilma e viabilizar-se candidato à presidência em 2018 (se o juiz Sergio Moro deixar…). Em recente entrevista ao francês Libération e esta foi apenas uma de suas investidas contra sua criatura – Lula responsabilizou Dilma pelo aumento do desemprego. Muy amigo…

Ambos utilizam-se das mesmas ferramentas: o ataque ao presidente em exercício Michel Temer e ao processo de impeachment. Processo que Dilma compara à ação de “fungos e parasitas”, por ser velado, destinando a árvore ao mesmo fim que sob os golpes de um machado.

Dilma e Lula agem em relação a esse período de transição como um machado sem fio, na esperança vã de interromper o processo de impeachment que, ao mesmo tempo em que os apeou do poder, deflagrou o esforço de reconstrução do país que espoliaram durante 13 anos, quatro meses e 12 dias.

Esforço comandado por Temer e que se reflete na melhora dos indicadores econômicos e da confiança crescente de empresários, agentes econômicos e população em geral na retomada do crescimento. E contenção, primeiro, e recuo em seguida do clamoroso índice de desemprego, uma das heranças malditas e cruéis de Lula e Dilma.

A projeção da inflação e do desempenho do PIB melhora semana após semana – e só fazem dois meses que Temer assumiu. A previsão do FMI divulgada hoje sobre o PIB deste ano (recuo menor do que o previsto) e do ano que vem (ligeira expansão, ao contrário da estagnação esperada) atestam a vitalidade desta árvore.

Lula e Dilma ladram – e sempre para a mesma plateia, diminuta, aliciada e alienada. Enquanto isso, a caravana da esperança passa, levando mais e mais passageiros.

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Dilma promete se casar com o Diabo se voltar ao poder

O que Dilma Rousseff anda espalhando por aí – nas raras ocasiões em que deixa o palácio da Alvorada para atender a um convite, a cada dia mais exíguo – sobre a causa da crise econômica?

Que o culpado foi o Joaquim Levy, que ela nomeou ministro da Fazenda no início do seu segundo mandato para acalmar a oposição, inconformada com a derrota nas urnas.

E o que fez Levy?

Destruiu tudo, com sua política neoliberal, o que ela – zelosa, caprichosa e competentíssima – havia construído no primeiro mandato…

Por isso, se voltar ao comando do país (tóc-tóc-tóc) ela fará uma “guinada à esquerda”. Ou, na versão apresentada por Lula em recente encontro com a escumalha do MST no Nordeste: ela voltará a “distribuir dinheiro para alimentar a economia” porque “quem quer, tudo pode”. Nada de meta fiscal, controle de gastos: o que faz a roda girar é a injeção de dinheiro público, sem dó nem piedade!

Pois não é que a madame está sinalizando para os senadores que se dizem indecisos que, se voltar à presidência (o destino não permitirá essa crueldade ao Brasil!), ela manterá a equipe econômica chefiada por Henrique Meirelles, que segue a mesma cartilha, e ainda com mais ortodoxia, que o nefasto Levy?

Se o neoliberalismo é o “diabo” na concepção petista, Dilma está disposta a se vender a ele para voltar ao poder. Afinal, mais uma contradição em sua longa lista de contradições não fará a menor diferença. E nova união carnal com o Inominável, a quem recorreu seu pudor para se reeleger, idem.

O desandar da carruagem demonstra, no entanto, que nem o Cão bota fé na volta de Dilma e por isso a abandonou. A eleição do novo presidente da Câmara dos Deputados, na qual ela não exerceu a menor influência, mas seu partido e mentor sim – ambos derrotados de forma acachapante -, revela sua insignificância cada vez mais eloquente.

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A vingança tardou, mas não falhou: Maia impõe derrota acachapante a Lula

Em setembro de 2010, discursando em Santa Catarina em apoio à candidatura de Dilma, Lula pregou a necessidade de “extirpar” o DEM da política, partido que, segundo ele, “alimenta o ódio”.

Rodrigo Maia, presidente do DEM, reagiu à altura da baixeza, dizendo que o discurso de Lula denotava seu “desequilíbrio” e que o então presidente “aproveita sua popularidade para agredir e pisotear os adversários”

Desde então, Dilma e o PT fizeram o diabo para colocar em prática o desejo do chefe. Um dos principais instrumentos dessa investida foi Gilberto Kassab, que, por intermédio do PSD, arrebanhou uma horda de democratas descontentes.

Pois bem: o DEM não só não foi extinto como Rodrigo Maia conquistou a presidência da Câmara dos Deputados, E com o apoio de Michel Temer, o “golpista”, e dos tucanos, principais adversários dos petistas.

A vingança tardou, mas não falhou – e foi dolorosa para Lula e sua turma, que foram pisoteados por Maia.

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E nos livramos de mais um estrupício: Waldir Maranhão

E lá se foi Waldir Maranhão. Ele entregou ontem à noite a presidência da Câmara, que exercia interinamente, a Rodrigo Maia, assim que o placar eletrônico apontou a vitória acachapante do democrata sobre Rogério Rosso.

Maranhão não deixará saudade, mas dificilmente – assim espero! – alguém conseguirá superá-lo no quesito estrupício. Pois ele foi o presidente da Câmara mais atabalhoado, incompetente, sabujo, medíocre, trapalhão, etc. de que tenho notícia.

A saída de Maranhão foi precedida da renúncia de Eduardo Cunha à presidência da Câmara, da qual fora afastado pelo STF. Embora continue lutando por seu mandato, Cunha é outro estrupício de que nos livramos. Este, um estrupício maquiavélico, inteligente, sorrateiro quando necessário, truculento idem.

Também nos livramos temporariamente de outro enrosco, o maior de todos, que é Dilma Rousseff, a Mulher Mandioca, a presidenta sapiens, a “honesta”, a isso e mais aquilo lançou o Brasil numa das mais agudas crises política, econômica, administrativa e moral (ela divide esse quesito com seu mentor Lula e com o PT) da história.

Seu julgamento final está previsto para agosto. Que suma de vez e vá abrir em Porto Alegre ou no Cafundó do Judas uma lojinha de R$ 9,99.

A experiência de falir uma de R$ 1,99 – empreendimento impraticável hoje devido à disparada da inflação provocada por ela – serviu-lhe para levar o Brasil ao fundo do poço.

Ou talvez ela decida por em prática sua ideia mais luminosa: estocar vento!

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Dois meses com Temer. E começamos a escalar a parede do poço profundo

Michel Temer completou ontem dois meses no exercício da presidência. E continuamos em crise!

Devagar com o andor: Temer herdou uma profunda crise política, econômica e administrativa, para cuja solução somente poderá se dedicar integralmente a partir do afastamento definitivo de Dilma Rousseff. Até lá, terá que fazer concessões aqui, ali e acolá para se manter no cargo.

E é o que o país precisa. Temer tem de continuar, embora não seja nenhuma Brastemp – mas é o que temos, e segundo a Constituição é quem precisamos preservar em respeito ao ordenamento jurídico.

Dilma, Lula e o PT são carta fora do baralho, e suas ações visam mais a sabotar o governo Temer do que a voltar ao poder, pois sabem que isso é praticamente impossível. Demonstram, assim, mais uma vez, que o que importa são eles e o país que se lixe. Só mesmo um acidente de grandes e funestas proporções poderá devolvê-los o Palácio do Planalto e a chave do cofre dos recursos públicos – os quais usaram sem dó nem piedade em proveito de seu projeto político, que era única e exclusivamente a perpetuação no poder. E para enriquecer vários de seus líderes.

A crise é de proporções ciclópicas, demandará um esforço da equipe econômica – magistralmente escolhida – e, sobretudo, da população, cujos segmentos menos favorecidos são os penalizados.

Temer, no entanto, estagnou nossa queda e nos devolveu a esperança. A melhoria nas previsões do desempenho do PIB e da inflação é um reflexo disso. E isso influencia a confiança e esta lubrifica as engrenagens econômicas. Começamos a escalar a íngreme, escorregadia e altíssima parede do poço em que nos lançaram Lula e Dilma e seus fanáticos e inescrupulosos seguidores.

Dois meses com Temer, dois meses de elegância, prudência e recato que contrastam com o festival de exposição pública a pretexto de autopromoção e baixarias promovidas por Dilma e seu antecessor. O país, embora não se empolgue com o presidente em exercício, respira aliviado. A atmosfera está menos carregada.

Continuamos no poço, mas a luz lá no alto é cada vez mais intensa.

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Por que Requião não foi denunciado ao STF?

O senador Roberto Requião xingou, exigiu direito de resposta, ameaçou processar – fez o de sempre quando é atingido. Mas, em relação à denúncia de que teria agido para achacar contribuintes com pendências na Receita quando governador (2003-10), deveria levar as mãos aos céus, pois sequer foi denunciado ao STF.

A denúncia foi revelada pela Folha de S.Paulo há nove dias.

O caso é o seguinte: o auditor Luiz Antônio de Souza o acusou de ordenar aos fiscais que apertassem o cerco aos contribuintes com pendências na Receita para que eles recorressem ao Conselho de Contribuintes e Recursos Fiscais CCRF), órgão responsável por julgar as questões tributárias. O caso, então, era tratado pelo escritório de advocacia de Heron Arzua, secretário de Fazenda, que o delegara à sua filha, que ganhava a ação e repassava parte dos honorários ao governador.

A acusação é gravíssima e Requião a nega, OK.

Mas uma coisa me intriga. Antes de explicitá-la, vou lembrar quem é Souza: investigado por corrupção, ele acabou flagrado num motel em Londrina, em janeiro do ano passado, com uma garota de 15 anos e R$ 20 mil em dinheiro. As provas contra ele, que envolviam sua participação numa rede de exploração sexual de menores, eram cabais e, assim, ele decidiu, quatro meses depois, abrir o bico, tornando-se o principal delator da Operação Publicano. Deflagrada pelo Gaeco, a operação investiga desvios na Receita do Paraná.

O teor delação de Souza foi tornada pública por seu advogado, Eduardo Duarte Ferreira – um procedimento inusual. Souza afirmou ser mera engrenagem de uma organização criminosa instalada na Receita e comandada “politicamente” por um parente do governador Beto Richa, que, por sua vez, teve a campanha à reeleição alimentada por dinheiro desviado da Receita.

A acusação a Richa tornou-se um prato cheio para a imprensa, para seus opositores e, claro, para blogueiros a serviço do PT – já que o governador é tucano – e serviu de munição para a Procuradoria da República denunciá-lo ao STJ.

Eis a questão que me intriga: Richa foi denunciado por se beneficiar de um suposto esquema criminoso; Requião, de comandar um esquema criminoso – e a Procuradoria da República omite a denúncia ao STF.

Por que os dois pesos e duas medidas, tanto da Procuradoria quanto da imprensa, que não se deu ao trabalho de se aprofundar na denúncia, limitando-se a apresentá-la acompanhada da versão de Requião e… silêncio?! O fato de Requião ser um aliado do PT não tem, evidentemente, nada a ver com essa omissão…

Em tempo: Souza perdeu os benefícios da delação depois que o Gaeco constatou que mesmo preso ele continuava a extorquir empresários, ação da qual teria participado seu advogado – que tornou pública a denúncia contra Richa e ocultou a contra Requião.

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Dilma viaja e Lula ruge. É o que restou a ambos no ocaso do poder

Lula voltou a Brasília para comandar o esforço de recolocação de Dilma Rousseff no comando do país. E Dilma, após semanas “confinada” no Palácio da Alvorada, deu início, na quinta-feira, ao périplo de viagens para denunciar “o golpe” da qual diz ser vítima. E descer o sarrafo em Michel Temer, a quem acusa de “estar destruindo as conquistas dos trabalhadores” proporcionadas pelos governo petistas.

Dilma retomou as viagens graças a uma “vaquinha virtual” de inciativa de algumas amigas. Reuniu os R$ 500 mil para pagar os jatinhos que o maldoso Temer lhe confiscou, autorizando, no entanto, que ela usasse os aviões da FAB desde que custeasse as despesas. Mas madame que é madame não engole sapo, então Dilma preferiu contratar aviões particulares.

Missão inútil o dessas viagens, como se viu na quinta-feira: o público a quem se dirigiu para afirmar que “não renuncia” é a claque de sempre, membros dos tais “movimentos sociais” alinhados e financiados pelo PT. Dilma prega para convertido. Se tivesse apoio popular, promoveria comícios multitudinários. Quando muito, reúne 200, 300 pessoas.

Dilma está só, e cada vez mais – e sabe disso. Assim como Lula, que sabe que fala para o vazio, mas precisa encenar que ainda tem chances de reverter o “golpe” – afinal, ele é a esperança do PT, esperança que o próprio Lula está convertendo em pesadelo. Pois, além de ter fracassado na missão de afastar Dilma da presidência quando ela ainda tinha poder de fato, sente o buraco se abrindo cada vez mais a seus pés. O que esse buraco permite ver é o juiz Sérgio Moro à sua espreita…

O jantar oferecido a Lula pelo senador Roberto Requião na noite de quinta-feira – naquele momento Dilma falava para algumas dezenas de “mulheres pela democracia” em São Paulo – foi um fiasco retumbante. O encontro pretendia amealhar mais votos no Senado em favor da volta de Dilma. Vinte e dois senadores se opuseram ao julgamento dela – e esses 22 foram convidados junto com outros que se fingem de indecisos. Total de convidados: 30. Total de participantes: seis! Repetindo: seis!

Seja lá qual bebida que o anfitrião tenha oferecido ao seu convidado de honra, Lula sentiu o gosto amargo do abandono.

Mas ele e Dilma têm de continuar fingindo. Dilma viajando, passando-se por coitadinha, atribuindo ao sucessor as medidas amargas que ela semeou. Lula, como o leão velho e expulso por seu bando, rugindo. Um rugido inócuo, pois não assusta sequer suas presas, que sabem que ele não terá forças para abatê-las. O rugido é o que lhe resta de vida e o prenúncio de sua morte.

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Lewandowski, a esperaça dos advogados de Lula

Advogados do ex-presidente Lula pedem ao presidente do STF anular as investigações da Lava Jato, em poder do juiz Sérgio Moro, alegando que seu cliente teve direitos violados ao ser submetido a escutas telefônicas.

O pedido está com Lewandowski porque ele é o único ministro em atividade nesse período de recesso.

Coincidência?

Duvido-o-dó! Os advogados apresentaram o pedido justamente nesse período na esperança de contar com a colaboração de Lewandowski, sempre solícito – exceções à
parte – a Lula, Dilma et caterva.

Se prevalecer a lógica, os advogados devem cair do cavalo. Esperto que é, Moro – que deverá responder às indagações de Lewandowski no início desta semana – não anexou as interceptações telefônicas aos vários processos a que o ex-presidente responde. Para quê, se já há delações, indícios e provas em abundância?

Mas – atenção! – Lewandowski é Lewandowski…

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