Mês: agosto 2016



Temer é empossado e Dilma esbraveja: “Nós voltaremos”!

O presidente do Senado Renan Calheiros deu posse a Michel Temer como presidente da República, substituindo Dilma Rousseff, cassada no início da tarde por crime de responsabilidade.

Temer não discursou. A cerimônia, à qual não compareceram os aliados de Dilma, foi uma das mais breves, se não a mais breve, da história do Senado.

Pouco antes, ladeada pela sua tropa em estado de choque e vestida de vermelho, Dilma anunciava, no Palácio da Alvorada – que terá que desocupar no prazo máximo de 30 dias -, “a mais firma, enérgica e incansável oposição” ao governo Temer. E ameaçou: “Nós voltaremos”.

Sem categoria
2 Comentários


Senado pare um Frankstein: a habilitação política de Dilma

O Senado, que cassou o mandato de Dilma Rousseff por 61 votos a 20, acaba de parir, fecundado pelo PT sob as benções de Ricardo Lewandowski, um Frankstein, uma verdadeira aberração jurídica ao manter a habilitação política dela.

A madame não poderá se candidatar a cargo eletivo, impedimento previsto na Lei da Ficha Limpa, mas poderá exercer qualquer função pública.

Então, com base na profícua passagem de Dilma pela presidência e pelas aulas magnas que deu no exercício da função e nas anteriores – do governo do Rio Grande do Sul ao ministério de Lula –, ela poderá, por exemplo, chefiar um ministério ou secretaria da Fazenda e ensinar em escolas públicas administração de empresa, economia e português. E etiqueta e oratória

Viva o Senado!

Sem categoria
Comente aqui


Brava gente brasileira

Em homenagem aos milhões de brasileiros que foram às ruas para enfrentar o corrupto, inepto, desastroso, ameaçador e fraudulento governo petista, ofereco o Hino da Independência.

Brava gente brasileira!
Longe vá temor servil
Ou ficar a Pátria livre
Ou morrer pelo Brasil
Ou ficar a Pátria livre

Ou morrer pelo Brasil!

O Brasil, unido, venceu a organização criminosa que queria submeter o país ao seu projeto inescrupuloso de poder.

Os grilhões que nos forjavam
Da perfídia astuto ardil
Houve mão mais poderosa
Zombou delas o Brasil
Houve mão mais poderosa
Houve mão mais poderosa

Zombou delas o Brasil

Sem categoria
Comente aqui


Proposta do PT garante emprego público a Dilma

A tropa em estado de choque de Dilma no Senado, orientada pelo discípulo do grande jurista Tomás Turbando, o advogado José Eduardo Cardozo, tentou uma última – e vil – manobra. Desta vez não para preservar o mandato dela, condenado irreversivelmente à morte, mas para lhe garantir um emprego público após o impeachment.

A bancada da chupeta, outro nome atribuído a essa tropa, propôs que a inabilitação política dela, prevista na Constituição para durar oito anos em caso de perda do mandato, seja votada em separado.

A punição do impeachment associa a perda do mandato à inabilitação política.

A proposta cria o precedente: em todos os processos de cassação será adotado o mesmo procedimento. Assim, estaremos ameaçados continuamente de ver disputando a eleição no mesmo ano um deputado ou governador ou prefeito que tenha sido cassado.

O PT, fiel à sua índole, que o induz a olhar para o umbigo, jamais para o entorno, não está nem aí. Quer por que quer garantir a Dilma um emprego público em qualquer governo presidido por petistas ou aliados. Porque na iniciativa privada, quem ousaria oferecer trabalho à responsável pela mais desastrada e desastrosa passagem pela presidência da República?

Sem categoria
Comente aqui


31 de agosto de 2016: termina a impostura

Dlma Vana Rousseff deverá ser cassada pelo Senado nas próximas horas – quando muito – , encerrando-se assim o desastroso, fraudulento e corrupto ciclo lulopetista, a maior fraude da história política brasileira.

Dilma personifica a arrogância, o despotismo, a mentira, a incapacidade gerencial, o comportamento criminoso de seu criador Lula da Silva, que está na iminência de ser preso por corrupção, falsidade ideológica e ocultação de patrimônio, e do partido que a sustenta, o PT.

Partido que pôs o apetite pelo poder acima dos interesses nacionais, suas regras acima da lei, sua visão distorcida acima da realidade, a traição acima da lealdade, a ameaça e a truculência acima do diálogo. Partido que se revelou uma organização criminosa.

Faltam apenas algumas horas – quando muito – para o Brasil se livrar de seus algozes.

31 de agosto de 2016: termina a impostura do PT, de Lula e da criatura de ambos, Dilma Rousseff, a Vã.

Sem categoria
Comente aqui


Indignidade. O último ato de Dilma

Foi sua última chance de demonstrar dignidade e grandeza – que pressupõem sinceridade e humildade, e esta o reconhecimento de erros -, discernimento, conhecimento e capacidade gerencial. E demonstrar que, se voltasse ao comando da República, corrigiria os erros que a levaram aonde chegou e ao país ao fundo do poço. Para isso, seria necessário apontar o caminho a seguir.

Nada disso aconteceu: o depoimento de Dilma ontem no Senado sepultou de vez suas chances de retomar o poder. Pois ali, diante dos senadores que a julgam e do país que assiste aliviado ao desfecho do processo de impeachment – e na presença de seu criador Lula -, Dilma Rousseff comportou-se como a Dilma Rousseff de sempre: autoritária, confusa, megalômana, incapaz de reconhecer seus erros (tudo o que de errado houve, e foi muito, é culpa de seus adversários), incapaz de apontar qualquer coisa, mínima que fosse, que pudesse alimentar a esperança de que, de volta ao Planalto, ela reconduziria o país ao trilho do crescimento econômico e da estabilidade política do qual o afastou.

Dilma optou (ou foi convencida) a comparecer ao Senado para dar sua versão sobre sua lúgubre, desastrosa e desastrada passagem pela presidência, que consumiu cinco anos, quatro meses e 13 dias da vitalidade e esperança do país. Interpretou o papel de injustiçada, proba, eficiente, sabotada continuamente pela “elite autoritária”, a primeira mulher a chegar à presidência e na iminência de ser afastada por “misoginia política”, a guerrilheira que volta a ser torturada – antes, por algozes impiedosos; agora por um “arcabouço jurídico” tão golpista quanto a ditadura de direita que combateu de armas nas mãos para substituí-la por uma ditadura de esquerda.

O último ato de Dilma Rousseff perante a opinião pública, seus julgadores e a história antes de sua cassação irreversível, correspondeu ao que ela foi desde o momento em que Lula a apresentou ao país como a “gerentona”: uma farsa! Uma farsa que bate todos os recordes: de profundidade e longevidade da crise econômica, de incompetência administrativa, de conflito de interesses entre o público e o privado, de incapacidade política, de corrupção.

O discurso de Dilma – fiel às mentiras que a levaram e a mantiveram no poder – e seu exaustivo, repetitivo, desconexo, inócuo e também mentiroso depoimento assumiram a condição de seu testamento político. Ao contrário de Getúlio, a quem diz admirar mas revelou-se incapaz de imitar, que “saiu da vida para entrar para a história” com dignidade, Dilma sai da vida pública desonrada e entra para a história como o maior desastre político brasileiro e a consumação da fraude regida por Lula e interpretada por ele, ela e o PT. Que, para o bem geral da Nação e antes tarde do que nunca, lhe fazem companhia no degredo. Continuarão atormentando a Nação, sim, mas como espectros de um passado ruinoso que o país tem pressa em sepultar.

Sem categoria
Comente aqui


Dilma não está só: Lula está sendo julgado com ela

Lula colocou Dilma na presidência graças à sua força política e à mentira que disseminou de que ela era superdotada para gerenciar o país.

Lula abraçou a reeleição de Dilma, avalizando as manobras fiscais que ela fizera para esconder o rombo das contas públicas e as mentiras que pregou para iludir o eleitor sobre o fracasso de sua administração.

Lula a acompanhou – e estava arrasado – na rampa do Palácio do Planalto quando ela foi afastada temporariamente para se submeter ao processo de impeachment no Senado.

E hoje ele está no Senado para testemunhar o depoimento dela, penúltima etapa do julgamento. A última será a votação, prevista para começar amanhã. E a previsão é de que Dilma seja afastada definitivamente. Juridicamente por crime de responsabilidade, politicamente pelo conjunto de sua obra desastrosa e sua manifesta incapacidade de governar.

Réu por obstrução da Justiça e indiciado pela PF por corrupção, lavagem de dinheiro e falsidade ideológica – além de ser investigado em outras frentes pelos mesmos crimes, e agora multado pela Receita Federal por falsidade contábil -, Lula se incorpora hoje a Dilma. Ela não está sendo julgada só, pois personifica a arrogância, a mentira, a corrupção e a incapacidade gerencial de seu criador. Que é tão responsável pelo desastre político, econômico e ético que seu governo gerou quanto ela.

Sem categoria
Comente aqui


Dilma mente e afronta o Congresso e o Judiciário

Fiel ao script interpretado pelo PT, por ela e por Lula desde o início do processo de impeachment, Dilma Rousseff alegou inocência e disse estar sendo vítima de conspiração das “elites autoritárias” que, por meio de um “golpe”, quer afastá-la definitivamente da presidência para “jogar no lixo” as conquistas sociais dos “últimos 13 anos” e barrar o “combate à corrupção” que pautou seu governo e do antecessor Lula.

A repetição dessa cartilha levou 45 minutos, quando, na tribuna do Senado, Dilma agrediu o Congresso, onde se desenvolveu seu julgamento, e o Judiciário, representado pelo presidente do STF Ricardo Lewandowski, que preside os trabalhos.

Nas galerias, era assistia por Lula, o paladino, segundo ela, do “combate à corrupção”, que acaba de ser indiciado por corrupção, lavagem de dinheiro e falsidade ideológica, tem uma ordem de prisão pendente, e é investigado pelo MPF de Brasília por tráfico internacional de influência, pela Polícia Federal por receber propina em troca de edição de medidas provisórias e pela Lava Jato como beneficiário e líder da organização criminosa que praticou o maior assalto aos cofres públicos de que se tem notícia.

E Dilma mentiu, mentiu descaradamente. Atribuiu ao Congresso a responsabilidade pela crise econômica que seu desgoverno provocou; acusou o MP e o TCU de terem tramado a rejeição de suas contas para desestabilizá-la; acusou o Congresso de “desvio de finalidade” por julgá-la “sem crime de responsabilidade”, num claro “desvio de finalidade”, iniciado por vingança de Eduardo Cunha e levado adiante como instrumento de “tomada de poder” pelas “elites autoritárias”, inconformadas com ‘a derrota nas urnas” e “incapazes de aceitar” o “programa de governo” que as urnas referendaram. E mais: atribuiu ao MP sua absolvição por “crime de responsabilidade”, quando na realidade ela sequer foi julgada, uma vez que o órgão não tem competência para tal.

E tome apelo emocional ao lembrar sua “luta pela democracia” durante o regime militar, quando ela militava numa organização guerrilheira de extrema esquerda e loas à sua “honestidade”.
Uma curiosidade tem de ser anotada: ao relacionar os chefes de estado que tiveram seus mandatos abreviados, ela omitiu Fernando Collor, cuja cassação teve o PT como principal porta-bandeiras.

O discurso de Dilma, além de mera repetição da desgastada cartilha do PT, afrontou a verdade e os demais poderes. Se seu objetivo era angariar votos de senadores que se declaram indecisos, ela os insultou.

(E a resposta de Dilma à primeira pergunta de um opositor – Ana Amélia – expõe o roteiro que seguirá de agora em diante: fugir do assunto proposto para repisar a tese do golpe.)

Sem categoria
Comente aqui


Parabéns, Gleisi: conseguiu induzir o voto de Renan contra Dilma

Até ontem mantendo-se o mais neutro possível em relação ao processo de impeachment de Dilma, o presidente do Senado Renan Calheiros desceu literalmente da tribuna para se somar ao crescente número de colegas descontentes com a atuação vergonhosa, acintosa, despudorosa, ditatorial, infame dos petistas que defendem a presidente afastada no Senado.

Numa intervenção que destoa de seu costumeiro equilíbrio ao apartar desavenças dos colegas e recompor a tranquilidade no plenário, ele acusou – lá embaixo, junto com os colegas – a petralhada de estar promovendo um “espetáculo triste” que “envergonha o Senado e a nação”, cobrou mais firmeza do condutor do processo Ricardo Lewandowski, comparou o julgamento a um “hospício” e disparou contra Gleisi, que na véspera insultara o Senado ao afirmar, gritando, que ali “ninguém tem moral para julgar a presidenta Dilma”. “Foi o cúmulo!”, protestou Renan.

E mais: Renan revelou que, a pedido de Gleisi, interferira no STF para livrar a barra dela e do companheiro Paulo Bernardo. O ex-ministro é réu em processo de corrupção que respinga na senadora.

Traduzindo para o bom português: Renan chutou o pau da barraca e ultrapassou o ponto de não retorno. A partir desse ponto, e para manter a coerência, ele votará pelo afastamento definitivo de Dilma.

Com amigos como Gleisi, Dilma não precisa de inimigos.

Obrigado, nobre senadora, por esse favor que faz ao país.

Sem categoria
2 Comentários


Gleisi recebe o troco que merecia. E de Calheiros

Partiu do presidente do Senado, Renan Calheiros, a mais categórica, precisa e merecida resposta à petista Gleisi Hoffmann, qe ontem, dedo arrebitado, narizinho em riste, insultou os colegas ao afirmar que “o Senado não tem moral para julgar uma presidenta honesta”.

Discursando junto aos colegas – e não à mesa, que é o lugar destinado a ele -, Renan disse que estava assistindo a um “triste espetáculo” e lembrou que, há um mês, e a pedido de Gleisi, conseguiu suspender no STF o indiciamento dela e do companheiro Paulo Bernardo, feito pela PF, por crime de corrupção.

Nariz em riste, dedo arrebitado, ela partiu pra cima de Calheiros, escoltada pela tropa em estado de choque de Dilma… e Lewandowski – que preside a mais louca sessão de julgamento de sua vida – suspendeu os trabalhos até o início da tarde.

Quando, então, tudo recomeçará. E o “hospício” (definição de Renan) em que os aliados de Dilma converteram o julgamento, voltará a todo o vapor.

Assistam em https://www.youtube.com/watch?time_continue=1&v=igo-HiPJLsc

Sem categoria
Comente aqui