Mês: novembro 2016



A ordem é destruir, destruir, destruir!

Depois de serem apeados do poder, que imaginavam desfrutar para sempre, petistas e seus cúmplices – sindicalistas, a gentalha da ONU et caterva – seguem à risca a ordem de destruir o que encontrarem pela frente, sem deixar pedra sobre pedra.

É a única alternativa que apresentam ao país, que destruíram para atender a seu projeto político: impedir sua reconstrução e causar ainda maior sofrimento aos que sofrem em consequência do descalabro econômico provocado pelo desgoverno petista.

A selvageria que demonstram ontem na Praça dos Três Poderes, enfrentando a polícia, invadindo e depredando o MEC, virando e incendiando carros e atirando coquetéis molotov, foi o ápice da campanha de destruição lançada pelo PT após a destituição, por justa causa, de Dilma – a Vana (vã,vazia, oca).

Cerca de 10 mil pelegos foram recrutados (por quem? Com que dinheiro?) para tumultuar o Congresso, que está na iminência de votar a PEC que estabelece um teto para os gastos públicos (indispensável ao equilíbrio das finanças arrombadas pelo PT).

E aí, fiel ao script – o mesmo de sempre – a petezada do Senado e da Câmara convoca a imprensa para apontar a “truculência” da polícia.

É nauseante!

(Lembrar é preciso: milhões foram às ruas pedir o impeachment de Dilma em várias manifestações: não houve depredação, agressão, nada! Em contraponto com o que assistimos hoje, é a civilização versus a barbárie petista!)

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Que moral a senhora tem, dona Gleisi?

Um dos momentos mais deploráveis da deplorável carreira política de Gleisi Hoffmann, que se restringe a defender intransigentemente todos os desmandos e desvios do PT e da companheirada, ocorreu na sessão de julgamento de Dilma Rousseff no Senado. Cabelos amarrados em coque, dedo empinado, nariz em riste, esticando-se na ponta dos sapatos Vuitton e olhar em fúria, ela interpelou os colegas senadores, esbravejando: “Ninguém aqui tem moral para julgar a presidenta!”. (Sua interpelação tirou do sério o sempre sereno Renan Calheiros, que havia descido ao plenário e exigiu que ela se retratasse. Trocaram acusações e Lindbergh Farias precisou ser contido para não agredir Renan.)

Dilma foi cassada no final daquela sessão por crimes de responsabilidade cumulativos de forma estonteante –as pedaladas fiscais eram mera ponta do iceberg. Crimes praticados sob a conivência do PT, que fechou os olhos e ouvidos para eles, apesar da retumbância da condenação unânime das contas de 2014 (e depois 2015) pelo Tribunal de Contas da União.

O transe que Gleisi demonstrou naquela sessão de 30/31 de agosto era o clímax da defesa que ela fez de Dilma ao longo do processo de impeachment. Ela, seus pares Vanessa Grazziotin e Lindbergh Farias (cujo olhar foi interpretado por Ronaldo Caiado como consequência de uso de substâncias alucinógenas) e o advogado José Eduardo Cardozo comportaram-se no julgamento como estão fazendo agora os advogados regiamente pagos por Lula em seu julgamento na Vara Federal de Curitiba: tumultuaram o mais que puderam, ofenderam o mais que puderam, sabotaram o mais que puderam, escamotearam a verdade o mais que puderam.

Em correspondência ao seu alinhamento público com os malfeitos do PT e da companheirada, Gleisi é ré por corrupção e lavagem de dinheiro e surge como beneficiária do dinheiro surrupiado por seu companheiro conjugal Paulo Bernardo, quando ministro do Planejamento, de milhões de servidores federais da ativa e aposentados. E está sendo investigada em caráter sigiloso pelo STF em outro caso cabeludo.

Pois bem. Donatária deste rombudo portfólio, Gleisi se julga no direito de exigir do presidente Michel Temer que “renuncie” por ter recomendado ao ministro renunciado da Cultura, Marcelo Calero, que encaminhasse à Advocacia Geral da União (AGU) o imbróglio imobiliário envolvendo o ministro agora também renunciado Geddel Vieira Lima e o Iphan.

Como Temer não a atendeu (insolente!), dona Gleisi vai se incorporar nessa segunda-feira ao movimento dos órfãos dopoder no Senado e na Câmara e seja lá onde for para formalizar o pedido de impeachment de Temer!

Ora, ora, ora. Seria irônico não fosse grotesco essa cambada, que lutou com unhas e dentes para preservar o mandato do mais ruinoso chefe de Estado de que se tem notícia, e havia caminhões e caminhões de provas sobre isso, se insurgir contra um chefe de Estado que aconselhouo um ministro, em conflito com outro, que recorresse à AGU. Procedimento, aliás, que mais cedo ou mais tarde seria adotado, já que todos os conflitos jurídicos envolvendo a União (e havia divergências entre o Iphan da Bahia e o federal) são de competência da… AGU!

A pergunta, portanto, é inevitável: Que moral a senhora tem, dona Gleisi, para pedir o impeachment de um presidente sobre o qual não recai nenhuma acusação?
A mesma pergunta é também inevitável para os apoiadores dos crimes e criminosos do PT, que agem como na parábola bíblica, vendo um cisco no olho do adversário e ignorando a trave em seus próprios olhos. Como anotou Mateus (7:5): hipócritas!

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A liberdade – antes tarde do que nunca! – desponta para os cubanos

1aFidel Castro traiu os companheiros. Tal como fez após a vitória da revolução que comandou, executando os que não compartilhavam de seu governo totalitário, abandonou-os agora, num momento crucial para a esquerda, que, após demonstrar claramente ser o mais ineficaz e violento regime já experimentado pelo ser humano, reflui em todo o mundo.

O comunismo perde o seu ícone e ao mesmo tempo o seu símbolo, pois o estado caquético de Fidel era a mais perfeita imagem do que restou desse regime. Fidel manteve Cuba prisioneira de seu poder e suas ideias durante mais de meio século – uma façanha! – porque o país é uma ilha cercada de tubarões e furacões e ciclones por todos os lados; porque adotou métodos impiedosos de controle da informação e movimento de seus súditos; porque foi financiado primeiro pela União Soviética e depois pela Venezuela – o Brasil petista deu também sua mãozinha, e que mãozinha e às custas do povo! – e porque teve tempo de impor como sucessor seu irmão Raúl.

Raúl relaxou um pouco os métodos de controle, baseado no princípio de que é preferível perder o anel que o dedo, e permitiu, por exemplo, que os cubanos se dedicassem à satânica iniciativa privada, desde que em limites mínimos – como, por exemplo, adaptar suas apertadas casas para hospedar turistas e oferecer refeições ao público em geral.

Se Fidel personificou, quando no apogeu, o que o comunismo tem de mais truculento, e em seu ocaso a decrepitude de um regime fadado ao fracasso, Cuba revela o que esse regime é capaz de oferecer: a pobreza e a falta de liberdade para o cidadão comum e os privilégios – todos eles – para seus “guardiões”. A cúpula do regime vive nababescamente. Até uma ilha particular foi destinada ao “comandante” Fidel…

Não choro por ti, Fidel, muito menos pelos que chorarão sua perda. Choro por vocês, cubanos, pela situação a que foram conduzidos, e associo a essa dor a esperança de que, sem o tirano que os escravizou, a liberdade desponte – finalmente! – no horizonte.

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De tanto abrir a boca, Boca Aberta condenou-se a morrer afogado

merson Petriv soube compensar as deficiências pessoais com aparições públicas estrepitosas – incluindo seguidas agressões ao prefeito Alexandre Kireeff – e com isso se tornou um fenômeno eleitoral: foi o vereador mais votado da história de Londrina, com 11 mil votos, credenciando-se para comandar o Legislativo a partir do ano que vem.

O estardalhaço de suas aparições rendeu-lhe o apelido de Boca Aberta, quando, em verdade, em verdade vos digo, deveria ser “Savonarolla Acústico” – pois se faz acompanhar do mais impiedoso instrumento de tortura até hoje inventado: uma caixa de som acoplada a uma bicileta, que aciona no último volume. Ele gostou do apelido, foi na onda e abriu a boca ao extremo, a ponto de ameaçar a integridade das pessoas (o prefeito obteve mandado de interdição), tumultuar as sessões da Câmara na condição de visitante indesejado e danificar bens públicos (quebrou a porta da Câmara num de seus surtos cívicos).

Boca Aberta abriu tanto a boca que se condenou a morrer afogado: a Polícia Federal o investiga por incitar à invasão de patrimônio público em troca de votos. Os policiais fizeram hoje busca e apreensão em sua casa para a colheita de provas que permita a reformulação do pedido de prisão preventiva, negada na semana passada pela Justiça (o caso estava em sigiloso).

O delegado da PF, Sandro Roberto Vianna, diz ter elementos suficientes para comprovar que, pouco antes da eleição, Savoranolla Acústico liderou a invasão de unidades do Minha Casa Minha Vida, cuja construção havia sido interrompida. O delegado diz que vai enxotar os invasores do local – que são mais ou menos três mil -, pois assim determinou a Justiça. Custe o que custar e apesar de o local ter se convertido num antro de tráfico de drogas.

A situação jurídica do torturador da ordem pública é gravíssima. Boca Aberta acumula problemas também com a Justiça Eleitoral, o que compromete severamente sua diplomação como vereador.

O crime ou os crimes atribuído(s) a Boca Aberta não são, no entanto, de responsabilidade exclusiva dele. Ele a compartilha com os 11 mil que elevaram à condição de seu representante no Legislativo, e com força para comandá-lo, um elemento que há muito dá sinais de desequilíbrio emocional.

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Perdi essa: caçula de Lula foi demitido antes de ser contratado

Lembram-se do auê causado pela notícia da contratação de Luís Claudio, filho caçula de Lula, por um timeco de futebol sem expressividade no Uruguai, o Juventud de las Piedras? Sua experiência na área era a de auxiliar de preparador físico, nos três-quatro clubes de futebol em que trabalhou no Brasil. No Uruguai, seria o técnico da equipe de base – ou seja, da molecada recrutada para se aperfeiçoar usando a camisa do alviceleste, décimo colocado entre os times da primeira divisão uruguaia.

A notícia correu o mundo e reforçou a suspeita de que o papaizão estava dando os primeiros passos para deixar o Brasil sob a alegação de “perseguição política” do “juizeco” (opa, essa é do Renan) Sergio Moro?

Luís Claudio está enrolado com a Justiça, nem tanto quanto o papai, mas bem enrolado: é mais que suspeito de ter sido o “laranja” de seu progenitor num negócio milionário envolvendo medidas provisórias que beneficiaram montadoras de veículos. Uma de suas empresas recebeu R$ 2,5 milhões de uma consultoria que atende as montadoras e não conseguiu comprovar a prestação de serviços. E isso, ao que tudo indica, é apenas a ponta do iceberg envolvendo o caçulinha. Ele caiu na rede da Operação Zelotes, que abriu investigação específica sobre ele e o papai e deve anunciar a que conclusão chegou nas próximas semanas.

Pois é: por essas e outras, Lulinha levou uma pedrada do Juventud de las Piedras, que o demitiu antes mesmo de contratá-lo. Em primeiro lugar, pela repercussão negativa, que envolveu o clube numa – digamos assim – hipotética manobra para livrar o filho da “viva alma mais honesta deste país” das garras da Justiça brasileira. E, também, para abrir caminho para que a família Lula da Silva seguisse seus passos e se estabelecesse no Uruguai. Segundo, porque o salário pedido por Lulinha – o equivalente a R$ 25 mil mensais (o cara está acostumado como bem-bom, ué, e não iria mesmo deixar por menos) – causou estupor aos patrocinadores, colaboradores e torcedores do Juventud. A folha de pagamento do clube é de R$ 340 mil (equivalente) e só o Lulinha ficaria com 7% da bolada.

“Injusticia!” – bradaram los uruguayos.

E la justicia se fez!

Lulinha, o menino prodígio dos negócios esportivos, continua sendo perseguido, injustiçado – vítima de um “pacto diabólico” como seu papai – pelos clubes de futebol, que insistem em não reconhecer o seu talento.

(Faço com atraso esse registro, já que a notícia é do dia 18, para não ficar em dívida com a história… e com meus leitores.)

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Advogados de Lula fazem como ele: mentem, tumultuam, ameaçam

lula-advogadosAgredir a Justiça em geral e o juiz Sérgio Moro em particular – ao ponto de pedir sua prisão por “abuso de autoridade” – e recorrer aos organismos internacionais apontando “perseguição política” – comprometendo, assim, todas as instituições brasileiros e maculando a imagem do país.

Esta tem sido a estratégia de defesa do ex-presidente Lula – réu em três processos por corrupção, lavagem de dinheiro, tentativa de obstrução da Justiça e tráfico de influência. Estratégia que ganhou um novo elemento ontem, na primeira sessão da audiência de instrução da 13ª Vara Federal de Curitiba: constranger as testemunhas de defesa na frente de Moro – e o próprio Moro.

A tarefa competiu aos advogados do ex-presidente, que responde a esse processo junto com sua querida esposa Marisa Letícia e outros tantos réus. Lula e Marisa foram dispensados de comparecer (e o juiz Moro “abusa de sua autoridade”…). Mas seus advogados não frustraram o ex-presidente: agiram como ele sempre fez – mentindo, tumultuando e ameaçando. Comportaram-se tal qual o mestre, e com a mesma baixeza que o caracteriza!

Em ambiente normal de temperatura e pressão, Moro teria mandado prender os advogados por desacato à autoridade. Mas como era isso o que eles queriam – para posarem de vítimas da “truculência” do juiz -, Moro teve uma paciência de Jó.

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Geddel, o homem errado na hora errada. E fazendo a coisa errada…

O baiano Geddel Viera Lima não resiste a um escândalo. Seu portfólio é robusto. Desta vez, ele se transformou no pivô da renúncia do ministro de Cultura Marcelo Calero e, por isso, teve uma derrota avassaladora hoje na Comissão de Ética (?) da Presidência da República, que decidiu pela abertura de uma investigação sobre o comportamento dele.

A decisão não poderá se efetivar agora, pois o espírito petista da comissão – que foi o de proteger os amigos do rei ou da rainha – continua firme e forte: um dos membros da comissão, cujo nome não foi revelado, pediu vistas do processo. Que, assim, somente voltará à pauta em 17 de dezembro.

E quanto voltar, e se voltar, certamente será tarde demais. Pois Geddel, ministro de Governo de Temer, não pode continuar no cargo. A acusação que pesa sobre ele é pesada demais: ele forçou a barra para que o Iphan liberasse a construção de um edifício de 100 metros de altura no ponto mais nobre da Barra, bairro histórico de Salvador, protegido por lei. O Iphan vetou a construção e Geddel, dono de um apartamento lá, exigiu de Calero a revogação da medida, o ministro resistiu, ele se alterou e o ministro – que sabe da proximidade de Geddel com Temer – achou melhor vestir o boné.

E Temer silenciou. E se mantém em silêncio.

Quando Romero Jucá se licenciou do Ministério do Planejamento para não mais voltar – foi apanhado num grampo insinuando que a Lava Jato deveria ser contida -, um aliado de Temer afirmou, durante os trabalhos da comissão de impeachment de Dilma no Senado, que, ao contrário do que acontecia nos governos petistas, quando ministros sob suspeita (e foram dezenas) era defendido a unhas e dentes pelo presidente e pela petezada, os de Temer “pedem para sair” à primeira suspeita.

Esse princípio explica o silêncio de Temer. Ele se cala à espera da decisão do ministro sob bombardeio. Então, por que está demorando tanto para o retorno de Geddel ao Senado?

Se à mulher de César não basta ser honesta, tem de parecer honesta, a um ministro de Temer, que se propõe a moralizar o país depois do bordel que foi o governo petista, compete o mesmo procedimento. Aliás, com o portfólio que tem, Geddel não deveria sequer estar onde está.

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Os LuLíadas (versão atualizada)

E assim o Brasil Caminha:
Prenderam o Garotinho
Ai que bonitinho!
Prenderam o Cabral
Será o fim do bacanal?

O que é isso, meu irmão:
Ainda falta o Pezão
Lulinhas e o Lulão
Isso aqui é um lodaçal
Mais fundo que o pré-sal!

E o Cabo da Esperança?
Muito aquém da Taprobana
Onde pulsa a gente sacana
Que persegue o fácil ouro
Eis que surge o gajo Moro!

Prendam-se os barões assinalados
Agora, já, assim no ato!
Pois estão todos marcados
E o que fizeram delatado
– ó pá -à turma da Lava Jato!

(A Luís de Camões – com todo o respeito -, que perdeu um olho mas continuou enxergando o que muitos não veem com os dois…)

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UEL: a barbárie se impõe à civilização

Invadiram a rádio da Universidade Estadual de Londrina em 2 de outubro – e a emissora silenciou.

Invadiram a Reitoria – e o setor administração da universidade parou.

Invadiram o Centro de Estudos de Comunicação e Artes – e o centro fechou.

Decretaram greve uma assembleia sem a divulgação exigida – e, como a maioria dos estudantes não entraram na deles, fizeram o que puderam para tumultuar o campus.

E picharam o que encontram pela frente – até as paredes em peroba da réplica da primeira igreja matriz de Londrina.

Querem “fora, Temer”, fim da PEC disso, PEC daquilo, passe livre (e já o tem), etc… cada dia uma reivindicação diferente!

A Reitoria se omite, tripudiando o Regimento, que estabelece a penalização de quem causar prejuízo material e ao livre funcionamento das atividades acadêmicas e funcionais. Sequer foi pedida a reintegração de posse…

Os alunos que querem estudar – e estão sob a ameaça dos invasores – usaram o feriado da Proclamação da República para limpar as paredes.

Os invasores tripudiaram o gesto dos colegas, pichando novamente.

Maltrataram e acusaram de “mentirosa” uma repórter de tevê que transmitia ao vivo do campus.

E um grupo de cem professores veio a público para apresentá-los como paradigmas do estudante preocupado com o nível de ensino e zeloso da democracia…

Vemos, pelo teor das pichações – erros gramaticais grosseiros -, que, além disso, são exímios em português…

O campus da UEL presencia o confronto da civilização com a barbárie. A segunda está se impondo.

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Dilma continua a mesma… mentirosa de sempre!

A presidente cassada Dilma Rousseff – a quem o site do PT cita como “presidenta eleita” – negou ter sido “aliada” do ex-governador do Rio Sergio Cabral, preso preventivamente hoje pela Lava Jato, que o acusa de chefiar a quadrilha que desviou R$ 220 milhões de obras públicas.

O “desmentido” ocorreu após a Globo News informar o que até as toneladas de dejetos despejados diariamente na Baía de Guanabara estão enojadas de saber: Dilma-Cabral-Pezão-Lula formam um quarteto de almas gêmeas.

E não bastou apenas “desmentir” essa união carnal: Dilma afirmou ainda que Cabral apoiou na última eleição… Aécio Neves!

Dilma foi deposta do cargo – e merecidamente -, mas continua agindo como a tal “presidenta eleita”: mentindo, e mentindo sempre, sem o menor pudor.

Basta uma rápida consulta no Google para constatar a menáge a quatre e a falta de amparo na tese do apoio de Cabral a Aécio – que, mesmo que tivesse ocorrido, não implicaria necessariamente o tucano nas maracutaias atribuídas a Cabral. Assim como não impllicaria Dilma, não fosse a mentira dela, o que levanta a suspeita de que o narigão de Pinóquio da madame tenta esconder coisas…

“Dilma declara apoio a Cabral e elogia Pezão, em evento no Rio”, informou o Globo em 14 de junho de 2013.
“Sergio Cabral reitera apoio à reeleição de Dilma”, registrou o Estadãoo em 14 de março de 2014.

E agora, como é que fica, Madame Dilmóquia?

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